{"id":10450,"date":"2009-03-05T22:13:33","date_gmt":"2009-03-05T22:13:33","guid":{"rendered":"http:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/?p=941"},"modified":"2009-03-05T22:13:33","modified_gmt":"2009-03-05T22:13:33","slug":"guerra-do-afeganistao-11-de-setembro-e-seus-desdobramentos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/?p=10450","title":{"rendered":"Guerra do Afeganist\u00e3o, 11 de setembro e seus desdobramentos"},"content":{"rendered":"<p><meta http-equiv=\"Content-Type\" content=\"text\/html; charset=utf-8\"><br \/>\n<meta name=\"ProgId\" content=\"Word.Document\"><br \/>\n<meta name=\"Generator\" content=\"Microsoft Word 11\"><br \/>\n<meta name=\"Originator\" content=\"Microsoft Word 11\">\n<link rel=\"File-List\" href=\"file:\/\/\/C:DOCUME~1BI832A~1.BI-CONFIG~1Tempmsohtml1\u00001clip_filelist.xml\" \/><\/meta><br \/>\n<\/meta><br \/>\n<\/meta><br \/>\n<\/meta><\/p>\n<p><!--[if gte mso 9]><xml>\n<w:WordDocument>\n<w:View>Normal<\/w:View>\n<w:Zoom>0<\/w:Zoom>\n<w:HyphenationZone>21<\/w:HyphenationZone>\n<w:PunctuationKerning \/>\n<w:ValidateAgainstSchemas \/>\n<w:SaveIfXMLInvalid>false<\/w:SaveIfXMLInvalid>\n<w:IgnoreMixedContent>false<\/w:IgnoreMixedContent>\n<w:AlwaysShowPlaceholderText>false<\/w:AlwaysShowPlaceholderText>\n<w:Compatibility>\n<w:BreakWrappedTables \/>\n<w:SnapToGridInCell \/>\n<w:WrapTextWithPunct \/>\n<w:UseAsianBreakRules \/>\n<w:DontGrowAutofit \/>\n<\/w:Compatibility>\n<w:BrowserLevel>MicrosoftInternetExplorer4<\/w:BrowserLevel>\n<\/w:WordDocument>\n<\/xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml>\n<w:LatentStyles DefLockedState=\"false\" LatentStyleCount=\"156\">\n<\/w:LatentStyles>\n<\/xml><![endif]--><\/p>\n<style type=\"text\/css\">\n<!--\n \/* Style Definitions *\/\n p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal\n\t{mso-style-parent:\"\";\n\tmargin:0cm;\n\tmargin-bottom:.0001pt;\n\tmso-pagination:widow-orphan;\n\tfont-size:12.0pt;\n\tfont-family:\"Times New Roman\";\n\tmso-fareast-font-family:\"Times New Roman\";}\n@page Section1\n\t{size:612.0pt 792.0pt;\n\tmargin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;\n\tmso-header-margin:35.4pt;\n\tmso-footer-margin:35.4pt;\n\tmso-paper-source:0;}\ndiv.Section1\n\t{page:Section1;}\n-->\n<\/style>\n<p><!--[if gte mso 10]>\n\n\n<style>\n\/* Style Definitions *\/\ntable.MsoNormalTable\n{mso-style-name:\"Tabela normal\";\nmso-tstyle-rowband-size:0;\nmso-tstyle-colband-size:0;\nmso-style-noshow:yes;\nmso-style-parent:\"\";\nmso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;\nmso-para-margin:0cm;\nmso-para-margin-bottom:.0001pt;\nmso-pagination:widow-orphan;\nfont-size:10.0pt;\nfont-family:\"Times New Roman\";\nmso-ansi-language:#0400;\nmso-fareast-language:#0400;\nmso-bidi-language:#0400;}\n<\/style>\n\n\n<![endif]--><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">No texto se tenta tra&ccedil;ar um paralelo entre a interven&ccedil;&atilde;o dos Estados Unidos no Afeganist&atilde;o nos anos 80, os atentados ao WTC e a invas&atilde;o do Iraque.