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ISSN 0033-1983
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Modernização fracassada e manipulação dos sistemas de crenças: a luta por corações e mentes do Brasil

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Manipulações massificadas

02 de maio de 2018, Bruno Lima Rocha

Ideologia importa, e muito. E sentimento religioso não é alienação, e menos ainda o idealismo ou a dimensão utópica da luta são “ruins”. Tampouco “dilemas de falsa consciência”. Muito pelo contrário. É na resultante entre câmbio ideológico, alteração nas relações sociais e instituições coletivamente controladas que residem chances reais de mudanças de profundas. A complexidade do tema e a observação do que ocorre em nosso país implica em desconstruir alguns mitos das “modernizações”. 


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Honduras: governo ilegítimo e regime autoritário civil

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Desobediência civil contínua em Honduras

Bruno Lima Rocha, 24 de abril de 2018

A América Latina está diante de uma nova guinada à direita, em um período quando o mecanismo eleitoral, a frágil soberania popular parcialmente tolerada pela democracia indireta liberal-burguesa, se vê ameaçado. Até a ilusão de indicar um mandatário em formato quase plebiscitário está concorrendo contra sutis manipulações (através de algoritmos e fake news) culminando com fraudes escancaradas e grosseiras, como é o caso atual de Honduras.

Em 26 de novembro de 2017 foram realizadas eleições gerais no país centro-americano que nos anos ’80 foi base territorial para a chamada “contra revolução” da América Central, com ênfase na presença imperialista contra o regime sandinista na Nicarágua. Durante a aplicação da “teoria do dominó” na Era Reagan acompanhada do emprego da guerra de extermínio de terra arrasada, Honduras foi o país que recebeu maior contingente de contras nicaraguenses e cujos oficiais de carreira nas forças armadas têm a maior proporção de pessoal militar treinado nos EUA. 


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Análise da política brasileira após a prisão de Lula

dimassantos

Discricionariedade e tempos de punição distintos

18 de abril de 2018, Bruno Lima Rocha

Terminado o pior da ressaca desde o tuite do general Eduardo Villas Bôas, passando pela sessão do STF que julgou o HC de Lula e o negou e culminando com o decreto de prisão por Sérgio Moro e a entrega do ex-presidente no sábado dia 07 de abril, abrem-se mais dúvidas do que certezas.

Perguntas incômodas

- Teremos eleições gerais em outubro de 2018?

- Haverá pressão e veto das Forças Armadas ou ao menos de partes destas no processo?

- Como será a sucessão do general Eduardo Villas Bôas no comando da Força Terrestre?

- Teremos candidato a Marechal Lott em 2018 e 2019?

- Que peso terá candidatos como Flávio Rocha e Jair Bolsonaro?


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A caserna e sua ameaça concreta

twitter.com

A comunicação informal que sinaliza muito

14 de abril de 2018, Bruno Lima Rocha

Na noite de 03 de abril o general Eduardo Villas Bôas, comandante em chefe do Exército Brasileiro, escreveu dois tuites a respeito do processo de “impunidade” que atinge os “cidadãos de bem” e colocou em dúvida se, à frente das instituições, estariam defendendo os interesses da sociedade ou de tipo particular. Os dois textos através do Twitter, caem como bomba no meio político, mas em especial no meio da centro-esquerda (PT, PC do B) e da esquerda eleitoral (PSOL) – que imediata e corretamente se posicionaram contrárias - e colocou um problema na mesa. A Força Terrestre, e por tabela as Forças Armadas, estariam se atrevendo a intervir no processo político e a questionar diretamente – através de seu comandante - uma possível decisão do STF pelo Habeas Corpus do ex-presidente Lula?


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O Mecanismo da Apatia Social - entre a série audiovisual e a sociedade concreta

uol

O Mecanismo do Mecanismo do diretor Padilha, pura manipulação grosseira

04 de abril de 2018, Bruno Lima Rocha

A série político-jurídico-policial brasileira, produzida pela empresa Netflix e dirigida por José Padilha (O Mecanismo, Brasil, Netflix, 2018) e equipe já completa uma semana no ar e nos obriga a algumas reflexões. Para isso, parto de uma evidência. Não sou crítico de cinema e menos ainda produtor, realizador audiovisual. Assim, com meu sentido de "audiência vulgar" (comum, mais um dentre os milhões de assinantes) eu gostei de quase tudo da obra, menos do fundamental!


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ESTAMOS SOB UMA AMEAÇA FASCISTA?

uol

Se isso não for uma ameaça, éo que?

