Estratégia & Análise
ISSN 0033-1983
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Governança global e hegemonia dos Esatdos Unidos

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A mesa de guerra do Império wasp no período da Bipolaridade

14 de janeiro de 2018, Ricardo J. Camera e Bruno Lima Rocha

Neste período de transição, que ainda está longe de terminar ou de chegar a bom termo, é indiscutível a retomada da hegemonia americana. O que não se sabe é a viabilidade dos EUA se transformarem, de forma estável, numa economia cêntrica a partir da qual o mundo seria reorganizado por uma nova geografia econômica e política”. Maria da Conceição Tavares, “A retomada da hegemonia norte-americana”, 1985.

A proposta desse artigo é expor uma linha de interpretação básica, de forma resumida, a respeito dos moldes da governança global no quesito do complexo tecnológico das telecomunicações, bem como o laço geoestratégico da economia política internacional.


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Desmontando a mitologia liberal sobre a origem da tecnologia moderna

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Um satélite de espionagem dos EUA operando dentro do subsistema de vigilância eletrônica

1º de janeiro de 2018, por Ricardo J. Camera[1] & Bruno Lima Rocha[2]     

1 O VIAJANTE

A questão a ser posta neste artigo é, antes de tudo, o próprio título. Voyager-1 é o nome dado à sonda espacial lançada pela NASA em 1977, com o objetivo de averiguar Júpiter, Saturno e suas luas. No momento, Voyager-1 é o dispositivo da civilização humana mais distante do planeta Terra, nos confins do Sistema Solar, avançando para o espaço profundo e desconhecido.[3] É público e notório que este avanço histórico do saber humano iniciou na incubação estratégica dos investimentos do governo dos Estados Unidos em suas agências de pesquisa, não se tratando, portanto, de uma mera questão de mercado. É disso que se trata este artigo. A geopolítica da Guerra Fria como divisor de águas na tecnologia, e suas derivações para o período imediatamente posterior à debacle da extinta União Soviética (URSS).

 

[1] Graduando em Relações Internacionais da Universidade do Vale do Rio dos Sinos – UNISINOS – Porto Alegre. E-mail: ricajc@hotmail.com

[2] Professor de Relações Internacionais da Universidade do Vale do Rio dos Sinos – UNISINOS .  E-mail: blimarocha@gmail.com

[3] http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2017/12/nasa-ativa-motor-de-espaconave-20-bilhoes-de-quilometros-da-terra.html


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Os especuladores globais das commodities e a fragilidade brasileira

insideglobaltrader

Os mega especuladores das commodities forçam preços em demandas artificiais através de contratos futuros

22 de dezembro de 2017, Bruno Lima Rocha

Quando observamos a posição do Brasil no Sistema Internacional (SI), levando em conta o grau de coesão interna (tanto na soberania nacional como na ainda mais deficiente soberania popular) e nossos potenciais concretos nos vemos em uma situação dúbia. Por um lado, qualquer raciocínio minimamente correto – sob diversos pontos de vista ideológicos – projetará o país como um dos poucos que tem saída minimamente autônoma no planeta. Por outro, ao interpretar realisticamente o consenso conservador imposto pelo arranjo de dominação interna, vemos o quanto distante estamos desta potencialidade. 


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2018 e o quarto turno de 2014 que não vai terminar

cabresto

O Brasil se torna um gigantesco interrogante permanente a partir das eleições de 2014

Bruno Lima Rocha, 13 de dezembro de 2017  

É tarefa difícil projetar o ano de 2018, sendo que o corrente ano não terminou e ainda pelo fato de vivermos o prolongamento do terceiro turno das eleições presidenciais de 2014. Mas, como o tema eleitoral está judicializado (a começar pelo julgamento do ex-presidente Lula, marcada a segunda instância no TRF-4 em 24 de janeiro) e as possibilidades das urnas através da democracia indireta dependem de manobras do Supremo (caso, por exemplo, o ex-presidente hipoteticamente condenado venha a recorrer, dentre outras variáveis); acórdãos de última hora (através de um xeque mate do semiparlamentarismo, não de fato, mas na forma da “lei”); legislação em causa própria das regras eleitorais pelo Congresso (como o autofinanciamento sem limite ou a permissividade de participação de empresas estrangeiras na campanha cibernética); cabe antever aquilo que já está observável. Parece lugar comum, mas o fato é que o Brasil está vivendo um trauma difícil de cicatrizar. 


