{"id":1041,"date":"2009-06-22T02:34:02","date_gmt":"2009-06-22T02:34:02","guid":{"rendered":"http:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/?p=1041"},"modified":"2009-06-22T02:34:02","modified_gmt":"2009-06-22T02:34:02","slug":"alguns-numeros-dos-lucros-da-copa-do-mundo-de-2006-dados-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/?p=1041","title":{"rendered":"Alguns n\u00fameros dos lucros da Copa do Mundo de 2006 (dados)*"},"content":{"rendered":"<figure class=\"image-container image-post-defautl\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/boladomundial.jpg\" title=\"Parceira de longa data da Fifa, a empresa alem\u00e3 Adidas foi essencial para a globaliza\u00e7\u00e3o do futebol na d\u00e9cada de \u201970, e a conseq\u00fcente elei\u00e7\u00e3o de Jo\u00e3o Havelange para comandar a ONU da bola. - Foto:Reprodu\u00e7\u00e3o\" alt=\"Parceira de longa data da Fifa, a empresa alem\u00e3 Adidas foi essencial para a globaliza\u00e7\u00e3o do futebol na d\u00e9cada de \u201970, e a conseq\u00fcente elei\u00e7\u00e3o de Jo\u00e3o Havelange para comandar a ONU da bola. - Foto:Reprodu\u00e7\u00e3o\" class=\"image\"><figcaption class=\"fig-caption\">Parceira de longa data da Fifa, a empresa alem\u00e3 Adidas foi essencial para a globaliza\u00e7\u00e3o do futebol na d\u00e9cada de \u201970, e a conseq\u00fcente elei\u00e7\u00e3o de Jo\u00e3o Havelange para comandar a ONU da bola.<\/figcaption><small itemprop=\"copyrightHolder\" class=\"copyright\"> Foto:Reprodu\u00e7\u00e3o<\/small><\/figure>\n<p>O mundial de 2006 na Alemanha j&aacute; foi o mais lucrativo da hist&oacute;ria, tanto para as in&uacute;meras empresas patrocinadoras do torneio, como para a Fifa, a entidade do futebol mundial. Mais de 2 bilh&otilde;es de d&oacute;lares foram arrecadados com os direitos de comercializa&ccedil;&atilde;o televisiva do mundial e com as empresas patrocinadoras do evento.<\/p>\n<p>Dentre essas empresas, se destacam Mcdonalds, Coca-Cola, Anheuser-Busch, Philips, Adidas, Toshiba, Continental, Fujifilm e Mastercard. Essas empresas, assim como Gillette, Deutsche Telekom, Emirates e Avaya pagaram rios de dinheiros para terem suas marcas atreladas ao maior show esportivo do planeta, visto por milh&otilde;es de pessoas ao redor do mundo atrav&eacute;s da televis&atilde;o, como uma forma de aumentar muito a sua lucratividade.<\/p>\n<p>A Gillete est&aacute; nas fileiras de publicidade dos mundiais de futebol desde 1970. Desde ent&atilde;o aumentaram e muito seus neg&oacute;cios a n&iacute;vel global, assim como a difus&atilde;o da marca. No mesmo caminho segue a japonesa Toshiba, que, em 2002 patrocinou a Copa da Cor&eacute;ia-Jap&atilde;o e viu as vendas de notebooks crescerem 50%, e a alem&atilde; Adidas, que fornece a bola usada no evento, assim como o uniforme de seis sele&ccedil;&otilde;es, incluindo tr&ecirc;s ex-campe&otilde;es mundiais (Argentina, Alemanha e Fran&ccedil;a). Essa empresa espera aumentar suas vendas, j&aacute; que teve um m&ecirc;s de torneio com exclusividade de materiais fornecidos &agrave; Fifa, mas principalmente &agrave; sele&ccedil;&atilde;o alem&atilde;. O desempenho da equipe nacional germ&acirc;nica at&eacute; agora provocou um aumento substancial das camisas, principalmente com o nome do principal &iacute;dolo do futebol daquele pa&iacute;s, Michael Ballack.<\/p>\n<p>Quanto a Fifa, nem &eacute; preciso comentar muito, pois a cada mundial cresce mais o seu lucro, com as j&aacute; referidas vendas dos direitos de transmiss&atilde;o, montante girando em verbas na ordem de 360 milh&otilde;es de d&oacute;lares. A parte de merchandising referente aos 15 principais patrocinadores do evento, geraram 160 milh&otilde;es. Em sua busca incessante de mais dinheiro, ela j&aacute; anunciou que aumentar&aacute; em 40% o valor dos direitos televisivos no pr&oacute;ximo mundial, em 2010, na &Aacute;frica do Sul.<\/p>\n<p>No entanto, existem empresas que est&atilde;o se queixando da entidade m&aacute;xima do futebol, como a americana Anheuser-Busch, propriet&aacute;ria da Budweiser, e a Mastercard. Quanto &agrave; primeira referida, o problema &eacute; que os alem&atilde;es n&atilde;o conseguiram engolir o fato de que nos est&aacute;dios da Copa, seria comercializada apenas aquela cerveja americana, em detrimento a uns dos maiores orgulhos dos germ&acirc;nicos, que consideram a sua cerveja a melhor do mundo. J&aacute; a Mastercard reclama do fato de que a Fifa j&aacute; vendeu a exclusividade das vendas em cart&otilde;es de cr&eacute;dito dos mundiais de 2010 e 2014 para a sua concorrente Visa, sem consult&aacute;-la antes.<\/p>\n<p>A Puma tem estrat&eacute;gias de longo prazo, assim como teve a Nike no in&iacute;cio da d&eacute;cada de 90. A fornecedora alem&atilde; de material esportivo patrocinou todas as sele&ccedil;&otilde;es africanas que jogaram nesta Copa do Mundo, para conquistar o p&uacute;blico e mercado do pr&oacute;ximo mundial, que ocorrer&aacute; na &Aacute;frica do Sul. A Nike investe pesado no mercado futebol&iacute;stico desde a d&eacute;cada passada e j&aacute; conseguiu lucros estrondosos. Em 1990, o seu lucro era de 40 milh&otilde;es de d&oacute;lares contra U$$ 15 bilh&otilde;es em 2005.<\/p>\n<p>As empresas do setor esportivo, se estima, devem ter pago 30 bilh&otilde;es de d&oacute;lares em publicidade e direitos de exclusividade. Mesmo assim, sabe-se que conseguem benef&iacute;cios muito maiores, vide o exemplo da Nike.<\/p>\n<p>*Artigo extra&iacute;do do texto &ldquo;Mundial de Futbol &ndash; Un Campeonato que ya tiene grandes ganadores&rdquo;, publicado no boletim latino-americano da Rede Uita, com sede em Montevid&eacute;u do jornalista uruguaio Daniel Gatti.<\/p>\n<p>Tradu&ccedil;&atilde;o de Jo&atilde;o Vitor Cassela Novoa<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Parceira de longa data da Fifa, a empresa alem\u00e3 Adidas foi essencial para a globaliza\u00e7\u00e3o do futebol na d\u00e9cada de \u201970, e a conseq\u00fcente elei\u00e7\u00e3o de Jo\u00e3o Havelange para comandar a ONU da bola. 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