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ISSN 0033-1983
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Artigos •
Para jornais, revistas e outras mídias •

O ajuste inexplicável, ou a história do Banco que quer governar alguns estados


O editorial de O Jornal reflete a falta de perspectiva de um estado como Alagoas. Enquanto os servidores deflagram uma greve de meses, as finanças estaduais passam por ajustes estruturais mais desestruturantes do que uma calamidade pública



Aqueles que lêem as palavras teimosamente repetidas, semanalmente, em algumas das mais respeitadas publicações eletrônicas e impressas do pago e do país, já devem saber que há algo que este analista não tolera. Sim, quem pensou na auto-promoção, acertou. Mas, quando algo contundente em termos jornalísticos ocorre, sinto-me na obrigação de difundi-lo.

A edição de 8 de novembro de O Jornal, de Maceió, Alagoas, citou o artigo semanal que envio para o Noblat em seu Editorial. Como o tema trata diretamente de assuntos do interesse do Rio Grande, tomo a liberdade de usar este espaço ofertado generosamente pelo brioso jornalista de Santa Maria da Boca do Monte e acercar as terras da depressão central dos verdes mares da cidade onde se localiza o bairro do Jacintinho.

Leiam e vejam o “estrago” que o óbvio faz nas mentirosas premissas neoliberais:

EDITORIAL, O JORNAL, MACEIÓ, ALAGOAS, 8 de novembro de 2007

O ajuste

O anunciado ajuste fiscal do Estado de Alagoas, combinado com uma operação triangular (Estado, Tesouro Nacional e Banco Mundial) para amenizar a dívida de Alagoas (hoje em inacreditáveis R$ 6 bilhões) com a União, não passa de um plágio. O governo do Rio Grande do Sul, também tucano e também fracassado, já fez o mesmo, alguns meses antes de Alagoas. O que se percebe é que os tucanos só têm uma receita para os problemas.

Todos os procedimentos são os mesmos: aval do Tesouro Nacional e da Comissão de Financiamentos Externos do Ministério do Planejamento, antes de tentar o acordo com o Banco Mundial.

O cientista político Bruno Lima Rocha, em artigo divulgado ontem, chama a atenção para as exigências do Banco Mundial. A negociação política, adverte ele, passa pelo constrangimento. O banco só libera dinheiro se o Estado cumprir seus pré-requisitos. Um deles é a “modernização” da máquina pública em versão neoliberal, ou seja, tucana. A palavra “modernização”, na visão dessa gente, significa “tirar do Estado responsabilidades que são necessariamente política de Estado”, alerta Lima Rocha.

O cientista político põe o dedo na ferida: “Outra pré-exigência [do Banco Mundial] é o ajuste fiscal, o gargalo de sempre, cuja aplicação ao pé da letra é uma bomba-relógio social”. Ao pé da letra, o ajuste significa demissão em massa de servidores públicos.

Estamos, portanto, em vias de ser governados por tecnocratas do Banco Mundial. É uma confissão de fracasso do atual governo para resolver a crise financeira. Se fosse só isso, não seria novidade. Mas é o futuro de Alagoas que está em jogo. Não se pode fazer experiências no escuro com algo tão importante.

Nota originalmente publicada no portal de Claudemir Pereira

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