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Democracy Now! em Português •
a coluna semanal de Amy Goodman traduzida para o português •
Nesta seção, Estratégia & Análise tem o orgulho de apresentar a coluna semanal de Amy Goodman, jornalista, âncora e uma das fundadoras do projeto Democracy Now! Trata-se do noticiário de mídia alternativa de maior repercussão no mundo. Os textos são traduzidos a partir da versão em castelhano e revisados do original em inglês. A partir da publicação em nosso portal, a difusão é livre para páginas em língua portuguesa.

Nove vítimas da guerra do Afeganistão

Jornal do Brasil

Soldados dos Estados Unidos urinam sobre corpos de vítimas afegãos. Episódios como esse eram comuns durante a ocupação do Iraque e novamente chamam a atenção mundial, agora, no Afeganistão.

20 de fevereiro de 2012, de Nova York, Amy Goodman, com tradução de Rafael Cavalcanti

Oito adolescentes que guiavam suas ovelhas nos campos nevados do Afeganistão foram assassinados no início do mês durante um ataque aéreo da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) no distrito de Najrab, província de Kapisa, ao leste do país. A maioria dos garotos tinha entre 6 e 14 anos. No momento do ataque, eles buscavam refúgio junto a uma grande pedra sob a qual fizeram uma fogueira para se proteger do frio. Em princípio, os oficiais da OTAN afirmaram que se tratava de homens armados. O governo afegão condenou a ação militar e publicou fotos de algumas das vítimas. Logo a organização expressou em um comunicado à imprensa “suas sentidas condolências aos familiares e parentes de vários adolescentes afegãos que morreram no ataque aéreo de 08 de fevereiro na província de Kapisa”.

Os garotos assassinados tinham quase a mesma idade do soldado Osbrany Montes de Oca, 20 anos, cidadão de Nova Jersey, que morreu em combate dois dias depois na província de Helmand. A morte desses nove jovens é o incidente mais recente da guerra mais longa da história dos Estados Unidos. Uma guerra que, segundo um corajoso oficial do Exército estadunidense responsável por denunciar a dita instituição, perpetua-se com base em “uma lógica de mentiras explícitas e substanciais” por parte de “vários líderes militares norte-americanos de alta patente no Afeganistão”.


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Liberdade religiosa e direitos reprodutivos

despertadagraça.blogspot

Católicos tentam impedir que planos de saúde ofereçam métodos anticoncepcionais à população dos Estados Unidos. Setores conservadores da igreja ainda confundem promiscuidade com questões de saúde pública.

13 de fevereiro de 2012, de Nova York, Amy Goodman, com tradução de Rafael Cavalcanti

A cúpula da Igreja Católica dos Estados Unidos deu início a uma espécie de guerra santa contra o presidente Barack Obama. O arcebispo Timothy Dolan convocou os membros da Igreja a cobrarem “de seus líderes eleitos a volta da liberdade religiosa e dos direitos de consciência e a revogação da normativa sobre a contracepção”. Obama sofre pressão para anular a regulamentação que exige das universidades e hospitais católicos, tal como de todos os empregadores, a distribuição de anticonceptivos para mulheres que tenham cobertura médica através de seus planos de saúde.


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Prévias eleitorais dos Estados Unidos: Romney e a nação de 1% diante de Deus

Mentor Mob

No fogo amigo que se configura as prévias eleitorais do Partido Republicano, Romney segue como favorito para disputar a eleição presidencial contra Obama em novembro. Sem meias palavras, o pré-candidato disse que não se interessa por pobres ou ricos. Seu alvo é a classe média, embora seu discurso favoreça os especuladores de Wall Street.

08 de fevereiro de 2012, de Nova York, Amy Goodman, com tradução de Rafael Cavalcanti

Apesar de Mitt Romney ainda não estar à frente das eleições primárias do Partido Republicano, o ex-governador de Massachusetts conquistou uma importante vitória na Flórida. Após Romney e os Comitês de Ação Política (CAP) que o apóiam inundarem as rádios locais com anúncios milionários (num estado onde praticamente metade dos proprietários de imóveis encontram-se atormentados por dívidas hipotecárias), o pré-candidato anunciou publicamente a quem pretende representar. Em entrevista da emissora de TV CNN, disse à jornalista Soledad O’Brien:

“Escutaremos o Partido Democrata falar dos problemas que afligem os pobres. E é certo que não é lindo ser pobre. Temos inclusive uma rede de contenção para ajudar os mais necessitados. Minha campanha se dirige aos estadunidenses de classe média. Cada um escolhe em quem vai se centrar durante a campanha. Pode dar atenção aos ricos, que não é o meu enfoque; pode centrar-se nos mais pobres, que também não é o meu interesse. Eu quero me dirigir aos estadunidenses de classe média”. Romney nos assegura que “não prioriza o diálogo com os cidadãos extremamente ricos, já que estes vão muito bem”. Ele deve saber perfeitamente, já que possui uma fortuna particular de 250 milhões de dólares.


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As satisfações atrasadas de Obama às vítimas da fraude hipotecária

newsone

Em tese, Obama vai pra cima de Wall Street ao criar unidade de investigação de abusos financeiros capitaneada pelo rebelde procurador Schneiderman. Na prática, o ato pode ser apenas uma jogada política para trazer de volta a simpatia de setores progressistas estadunidenses, já que tanto o financiamento bilionário de sua campanha quanto o apoio popular do eleitorado são fundamentais para a reeleição.

01 de fevereiro de 2012, de Nova York, Amy Goodman, com tradução de Rafael Cavalcanti

No discurso anual do Presidente ao Congresso dos Estados Unidos, muitos tiveram a impressão de escutar ecos do antigo Barack Obama, aquele aspirante à presidência de 2007 e 2008. Uma das promessas mais populares em suas falas era o combate aos bancos considerados “grandes demais para quebrar”, que financiaram sua campanha e para os quais muitos dos seus principais assessores trabalharam: “O resto de nós jamais voltará a resgatá-los”, prometeu na época.


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Se não pode vencê-los, impeça-os de votar

truthdig

Minorias dos Estados Unidos podem ficar de fora das próximas eleições por conta de obrigatoriedade de documento com foto para votação. Apesar da crítica soar estranho aos brasileiros, tal medida fortalece candidatura do Partido Republicano.

30 de dezembro, de Nova York, Amy Goodman

Todas as atenções se concentram nesta semana em Iowa, Estados Unidos, quando o diversificado grupo de pré-candidatos republicanos à presidência passa pelo estado agrícola a procura da vitória, ou pelo menos para conseguir uma boa largada na escolha do partido. No entanto, por trás dos panos, os republicanos lideram uma batalha, não entre eles, mas sim contra os eleitores estadunidenses. De leste a oeste, parlamentares estaduais e governadores pressionam para conseguir a aprovação de leis que restrinjam o acesso às urnas, leis que vão prejudicar principalmente as pessoas de cor e de baixa renda, além dos eleitores jovens e idosos.


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