<\/p>\n<p>Introdu&ccedil;&atilde;o<br \/>\nEste texto foi produzido como trabalho de encerramento do curso de Estrat&eacute;gia de Comunica&ccedil;&atilde;o e Pol&iacute;tica realizado na Unisinos e promovido pelo Cepos &ndash; Grupo de Pesquisa Estudos  de Comunica&ccedil;&atilde;o, Economia, Pol&iacute;tica e Sociedade, no ano de 2008. A inten&ccedil;&atilde;o do trabalho era desenvolver o senso critico e a pr&aacute;tica anal&iacute;tica dos alunos, ao mesmo tempo em que criar um h&aacute;bito da escrita. Como tema da an&aacute;lise foi escolhido a situa&ccedil;&atilde;o do Oriente M&eacute;dio e seus v&aacute;rios desdobramentos. Os alunos contribu&iacute;ram com textos completos e que seguem sintetizados a seguir:<\/p>\n<p>Nova York, 11 de setembro de 2001<br \/>\n8:45 hor&aacute;rio local.<br \/>\nPara perplexidade de todos um avi&atilde;o choca-se violentamente com a torre sul do WTC, ponto neur&aacute;lgico do mundo econ&ocirc;mico um dos s&iacute;mbolos do capitalismo mundial. No conjunto de pr&eacute;dios funcionavam todos os tipos de servi&ccedil;os particulares e p&uacute;blicos. Inclusive escrit&oacute;rios do Servi&ccedil;o Secreto dos EUA, da ag&ecirc;ncia de  intelig&ecirc;ncia (CIA) entre hot&eacute;is, restaurante e todo tipo de escrit&oacute;rio particular.<br \/>\nNum primeiro momento, este fato n&atilde;o teria a muita import&acirc;ncia, afinal, acidentes a&eacute;reos acontecem em qualquer parte do mundo. As pessoas  assistem cenas do desastre pela televis&atilde;o, quando um segundo avi&atilde;o choca-se com a torre norte, transformando o ponto de impacto numa imensa bola de fogo. Para quem n&atilde;o estava entendendo nada, ou achava se tratar de um acidente normal, deixou de ter duvidas: o WTC era um objetivo, era um alvo, era um ataque! Era uma guerra.<br \/>\nMas essa guerra n&atilde;o havia come&ccedil;ado naquele instante. A guerra que agora havia chagado ao territ&oacute;rio dos Estados Unidos havia come&ccedil;ado muito antes. Pode se dizer que come&ccedil;ou com a concretiza&ccedil;&atilde;o da hegemonia deste pais logo ap&oacute;s a Segunda Guerra Mundial, quando seus governantes viram, por seu bem, obrigados a aumentar sua for&ccedil;a de influ&ecirc;ncia no oriente m&eacute;dio e passaram a promover atentados e golpes sempre tendo em mente que para uma pot&ecirc;ncia se manter deveria ter sob sua influ&ecirc;ncia as principais fontes de energia.<br \/>\nAlguns daqueles pa&iacute;ses que foram estrat&eacute;gicos para um enfrentamento indireto durante a Guerra Fria acabaram por tornarem-se inimigos. O Iraque havia sido o bra&ccedil;o do &ldquo;Ocidente&rdquo; na guerra Iran-Iraque, com financiamento militar dos EUA. O Afeganist&atilde;o havia sido palco de batalha entre as for&ccedil;as militares da URSS e a resist&ecirc;ncia afgani. <br \/>\nOs protagonistas dos atentados ao WTC eram herdeiros diretos dessa interven&ccedil;&atilde;o norte-americana. Para ser mais espec&iacute;fico, s&atilde;o filhos da interven&ccedil;&atilde;o promovida na guerra do Afeganist&atilde;o, quando este pa&iacute;s foi invadido. O discurso de ambos os lados, URSS e EUA eram parecidos e j&aacute; batidos, &ldquo;libertar e democratizar&rdquo;. A &aacute;rea era de extrema import&acirc;ncia para os comunistas, visto que sua extens&atilde;o territorial se expandiria a ponto de chegar &agrave; China. E para os Estados Unidos barrar essa expans&atilde;o era primordial.