30 de março de 2018, Bruno Lima Rocha

O tema é preocupante e agora deixou de ser uma especulação para entrar no campo das probabilidades. Para o fascismo avançar, de forma "clássica", seria preciso uma estrutura organizada, um partido organizado de fato, algo que nem sequer o Dr. Enéas Carneiro arriscou organizar. Massificar a extrema-direita - por uma vertente de verniz nacionalista-conservador ou mais alinhada com a "linha chilena" - não é tarefa fácil e menos ainda controlável. Na ausência de um partido fascista, não tendo nem sequer uma legenda eleitoral nitidamente identificada com as duas vertentes listadas acima, passamos para uma segunda caracterização.


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O assassinato de Marielle Franco e o genocídio estruturante no Rio de Janeiro

uol

Marielle era contra a Intervenção Federal no RJ

22 de março de 2018, Bruno Lima Rocha

Na noite de 14 de março de 2018, uma 4ª feira no final do verão carioca, o centro da capital fluminense foi palco de um assassinato político. Possivelmente um crime por encomenda, os assassinatos da vereadora pelo PSOL-RJ, Marielle Franco e o motorista substituto de seu gabinete, Anderson Gomes, logo ganharam difusão internacional (ver BBC). Marielle era o exemplo do engajamento político na cidade partida. Ex-aluna de Pré vestibular popular, formou-se em sociologia pela PUC do Rio e com mestrado Administração (ênfase em Administração Pública),  estudando justamente a espacialização penal da pobreza favelizada no Rio de Janeiro. Negra (afrodescendente) foi mãe adolescente e se torna homoafetiva na idade adulta. Trabalhou no gabinete do deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL-RJ) e veio a se candidatar para vereadora nas eleições municipais de 2016. Quinta mais votada da cidade, ultrapassou os 46 mil votos e ultrapassou as barreiras geográficas e culturais do município. No  mandato, acompanhava a muito criticada intervenção federal, conhecedora que era da péssima experiência no Complexo da Maré, de onde provinha. Nos últimos meses antes de seu assassinato, conhecia e denunciava de perto os abusos e a violência estatal através do 41º BPM, aterrorizando a comunidade de Acari. Enfim, tinha todos os “atributos” para se tornar tanto um alvo da repressão – das milícias, da chamada ‘banda podre’ da PM – como um símbolo deste momento do país. No texto que segue este analista, mesmo que discordando de algumas crenças e práticas de sua legenda, reconhece todo o mérito tanto de Marielle como de seus companheiros de jornada. Sigamos.       

 


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Na Itália, uma campanha com “ódio puro como só os meus pais conheceram”

antifaRoma

18  de março de 2018, Jacopo Paffarini

Muitos italianos esperavam as eleições políticas como um momento resolutivo, uma linha de demarcação entre o retorno ao nacionalismo e a continuação do caminho europeu. A campanha já foi a mais “quente” desde a década de ‘70, com confrontos nas ruas em ocasião dos comícios da direita xenofoba e facadas na noite durante o rotineiro “lambe” de cartazes eleitorais. Odio puro como só os meus pais conheceram, um contínuo alertar contra o retorno do fascismo na península.


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Fernando Collor, proprietário e político: o uso da Gazeta de Alagoas como prática para o coronelismo eletrônico

Júlia Klein é jornalista graduada pela Unisinos e estudante de Comunicação Social - Publicidade e Propaganda, na UFRGS.

Bruno Lima Rocha é professor do curso de Relações Internacionais da Unisinos, pesquisador do grupo Cepos e doutor
em Ciência Política pela UFRGS. 

Resumo:

Analisamos o conteúdo jornalístico praticado pelo jornal Gazeta de Alagoas, durante a cobertura de três períodos eleitorais distintos: 2002, 2006 e 2010. No estudo, Fernando Collor de Mello, proprietário do impresso que integra o maior grupo de comunicação de Alagoas, prova o uso de seu jornal como ferramenta política durante as três eleições disputadas, comprovando a parcialidade do veículo e o mau exercício do jornalismo. Na pesquisa, também abordamos como o coronelismo eletrônico mantém sua força através de alianças com os grandes conglomerados de comunicação, iniciada já durante o primeiro governo de Getúlio Vargas. 

Palavras-chave: Mídia e política; Políticas de comunicação; Radiodifusão; Oligopólio das comunicações; Conteúdo jornalístico.

