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ISSN 0033-1983
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Luta ideológica, identidades coletivas e anti-imperialismo


Os inimigos externos, em especial o Império (EUA, a Superpotência projeta seu poder sobre as Américas como área exclusiva ou quase), assim como o inimigo interno – setores importantes da elite brasileira que não são sequer nacionalistas, que dirá igualitários – sabem da fragilidade da reprodução de nossas identidades coletivas.

Bruno Lima Rocha, professor de ciência política e relações internacionais

O tema das identidades pode ser observado de diversos ângulos. Alguns operam como força mobilizadora e têm relação direta com a sociedade concreta, as experiências históricas e a transposição de bases de compreensão mútuas do mundo. De modo mais simples, a identidade coletiva pode implicar uma projeção de “lugar a ser construído”, de utopia associativa ou distopia individualista ou totalitária. O tema das identidades políticas, quando sujeitos sociais assumem uma perspectiva e projeção de si para além do individualismo, das relações familiares e estruturas sociais impostas (como Estado e Mercado), é chave para encontrarmos uma saída para as esquerdas brasileiras – em especial a esquerda mais à esquerda – e superarmos mitos de sociedades imaginárias. O tema é complexo, e ultrapassa os neologismos de “mimetização” da política virtual de gente desorganizada que se move apenas e tão somente através das redes sociais. Por outro lado, o inverso também é verdadeiro.

Leia o artigo completo aqui: http://bit.ly/2lxmlbN

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