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As oligarquias da mundialização financeirizada esgotam a pouca democracia do sistema capitalista

A liquidez jorrou de forma infinita e terminou alimentando ainda mais a extração de mais valia coletiva

FT

28 de novembro de 2017, Bruno Lima Rocha

O texto que segue é um exercício que me dispus a fazer e, ao mesmo tempo, um breve aporte teórico para a pesquisa a qual me envolvo e está em andamento (portanto a bilbiografia de referência está na sequência do texto). Abordo abaixo duas correlações evidentes, aliás, nada originais, embora absurdamente ignoradas pelos meios de comunicação hegemônicos e, justiça seja feita, em escala mundo. Trata-se de correlacionar obviedades da boa e viva economia política com as estupidezes, a perigosa propaganda da “Junk Economics”, o “lixo da economia propaladora do neoliberalismo vulgar”, ou simplesmente a “perigosa propaganda do ultraliberalismo financeiro”. Trata-se de um conjunto de mentiras afirmações absurdas, cuja meta permanente é esgotar o pouco de democracia – direitos coletivos conquistados à unha – existente no capitalismo mundializado em sua etapa financeira.  


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Traçando uma definição de imperialismo na etapa do capitalismo global e financeiro pós-2008

ias

O imperialismo financeiro atinge de forma nevrálgica a Semiperiferia

14 de Novembro de 2017, Bruno Lima Rocha

Venho trabalhando com o tema da globalização financeira desde agosto de 2008, no auge da “crise”- ao qual denomino farsa com nome de crise – originada pela bolha imobiliária dos EUA e a consequente liquidação de hipotecas sem lastro.  A etapa anterior desta pesquisa foi materializada no livro “Desvelando a farsa com nome de crise” (Bruno Lima Rocha/Ânderson Santos, Ver: encurtador.com.br/abPVX). Vale recordar que a de 2008 não foi a primeira “crise” da era pós Guerra Fria embora tenha sido aquela a afetar o planeta após os ataques de 11 de setembro de 2001. A partir daquele momento, decidi dedicar parte do esforço analítico para conectar algumas variáveis fundamentais para a escala de dominação planetária deste mundo pós-2008. 


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As agências de “análise” de risco e a violação de soberanias

dw

As agências comandam o mecanismo internacional de chantagem aos países

08 de novembro de 2017, Bruno Lima Rocha

As agências de “análise” são empresas privadas dos EUA operando como vetores do cassino financeiro global, gerando a subordinação de sociedades inteiras. Isso ocorre em todos os países do “ocidente” ampliado, sendo que as regiões eurasiáticas sob a influência direta da China, Rússia e Índia conseguem sofrer outras projeções de poder. No caso da América Latina, sofremos hoje uma dupla intervenção,  tanto das potências ocidentais – com os Estados  Unidos à frente -  como da presença chinesa cada vez maior em todas as camadas da economia real. Neste texto, fazemos uma breve digressão no papel de operador político das agências de “análise” na Europa pós-crise de 2008 e depois voltamos ao nosso Continente observando uma das chances desperdiçadas no período anterior.  


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A estupidez neofascista e a ignorância quanto à defesa do território brasileiro

bola

Nenhuma posição reacionária é anti-imperialista

21 de outubro de 2017, Bruno Lima Rocha

Uma polêmica contemporânea nas correntes à esquerda do governo que fora destituído em um golpe parlamentar com apelido de impeachment é o avanço da direita herdeira da linha dura, ao menos no discurso. Parece um pesadelo de distopia, mas é o reflexo de dois fatores consequentes. O primeiro é o entulho autoritário, herdeiro e desenvolvido durante e após a ditadura, cuja presença é permanente na base da pirâmide social brasileira, assegurando os índices absurdos de violência, com recordes de execução extrajudicial. O fator subsequente é a inserção de instituições sociais que reforçam este sistema de crenças, incluindo as empresas de exploração da fé (“igrejas” neopentecostais), o senso comum contra os direitos humanos e a sedimentação da imagem de um parlamentar reconhecido por defender posições antes inconfessáveis. Sim, a direita mais asquerosa saiu do armário e tenta fazer tese e programa de bandeiras indignas e seguramente antes proferidas nas masmorras e porões de tortura.   


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Fernando Collor, proprietário e político: o uso da Gazeta de Alagoas como prática para o coronelismo eletrônico

Júlia Klein é jornalista graduada pela Unisinos e estudante de Comunicação Social - Publicidade e Propaganda, na UFRGS.

Bruno Lima Rocha é professor do curso de Relações Internacionais da Unisinos, pesquisador do grupo Cepos e doutor
em Ciência Política pela UFRGS. 