 

 


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Tomando posição: uma análise política da I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom)

Valério Cruz Brittos
Professor do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Unisinos, pesquisador do CNPq, coordenador do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade - Cepos e vice-presidente da Unión Latina de Economía Política de la Información, la Comunicación y la Cultura (Ulepicc-Federación).
val.bri@terra.com.br

Bruno Lima Rocha
Professor no curso de Comunicação Social da Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos, doutor em Ciência Política pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS, pesquisador do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade - Cepos e vogal da Ulepicc-BR.
blimarocha@gmail.com

Paola Madeira Nazário
Pesquisadora do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade – Cepos e mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos. madeira_nazario@hotmail.com

Resumo
Este artigo traz discussões sobre a posição adotada por alguns setores da sociedade e da política, no que tange à sua participação nos debates em torno dos movimentos em prol da democratização da comunicação e das políticas públicas para o setor, a partir da análise da I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), bem como a falta de midiatização que essa campanha obteve. Sendo assim, o texto cruza os mais diferentes caminhos e perspectivas, passando pela correlação de forças e poder e chegando até os interesses envolvidos, adotando como pano de fundo o surgimento do processo de digitalização da televisão brasileira e a estruturação da TV pública a partir de uma aplicativa teórica e metodológica da Economia Política da Comunicação (EPC). Reconhecendo a possibilidade de um variável número de interpretações, o trabalho vai focar sua análise não apenas em busca de respostas, mas, também, na construção de perguntas pertinentes, que possam ir ao encontro dos objetivos traçados neste trabalho.

Palavras-chave
economia política da Comunicação; políticas Públicas de Comunicação; digitalização; TV pública; Confecom


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Coluna de Rádio •
Opinião falada sem meias palavras •
El poder del estamento jurídico en Brasil - columna en castellano

En esta columna, comentamos el poder del estamento jurídico (magistrados y fiscales) que están por arriba de los poderes más legítimos, los que son minimamente elegidos. En el link abajo: http://ar.ivoox.com/es/columna-brasil-bruno-lima-rocha-club-de-audios-mp3_rf_25817443_1.html

A antecipação das lutas de 2019

Coluna do Rádio para o JTSC, segunda, 23 de abril de 2018, "A antecipação das lutas sociais brasileiras de 2019". No link abaixo: http://abracosc.com.br/?p=21643

Columna en castellano, El fin de las ilusiones

Domingo, 22 de abril de 2018, para El Club de la Pluma, Rádio Inédita, Córdoba, Argentina. Columna radial "El fin de las ilusiones políticas conciliatorias en Brasil". En el link que sigue: http://ar.ivoox.com/es/columna-brasil-bruno-lima-rocha-club-de-audios-mp3_rf_25566941_1.html

Nota gravada enquanto o ex-presidente Lula era levado de helicóptero para o aeroporto de Congonhas (O momento é grave, avança o Estado de Exceção)

09 de abril de 2018, coluna de Bruno Lima Rocha para o JTSC. Nesta nota analisamos os efeitos do Estado de Exceção tomando como evidência a entrega e posterior prisão do ex-presidente Lula. Neste link: http://abracosc.com.br/?p=21471

O avanço da propaganda fascista no país também como efeito da insubordinação institucional

02 de abril de 2018, coluna de áudio para o JTSC. Nesta nota avaliamos como a insubordinação institucional, especialmente na magistratura e dentre os procuradores, incentiva a escalada fascista no país. Neste link: http://abracosc.com.br/?p=21362

As práticas violentas das direitas políticas, antecipando a campanha presidencial e os conflitos

28 de março de 2018, coluna de Bruno Lima Rocha para o JTSC. Nesta nota, analisamos a escalada de violência mais à direita tomando ao ex-presidente e sua caravana como alvos preferenciais. Neste link: http://abracosc.com.br/?p=21345

Uma semana dos assassinatos de Marielle e Anderson e nada foi solucionado

21 de março de 2018, Coluna do Rádio. Passada uma semana dos assassinatos de Marielle e Anderson, o jogo de duas caras dos grupos de mídia no Brasil. Semearam o ódio e agora tentam a "racionalidade". Análise do cientista político, professor de relações internacionais e jornalismo, Bruno Lima Rocha produzida para o Jornal dos Trabalhadores, portal Repórter Popular e Rádio Democracia. Neste link: https://soundcloud.com/user-125447541/analise-politica-de-bruno-4

El asesinato de Marielle Franco - columna en castellano

COLUMNA BRASIL BRUNO LIMA ROCHA EL CLUB DE LA PLUMA 18-3-2018 Periodista – Análisis Político/Social BRUNO LIMA ROCHA, Politólogo e Internacionalista - Profesor De Ciencia Política y De Relaciones Internacionales “Análisis Político De La Realidad Brasileña” “El Asesinato de Marielle Franco” en este link: http://ar.ivoox.com/es/columna-brasil-bruno-lima-rocha-club-de-audios-mp3_rf_24640247_1.html

