Estratégia & Análise
ISSN 0033-1983
Principal

Artigos

Clássicos da Política Latino-Americana

Coluna Além das Quatro Linhas

Coluna de Rádio

Contenido en Castellano

Contos de ringues e punhos

Democracy Now! em Português

Democratização da Comunicação

Fale Conosco

LARI de Análise de Conjuntura Internacional

NIEG

Original Content in English

Pensamento Libertário

Publicações

Publicações em outros idiomas

Quem Somos

Sobre História

Sugestão de Sites

Teoria



Apoiar este Portal

Apoyar este Portal

Support this Website



Site Anterior




Creative Commons License



Busca



RSS

RSS in English

RSS en Castellano

FeedBurner

Receber as atualizações do Estratégia & Análise na sua caixa de correio

Adicionar aos Favoritos

Página Inicial
















































Artigos •
Para jornais, revistas e outras mídias •


As oligarquias da mundialização financeirizada esgotam a pouca democracia do sistema capitalista

A liquidez jorrou de forma infinita e terminou alimentando ainda mais a extração de mais valia coletiva

FT

28 de novembro de 2017, Bruno Lima Rocha

O texto que segue é um exercício que me dispus a fazer e, ao mesmo tempo, um breve aporte teórico para a pesquisa a qual me envolvo e está em andamento (portanto a bilbiografia de referência está na sequência do texto). Abordo abaixo duas correlações evidentes, aliás, nada originais, embora absurdamente ignoradas pelos meios de comunicação hegemônicos e, justiça seja feita, em escala mundo. Trata-se de correlacionar obviedades da boa e viva economia política com as estupidezes, a perigosa propaganda da “Junk Economics”, o “lixo da economia propaladora do neoliberalismo vulgar”, ou simplesmente a “perigosa propaganda do ultraliberalismo financeiro”. Trata-se de um conjunto de mentiras afirmações absurdas, cuja meta permanente é esgotar o pouco de democracia – direitos coletivos conquistados à unha – existente no capitalismo mundializado em sua etapa financeira.  


ler •
• voltar

enviar •



Traçando uma definição de imperialismo na etapa do capitalismo global e financeiro pós-2008

ias

O imperialismo financeiro atinge de forma nevrálgica a Semiperiferia

14 de Novembro de 2017, Bruno Lima Rocha

Venho trabalhando com o tema da globalização financeira desde agosto de 2008, no auge da “crise”- ao qual denomino farsa com nome de crise – originada pela bolha imobiliária dos EUA e a consequente liquidação de hipotecas sem lastro.  A etapa anterior desta pesquisa foi materializada no livro “Desvelando a farsa com nome de crise” (Bruno Lima Rocha/Ânderson Santos, Ver: encurtador.com.br/abPVX). Vale recordar que a de 2008 não foi a primeira “crise” da era pós Guerra Fria embora tenha sido aquela a afetar o planeta após os ataques de 11 de setembro de 2001. A partir daquele momento, decidi dedicar parte do esforço analítico para conectar algumas variáveis fundamentais para a escala de dominação planetária deste mundo pós-2008. 


ler •
• voltar

enviar •



As agências de “análise” de risco e a violação de soberanias

dw

As agências comandam o mecanismo internacional de chantagem aos países

08 de novembro de 2017, Bruno Lima Rocha

As agências de “análise” são empresas privadas dos EUA operando como vetores do cassino financeiro global, gerando a subordinação de sociedades inteiras. Isso ocorre em todos os países do “ocidente” ampliado, sendo que as regiões eurasiáticas sob a influência direta da China, Rússia e Índia conseguem sofrer outras projeções de poder. No caso da América Latina, sofremos hoje uma dupla intervenção,  tanto das potências ocidentais – com os Estados  Unidos à frente -  como da presença chinesa cada vez maior em todas as camadas da economia real. Neste texto, fazemos uma breve digressão no papel de operador político das agências de “análise” na Europa pós-crise de 2008 e depois voltamos ao nosso Continente observando uma das chances desperdiçadas no período anterior.  


ler •
• voltar

enviar •



A estupidez neofascista e a ignorância quanto à defesa do território brasileiro

bola

Nenhuma posição reacionária é anti-imperialista

21 de outubro de 2017, Bruno Lima Rocha

Uma polêmica contemporânea nas correntes à esquerda do governo que fora destituído em um golpe parlamentar com apelido de impeachment é o avanço da direita herdeira da linha dura, ao menos no discurso. Parece um pesadelo de distopia, mas é o reflexo de dois fatores consequentes. O primeiro é o entulho autoritário, herdeiro e desenvolvido durante e após a ditadura, cuja presença é permanente na base da pirâmide social brasileira, assegurando os índices absurdos de violência, com recordes de execução extrajudicial. O fator subsequente é a inserção de instituições sociais que reforçam este sistema de crenças, incluindo as empresas de exploração da fé (“igrejas” neopentecostais), o senso comum contra os direitos humanos e a sedimentação da imagem de um parlamentar reconhecido por defender posições antes inconfessáveis. Sim, a direita mais asquerosa saiu do armário e tenta fazer tese e programa de bandeiras indignas e seguramente antes proferidas nas masmorras e porões de tortura.   


ler •
• voltar

enviar •



Lavagem de dinheiro e a hipocrisia estruturante do Sistema Financeiro Internacional

The Telegraph

Os bancos do Reino Unido organizam o maior volume de lavagem de dinheiro em escala mundo

14 de outubro de 2017, Bruno Lima Rocha

O tema da lavagem de dinheiro ganha volume e importância nas ações de Cooperação Juridica Internacional e obedece à agenda de projeção de poder em termos securitários vindo do Império. Iniciando na década de ’80, e desenvolvido em paralelo ao esforço de apoio aos mudjahiddin do Afeganistão lutando contra a ocupação da União Soviética, a circulação de ativos não rastreáveis ocupou a agenda das agências de inteligência, redes de terrorismo, narcotráfico, tráfico de armas e atividades complementares a segurança avançada dos Estados líderes – como em operações de cobertura e financiamento dos contras da Nicarágua, treinando em Honduras. O inimigo global do “ocidente” estava sendo derrotado e,  automaticamente, os alvos permanentes tinham de ser modificados.

 


ler •
• voltar

enviar •





A Nova República acabou: a esquerda ainda não ressurgiu e o fascismo de mercado insiste em protagonizar o debate »

O Sistema Internacional da liquidez infinita e acumulação selvagem »

A histeria da nova extrema direita brasileira e os perigos à vista »

O FCPA e a capacidade investigativa global do Departamento de Justiça dos EUA »

A governança global do fluxo de ilícitos financeiros e a evasão de divisas »

As portas giratórias e a “blindagem” do Banco Central »

Jurisdições secretas e paraísos fiscais pós-2008 »

A denúncia contra Temer arquivada pela Câmara e a barganha institucionalizada »

O Brasil em transe e a ausência de penetração da crítica »

Moro condena Lula, a disputa pela agenda pré-2018 e o múltiplo conflito »

Ditadura de classe, golpe branco e o início do fim dos direitos sociais no Brasil »

O Brasil na encruzilhada: a denúncia na CCJ e o compadrio oligárquico do Jaburu »

Análise inicial após a denúncia do PGR tendo Michel Temer como alvo »

Revisitando Aníbal Quijano e a colonialidade do poder na América Latina »

Após a votação no TSE, aumentam as chances de Temer seguir no cargo até as eleições de 2018 »



ver todos »