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A intervenção federal no Rio e a ameaça aos direitos democráticos

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A pirotecnia passou dos limites da responsabilidade

Bruno Lima Rocha, 22 de fevereiro de 2018

No dia 16 de fevereiro de 2018, o governo ilegítimo capitaneado por Michel Temer, ex-vice presidente de Dilma Rousseff em um mandato e meio, decretou a intervenção federal  no estado do Rio de Janeiro. Particularmente, não acredito em total congruência em política, como se a história pregressa e as condições estruturais pré-definissem todos os possíveis movimentos de atores individuais, agentes coletivos, instituições formais e redes mais ou menos formais de tomada de decisão e influência. O inverso é ainda mais verdadeiro. Não é possível admitir “coincidências” entre três fatores. 


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Governança global e hegemonia dos Estados Unidos

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A mesa de guerra do Império wasp no período da Bipolaridade

14 de janeiro de 2018, Ricardo J. Camera e Bruno Lima Rocha

Neste período de transição, que ainda está longe de terminar ou de chegar a bom termo, é indiscutível a retomada da hegemonia americana. O que não se sabe é a viabilidade dos EUA se transformarem, de forma estável, numa economia cêntrica a partir da qual o mundo seria reorganizado por uma nova geografia econômica e política”. Maria da Conceição Tavares, “A retomada da hegemonia norte-americana”, 1985.

A proposta desse artigo é expor uma linha de interpretação básica, de forma resumida, a respeito dos moldes da governança global no quesito do complexo tecnológico das telecomunicações, bem como o laço geoestratégico da economia política internacional.


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Desmontando a mitologia liberal sobre a origem da tecnologia moderna

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Um satélite de espionagem dos EUA operando dentro do subsistema de vigilância eletrônica

1º de janeiro de 2018, por Ricardo J. Camera[1] & Bruno Lima Rocha[2]     

1 O VIAJANTE

A questão a ser posta neste artigo é, antes de tudo, o próprio título. Voyager-1 é o nome dado à sonda espacial lançada pela NASA em 1977, com o objetivo de averiguar Júpiter, Saturno e suas luas. No momento, Voyager-1 é o dispositivo da civilização humana mais distante do planeta Terra, nos confins do Sistema Solar, avançando para o espaço profundo e desconhecido.[3] É público e notório que este avanço histórico do saber humano iniciou na incubação estratégica dos investimentos do governo dos Estados Unidos em suas agências de pesquisa, não se tratando, portanto, de uma mera questão de mercado. É disso que se trata este artigo. A geopolítica da Guerra Fria como divisor de águas na tecnologia, e suas derivações para o período imediatamente posterior à debacle da extinta União Soviética (URSS).

 

[1] Graduando em Relações Internacionais da Universidade do Vale do Rio dos Sinos – UNISINOS – Porto Alegre. E-mail: ricajc@hotmail.com

[2] Professor de Relações Internacionais da Universidade do Vale do Rio dos Sinos – UNISINOS .  E-mail: blimarocha@gmail.com

[3] http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2017/12/nasa-ativa-motor-de-espaconave-20-bilhoes-de-quilometros-da-terra.html


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Os especuladores globais das commodities e a fragilidade brasileira

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Os mega especuladores das commodities forçam preços em demandas artificiais através de contratos futuros

22 de dezembro de 2017, Bruno Lima Rocha

Quando observamos a posição do Brasil no Sistema Internacional (SI), levando em conta o grau de coesão interna (tanto na soberania nacional como na ainda mais deficiente soberania popular) e nossos potenciais concretos nos vemos em uma situação dúbia. Por um lado, qualquer raciocínio minimamente correto – sob diversos pontos de vista ideológicos – projetará o país como um dos poucos que tem saída minimamente autônoma no planeta. Por outro, ao interpretar realisticamente o consenso conservador imposto pelo arranjo de dominação interna, vemos o quanto distante estamos desta potencialidade. 


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2018 e o quarto turno de 2014 que não vai terminar

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O Brasil se torna um gigantesco interrogante permanente a partir das eleições de 2014

Bruno Lima Rocha, 13 de dezembro de 2017  

É tarefa difícil projetar o ano de 2018, sendo que o corrente ano não terminou e ainda pelo fato de vivermos o prolongamento do terceiro turno das eleições presidenciais de 2014. Mas, como o tema eleitoral está judicializado (a começar pelo julgamento do ex-presidente Lula, marcada a segunda instância no TRF-4 em 24 de janeiro) e as possibilidades das urnas através da democracia indireta dependem de manobras do Supremo (caso, por exemplo, o ex-presidente hipoteticamente condenado venha a recorrer, dentre outras variáveis); acórdãos de última hora (através de um xeque mate do semiparlamentarismo, não de fato, mas na forma da “lei”); legislação em causa própria das regras eleitorais pelo Congresso (como o autofinanciamento sem limite ou a permissividade de participação de empresas estrangeiras na campanha cibernética); cabe antever aquilo que já está observável. Parece lugar comum, mas o fato é que o Brasil está vivendo um trauma difícil de cicatrizar. 


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