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ISSN 0033-1983
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Artigos •
Para jornais, revistas e outras mídias •

A tormenta sopra do altiplano boliviano


A batalha promovida pelos jovens oligárquicos da Unión Juvenil Cruceña e seus aliados demonstrou ao mundo a linguagem aplicada na política interna da Bolívia atual.



Os eventos de Sucre e a Constituinte boliviana revelam a tensão do país e a solução centralista como falsa saída para estes povos. Modestamente, entendo que uma parte da trajetória de Evo Morales se explica pela transição da rebelião cocalera até a tomada do Estado. Pouco ou nada adianta a chiadeira agora, tentando salvar a imagem dos partidos políticos do país de Aymaras, mesmo porque, aquele sistema político ruiu de podre.

O que passa no país mais pobre da América do Sul é uma contestação dos poderes de Estado e sua divisão interna. A capital em La Paz garante a pressão do entretecido social organizado, especificamente a ameaça permanente que los alteños bajen outra vez más. Olho com isso, a ameaça é mais que real.

Entre cambas y collas, a luta é de 400 anos. A autodeterminação dos criollos cruceños motiva uma parte do país a reivindicar a capacidade de manter as riquezas. Seria a versão confederal à moda Madison em contra a proposta do país multicultural, como o defendido pelas CORs de lá e a exemplo da posição de força da Conaie equatoriana. Parte do discurso de legitimação pode ser compreendida pela autodeclaração dos cambas cruceños. A soma de imigração recente, com boa fonte de produção de riquezas, concentração do PIB do país e algum estímulo racista, faz a coisa ferver de maneira ainda mais bruta que nas narcoditaduras de Hugo Banzer.

O confronto em Sucre em função da assinatura da nova constituição, teve a origem na suspensão das sessões, não foi nada explicado pelas mídias de massa no Brasil. Ao contrário, apostaram na confusão, como sempre ocorre. É uma pena, ao menos a ilusão do contraditório poderia ser transmitida, ainda que sob a hegemonia dos neo-neo. A Assembléia Nacional Constituinte foi o canal de escape da propensão de grupos ainda mais radicais do que o MAS, de impor as regras do Mallku ao invés dos acordos da política de Estado. Agora, cabe a oligarquia, narcos e transnacionais apostarem suas fichas na rebelião civil e nas milícias em substituição da política. A coisa se aproxima mais de Allende do que de Chávez.

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