Resumo:

Analisamos o conteúdo jornalístico praticado pelo jornal Gazeta de Alagoas, durante a cobertura de três períodos eleitorais distintos: 2002, 2006 e 2010. No estudo, Fernando Collor de Mello, proprietário do impresso que integra o maior grupo de comunicação de Alagoas, prova o uso de seu jornal como ferramenta política durante as três eleições disputadas, comprovando a parcialidade do veículo e o mau exercício do jornalismo. Na pesquisa, também abordamos como o coronelismo eletrônico mantém sua força através de alianças com os grandes conglomerados de comunicação, iniciada já durante o primeiro governo de Getúlio Vargas. 

Palavras-chave: Mídia e política; Políticas de comunicação; Radiodifusão; Oligopólio das comunicações; Conteúdo jornalístico.

 

 


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Tomando posição: uma análise política da I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom)

Valério Cruz Brittos
Professor do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Unisinos, pesquisador do CNPq, coordenador do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade - Cepos e vice-presidente da Unión Latina de Economía Política de la Información, la Comunicación y la Cultura (Ulepicc-Federación).
val.bri@terra.com.br

Bruno Lima Rocha
Professor no curso de Comunicação Social da Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos, doutor em Ciência Política pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS, pesquisador do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade - Cepos e vogal da Ulepicc-BR.
blimarocha@gmail.com

Paola Madeira Nazário
Pesquisadora do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade – Cepos e mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos. madeira_nazario@hotmail.com

Resumo
Este artigo traz discussões sobre a posição adotada por alguns setores da sociedade e da política, no que tange à sua participação nos debates em torno dos movimentos em prol da democratização da comunicação e das políticas públicas para o setor, a partir da análise da I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), bem como a falta de midiatização que essa campanha obteve. Sendo assim, o texto cruza os mais diferentes caminhos e perspectivas, passando pela correlação de forças e poder e chegando até os interesses envolvidos, adotando como pano de fundo o surgimento do processo de digitalização da televisão brasileira e a estruturação da TV pública a partir de uma aplicativa teórica e metodológica da Economia Política da Comunicação (EPC). Reconhecendo a possibilidade de um variável número de interpretações, o trabalho vai focar sua análise não apenas em busca de respostas, mas, também, na construção de perguntas pertinentes, que possam ir ao encontro dos objetivos traçados neste trabalho.

Palavras-chave
economia política da Comunicação; políticas Públicas de Comunicação; digitalização; TV pública; Confecom


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Coluna de Rádio •
Opinião falada sem meias palavras •
A luta contra a "reforma" da previdência na Argentina

20 de dezembro de 2017, coluna de áudio para o JTSC. Nesta nota, analisamos o comportamento político da esquerda à esquerda do kirchnerismo na luta argentina contra a retirada de direitos com a "reforma" da Previdência de Macri. Neste link: http://abracosc.com.br/?p=20372

A reforma da previdência agendada para 19 de fevereiro de 2018

15 de dezembro de 2017, coluna de áudio para o JTSC. Nesta nota, uma análise da ressaca pós carnaval com o agendamento para a votação do extermínio da previdência pública na Câmara de Deputados, em fevereiro de 2018. Neste link: http://abracosc.com.br/?p=20308

Reflexões após a fala de Guilherme Estrella, geólogo de carreira da Petrobras

13 de dezembro de 2017, coluna de áudio para o JTSC. Nesta nota, uma breve reflexão após o ato pela Soberania Nacional e a fala do geólogo da Petrobras que coordenou a equipe de pesquisa que descobriu a plataforma do Pré-Sal na Amazônia Azul. Neste link: http://abracosc.com.br/?p=20272

A "reforma" da Previdência como método de extração de mais valia coletiva e aumento da financeirização no Brasil

04 de dezembro de 2017, coluna do rádio para o JTSC. Nesta nota, avaliamos como o aumento da Previdência privada é a contraparte da liquidação da Previdência pública no Brasil, sem ferir nenhum privilégio estamental. Neste link: http://abracosc.com.br/?p=20091



A MP do Pré Sal, o lobby da diplomacia britânica junto ao Ministério das Minas e Energia e ao favorecimento de três empresas estrangeiras

22 de novembro de 2017, coluna do rádio para o JTSC. A MP que "abre o pré-sal" para o império britânico e o entreguismo que destrói o futuro do país. Neste link: http://abracosc.com.br/?p=19888

A estrutura do crime político e do Chaguismo que ainda impera no Estado do Rio

20 de novembro de 2017, coluna do rádio para o JTSC. A Assembléia Legislativa do Rio absolveu seus dirigentes, cúmplices e correligionários. Tropa de Elite 2 não deve ser ficção, ao menos não o que consta na CPI das Milícias. Neste link: http://abracosc.com.br/?p=19836

A convenção estadual do PSDB paulista, a “escanteada” de Dória Jr. e o flerte do mercado com Jair Bolsonaro

