sanford-soccer.net.blogspot.com A América do Sul está cheia de "Poderosos Chefões"
15 de maio, Anderson Santos (editor), Dijair Brilhantes & Bruno Lima Rocha
O futebol brasileiro viveu em 2012 um grande momento. A renúncia de Ricardo Teixeira do cargo de presidente da CBF é, sem dúvida, um marco na história do esporte que é a paixão nacional. Isto ocorre embora o sucessor não seja exatamente o que todos desejávamos. José Maria Marín tem um histórico digamos que tenebroso e sua prática não vem sendo algo nem um pouco "revolucionário" - chega a ser mais do mesmo, ou até um pouco pior, se é que isso é possível.
Porém, o assunto desta coluna é outro, algo que também já tratamos algumas vezes antes – e voltaremos à carga cada vez que for necessário. Presidentes de entidades esportivas ganham o poder e delas se tornam donos. O “saudável” rodízio no comando, que muitos defendem, sequer é pensado e, o pior, permitido. AFA, Conmebol e COB elegem “imperadores”, não presidentes.
Artigos • para jornal, revistas e outras mídias • Absurdos sigilos de uma CPMI
Aroeira A CPMI do Cachoeira pode colocar muita gente rio abaixo
Bruno Lima Rocha
O Brasil por vezes beira o absurdo. A noção que toda instituição convive com suas imperfeições e idiossincrasias aqui é elevada para a máxima potência. A CPMI de Carlinhos Cachoeira e companhia materializam esta ideia.
NIEG • Núcleo Interdisciplinar de Estudos sobre a Globalização Transcultural e a Cultura do Capitalismo • Mídia capitalista e individuação
Latuff Telejornalismo e a desinformação "proposital" na sua estrutura produtiva sobre a economia
Bruno Lima Rocha
Os estudos que viemos realizando através do Núcleo Interdisciplinar de Estudos da Globalização Transnacional e da Cultura do Capitalismo (NIEG-CEPOS) vêm demonstrando, através da análise de conteúdo da mídia dita especializada, o papel central que a esfera ideológica ocupa na legitimação do capitalismo em sua etapa financeira. Neste artigo, saímos da escala macro e nos aproximamos da chamada individuação, igualmente propalada pela cobertura do jornalismo econômico e até pela ficção televisiva.
Artigos • para jornal, revistas e outras mídias • The Economist e a farsa com nome de crise
articles.businessinsider.com A revista inglesa por vezes ousa em suas capas, ainda sem expor as relações causais mais básicas a respeito dos fenômenos pelo veículo narrados.
Valério Cruz Brittos e Bruno Lima Rocha
O texto a seguir tem o caráter de introdutório, iniciando uma série de abordagens com rigor de análise, mas intencionalmente produzidas para darem conta da difusão da crítica midiática através de um portal de internet especializado na matéria. O período temporal localiza-se no segundo semestre de 2008, especificamente a partir de setembro, quando se marca o pior momento do capitalismo em sua etapa de financeirização. No auge da chamada crise, os agentes econômicos e ideológicos liderados pelos meios de comunicação ocupando posição de alcance em escala global tornam-se fundamentais para a compreensão do fenômeno e a interpretação de relações causais deles derivados.
Artigos • para jornal, revistas e outras mídias • Significados de um 1º de maio
cucoco.ar Os Mártires de Chicago, em sua maioria operários de credo anarquista e origem alemã (nativos ou de segunda geração imigrante), marcaram o embate entre a força de trabalho e as forças da ordem capitalista. O 1º de Maio é o marco da luta de classes em todo o mundo, com exceção dos EUA, quando o feriado do trabalhador é em outra data.
03 de maio de 2012, Bruno Lima Rocha
O 1º de maio é uma data internacional de luta pelos direitos dos que vivem de sua força de trabalho. Sua história começa na greve geral de Chicago (Illinois, EUA), iniciada em 1º de maio de 1886 e cuja repressão implica na prisão de dezenas de sindicalistas e a condenação a morte de cinco operários anarquistas, daí conhecidos como Mártires de Chicago. A exceção dos Estados Unidos, o dia converte-se em um momento onde o mundo reconhece o conceito de classe trabalhadora. E, obviamente, desde o século XIX que as correntes do socialismo enfrentam-se para tentar definir o que significa e quem organiza tudo isso.
uol.com.br Enquanto Guardiola sai do Barcelona com todo o respeito possível, os ídolos da dupla Gre-Nal saíram chateados
03 de maio – Anderson Santos (editor), Dijair Brilhantes & Bruno Lima Rocha
O futebol vive de paixão, magia, superstições, mas principalmente de ídolos. Não é a toa que estes costumam lotar estádios, treinamentos e viram o principal “objeto” de publicidade dos clubes de futebol e de empresas do mundo todo.
