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ISSN 0033-1983
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Artigos •
Para jornais, revistas e outras mídias •

A gestão de Dualib e o Coringão na parede


Boris Berezovsky, poderoso chefão de uma das maiores máfias criminais-empresariais do planeta, opera um de seus braços na entidade esportiva que encarna a paixão de milhões de brasileiros.



O atual desastre não é novidade na vida empresarial do cartola Alberto Dualib. A gestão da família Dualib à frente do S.C. Corinthians Paulista. Poucos se recordam, mas o segundo maior time do país já fechou patrocínio com o extinto Banco Excel, depois Excel-Econômico, encabeçado por 3 operadores que hoje são requeridos pela Justiça da Baía.

Segundo a Folha Online de 21/02/2006: Ezequiel Edmond Nasser, ex-presidente do banco foi inicialmente condenado a três anos e três meses de prisão e pagamento de multa. Gilberto de Almeida Nobre, ex-vice-presidente e ex-diretor da agência Excel nas Bahamas, pegou dois anos e seis meses de reclusão. Já Darcy Gomes do Nascimento, ex-diretora de controladoria, foi condenada a cumprir pena de dois anos e oito meses.

Mas, isto é trazido aqui de forma saudosista. Estas denúncias foram no tempo em que a revista Carta Capital ainda era de oposição, Mino Carta contava com Bob Fernandes e atiravam contra o dossiê rosa e a auditoria da Kroll que nunca terminou.

Voltando ao “futebol”, era visível que a atual “parceria” seria uma grande lavagem de narco-dólares e depois o castelo de cartas cairia. A MSI, se é que a empresa existe no mundo real e físico, já não paga mais ninguém. Boris Berezovsky, o chefão de Kia Joorabchian, é simplesmente um procurado da Interpol. Ou seja, além do escândalo do capital financeiro, da máfia russo-georgiana, das disputas corporativas, o Corinthians foi entregue a uma organização criminosa e ao invés de auditoria, deveria ver suas contas devassadas pelo GAECO.

A derrota parcial do presidente Dualib nas eleições que renovam 1/3 do Conselho do Clube trás algumas reflexões. Primeiro: a paixão de milhões e controlada por pouco mais de duas centenas de pessoas. Segundo: como forma societária, isto é um absurdo. Um jogador de futebol, commodity que anda, fala, chuta uma bola e vende marca esportiva, é uma das mais fáceis maneiras de lavar dinheiro e fazer circular moeda digital incontrolada e quase-incontrolável.

No meio disso, a velha demagogia futeboleira entreverada com milhões de dólares não declarados e muitas vezes inexistentes.

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