<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><rss version="2.0"><channel><title><![CDATA[Estratégia e Análise]]></title><link>http://www.estrategiaeanalise.com.br/</link><description><![CDATA[Página de análise estratégica do cientista político e jornalista Bruno Lima Rocha. Produzida na Região Metropolitana de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, seu conteúdo é voltado para a análise, assessoria e consultoria estratégica aos movimentos populares e entidades de base de cunho combativo. A página também o embrião de um futuro núcleo acadêmico e social de pesquisa em análise estratégica voltada para a defesa dos interesses populares.]]></description><language>pt-br</language><item><title><![CDATA[Agonia do subsistema político gaúcho e a disputa pelo segundo lugar]]></title><link><![CDATA[http://www.estrategiaeanalise.com.br/ler02.php?idsecao=e8f5052b88f4fae04d7907bf58ac7778&&idtitulo=96a156e5b0633ab41750ddf70b5cfd63]]></link><description><![CDATA[<p>05 de setembro de 2010, da Vila Setembrina de Farrapos traídos pelo apagar da memória da Epopéia Missioneira, <em>Bruno Lima Rocha</em> &amp; <em>Diego Costa 
</em>
Nas eleições estaduais de 2010 no Rio Grande do Sul, o palco pela disputa do Palácio Piratini já está bem traçado. De um lado o candidato do PT, Tarso Genro, embalado pelo atual presidente Lula e o sucesso de Dilma Rousseff nas pesquisas eleitorais até o momento. De outro, a atual governadora do estado, Yeda Crusius do PSDB e José Fogaça do PMDB. Ao perceberem que o ex-prefeito por duas vezes de Porto Alegre já tem popularidade suficiente para chegar ao segundo turno, os ataques entre PSDB e PMDB acirram as relações entre aliados de longa data no pago. Inclusive já com reflexo dentro da Assembléia Legislativa, onde o PMDB está unido (algo raro)  fechou a bancada  barrando as propostas que poderiam dar alguma visibilidade ao governo do estado.</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[A arte do ilusionismo na Saúde ]]></title><link><![CDATA[http://www.estrategiaeanalise.com.br/ler02.php?idsecao=e8f5052b88f4fae04d7907bf58ac7778&&idtitulo=81840f32f0ba59b7c4f8e08199348b28]]></link><description><![CDATA[<p>02 de setembro de 2010 , da Vila Setembrina de outrora farrapos tristemente comandados por latifundiários escravagistas e vendepatrias, do território que já fora da Liga Federal de los Pueblos Libres, Bruno Lima Rocha 

Os críticos do modo de fazer política profissional no Brasil cunharam um interessante neologismo. Apelida-se de &ldquo;promessômetro&rdquo; o arcabouço de promessas e comprometimentos feitos pelos candidatos aos cargos majoritários e proporcionais. É um tipo de comunicação política que, de tão usual, ganha ares de conceito, chamando-se de &ldquo;promessa de campanha&rdquo;. O cerne da crítica está na efetivação daquilo que é falado como parte de uma peça publicitária, e sem a exposição das formas de sua exeqüibilidade. Considero válido o neologismo com peso conceitual, embora discorde, e muito, do ponto de vista da maioria daqueles a utilizá-lo.</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[A realidade da segurança no Rio de Janeiro]]></title><link><![CDATA[http://www.estrategiaeanalise.com.br/ler02.php?idsecao=e8f5052b88f4fae04d7907bf58ac7778&&idtitulo=961b28f6debca3bdc5cf804854b86e2b]]></link><description><![CDATA[<p>26 de agosto de 2010, Bruno Lima Rocha 

A noção de realidade tem relação com a experiência. A hiper-realidade é tributária da fabricação de bens simbólicos e projeções distintas do cotidiano vivido e das relações de força que estruturam a vida das maiorias. Quando algo ocorre de forma sistemática e faz parte do cotidiano de um terço dos moradores da segunda maior cidade do Brasil, isto não é inusitado, mas rotina. Assim, desde um ponto de vista de reconhecimento da plenitude dos direitos dos cidadãos residentes nas comunidades carentes chamadas de favelas, é diária a convivência com pessoas armadas, substituindo ou rivalizando com o monopólio da força estatal. Segundo toda e qualquer noção oficial de soberania, cabe ao Estado o uso de força letal, preventiva ou reativa. Caberia aos três níveis de governo prover o conjunto de direitos de toda a população, dentre eles a segurança física e patrimonial. Ao mesmo tempo, sabe-se que o controle parcial ou total de territórios, por parte de quadrilhas medianamente estruturadas, implica em governar de forma paralela ou complementar.</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[As visões do Estado como regulador social e na definição macroeconômica. Premissas e temporalidades - 2]]></title><link><![CDATA[http://www.estrategiaeanalise.com.br/ler02.php?idsecao=e8f5052b88f4fae04d7907bf58ac7778&&idtitulo=6af21c0d865401d1fbe4480d132cc50c]]></link><description><![CDATA[<p>23 de setembro de 2010, da Vila Setembrina de farrapos subordinados a latifundiários escravocratas, <em>Bruno Lima Rocha</em> 

<strong>Introdução deste artigo na série: 
</strong>
Retomamos esta série no intuito de manter atualizada a crítica tanto da economia neoclássica, como para firmar posição de não alinhamento com as opções keynesianas. Entendemos que após a queda do Muro de Berlim, do massacre do Levante da Praça da Paz Celestial (Tianamen) e do fato do Capitalismo de Estado ser derrotado em quase todo o planeta, a simples defesa do patrimônio público, mesmo que em sua forma estatal, ganhou ares de resistência global. Hoje, é impossível para alguém minimamente preocupado com a distribuição de riquezas e a soberania popular, tentar defender algumas posições de tipo privatista ou de economia mista ou mesmo de novo tipo legal  a saber  utilizando-se da farsa de pessoas jurídicas criadas no pós-Consenso de Washington. No caso brasileiro, isto se refere às famigeradas figuras jurídicas da PPPs  Parcerias Público Privadas, como também as Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIPs) e, por fim, à última onda privatizante do Ministério da Saúde, na criação de Fundações Privadas de Interesse Público.</p>]]></description></item><item><title><![CDATA[As três disputas no horário eleitoral ]]></title><link><![CDATA[http://www.estrategiaeanalise.com.br/ler02.php?idsecao=e8f5052b88f4fae04d7907bf58ac7778&&idtitulo=2343cba6b5b6685bd28483d4226bcbfa]]></link><description><![CDATA[<p>5ª feira, 19 de agosto de 2010, da Vila Setembrina de Farrapos equivocados por seguirem aos latifundiários escravocratas, do Continente de São Sepé e Valientes de Artigas, Bruno Lima Rocha 

Como era esperado, o início do horário eleitoral gratuito nesta 3ª 17 de agosto marca também a procura por suas caracterizações e análises. Pautados pela mídia local, eu e alguns colegas fomos convocados a opinar a respeito desta relação onde a publicidade atravessa a política, agindo com maior ênfase no veículo televisão. Reconheço ser este um daqueles temas já deveras explorado, onde é difícil (senão quase impossível), destacar alguma novidade ou ângulo distinto. Justo por isso, ao contrário da linha hegemônica na academia, desenvolvo a análise das três disputas simultâneas, buscando o que existe de estratégico para o país e de estruturante para a sociedade nesta campanha.</p>]]></description></item></channel></rss>