Conquistar a torcida não costuma ser tarefa fácil; alguns critérios são adotados quase que de forma única por diferentes torcidas. Gol de título ou contra o rival costuma pesar bastante. No Rio Grande do Sul este leva o apelido de “homem Gre-Nal”, o cara que entra para a história por ser carrasco do rival. Mas como será que os clubes (leia-se, os dirigentes dos clubes) tratam os seus ídolos?
NIEG • Núcleo Interdisciplinar de Estudos sobre a Globalização Transcultural e a Cultura do Capitalismo • Análise do filme “Caixa Dois”, de Bruno Barreto
cranik.com O termo caixa dois em geral refere-se a recursos não declarados, de origem duvidosa, ou não tributados, ou desviados de seu destino de origem e finalidade. O título do filme opera a partir da inspiração em financistas a operar o cassino da moeda, assim como demais formas de manipular – e muitas vezes desaparecer – com os recursos alheios e coletivos.
Texto coletivo do Núcleo Interdisciplinar de Estudos da Globalização Transnacional e da Cultura do Capitalismo (NIEG)
O cinema brasileiro, sob forte apoio de leis de responsabilidade fiscal, produz muito conteúdo audiovisual. Alguns são os que conseguem sair da produção para a distribuição e veiculação Brasil afora. Ainda muito poucos são os que conseguem alcançar marcas significativas de público, mesmo que com elenco, co-produção e divulgação da Rede Globo de Televisão.
O filme que analisaremos na coluna desta semana traz uma das características que marcam os longa-metragens nacionais pós-Retomada. Utilizando o humor para abordar temas como desemprego, corrupção e ética, o filme Caixa Dois (2007), dirigido por Bruno Barreto, é uma sátira social que pode trazer questionamentos importantes ao expectador.
jornalvivabrasil.com.br Mesmo movimentando muito dinheiro, ainda há cargos amadores no futebol
28 de abril – Anderson Santos (editor) & Dijair Brilhantes
Na semana passada em uma das palestras do Ciclo de Debates “Futebol é Comunicação”, realizado em Porto Alegre, o diretor executivo de marketing do Sport Club Internacional, Jorge Avancini, levantou uma questão que merece ser debatida.
O dirigente colorado entende ser prejudicado pela falta de profissionalização na gerência esportiva. Avancini teve que pedir sua exclusão do Conselho Deliberativo para exercer a função que ocupa nos últimos anos, pois o estatuto do clube não permite conselheiros que ocupem cargo remunerado no Internacional.
Os argumentos referidos pelo dirigente são que é impossível se dedicar ao clube 24 horas por dia sem ser remunerado, porém, sob estas condições, não se deveria excluir determinados profissionais da vida política dos times que acompanham.
Artigos • para jornal, revistas e outras mídias • A criminalização dos agentes econômicos
Brasil livre e democrata Operação Mão Dupla, feita pela Polícia Federal com a Controladoria-Geral da União, apontou a construtora Delta como líder de um esquema de corrupção que desviou milhões de reais em obras do Governo Federal. É preciso pensar a corrupção como um balcão de negócios. De um lado está o agente público, do outro, o agente econômico. Um só existe com a ajuda do outro.
27 de abril de 2012, Bruno Lima Rocha
O noticiário brasileiro é uma aula de economia política. Se analisarmos o modus operandi dos líderes de oligopólios (como telecomunicações, construção civil, serviços públicos terceirizados, dentre outros), veremos conceitos-chave, capazes de explicar porque temos uma sociedade ainda tão desigual e porque a moral privada das elites políticas no Brasil (fisiológica e patrimonial) casa tão bem com o vale-tudo empresarial que nos acostumamos a ver.
