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ISSN 0033-1983
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Artigos •
Para jornais, revistas e outras mídias •

A CPI de quase todo mundo


As duas estrelas da CPI que pôs muita gente na reta e possivelmente não dará em quase nada, mais uma vez. Até quando?

O país da pizza política vê chegar ao fim a famosa e temida CPI dos Correios. No relatório final de Osmar Serraglio, sobrou para quase todo mundo. Mas, como tudo no jogo sem regras, assim como no caso Whatergate, o presidente realmente de nada sabia, certo?

A dica do “garganta profunda” é clássica e milhares de vezes repetida por todo e qualquer repórter, assessor, investigador ou leitor de política: “ Follow the money ” (citando em inglês para ir além do wishful thinking médio do brasileiro).

Pois então, deixando os neoliberalismo-neoinstitucional de lado, de fato, o dinheiro foi seguido, mas em parte. Sempre em parte. Serraglio corta a jaca em duas, pondo na reta Gushiken, Dirceu e o tucanato mineiro. Mas, assim como Lula, Aécio não sabia de nada, certo?

A leitura demorada e longa do relatório, implica em gerar um fato jornalístico, aumentar a tensão, concentrar a cobertura jornalística em um ano onde estar exposto é fundamental. Por fim, entre holofotes e máquinas digitais, cansa o ouvinte-telespectador comum e afasta a compreensão da maioria. Louvemos a mídia política nacional este ano, trabalhou muito e bem, a começar pela mídia eletrônica. Mas, força-tarefa, perícia financeira e devassa bancária que é bom e resolve, não teve. E pelo visto, nem vai ter.

Ainda resta a chance do jogo ser melado, apresentando relatório paralelo a mando de José Homem de Aço Dirceu. O PT aprendeu a fazer e bem o dever de casa. O “tema” como dizemos por aqui. Caiu todo mundo, menos Lula, seu advogado e dublê de ministro da Justiça Dr. Bastos; também não caiu o lucro dos bancos e seu embaixador brasileiro no Planalto central, Dr. Meirelles.

Enquanto não for criada uma norma de revogabilidade dos parlamentares, norma esta que não pode ser votada pelos próprios pares, continuaremos a ver e revoltar-nos com este triste espetáculo. A continuar assim, com a política indo para o tapetão, teremos todos o mesmo destino do campeonato carioca, outrora poderoso e cheio de charme, hoje decadente e melancólico como uma caixa d’água suja e infeccionada.

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