<br \/>\nEssa interven&ccedil;&atilde;o se deu de forma indireta, atrav&eacute;s de a&ccedil;&otilde;es secretas da CIA, impulsionadas por interesses pol&iacute;ticos intr&iacute;nsecos &agrave; sociedade estadounidense daquela &eacute;poca, grupos integristas foram apoiados e incentivados a formar volunt&aacute;rios &ldquo;afganis&rdquo;, resist&ecirc;ncia formada basicamente por seguidores do Isl&atilde; de diversos pa&iacute;ses como Arg&eacute;lia e Egito. Para lutar contra as tropas sovi&eacute;ticas, financiando, portanto, uma resist&ecirc;ncia contra a ocupa&ccedil;&atilde;o estrangeira no Afeganist&atilde;o. Tentou-se, no entanto, por parte dos EUA, dar a esse ato belicoso um car&aacute;ter de &ldquo;Guerra Santa&rdquo;, do bem contra o mal. Essa guerra tamb&eacute;m serviu para evidenciar ainda mais a for&ccedil;a da pol&iacute;tica do Integrismo junto &agrave; popula&ccedil;&atilde;o mais pobre e mais disposta a mudar sua situa&ccedil;&atilde;o<\/p>\n<p>P&oacute;s 11 de setembro<br \/>\nA partir dos atentados de 11 de setembro de 2001 &agrave;s torres do World Trade Center (WTC) e ao Pent&aacute;gono, os EUA come&ccedil;aram uma &ldquo;cruzada contra o terrorismo&rdquo;; desde ent&atilde;o, transformaram os isl&acirc;micos em &ldquo;os grandes vil&otilde;es da hist&oacute;ria&rdquo; &#8211; os terroristas. Para isso, deixou seu pa&iacute;s em constante medo da amea&ccedil;a isl&acirc;mica. Fez com que sua popula&ccedil;&atilde;o ficasse amedrontada com a possibilidade de novos atentados, mudando at&eacute; mesmo alguns h&aacute;bitos; e tamb&eacute;m aumentando o nacionalismo estadunidense e a xenofobia aos &aacute;rabes. Esse medo fez com que os norte-americanos confiassem em seu governo para proteg&ecirc;-los, dando &ldquo;carta branca&rdquo; (sem questionar posicionamentos e a&ccedil;&otilde;es) para fazer o que for necess&aacute;rio para combater esse &ldquo;mau&rdquo;. Carta branca essa que tolheu at&eacute; mesmo a liberdade dos pr&oacute;prios estadunidenses, com pol&iacute;ticas de migra&ccedil;&atilde;o e Estado de S&iacute;tios, que fere o Estado de direito dos cidad&atilde;os.<br \/>\nVemos que essa &ldquo;cruzada&rdquo; para acabar com o terrorismo no mundo e com a tirania existente em alguns pa&iacute;ses do oriente m&eacute;dio, n&atilde;o tem somente o interesse de combater o terrorismo e levar a &ldquo;democracia&rdquo; aquela regi&atilde;o do mundo, mas tamb&eacute;m tem interesse pol&iacute;tico, econ&ocirc;mico e cultural.  Os EUA sendo o principal consumidor de petr&oacute;leo e o oriente m&eacute;dio sendo o maior detentor dessa matriz energ&eacute;tica, os norte-americanos querem assegurar a sua parte nesse quinh&atilde;o. Tamb&eacute;m sempre lembrando e nunca esquecendo que o petr&oacute;leo serve de mat&eacute;ria-prima para in&uacute;meros produtos.<br \/>\nComungamos juntamente com v&aacute;rios analistas, a id&eacute;ia de que os atentados de 11\/09 foram &ldquo;positivos&rdquo; (at&eacute; onde se pode utilizar essa palavra) para os EUA, pois eles o utilizaram como &ldquo;desculpa&rdquo; para fazer uma ofensiva b&eacute;lica fort&iacute;ssima contra alguns pa&iacute;ses do Oriente M&eacute;dio, em especial o Iraque. Pois o governo norte-americano n&atilde;o se preocupou muito com o Afeganist&atilde;o, mesmo sabendo que Bin Laden e seu grupo poderiam estar por l&aacute;. E por que uma ofensiva b&eacute;lica? Para que(m) fazer uma guerra? Por que Bush iria querer