Conceitos como relações assimétricas (desiguais) entre agentes econômicos e representações sociais diante do Estado; barreira político-institucional (como a bancada do latifúndio); oligopólio como classe de mercado (quebrando o falso mito do capitalismo concorrencial); o Estado como pagador de última instância (e promotor de fusões e concentrações de capital); assim como a impunidade seletiva (os grandes nunca são punidos), ocupam páginas e telas jornalísticas brasileiras praticamente todas as semanas.
Ouso afirmar que não é a corrupção político-empresarial uma pauta fixa, mas sim a criminalização do agente econômico. Isto se dá por duas razões complementares.
NIEG • Núcleo Interdisciplinar de Estudos sobre a Globalização Transcultural e a Cultura do Capitalismo • O discurso para legitimar o poder do capital financeiro
informacaoeconomiacritica.blogspot A colunista Miriam Leitão é a autoridade da Rede Globo para comentar economia na TV aberta. Leitão e outros comunicadores contribuem com o processo de desinformação do jornalismo econômico no Brasil.
23 de abril de 2012
Neste artigo de opinião, fazemos uma análise “foucaultiana” partindo das premissas do NIEG-CEPOS, tendo como alvo de análise o jargão da economia neoclássica difundido sob a forma de consenso (fabricado) midiático. A construção e a fixação do discurso econômico neoliberal em sua etapa financeira ganha contornos concretos não apenas pelos seus “renomados” economistas, mas também potencializado pelas mídias corporativas, que possuem interesses na financeirização de suas estruturas produtivas. Como se sabe, estes agentes econômicos de difusão ideológica (mídia), se utilizam de “especialistas” em economia (muitos ex-operadores de orçamentos de Estado) para formar não só o discurso que traduz as formas de dominação, mas aquilo pelo que almejam, o poder pelo qual querem manter o controle.
Como já colocado em textos anteriores, o NIEG utiliza-se de audiovisuais e debates para discutir e difundir o conhecimento sobre a área, mas, para quem se propõe a “traduzir” o quase indecifrável mundo do capital financeiro, é necessária uma construção teórica um pouco mais densa sobre o assunto.
O jornalismo econômico como porta-voz do capital financeiro
21 de setembro, a oito mãos de São Leopoldo a Maceió, Bruno Lima Rocha, Ana Maria Rosa, Alexon Gabriel e Rafael Cavalcanti
Este trabalho desenvolve a análise da relação entre a suposta crise da Zona do Euro e a cobertura midiática que a precede e acompanha. Verifica que o jornalismo econômico participa dos interesses não apenas das empresas de mídia, mas também dos agentes econômicos mundiais que participam dessa e de outras construções premeditadas. Dessa forma, argumenta-se que a ausência da ética iluminista e republicana do jornalismo é a balizadora ao revés dessas ações, já que a profissão de trabalhar com a informação é facilitadora das relações assimétricas, prejudicando assim os direitos da cidadania e da democracia mesmo em sua forma burguesa e representativa. A cobertura especializada torna-se, portanto, um porta-voz oficioso de ações premeditadas, delinquindo dentro das regras do sistema e transferindo renda dos Estados para os operadores financeiros em uma escala planetária.
O artigo foi publicado na Revista de Economia Política das Tecnologias da Informação e da Comunicação (Eptic), Vol XIII, n.1, Ene. – Abril de 2011.
Capital, informação e economia digital: as múltiplas faces constitutivas da globalização corporativa do capitalismo
21 de setembro, de São Leopoldo, Bruno Lima Rocha, Márcia Turchiello Andres e Ana Maria Oliveira Rosa
O artigo descreve diversas etapas do capitalismo, buscando compreender que as atuais mudanças tecnológicas e suas conseqüências sócio-políticas não se tratam de uma ruptura do sistema em si, mas sim estariam apenas fazendo parte de mais uma re-acomodação deste, como modelo de civilização sistema. Além disso, o artigo também demonstra que a força de trabalho, ressaltadamente a especializada, em seus diversos engendramentos, continua submissa e, além disso, apresenta-se individualizada e, dentro destes parâmetros, sem perspectivas de tornar-se efetiva resistência.
O trabalho foi publicado na Revista de Economia Política das Tecnologias da Informação e da Comunicação (Eptic), Vol XII, n.2, Ene. – Maio a Agosto de 2010.
