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ISSN 0033-1983
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Artigos •
Para jornais, revistas e outras mídias •

Algumas reflexões permanentes a respeito do neologismo neoliberal


OGavião espreita o seu destino sem nenhum tipo de neologismo.



O artigo que publiquei hoje no Noblat, e que será postado amanhã nesta página, como era previsto, levantou ódios e iras. Não vou recortar comentários completos, mesmo porque isso encheria demais a bola do “Lado B”, e também não quero reabrir um precedente. Bem, das pauladas que levei, algumas me chamaram a atenção.

Uma delas me desqualificava como “cientista político” pelo fato de eu ser ainda aluno do doutorado da UFRGS. Vejam a seção perfil de minha página e lerão que isto consta lá desde o início da publicação. O detalhe é que a qualificação “cientista político” é válida a partir da graduação de mestrado, título esse que tenho, tendo defendido no prazo e com grau máximo. Aliás, terminei o mestrado com graduação máxima em todas as cadeiras, menos uma e por motivos de conflito político. Pude conviver com pequenos tiranos, grandes e medianos medíocres e gente simplesmente genial. Lembro que entrei no programa de mestrado após uma prova de 3 horas e meia, seleção com mais de 80 candidatos, isto para 10 a 15 vagas, e sem conhecer ninguém da banca. O mesmo se deu na entrada do doutorado, uma proporção enorme, pedindo manutenção da bolsa e isto após ter arrumado problemas com todo e qualquer exercício arbitrário de autoridade.

Talvez o problema de fundo seja este. O desejo da neologia de Montpelier, ou em buen criollo, das imbecilidades neoliberais, é uma mão de obra obediente, bonitinha, bem arrumada e com todas as ganas para sacar a última gota de suor de quem trabalha. Gostaria de saber como a “produção intelectual medíocre”, como afirmam ser a minha, pode ainda que tão medíocre, incomodar a tanta gente? A primeira correlação óbvia, é o fato da produção medíocre incomodar a “profissionais” mediocrizados. Não creio nesta primeira. A segunda hipótese que levanto, é um pouco semelhante do que ocorre na universidade. Na maioria das vezes, discutem contigo a taxonomia das palavras ou de cima da suposta autoridade escolástica, e não necessariamente as idéias defendidas, expostas ou analisadas. Intentam desqualificar ao interlocutor/autor e não entrar na arena do debate de idéias e vontades.

Ah, já ia me esquecendo, tal e qual a história de penico com E agora vem a balela da rapinha com NH e não com N. O importante de tudo isso não é a língua, mas a norma. Não existe erro em língua, mas inadequação de norma. Aliás, inadequação a norma imposta é algo que tenho grande talento. Tão grande ao ponto de preferir seguir coerente a passar por humilhações estúpidas e assim conseguir uma vaguinha docente aqui, uma colocação em um seminariozinho ali, um artiguinho acolá e por aí vai. O que vier, será bem vindo e através de duro e penoso forcejar, nunca por vias de QI – quem indica. Detalhe, não posso me queixar de falta de reconhecimento e espaço na mídia, isso por mais que eu bata nos grandes oligopólios e em especial na nave mãe.

Por fim quero pedir profundas desculpas para as aves de rapinha, ou rapina. Animais em estado selvagem e livre devem ser louvados, e não utilizados como exemplos de bem contra o mal. Assim, isento os gaviões, águias e condores e sigo louvando os quero-queros. Cada palavra e letra digitada é fruto da semente de ventos e tempestades de um povo e classe ao qual devo lealdade, e onde sou apenas mais um trabalhador cumprindo seu dever.

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