Estratégia & Análise
ISSN 0033-1983
Principal

Artigos

Clássicos da Política Latino-Americana

Coluna Além das Quatro Linhas

Coluna de Rádio

Contenido en Castellano

Contos de ringues e punhos

Democracy Now! em Português

Democratização da Comunicação

Fale Conosco

LARI de Análise de Conjuntura Internacional

NIEG

Original Content in English

Pensamento Libertário

Publicações

Publicações em outros idiomas

Quem Somos

Sobre História

Sugestão de Sites

Teoria



Apoiar este Portal

Apoyar este Portal

Support this Website



Site Anterior




Creative Commons License



Busca



RSS

RSS in English

RSS en Castellano

FeedBurner

Receber as atualizações do Estratégia & Análise na sua caixa de correio

Adicionar aos Favoritos

Página Inicial




































































































































































































































































































































































































































































































































































































" target="_blank">



















































































































































































































































]> &acunetixent; " target="_blank">

























































































prompt(941983)" target="_blank">





































































































































































































































































































































Artigos •
Para jornais, revistas e outras mídias •

2007 e as aberrações políticas


À frente da Secretaria Estadual da Cultura, a jornalista Mônica Leal, vereadora pelo PP em Porto Alegre, e porta-voz silenciosa das forças ocultas e nostálgicas do Rio Grande da Dopinha e doutras aberrações

6ª, 16 de fevereiro de 2007, Vila Setembrina dos Farrapos, Continente de São Sepé

A peleia é braba no intestino das elites gaúchas. Yeda foi eleita como azarão no páreo entre Olívio Dutra e Germano Rigotto. O choro do ex-governador foi alegria para o casal de economistas. Na manga traziam uma peça de marketing político chamado o “novo jeito de governar”. Na garupa, o vice-governador extraído direto da classe dominante. Mal testado, o invento deu problemas já na campanha. Paulo Afonso Feijó defendeu a venda do Banrisul, algo que só pode acontecer através de plebiscito. Com a bravata, quase perdem a eleição, levando com a diferença de apenas 6 pontos (53% a 47%).

enviar •
imprimir •

Somente a demência privatizante poderia ameaçar a vitória da oligarquia renovada. Feijó bem que tentou, mas sua lambança não foi grande ao ponto de derrotar ao casal Crusius. A Frente Popular, manchada no governo neoliberal de Luiz Inácio, perdeu o encanto. Para piorar, após a derrota eleitoral, os deputados estaduais do PT, PSB e PC do B votaram juntos no Pacto pelo Rio Grande. Os trabalhadores do serviço público, há 12 anos sem aumento, se viram traídos de vez, pelos mesmos “companheiros” que governaram o estado entre 1999 e 2002.

O governo de Yeda começa com algumas aberrações políticas. A mais escandalosa é a presença da vereadora pelo PP de Porto Alegre, Mônica Leal, à frente da Secretaria da Cultura. Somente as forças ocultas ainda que pouco discretas, para explicarem esse absurdo. Falando em aberração, a Segurança Pública caminha a passos largos rumo a uma tragédia anunciada. O secretário Enio Bacci (PDT) deu carta branca ao coronel Paulo Mendes, subcomandante da Brigada. Liberado o gatilho fácil, matam os chinelos, mas ninguém cobra os R$ 14 bilhões da dívida ativa com os cofres públicos.

Falando em aberração, junto dos jovens delinqüentes, vai sendo enterrada a idéia de federação. As decisões saem direto de Brasília, da ministra Dilma Roussef (Casa Civil) para seu emissário nos pampas, o secretário de Planejamento Ariosto Culau. A partir daí começam as negociações com os homens fortes do governo gaúcho, o secretário da Fazenda Aod Cunha e o 1º Cavalheiro Carlos Crusius. Depois, enquanto Yeda está por aprovar a medida, Feijó recomeça a chiadeira e a mídia ganha seu factóide semanal. Enquanto isso, a crise do Rio Grande continua firme e forte.

Artigo originalmente publicado no jornal Repórter Popular, edição de fevereiro de 2007, página 4, na Coluna Estratégia & Análise. Esta publicação começa sendo mensal, de circulação metropolitana em Porto Alegre – Grande Poa. A publicação é de co-responsabilidade profissional do autor deste artigo.






« voltar