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Ausência de ideologia de câmbio e a base para a guinada à direita

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A guinada à direita da população desorganizada no Brasil

Bruno Lima Rocha, 19 de abril de 2017

É lugar comum ouvir em análises e expressões vindas de todas as camadas da esquerda e da centro-esquerda, algo como “quando este povo vai se levantar indignado”? Além do sentimento de revolta e frustração – totalmente compartilhado por este que escreve – a afirmação também traz elementos de certa condescendência com o governo deposto e algo da perigosa inocência politica. Neste breve texto, tento demonstrar como a categoria ideologia foi desprezada e, por óbvia consequência, a relação com o oligopólio da mídia – em especial com a empresa líder – foi reificada.   


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A tragédia de Saco e Vanzetti e a greve dos Municipários de Cachoeirinha – lições e fantasmas ressurgindo

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Envolvimento massivo na maior greve da história do município

16 de abril de 2017 – Bruno Lima Rocha, Introdução

Em 15 de abril de 1920 houve um assalto a uma fábrica de sapatos no estado de Massachusettes, nos Estados Unidos. A paranoia repressiva estadunidense identificou dois “elementos perigosos” de então.  Fernando Nicola Sacco, sapateiro, e Bartolomeo Vanzetti, vendedor ambulante (vendia peixes), imigrantes italianos e militantes sociais de ideologia anarquista foram considerados culpados. Em julho de 1921 os jurados os consideraram culpados, mesmo sem haver uma prova contundente sequer. No dia 23 de agosto de 1927, Sacco e Vanzetti foram assassinados pelo estado na cadeira elétrica. Durante todo o processo de condenação e apelação jurídica, o mundo industrial e urbano viu o maior movimento de solidariedade internacional até então existente no planeta. Desde então, q uase todos os casos envolvendo militância social de ideologia anarquista e prática libertária tem no fantasma de Sacco e Vanzetti uma tragédia em forma de farsa que se repete e repete. Em menor escala, com outros níveis de agressão sistemática – como a brutal repressão de evacuação da Câmara de Vereadores do município em 30 de março de 2017, perpetrada pela Brigada Militar atendendo a solicitação do presidente da casa, o vereador Marco Barbosa (PSB)- vemos algo semelhante em andamento. 


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A projeção ideológica da Operação Lava Jato na América Latina


Se formos observar a criminalização da política nos países vizinhos, veremos uma reprodução quase idêntica ao ocorrido no Brasil. Por um lado, é justificada a enorme desconfiança da população para com os oligarcas, empresários e até mesmo os “bem intencionados” de centro-esquerda. Por outro, não há democracia de massas que se sustente em uma legitimação de profissionais de carreira com sentido de pertencimento transnacional, ideologicamente vinculado ao liberalismo conservador propagado mundialmente pelos EUA.

A Operação Lava Jato, levada a cabo por uma Força Tarefa baseada em Curitiba (PR) e subordinada ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4, com sede em Porto Alegre e com jurisdição nos estados da Região Sul), tem uma dimensão que supera, e muito, as fronteiras do Brasil. A lógica é bastante simples nos efeitos, mas tem certa complexidade para o pensamento crítico.

Leia o artigo completo aqui: http://bit.ly/2mUoV7B


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Elogios internacionais para o Procurador Geral e a Força Tarefa “pró-mercado”


Como é da estrutura da subordinação dos formadores (ou deformadores) de opinião no Brasil, o elogio interno reflete o aplauso do centro do capitalismo. Temos o fato, declarado, do Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, no Fórum Econômico Mundial de Davos (Suíça), afirmando para a nata do capitalismo mundializado de que a Lava Jato e a atuação da PGR é pró-mercado. No portal do World Economic Forum, Janot é citado reforçando a convocatória do próprio fundador do think tank dos ricos no planeta.

Bruno Lima Rocha, professor de ciência política e relações internacionais

Comecei este recorte logo após a morte do ministro do Supremo em desastre aéreo, cujas circunstâncias implicariam uma ampla investigação federal. Não se trata aqui de uma ilação da morte de Teori com a morosidade de Rodrigo Janot e os pressupostos liberais da Força Tarefa da Lava Jato. Longe disso. As bases do argumento já são suficientes para não arriscarmos uma irresponsável suposição sem fatos contundentes. Deixo as especulações sem fim para os “justiceiros da geração Nutella” e suas elucubrações de “teoria do fato”. Nas palavras abaixo, duas evidências de que tanto os paladinos de Curitiba como o próprio Procurador Geral da República fazem o possível para agradarem plateias no estrangeiro, fazendo coro com a Lawfare (o emprego de convênios e justificativas ‘legais’ como arma de guerra imperial) e a governança liberal mundializada. Se isso ocorre de forma normativa e voluntária ou por simples reflexo ideológico e mimetismo de comportamento institucional subalterno, é algo ainda a decifrar. Os efeitos são igualmente nefastos.

Leia o artigo completo aqui: http://bit.ly/2mcrt2l


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Luta ideológica, identidades coletivas e anti-imperialismo


Os inimigos externos, em especial o Império (EUA, a Superpotência projeta seu poder sobre as Américas como área exclusiva ou quase), assim como o inimigo interno – setores importantes da elite brasileira que não são sequer nacionalistas, que dirá igualitários – sabem da fragilidade da reprodução de nossas identidades coletivas.

Bruno Lima Rocha, professor de ciência política e relações internacionais

O tema das identidades pode ser observado de diversos ângulos. Alguns operam como força mobilizadora e têm relação direta com a sociedade concreta, as experiências históricas e a transposição de bases de compreensão mútuas do mundo. De modo mais simples, a identidade coletiva pode implicar uma projeção de “lugar a ser construído”, de utopia associativa ou distopia individualista ou totalitária. O tema das identidades políticas, quando sujeitos sociais assumem uma perspectiva e projeção de si para além do individualismo, das relações familiares e estruturas sociais impostas (como Estado e Mercado), é chave para encontrarmos uma saída para as esquerdas brasileiras – em especial a esquerda mais à esquerda – e superarmos mitos de sociedades imaginárias. O tema é complexo, e ultrapassa os neologismos de “mimetização” da política virtual de gente desorganizada que se move apenas e tão somente através das redes sociais. Por outro lado, o inverso também é verdadeiro.

Leia o artigo completo aqui: http://bit.ly/2lxmlbN


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