uma guerra durante o seu governo? Creio que uma das respostas dessas indaga&ccedil;&otilde;es, seria fomentar a ind&uacute;stria b&eacute;lica, pois &eacute; um setor que movimenta grandes quantias mundialmente e os EUA s&atilde;o um dos principais fabricantes de armas do mundo. E, diga-se de passagem, a ind&uacute;stria armamentista foi um setor que investiu (economicamente) bastante na campanha eleitoral de Bush. <br \/>\nPara essa ofensiva ter for&ccedil;a e ser leg&iacute;tima perante a comunidade internacional, os EUA tiveram que chamar alguns pa&iacute;ses aliados (que somente os s&atilde;o quando conv&eacute;m aos EUA e ao seus interesses de manuten&ccedil;&atilde;o de sua hegemonia no quadro pol&iacute;tico-econ&ocirc;mico global), como a Inglaterra e a Espanha, para junto com seus &ldquo;amiguinhos&ldquo; poder invadir o Iraque. Invas&atilde;o essa, feita sob a acusa&ccedil;&atilde;o do governo desse pa&iacute;s possuir armas de destrui&ccedil;&atilde;o em massa. Hoje j&aacute; ficou provado que isso n&atilde;o era verdade.<br \/>\nPor fim, essa an&aacute;lise de fatos atuais do cen&aacute;rio geopol&iacute;tico mundial, tem a modesta inten&ccedil;&atilde;o de chamar aten&ccedil;&atilde;o para o fato de os EUA &ldquo;toparem tudo&rdquo; por petr&oacute;leo e pela manuten&ccedil;&atilde;o de sua hegemonia no mundo. De aliar-se com antigos inimigos a fazer guerras baseadas em mentiras e falsas acusa&ccedil;&otilde;es. Assim, ele reafirma a sua pot&ecirc;ncia e superioridade, mesmo sabendo que talvez essas investidas podem n&atilde;o ser vitoriosas, mas que trar&atilde;o ganhos futuros superiores (instala&ccedil;&atilde;o de grandes corpora&ccedil;&otilde;es nessa regi&atilde;o) &agrave;s perdas (vidas de soldados) que se ter&aacute; (al&eacute;m das que j&aacute; teve).<\/p>\n<p>M&iacute;dia e Medo<br \/>\nGuerras come&ccedil;am e terminam sem ao menos consultar ao povo. Pessoas entregam suas vidas em uma disputa de interesses econ&ocirc;micos, cegos de que o motivo &eacute; coerente a ponto de valer suas vidas. Os fatos pol&iacute;ticos diariamente s&atilde;o manchete nas m&iacute;dias impressas e eletr&ocirc;nicas. As edi&ccedil;&otilde;es que vemos, lemos e ouvimos n&atilde;o s&atilde;o fatos, s&atilde;o fragmentos de acontecimentos que nos permitiram saber, impostas sem ao menos pedir licen&ccedil;a ao nosso intelecto, limitando ou simplesmente direcionando nossa opini&atilde;o sobre tal fato ocorrido.<br \/>\nExemplo disso &eacute; a guerra no Iraque. A guerra foi uma interven&ccedil;&atilde;o com a desculpa de tirar do poder o ditador Saddam Hussein. A forma para convencimento da popula&ccedil;&atilde;o foi a exist&ecirc;ncia de armas de destrui&ccedil;&atilde;o em massa. Os reais motivos para o conflito foi o interesse dos Estados Unidos na reserva de petr&oacute;leo do Iraque, um dos principais produtores de petr&oacute;leo no mundo.<br \/>\nA manipula&ccedil;&atilde;o do medo da popula&ccedil;&atilde;o norte americana foi fator essencial para  a concretiza&ccedil;&atilde;o da pol&iacute;tica do governo Bush para a regi&atilde;o do Oriente M&eacute;dio. E para a instaura&ccedil;&atilde;o desse medo a m&iacute;dia foi a ferramenta certa para o trabalho.