Zonas cinzas da contra-informação: a cobertura jornalística da revista Época sobre a fraude no leilão do Sistema Telebrás
21 de setembro, da Vila Setembrina a terra dos papa-méis, Bruno Lima Rocha e Rafael Cavalcanti
O artigo pretende situar, minimamente, as relações da indústria da mídia com os organismos de inteligência brasileiros a partir da análise de cobertura jornalística da revista Época sobre o episódio do grampo do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O caso ocorreu durante o leilão do Sistema Telebrás em julho de 1999 e as matérias da revista foram publicadas no ano de 2001. Tal escolha se deu por dois motivos: a visibilidade que a Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) obteve nesta cobertura jornalística e a caracterização de um conflito intra-elites na disputa pelo controle do Sistema Telebrás em leilão de privatização, levando a conclusão de que o sistema privado nasce com vício de origem em sua composição de capitais e concorrência monopolística fraudulenta.
O seguinte texto foi publicado em 2010 no livro TV Digital, Economia Política e Democracia, organizado por Valério Cruz Brittos, professor do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos).
Economia Política do Audiovisual de Baixo Custo: uma abordagem propositiva
21 de setembro, de Porto Alegre, Bruno Lima Rocha e Rodrigo Jacobus
Pode-se pensar a política como sendo a síntese de idéias, vontades, necessidades, relações de poder, aspirações e interesses em uma sociedade civil organizada. Partindo-se deste conceito-base, é possível analisar a economia política da informação, comunicação e cultura como um instrumental teórico em auxílio à construção de modelos de produção midiática de baixo custo focados no local. Neste artigo, propõe-se um modelo integrado de produção de audiovisual de caráter popularesco, oferecendo um exemplo que ocupe o lado oposto do clientelismo, além da cultura política pragmática e paroquiana. Espera-se, assim, apresentar uma singela colaboração ao campo da educomunicação, partindo-se da crença de que a capacidade cognitiva dos cida-dãos pode ser estimulada e desenvolvida tanto a partir do exercício de recepção de produtos culturais autóctones, como também em função do envolvimento de uma parcela representativa desta população no processo produtivo destas mídias.
O seguinte texto foi publicado em 2009 no livro Digitalização e Práticas Sociais, or-ganizado por Valério Cruz Brittos, professor do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos).
Veja, Carta Capital, O Globo e Rede Record entraram numa grande discussão pública sobre as suspostas relações do chefe da sucursal da Veja em Brasília, o jornalista Policarpo Júnior, com o bicheiro Carlinhos Cachoeira, alvo de operações da Polícia Federal. Até que ponto Cachoeira seria apenas uma "fonte" ou, como contém em alguns áudios, pautaria a revista com maior circulação do país definindo o conteúdo do que será publicado de forma quase automática? Mas as discussões sobre a revista neste programa não pararam por aí. Dois colunistas da Veja, Ricardo Setti e Reinaldo Azevedo, utilizaram os seus blogs para criticarem qualquer proposta de regulação da mídia, novamente defendida no Congresso do Partido dos Trabalhadores. A coisa ficou tão séria que eles foram "capazes" de defender claramente o Governo Dilma e o ministro das Comunicações Paulo Bernardo.
O Periscópio da Mídia - a indústria da comunicação de cabeça para baixo viajou pelo mundo no primeiro bloco do programa desta semana. Enquanto a revista britânica The Economist não teve pudores em afirmar que votaria em Nicolas Sarkozy nas eleições francesas, se pudesse, só para o "socialista" Hollande não ser eleito; Rupert Murdoch continua a dar explicações sobre escândalos que envolvem, principalmente, nomes do secretariado do primeiro-ministro britânico David Cameron. As relações entre mídia e poder ficando mais expostas que se admite no Brasil. O segundo bloco traz comentários sobre a aprovação do relatório da CPI do ECAD (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição), que, dentre outras coisas, sugere mudanças sob o pagamento referente aos direitos autorais no país.
Programa Periscópio da Mídia de 26 de abril de 2012
Grupos religiosos com meios de comunicação ou que compram horários nestes foram o assunto do primeiro bloco do Periscópio da Mídia desta semana. Na Band, RR Soares, Silas Malafaia e Valdomiro Santiago são responsáveis para a emissora "dar traço" em alguns horários, mas também por um terço do seu faturamento anual. Enquanto isso, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul acusa o Grupo Record (IURD) de querer se desfazer do centenário jornal Correio do Povo. No segundo bloco, abordamos a confusão de membro do CQC com demais jornalistas em Brasília, que causou a proibição do programa participar de eventos oficiais com a presidenta. Além da crítica do presidente do Grupo RBS aos inconformados com a "liberdade de imprensa" (sic) no Brasil.
