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NIEG •
Núcleo Interdisciplinar de Estudos sobre a Globalização Transcultural e a Cultura do Capitalismo •
O objetivo deste blog é apresentar os textos produzidos pelo Núcleo Interdisciplinar de Estudos sobre a Globalização Transnacional e da Cultura do Capitalismo (NIEG), que estuda "a farsa com o nome de crise", vivenciada no mundo capitalista neoliberal nos últimos anos.

A financeirização da mídia argentina e o banco “onipresente”

krachinfo.blogspot.com

Até junho de 2012, o Goldman possuía ações no maior grupo comunicacional argentino

Coletivo Nieg-Cepos

O Brasil teve a sua primeira etapa de entrada de capital estrangeiro nos grupos de comunicação em 2002, com a autorização de 30% para a participação de entes de outros países no capital destas empresas, que viviam um momento de forte crise econômica, motivada, principalmente, pela grande desvalorização do real, que multiplicou em algumas vezes as dívidas. Só para citar um exemplo, o Grupo Abril vendeu 30% de suas ações para os sul-africanos do Naspers.

Na Argentina, a possibilidade de ingresso de capital estrangeiro ocorreu em 1999. Porém, a nossa surpresa foi verificar que de lá até junho deste ano, o banco Goldman Sachs, sobre o qual falamos de sua “onipresença” na coluna anterior, possuiu de 7% a 18% das ações do principal conglomerado de comunicação argentino, o Grupo Clarín S.A.


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O onipresente Goldman Sachs

acordaterra.wordpress.com

Muitos confiam no Goldman Sachs

Coletivo Nieg-Cepos

"Se os bancos são “muito grandes para falir”, o Goldman Sachs nunca cogitou esta hipótese porque ganhou muito com a falência de outras empresas e, principalmente, de muitos países, sempre estando próximo, seja para emprestar ou para prestar “consultoria”, analisa o Núcleo Interdisciplinar de Estudos da Globalização Transnacional e da Cultura do Capitalismo (NIEG).


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Dívida Pública – qual é, afinal, a sua origem?

diplomatique.org.br

Os neoliberais defendem enxugar os gastos públicos para colocar recursos nos bancos

10 de julho, coletivo NIEG

"Recorrendo a uma analogia, imaginemos que o banco central de um país seja uma torneira, os bancos comerciais, outra, e a economia, uma banheira. A primeira torneira, dentro do sistema atual, existe simplesmente para suprir a necessidade da outra, que por sua vez enche a banheira de água. Se a água não continuar correndo da segunda torneira (consequentemente da primeira também), a banheira esvazia e a economia entra em colapso. Logo, a segunda torneira deve manter-se sempre aberta", explica o Núcleo Interdisciplinar de Estudos da Globalização Transnacional e da Cultura do Capitalismo (NIEG), no artigo que descreve a origem da dívida pública.

Segundo o NIEG, "aqui está a contradição do sistema: ele precisa se manter em dívidas para funcionar. Os juros precisam continuar existindo e retroalimentando a segunda torneira, de forma a mantê-la aberta. Os impostos pagos pela população e pelas empresas acabam por retornar a água para a primeira. Logo, para que os juros continuem a existir, pessoas, empresas e governos precisariam continuar a emprestar dinheiro dos bancos privados".


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Os fatores que traduzem a “plutonomia”

Kayser

Não há racionalidade nas decisões que movimentam a economia mundial

04 de julho, coletivo NIEG

Em 2005, o Citigroup enviou três memorandos para seus investidores mais ricos. Nesses documentos constava a tese de que os EUA não eram mais uma democracia, e sim uma plutonomia, uma sociedade controlada exclusivamente por e pelo benefício do 1% que detém a renda mais alta da população, possuindo agora mais riqueza que os 95% restantes somados. O memorando exaltava a crescente diferença entre ricos e pobres, que agora favorecia os investidores como a nova aristocracia estadunidense.


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Quando algo se torna suficientemente grande demais para quebrar?

NY Times

Dimensão econômica e poder política das corporações são temas do filme Too Big To Fail.

30 de junho, coletivo NIEG

Já tratamos ao longo das colunas neste espaço das relações e dos agentes que deram origem à “farsa com o nome de crise”, vivenciada pelo mundo a partir de 2007. É curioso observar que as produções cinematográficas sobre o assunto não param de ser lançadas – agora com um foco maior na situação dos países do Euro –, o que prova a hipótese deste Núcleo de que é algo bem mais fácil de ser explicado do que os grupos midiáticos o fazem.

No texto desta semana, apresentamos uma análise sobre um filme baseado em fatos reais. Too Big To Fail (“Grande Demais para Falir”, Curtis Hanson, 2011) trata dos momentos mais críticos das negociações para salvar, ou não, os bancos que uma atrás do outro entravam em processo de falência numa velocidade tão rápida quanto a que o dinheiro “fictício” é movimento nas bolsas de valores.


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