El avance de los fascistas otomanos en contra la Revolución del Kurdistán

11 de marzo de 2018 - columna en castellano, analisando el avance de los fascistas otomanos comandados por el sultán Erdogan en contra Afrin, reprimiendo la Revolución del Kurdistán. En este link: http://ar.ivoox.com/es/columna-brasil-bruno-lima-rocha-club-de-audios-mp3_rf_24375389_1.html

A pré candidatura de Rodrigo Maia (DEM-RJ) e a aventura dos políticos mais à direita, refletindo o pouco apoio para a reeleição de Michel Temer

09 de março de 2018, coluna de áudio para o JTSC. Nesta nota analisamos a fratura entre os pré-candidatos da base do governo ilegítimo e a corrida ao Planalto de forma aventureira e fragmentada. Neste link: http://abracosc.com.br/?p=21102

La coyuntura brasileña en el período pre-electoral de 2018

Columna de audio difundida en castellano para emisoras de latinoamerica o hispanohablantes. En esta nota analisamos o momento pre electoral y los riesgos reales de algún tipo de intervención en el proceso político por parte de los militares. En este link: http://ar.ivoox.com/es/columna-brasil-bruno-lima-rocha-club-de-audios-mp3_rf_24246377_1.html

Os efeitos da Lawfare como fruto da diplomacia legal no Brasil após a instauração do Projeto Pontes

05 de março de 2018 - coluna de áudio para o JTSC. Nesta nota analisamos o papel da Lawfare, o uso da lei como arma de guerra como ponta de lança dos recursos do Império através da Diplomacia Legal aplicada no Brasil. Neste link: http://abracosc.com.br/?p=21064

A farra das transnacionais petrolíferas diante da entrega do Pré Sal e a rendição da Petrobras para os especuladores a partir do golpe

28 de fevereiro de 2018, coluna de áudio para o JTSC.Nesta nota analisamos a manipulação de preços e o acesso aos recursos do Pré-Sal por parte das petroleiras que se beneficiaram da mudança do marco de exploração desta riqueza da Amazônia Azul. Neste link: http://abracosc.com.br/?p=20998

O avanço dos generais em postos-chave do governo ilegítimo e o comando da defesa, ainda que interinamente, a cargo de um general

26 de fevereiro de 2018, coluna de áudio para o JTSC. Nesta nota analisamos a presença de um militar à frente da pasta da Defesa e o avanço da ocupação de generais em postos-chave do governo ilegítimo. Neste link: http://abracosc.com.br/?p=20954

A “mexicanização” das forças armadas no Brasil e os elementos de comparação entre Temer e Calderón no México de 2006

21 de fevereiro de 2018, coluna de áudio para o JTSC. Nesta nota, observamos o processo de "mexicanização" do Exército Brasileiro e também das Forças Armadas, onde a tese da defesa interna e preservação da ordem social sobrepõe as missões de defesa territorial e preservação da soberania. O país entra em uma rota de futuro incerto e perigoso no sentido de preservação dos direitos democráticos. Neste link: http://abracosc.com.br/?p=20893

A ascensão do estamento togado no Brasil pré e pós-golpe

6 de fevereiro de 2018, coluna de áudio para o JTSC. Nesta nota,observamos a ascensão do estamento togado, midiaticamente protagonizado pela Força Tarefa da Lava-Jato em Curitiba, Brasília e Rio e cujo ápice é o julgamento e condenação do ex-presidente Lula no TRF4 por 3 votos a zero. Neste link: http://abracosc.com.br/?p=20716

A luta contra a "reforma" da previdência na Argentina

20 de dezembro de 2017, coluna de áudio para o JTSC. Nesta nota, analisamos o comportamento político da esquerda à esquerda do kirchnerismo na luta argentina contra a retirada de direitos com a "reforma" da Previdência de Macri. Neste link: http://abracosc.com.br/?p=20372

A reforma da previdência agendada para 19 de fevereiro de 2018

15 de dezembro de 2017, coluna de áudio para o JTSC. Nesta nota, uma análise da ressaca pós carnaval com o agendamento para a votação do extermínio da previdência pública na Câmara de Deputados, em fevereiro de 2018. Neste link: http://abracosc.com.br/?p=20308

Reflexões após a fala de Guilherme Estrella, geólogo de carreira da Petrobras

13 de dezembro de 2017, coluna de áudio para o JTSC. Nesta nota, uma breve reflexão após o ato pela Soberania Nacional e a fala do geólogo da Petrobras que coordenou a equipe de pesquisa que descobriu a plataforma do Pré-Sal na Amazônia Azul. Neste link: http://abracosc.com.br/?p=20272