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ISSN 0033-1983
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Artigos •
Para jornais, revistas e outras mídias •

Fantasmas da Casa da Dinda e o dinheiro de plástico


Ícone da barbárie ideológica nas terras outrora semeadas de idéias por brasileiros como Domingos Passos, o dinheiro de plástico é a versão pós-moderna do direito inalienável de todo homem e mulher público ser corrompido por sua própria sandice.



Tão antiga como a mosca azul é a sensação inebriante que o poder, ou parcelas dele, apresenta na mente e na subjetividade de vastos mortais. Fim dos paradigmas, em um ambiente onde vale quase-tudo, e a oferta de dinheiro de plástico é o canto da sereia para ex-militantes ocupando funções de Estado.

A bola da vez é a ministra da Secretaria Especial de Política para Promoção para a Igualdade Racial (Seppir), Matilde Ribeiro. Atrás dela na fila do corredor polonês se encontram o ministro da Secretaria Especial da Aqüicultura e Pesca, Altemir Gregolin e mais recentemente, no affaire tapioca, o ex-presidente da UNE, o ministro dos Esportes Orlando Silva Júnior.

Gastos em excesso? Totalizam no governo central gastos abusivos com cartão corporativo. Estupidez e sensação de impunidade, com certeza todos eles, incluindo a parte mais gorda do leitão, a fatia do bolo azedo que vem da Presidência da República. Pela bagatela de R$ 16,7 milhões debutados do contribuinte no ano fiscal de 2007, o Brasil fica sem saber e paira mais um manto de desconfiança sobre a nova fração de classe dirigente no Brasil.

Contas secretas, compras estúpidas, supérfluo abundante, desinformação e blindagem de autoridades, a começar pela esposa de Luiz Inácio. Porque isso? Não bastaram os exemplos históricos de nomenklaturas e novas elites corrompidas em regimes em tese distributivistas? Não é por desconhecimento que se comete esse tipo de abuso, é por identidade de classe, pertencimento a uma forma adaptada de contestação domesticada e a noção exata de estar ocupando um posto importante no regime.

Melado de cana + Falta de babeiro = lambança e corrupção.

Os fantasmas da Casa da Dinda continuam rondando os transeuntes da Esplanada. Só mudaram parte das moscas......e quem paga o pato são os fiéis na crença de uma ética distinta, gente que preserva sua própria trajetória e se posiciona como referência naquilo que faz.

Ah que falta faz um tesoureiro chato, quadrado, rigoroso e certinho.

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