Programa Periscópio da Mídia de 12 de abril de 2012
O professor doutor Laurindo Leal Filho foi o convidado especial dessa edição. Com vasta experiência profissional e acadêmica, Lalo nos falou sobre sua passagem na TV Cultura num dos momentos mais complicados da história da emissora (o assassinato de Vladimir Herzog), seu começo de carreira como jornalista/comentarista esportivo e a experiência como secretário municipal de Esporte, Lazer e Recreação em São Paulo. No segundo bloco, discutimos as mudanças no mercado fonográfico, o que facilitou e o que prejudicou para gravadoras e grupos musicais "independentes".
Programa Periscópio da Mídia de 05 de abril de 2012
Entrevista com o companheiro de Grupo de Pesquisa CEPOS, doutor em Ciências da Comunicação e presidente da Fundação Aperipê-SE, Luciano Correia. O jornalista foi entrevistado pelos integrantes do programa e nos conta a experiência de pesquisar a Rede Globo no Brasil, com todas as dificuldades decorrentes disso, e os problemas de ser presidente de uma fundação estatal de comunicação em época de transição para a TV digital. Com toda a certeza, é um dos programas mais polêmicos destes quase dois anos de Periscópio.
Programa Periscópio da Mídia de 29 de março de 2012
Periscópio da Mídia - a indústria da comunicação social de cabeça para baixo do dia 29 de março de 2012. Record, Veja, Sportv e o GOLPE militar estiveram na pauta do programa desta semana. A Rede Record denuncia a torto e à direito de acordo com os seus interesses político-econômicos e religiosos. O alvo há duas semanas foi o "líder" da Igreja Mundial. Após perder a concorrência para transmitir o UFC, o MMA também virou foco de grande reportagem da emissora.
Programa Periscópio da Mídia de 22 de março de 2012
O Periscópio da Mídia continua de olhos e ouvidos bem abertos quando o assunto é a regulação dos meios de comunicação no Brasil, seja o Marco Civil da Internet, através de Conselhos de Comunicação ou o marco regulatório para o setor de radiodifusão. Dentre os assuntos comentados por Anderson Santos e Dijair Brilhantes esteve a entrada da TV Folha na grade de programação da TV Cultura nas noites de domingo logo após a emissora gerida por uma fundação - com direção indicada pelo Governo de São Paulo - demitir 56 profissionais. Desmonte, atucanamento?
Programa Periscópio da Mídia de 16 de março de 2012
Ricardo Teixeira saiu do comando da CBF com todos os seus (vários) pertences para os Estados Unidos. Enquanto "pessoas ruins" como os apresentadores do Periscópio da Mídia sempre o criticaram, o Jornal Nacional fez uma emocionante homenagem de "eternos" 3 minutos e meio. Mas, esperem aí, este telejornal não é transmitido pela mesma emissora que fez uma grande reportagem há 10 anos mostrando o quea CPI do Futebol-Nike "descobriu"? Anderson Santos e Dijair Brilhantes, apresentadores do Periscópio desta quinta-feira, não só lembraram disso como colocaram trechos daquele Globo Repórter na edição de hoje do programa da Rádio Unisinos 103.3 FM, que ainda discutiu a os comentários sobre a necessidade de um marco regulatório da radiodifusão vindos de quem esteve no governo Lula (Franklin Martins) e ainda a avalanche de leis e propostas delas para restringir o acesso das pessoas à internet, seja no Brasil, na Irlanda, na França ou na Alemanha.
Programa Periscópio da Mídia de 08 de março de 2012
Programa de rádio Periscópio da Mídia - a indústria da comunicação social de cabeça para baixo já está disponível para ser ouvido/baixado. Na edição desta quinta-feira, Anderson Santos, Bruno Lima Rocha eDijair Brilhantes debateram, dentre outros assuntos, sobre o valor de US$ 850 mil que a Rede Globo cobra para que as rádios brasileiras transmitam a Copa do Mundo FIFA Brasil 2014. O assunto gerou insatisfação pública da Jovem Pan AM, que também foi pauta do programa por fazer uma campanha contra "A Voz do Brasil".