14 de novembro de 2017, coluna de rádio para o JTSC. A disputa dentro da direita aumenta as chances de Alckmin e, ao mesmo tempo, de Bolsonaro concorrer com o aval do "mercado". Neste link: http://abracosc.com.br/?p=19763

Panorama sobre os ataques do governo aos direitos conquistados

10 de novembro de 2017, coluna de rádio para o JTSC. O perfil dos direitos retirados, os ataques do governo golpista contra as conquistas constitucionais do povo brasileiro. Neste link: http://abracosc.com.br/?p=19697

A Amazon Log 17: manobras conjuntas das forças armadas do Brasil, Colômbia, Peru e o Comando Sul dos EUA

8 de novembro de 2017, coluna de áudio para o JTSC. As manobras conhecidas como Amazon Log 17, no presente momento, quando o Comando Sul dos EUA atua em coordenação com os alto comandos do Brasil, Colômbia e Peru, abrindo um perigoso precedente. Neste link: http://abracosc.com.br/?p=19667

As revelações dos Paradise Papers e a presença de registros de empresas vinculadas a ministros de Estado

06 de novembro de 2017, coluna de áudio para o JTSC. Os Paradise Papers revelaram a existência de contas bancárias de empresas fantasmas ou holdings de papel pertencentes aos ministros Henrique Meirelles, Blairo Maggi, além do homem mais rico do Brasil, Jorge Paulo Lemann. Mais este "escândalo" financeiro abafado, neste link: http://abracosc.com.br/?p=19597

A votação no plenário da Câmara sobre a votação do plenário da Câmara que derrubou a denúncia contra Temer

27 de outubro de 2017, coluna de áudio para o JTSC. Por 251 a 233 votos, Temer se salva novamente no plenário da Câmara Federal. Neste link: http://abracosc.com.br/?p=19487

O custo do voto na Câmara Federal

25 de outubro de 2017, coluna de áudio para o JTSC. Analisamos os custos transacionais, conceito que denomina a precificação para formar maioria e consolidar a salvação do governo Temer. Neste link: http://abracosc.com.br/?p=19459

O fim da nova república e o ato de rasgar direitos constitucionais

24 de outubro de 2017, coluna de áudio para o JTSC. Com o golpe apelidado de impeachment o pacto de convivência e direitos sociais de avançada está acabando. Uma etapa de restauração neoliberal-conservadora, ainda mais agressiva do que anos ’90, se faz presente. Neste link: http://abracosc.com.br/?p=19433

A permissão do Senado pelo retorno de Aécio Neves

18 de outubro de 2017, coluna de áudio para o JTSC. O Senado, através de votação nominal, por 44 votos a 26, permitiu o retorno do senador Aécio Neves (PSDB-MG) para a Câmara Alta da república. Neste link: http://abracosc.com.br/?p=19371

A denúncia de Lúcio Funaro a respeito da compra milionária de votos intermediados por Eduardo Cunha para afastar a ex-presidenta Dilma Roussef

16 de outubro de 2017, coluna de áudio para o JTSC. Com as denúncias de Lúcio Funaro, sobram elementos jurídicos para anular o golpe com apelido de impeachment e rastrear as contas e o trajeto do dinheiro que teria comprado o voto na Câmara. Neste link: http://abracosc.com.br/?p=19326

O voto de minerva de Carmen Lúcia e a posição do STF por 6 a 5, adiando temporariamente a crise entre poderes

14 de outubro de 2017, coluna de áudio para o JTSC. O julgamento das prerrogativas do Supremo termina com o desempate de Carmen Lúcia e os panos quentes na relação com o Senado. Ainda assim, atiçam e seguem assanhando as vivandeiras de plantão. Neste link: http://abracosc.com.br/?p=19300

A situação vexatória de Bolsonaro nos EUA

13 de outubro de 2017, coluna de áudio para o JTSC. O pré-candidato a presidente do Brasil, deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) cria situações vexatórias para si em turnê pelos EUA. Neste link: http://abracosc.com.br/?p=19298

O ativismo da PGR e do STF para recriar as regras das eleições gerais de 2018

06 de outubro, coluna de áudio para o JTSC. O ativismo Judiciário e a possibilidade de candidaturas avulsas, individuais, para cargos executivo em 2018. Neste link: http://abracosc.com.br/?p=19247

A votação do Senado sobre o afastamento do senador do PSDB Aécio Neves

04 de outubro de 2017, coluna de áudio para o JTSC. A prudência do adiamento do Senado quanto a votação do afastamento do senador Aécio Neves e a queda de braço com o Supremo postergada. Neste link: http://abracosc.com.br/?p=19206