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Clássicos da Política Latino-Americana •
América Latina •


Ricardo Palma


Palma soube fazer sua obra sobreviver ao cenário incerto de seu país, exatamente por ter-lhe dado como guia e base a linguagem popular.

Ricardo Palma Enfrentou muitas lutas, não apenas por sua própria sobrevivência, como pela preservação da cultura de sua pátria. Com suas lutas acabou definiu seu estilo, a prosa e o testemunho, relatos verídicos mesclando co um pouco de fantasia, elemento sempre presente na memória daquele povo. Ele acreditava que a oralidade de seu povo era a principal intérprete de sua história, e ele estava certo. Era um grande tradicionalista. Um trecho de sua obra:

"(...) Concluía el año de 1550, y era alcalde de la villa (Villa Imperial de Potosí) el licenciado don Diego de Esquivel, hombre atrabiliario y codicios o, de quien cuenta la fama que era capaz de poner en subasta la justicia, a trueque de barras de plata.

Su señoría era también guloso de la fruta del paraíso, y en la imperial villa se murmuraba mucho acerca de sus prapisondas mujeriegas. Como no se había puesto nunca en el trance de quel el cura de la parroquia le leyese la famosa epístola de San Pablo, don Diego de Esquivel hacía gala de pertenecer al gremio de los solterones, que tengo para mi constituyen, si no una plaga social, una amenaza contra la propiedad del prójimo. Hay quien afirma que los comunistas y los solterones son bípedos que se asimilan."

"Las Orejas del Alcalde - Crónica de la época del segundo virrey del Perú", publicada pela primeira vez em 1873, no El Coreo del Perú.

Fonte: Biografías y Vidas


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Victoriano Lorenzo


Victoriano Lorenzo pertencia à classe do campesinato istmenho relacionado intimamente com os povos indígenas da etnia buglé, da qual provinha, estabelecida principalmente em Veraguas e Coclé.

O líder indígena, involucrado na Guerra Civil entre os partidos Liberal e Conservador, é mais um caso clássico de vontade popular manipulada por interesses oligárquicos. É a prova viva do exemplo de que massas em disponibilidade, identidade popular e ancstral, mesclada com a defesa da posse e do uso da terra natal, formam uma combustão popular quase incontrolável.


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A Rebelião Cabana alagoana-pernambucana (1832-1836), estendida até 1850


Os atuais municípios de Porto Calvo, Maragogi (foto) e Jacuípe carregam em si as marcas olvidadas da gênese constitutiva das modernas rebeliões populares de Alagoas. A beleza deslumbrante viu na retaguarda de suas matas a epopéia da outra fundação da província

O episódio cabano das Alagoas, na verdade no norte de Alagoas e sul de Pernambuco, inaugura uma nova fase nos Clássicos. Além dos personagens e primeiros escritos políticos, vamos buscar na gênese das lutas populares brasileiras as raízes nunca abordadas de forma integrada e coletiva. A Cabanada alagoana é mais um exemplo de luta coletiva, com ares de epopéia, constitutiva da formação alagoana, promotora de unidade de classes oprimidas e forjadora de um significado distinto para o território daquela então província. Na seqüência consta a pesquisa feita pela colaboradora do portal, a acadêmica de história Daniela Soares, onde encontrou um bom artigo a respeito desta luta quase desconhecida para o conjunto dos brasileiros. Se fica a crítica para o trabalho exposto, é seu viés economista em e xcesso. Mas, a pesquisa em si já é mérito. Em cada rincão do país existem lutas e episódios políticos e sociais que, se apresentados em contesto distinto, formam um novo discurso generalizante. Esta é uma das missões da página, rendendo desde já o reconhecimento para o historiador alagoano Dirceu Lindoso. Foi pelas palavras dele, com o livro A Utopia Armada, onde a luta protagonzada pelos negros papa-méis, herdeiros diretos do Quilombo de Palmares, ofereceram a este analista possibilidade de se dar conta do óbvio. A luta desses cabanos é continuidade do ambiente político da insurreição de 1817, fato que leva à emancipação política de Alagoas, desvencilhando-se de Pernambuco. Construção que não pode ser vista de forma picotada. História mal contada é trajetória incompreendida.


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Eduardo Nogueira Angelim (Aracati, 6 de julho de 1814 - 20 de julho de 1882) -mártir Cabano


Confrontando soldados portugueses, tropas leais do Rio de Janeiro e mercenários navais ingleses, a massa cabana defendera a independência do Grão-Pará e o controle da Amazônia por seus moradores integrados ao meio natural.

A Cabanagem foi a revolução popular da Amazônia. Pioneira na sublevação de indígenas, na fusão cultural típica do que hoje é conhecido como a regionalidade paraense, demarcou um Brasi amazônico com identidade e anseios próprios. Infelizmente, como na maior parte das rebeliões e revoluções do período do 1º reinado e regência, a Cabanagem tinha uma direção heterogênea e vacilante. Tanto é, que como um padrão de comportamento político, todas as elites políticas rebeldes vacilaram perante as negociações imperiais. Mesmo com as contradições, a revolta do povo das cabanas na beira dos rios igarapés e igapós marcou um princípio de poder popular constituído, onde as massas indígenas, negras, caboclas e cafusas experimentaram um exercício de poder direto. Eduardo Nogueira Angelim, fez de sua própria trajetória, a marca da Cabanagem em solo amazônico. É mais um herói semi-anônimo, "regional" e pouco estudado na Históri a oficial brasileira.


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TUPAC CATARI


Julián Apaza, mais conhecido como Túpac Catari. Líder aymara, deu seguimento a rebelião de Tupac Amaru, Enriquillo, Capolicán, dentre outros próceres de América.

A rebelião comandada por Tupac Catari foi a versão tupacamarista no território hoje conhecida como Bolívia. Impressiona o vigor, a organização e a motivação ideológica para a época. É de se notar também o vigor que lideranças nativas, quando educadas nos dois ou três mundos do altiplano, español, cholo e indígena, conseguem realizar e aglutinar forças populares. Episódio de nossa história que marcara todo um caminho. Lição para latino-américa


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