Programa Periscópio da Mídia de 1º de março de 2012
A terceira temporada do programa de rádio Periscópio da Mídia - a indústria da comunicação social de cabeça para baixo começou com um tema (bem antigo): a regulação da radiodifusão no Brasil. Apesar de decreto e portaria modificando o processo de licitação, ainda se precisa muito para renovar a legislação (de 1962!) que rege o setor de radiodifusão no Brasil. Enquanto isso, uma operadora de TV fechada faz campanha contra a Lei nº 12.485, que, dentre outras coisas, cria cotas para a veiculação de conteúdo nacional e independente.
Programa Periscópio da Mídia de 22 de dezembro de 2011
Em edição especial, que marca o último programa do ano, o Periscópio da Mídia resgata o debate sobre o golpe militar no Brasil em 1964, numa análise histórica e contextualizada do que foi o processo político alterado naquele momento e como a imprensa (comercial e de grandes dimensões) se posicionou. Os membros do programa leram editoriais e artigos publicados nos principais jornais do país nos dias da tomada de poder pelos militares.
Programa Periscópio da Mídia de 15 de dezembro de 2011
Programa de crítica à mídia aborda silêncio dos principais veículos de comunicação em relação ao livro-reportagem A Privataria Tucana; abaixo-assinado defende classificação indicativa na televisão; relatório do Conselho de Direitos Humanos da ONU reconhece acesso à internet como direito humano; Bahia elege representantes do primeiro Conselho de Comunicação Social local do país; blogueiro que denunciou filho de diretor da RBS em caso de estupro é encontrado morto em Santa Catarina; Grupo RBS lança guia ético e de autorregulamentação jornalística.
Coluna Mídia na Mira para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço-RS - Dezembro de 2011
A curiosa reportagem do Globo News Documento sobre a crise financeira da Europa.
Trilha sonora do áudio: Quilapayún - Sí, somos americanos.
Coluna Mídia na Mira para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço-RS - Dezembro de 2011
Agências internacionais de notícias omitem riscos do capital financeiro ao reproduzir discurso da crise econômica mundial.
Trilha sonora do áudio: Quilapayún: Sí, somos americanos.
Programa Periscópio da Mídia de 08 de dezembro de 2011
Programa de crítica à mídia discute qualidade de formação do comunicador após o ex-presidente Fernando Collor de Melo chamar jornalistas de analfabetos funcionais; ex-diretor da TV Globo reconhece manipulação da emissora no debate entre Collor e Lula em 1989; TV por assinatura se nega a difundir banda larga pelo país; as vantagens da implantação de um Operador Único da Rede Pública Digital para a radiodifusão não-comercial no Brasil; e como a Argentina trabalha a Ley dos Medios na divisão do espectro midiático entre sistemas privado, público estatal e público não estatal.
Coluna Mídia na Mira para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço-RS - Dezembro de 2011
Emissoras de rádio especulam índices de audiência e elevam custos de publicidade.
Trilha sonora do áudio: Quilapayún: Sí, somos americanos.
Coluna Mídia na Mira para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço-RS - Dezembro de 2011
A relação entre impostos, dívida pública e lucro dos bancos.
Trilha sonora do áudio: Quilapayún: Sí, somos americanos.
Programa Periscópio da Mídia de 1º de dezembro de 2011
Programa de crítica à mídia repercute as declarações do jornalista Mino Carta e do ex-deputado José Dirceu contra o jornalismo brasileiro; a divergência entre emissoras de TV e empresas de telecomunicação sobre a neutralidade da Internet; e a defesa do padrão nipo-brasileiro de TV digital pelo assessor da Casa Civil André Barbosa Filho.
Programa Periscópio da Mídia 24 de novembro de 2011
Mais uma cidade contraria a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em relação à obrigatoriedade do diploma de jornalista. Fortaleza se tornou o quinto município a cobrar dos órgãos públicos a contratação de jornalistas profissionais. Enquanto isso, o jornal Folha de São Paulo demite 10% da sua redação.
Coluna Mídia na Mira para o Jornal dos Trabalhadores da Rede Abraço-RS - Novembro de 2011
A oposição da mídia à greve dos professores no Rio Grande do Sul.
Trilha sonora do áudio: Quilapayún: Sí, somos americanos.