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Modernização fracassada e manipulação dos sistemas de crenças: a luta por corações e mentes do Brasil

ceert

Manipulações massificadas

02 de maio de 2018, Bruno Lima Rocha

Ideologia importa, e muito. E sentimento religioso não é alienação, e menos ainda o idealismo ou a dimensão utópica da luta são “ruins”. Tampouco “dilemas de falsa consciência”. Muito pelo contrário. É na resultante entre câmbio ideológico, alteração nas relações sociais e instituições coletivamente controladas que residem chances reais de mudanças de profundas. A complexidade do tema e a observação do que ocorre em nosso país implica em desconstruir alguns mitos das “modernizações”. 


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Honduras: governo ilegítimo e regime autoritário civil

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Desobediência civil contínua em Honduras

Bruno Lima Rocha, 24 de abril de 2018

A América Latina está diante de uma nova guinada à direita, em um período quando o mecanismo eleitoral, a frágil soberania popular parcialmente tolerada pela democracia indireta liberal-burguesa, se vê ameaçado. Até a ilusão de indicar um mandatário em formato quase plebiscitário está concorrendo contra sutis manipulações (através de algoritmos e fake news) culminando com fraudes escancaradas e grosseiras, como é o caso atual de Honduras.

Em 26 de novembro de 2017 foram realizadas eleições gerais no país centro-americano que nos anos ’80 foi base territorial para a chamada “contra revolução” da América Central, com ênfase na presença imperialista contra o regime sandinista na Nicarágua. Durante a aplicação da “teoria do dominó” na Era Reagan acompanhada do emprego da guerra de extermínio de terra arrasada, Honduras foi o país que recebeu maior contingente de contras nicaraguenses e cujos oficiais de carreira nas forças armadas têm a maior proporção de pessoal militar treinado nos EUA. 


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Análise da política brasileira após a prisão de Lula

dimassantos

Discricionariedade e tempos de punição distintos

18 de abril de 2018, Bruno Lima Rocha

Terminado o pior da ressaca desde o tuite do general Eduardo Villas Bôas, passando pela sessão do STF que julgou o HC de Lula e o negou e culminando com o decreto de prisão por Sérgio Moro e a entrega do ex-presidente no sábado dia 07 de abril, abrem-se mais dúvidas do que certezas.

Perguntas incômodas

- Teremos eleições gerais em outubro de 2018?

- Haverá pressão e veto das Forças Armadas ou ao menos de partes destas no processo?

- Como será a sucessão do general Eduardo Villas Bôas no comando da Força Terrestre?

- Teremos candidato a Marechal Lott em 2018 e 2019?

- Que peso terá candidatos como Flávio Rocha e Jair Bolsonaro?


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A caserna e sua ameaça concreta

twitter.com

A comunicação informal que sinaliza muito

14 de abril de 2018, Bruno Lima Rocha

Na noite de 03 de abril o general Eduardo Villas Bôas, comandante em chefe do Exército Brasileiro, escreveu dois tuites a respeito do processo de “impunidade” que atinge os “cidadãos de bem” e colocou em dúvida se, à frente das instituições, estariam defendendo os interesses da sociedade ou de tipo particular. Os dois textos através do Twitter, caem como bomba no meio político, mas em especial no meio da centro-esquerda (PT, PC do B) e da esquerda eleitoral (PSOL) – que imediata e corretamente se posicionaram contrárias - e colocou um problema na mesa. A Força Terrestre, e por tabela as Forças Armadas, estariam se atrevendo a intervir no processo político e a questionar diretamente – através de seu comandante - uma possível decisão do STF pelo Habeas Corpus do ex-presidente Lula?


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O Mecanismo da Apatia Social - entre a série audiovisual e a sociedade concreta

uol

O Mecanismo do Mecanismo do diretor Padilha, pura manipulação grosseira

04 de abril de 2018, Bruno Lima Rocha

A série político-jurídico-policial brasileira, produzida pela empresa Netflix e dirigida por José Padilha (O Mecanismo, Brasil, Netflix, 2018) e equipe já completa uma semana no ar e nos obriga a algumas reflexões. Para isso, parto de uma evidência. Não sou crítico de cinema e menos ainda produtor, realizador audiovisual. Assim, com meu sentido de "audiência vulgar" (comum, mais um dentre os milhões de assinantes) eu gostei de quase tudo da obra, menos do fundamental!


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