<br \/>\nPor isso a necessidade de buscar explica&ccedil;&otilde;es para os fatos pol&iacute;ticos e econ&ocirc;micos que afetam nossa vida diariamente &eacute; importante. Saber se uma declara&ccedil;&atilde;o dos governantes e pol&iacute;ticos &eacute; verdade, e n&atilde;o apenas um fact&oacute;ide criado por eles para desviar a aten&ccedil;&atilde;o de uma a&ccedil;&atilde;o mais impactante a popula&ccedil;&atilde;o. Por isso, &eacute; preciso fazer questionamentos e buscar as respostas.<\/p>\n<p>Jose Luiz Trindade<br \/>\nK&aacute;tia Carolina Meurer Azambuja<br \/>\nFabiano da Silva Trindade<br \/>\nKelly Betina Veronez<br \/>\nMateus Tiago F&uuml;hr M&uuml;ller<br \/>\nOrganiza&ccedil;&atilde;o: <br \/>\nFabiano da Silva Trindade<\/p>\n<p>Bibliografia:<\/p>\n<p>CRUZ, Bruno de Oliveira e RIBEIRO, M&aacute;rcio Bruno: Sobre Maldi&ccedil;&otilde;es e B&ecirc;n&ccedil;&atilde;os: &eacute; poss&iacute;vel gerir recursos naturais de forma sustent&aacute;vel? Uma an&aacute;lise sobre os royalties e as compensa&ccedil;&otilde;es financeiras no Brasil. http:\/\/www.ipea.gov.br\/sites\/000\/2\/pdf\/08_10_29_Royalties.pdf<br \/>\nFARES, Seme Taleb: &ldquo;O Pragmatismo do Petr&oacute;leo: as rela&ccedil;&otilde;es entre o Brasil e o Iraque &ndash; Revista Brasileira de Pol&iacute;tica Internacional.<br \/>\nBIANCHI, &Aacute;lvaro: Os neocruzados: a guerra no Afeganist&atilde;o e a nova ordem mundial. http:\/\/www.revistaoutubro.com.br\/edicoes\/06\/out6_04.pdf<br \/>\nROCHA, Bruno Lima: An&aacute;lise geral a partir do atentado contra o WTC e o pent&aacute;gono http:\/\/www.estrategiaeanalise.com.br\/teoria.php?seltitulo=26005c98d870997e5e7b3540881c3132<br \/>\nFAHRENHEIT 9\/11; MOORE, Michel &#8211; Dog Eat Dog\/ Wild Bunch &ndash; 2004.<br \/>\nJOGOS DE PODER; NICHOLS, Mike &#8211; Universal Pictures &ndash; 2007.<br \/>\nDELMAS-MARTY, Mireille. Tr&ecirc;s Desafios para um Direito Mundial. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2003.<\/p>\n<p>_____________. Por um direito comum.  S&atilde;o Paulo: Martins Fontes, 2004.<\/p>\n<p>ALLARD, Julie e GARAPON, Antoine. Os ju&iacute;zes na Mundializa&ccedil;&atilde;o. Lisboa: Instituto Piaget, 2005.<br \/>\nCECE&Ntilde;A, Ana Esther; SADER, Emir: A Guerra Infinita &ndash; Rio de Janeiro &ndash; 2002.<br \/>\nSYRIANA; Stephen Gaghan &ndash; EUA &ndash; Warner Brothers &ndash; 2005.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No texto se tenta tra&ccedil;ar um paralelo entre a interven&ccedil;&atilde;o dos Estados Unidos no Afeganist&atilde;o nos anos 80, os atentados ao WTC e a invas&atilde;o do Iraque. Introdu&ccedil;&atilde;o Este texto foi produzido como trabalho de encerramento do curso de Estrat&eacute;gia de Comunica&ccedil;&atilde;o e Pol&iacute;tica realizado na Unisinos e promovido pelo Cepos &ndash; Grupo de Pesquisa [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-10450","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"jetpack_publicize_connections":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/10450","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=10450"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/10450\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=10450"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=10450"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=10450"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}