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ISSN 0033-1983
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Fernando Collor, proprietário e político: o uso da Gazeta de Alagoas como prática para o coronelismo eletrônico


A Constituição de 1988 proíbe que os meios de comunicação sejam, direta ou indiretamente, objeto de monopólio ou oligopólio (art. 220), assim como impede deputados e senadores de exercerem cargos, função ou emprego remunerado em empresas concessionárias de serviço público (art. 54). Restrição semelhante já existia no Código Brasileiro de Telecomunicações (CBT, Lei nº 4117/62) desde 1962, determinando que aquele que estiver em gozo de imunidade parlamentar não pode exercer a função de diretor ou gerente de empresa concessionária de rádio ou televisão (parágrafo único do art. 38).

Júlia Klein é jornalista graduada pela Unisinos e estudante de Comunicação Social - Publicidade e Propaganda, na UFRGS.

Bruno Lima Rocha é professor do curso de Relações Internacionais da Unisinos, pesquisador do grupo Cepos e doutor
em Ciência Política pela UFRGS. 

Resumo:

Analisamos o conteúdo jornalístico praticado pelo jornal Gazeta de Alagoas, durante a cobertura de três períodos eleitorais distintos: 2002, 2006 e 2010. No estudo, Fernando Collor de Mello, proprietário do impresso que integra o maior grupo de comunicação de Alagoas, prova o uso de seu jornal como ferramenta política durante as três eleições disputadas, comprovando a parcialidade do veículo e o mau exercício do jornalismo. Na pesquisa, também abordamos como o coronelismo eletrônico mantém sua força através de alianças com os grandes conglomerados de comunicação, iniciada já durante o primeiro governo de Getúlio Vargas. 

Palavras-chave: Mídia e política; Políticas de comunicação; Radiodifusão; Oligopólio das comunicações; Conteúdo jornalístico.

 

 


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Tomando posição: uma análise política da I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom)


O debate sobre o Sistema Brasileiro de TV digital (SBTVD) teve espectadores especialistas; já o embate direto pelo Sistema Brasileiro de Rádio Digital (SBRD) assistira a episódios de conflito direto.

Valério Cruz Brittos
Professor do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Unisinos, pesquisador do CNPq, coordenador do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade - Cepos e vice-presidente da Unión Latina de Economía Política de la Información, la Comunicación y la Cultura (Ulepicc-Federación).
val.bri@terra.com.br

Bruno Lima Rocha
Professor no curso de Comunicação Social da Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos, doutor em Ciência Política pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS, pesquisador do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade - Cepos e vogal da Ulepicc-BR.
blimarocha@gmail.com

Paola Madeira Nazário
Pesquisadora do grupo de pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade – Cepos e mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos. madeira_nazario@hotmail.com

Resumo
Este artigo traz discussões sobre a posição adotada por alguns setores da sociedade e da política, no que tange à sua participação nos debates em torno dos movimentos em prol da democratização da comunicação e das políticas públicas para o setor, a partir da análise da I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), bem como a falta de midiatização que essa campanha obteve. Sendo assim, o texto cruza os mais diferentes caminhos e perspectivas, passando pela correlação de forças e poder e chegando até os interesses envolvidos, adotando como pano de fundo o surgimento do processo de digitalização da televisão brasileira e a estruturação da TV pública a partir de uma aplicativa teórica e metodológica da Economia Política da Comunicação (EPC). Reconhecendo a possibilidade de um variável número de interpretações, o trabalho vai focar sua análise não apenas em busca de respostas, mas, também, na construção de perguntas pertinentes, que possam ir ao encontro dos objetivos traçados neste trabalho.

Palavras-chave
economia política da Comunicação; políticas Públicas de Comunicação; digitalização; TV pública; Confecom


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Comunicação, conferência e pauta de democratização


Como material empírico para a análise da 1ª Conferência Nacional de Comunicação serão desmembradas reflexivamente algumas propostas das entidades da sociedade civil organizadas levadas ao encontro, com o objetivo de instituir uma comunicação mais democrática.

Valério Cruz Brittos, Bruno Lima Rocha e Paola Madeira Nazário

Professor titular no Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS), pesquisador do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Professor no Curso de Comunicação Social da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS), doutor em Ciência Política pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Pesquisadora do Grupo de Pesquisa Comunicação, Economia Política e Sociedade – CEPOS (apoiado pela Ford Foundation) e mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS).

Resumo

Entre os dias 14 e 17 de dezembro de 2009, em Brasília, delegados estaduais representando movimentos populares, o Estado em distintos níveis de governo e parcelas dos agentes econômicos do setor, discutiram a comunicação social brasileira em uma instância não vinculante, a 1ª Conferência Nacional de Comunicação. Trata-se de fato inédito, porém, o tema passou despercebido pela maior parte dos cidadãos. O texto debate tanto esta ausência como analisa a influência advinda da reprodução do modo de financiamento baseado na publicidade das empresas de comunicação e suas conseqüências. Analisa também questões fundamentais para estabelecer alguma paridade no contexto brasileiro, envolvendo o debate do sistema privado, público-estatal e público não-estatal. Utiliza-se como aporte teórico-metodológico a Economia Política de Comunicação (EPC), pois, a partir dessa perspectiva é possível analisar e compreender lógicas do mercado, bem como a regulação promovida por parte do Estado, e a movimentação entre os diversos setores da sociedade.

 

Palavras-chave: Conferência Nacional de Comunicação – Economia Política da Comunicação – regulação – sistemas de Comunicação Social – movimentos populares.


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Las radios comunitarias en el contexto de la elección de la norma digital en Brasil


A través de la comunicación social y democrática, volvemos a crear el consenso de la base, pautamos la lucha a través de la realidad cotidiana y encontramos la estética en nuestra propia cultura popular.

Bruno Lima Rocha e Anderson Santos

Resumen

Brasil vive un momento importante en la difusión de las tecnologías de la información, con el proceso de digitalización. En este nuevo contexto, este artículo pretende discutir desde el punto de vista de la economía política de la comunicación, la situación de las radios comunitarias en Brasil hoy y los posibles problemas relacionados con el proceso de elección de un modelo de radio digital. Quedando entendido los medios comunitarios como esenciales, el artículo presenta también la definición del proceso de televisión digital terrestre en Brasil.


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O diálogo do capital social com a “sociedade civil”: a redefinição deste conceito aplicado em uma nova institucionalidade


Se a confiança institucional for aplicada nas entidades de base, a confiança nas organizações políticas sem fins eleitorais e que elegem a arena de protagonismo dos sujeitos sociais organizáveis pela intencionalidade dos agentes, a compreendemos como válida.

Resumo: O artigo debate o conceito capital social como variável analítica essencial para compreender e incidir sobre o tecido social urbano e metropolitano. No texto se realiza tanto uma análise de incidência, como uma crítica teórica ao conceito e aborda um aspecto de sua operacionalidade a partir do estudo de caso da aplicação de técnicas de relações públicas sobre as camadas mais baixas da estrutura de classes localizada em Porto Alegre (capital do estado do Rio Grande do Sul). Este fenômeno se dá quando da realização da política pública conhecida como Orçamento Participativo (OP) durante os primeiros mandatos da longa gestão de tipo reformista/participativa (1988-2004). O instrumento comunicacional reatou parcialmente laços, gerando um relativo empoderamento do cidadão.


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