{"id":10478,"date":"2009-09-14T15:09:29","date_gmt":"2009-09-14T15:09:29","guid":{"rendered":"http:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/?p=1097"},"modified":"2009-09-14T15:09:29","modified_gmt":"2009-09-14T15:09:29","slug":"a-soberania-popular-brasileira-e-o-pre-sal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/?p=10478","title":{"rendered":"A soberania popular brasileira e o Pr\u00e9-sal"},"content":{"rendered":"<figure class=\"image-container image-post-defautl\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/petroleo1.jpg\" title=\"A defesa do Petr\u00f3leo sob planejamento completo dos interesses p\u00fablicos brasileiros \u00e9 essencial para distribuir renda e tamb\u00e9m mudar a matriz energ\u00e9tica no m\u00e9dio prazo - Foto:planeta ignis\" alt=\"A defesa do Petr\u00f3leo sob planejamento completo dos interesses p\u00fablicos brasileiros \u00e9 essencial para distribuir renda e tamb\u00e9m mudar a matriz energ\u00e9tica no m\u00e9dio prazo - Foto:planeta ignis\" class=\"image\"><figcaption class=\"fig-caption\">A defesa do Petr\u00f3leo sob planejamento completo dos interesses p\u00fablicos brasileiros \u00e9 essencial para distribuir renda e tamb\u00e9m mudar a matriz energ\u00e9tica no m\u00e9dio prazo<\/figcaption><small itemprop=\"copyrightHolder\" class=\"copyright\"> Foto:planeta ignis<\/small><\/figure>\n<p>14 de setembro de 2009, da Pampa Federal de Valentes &amp; Tra&iacute;dos, Bruno Lima Rocha <\/p>\n<p>O tema em pauta diz respeito tanto ao futuro das reservas brasileiras para os pr&oacute;ximos 50 anos como a possibilidade de diversificarmos as matrizes energ&eacute;ticas com o f&ocirc;lego da nova explora&ccedil;&atilde;o. Mas, tudo depende de como ser&aacute; o modelo explorat&oacute;rio nas j&aacute; devassadas &aacute;guas internacionais do Brasil. Estabele&ccedil;o um debate neste artigo, fugindo de r&oacute;tulos e chav&otilde;es, quase sempre mal lidos e mal intencionados. Estou de acordo com a explora&ccedil;&atilde;o estatal de 70% do combust&iacute;vel f&oacute;ssil abaixo da camada de sal. Mais, estou de acordo com alguma forma de capitaliza&ccedil;&atilde;o da Petrobr&aacute;s, nas franjas das reservas do pr&eacute;-sal infelizmente j&aacute; licitadas para companhias privadas. Neste sentido, tamb&eacute;m entendo ser a cria&ccedil;&atilde;o do Fundo Social uma necessidade para terminar com a divis&atilde;o de tipo olig&aacute;rquica dos royalties do petr&oacute;leo.<\/p>\n<p>Estou de acordo com tudo isso e considero que todas estas decis&otilde;es n&atilde;o s&atilde;o o bastante. O que este pa&iacute;s necessitava nessa altura da partida era de um movimento popular extra-governo, peleando duro pela retomada do controle do Estado brasileiro na Petrobr&aacute;s. Sim, porque embora pouca gente saiba, o governo central tem o voto de minerva no conselho administrativo da empresa, mas seu capital est&aacute; em 38%. Acionistas privados controlam 62% do capital social da empresa. Destes, 38% est&atilde;o girando na roleta russa da Bolsa de Nova Iorque, justo onde se deu o maior montante da mega estafa financeira que os capitalistas ousam em chamar de &ldquo;crise&rdquo;. <\/p>\n<p>Neste momento, a defesa incondicional do controle da Petrobr&aacute;s implicaria em derrubar algumas leis e aprovar outras. Isto para esta etapa reacion&aacute;ria em que vivemos (governados por um sindicalista que nunca foi de esquerda, segundo ele mesmo), onde para arrancar um direito &eacute; preciso quase perder a vida. <\/p>\n<p>\n<strong>Breve retrocesso no tema pr&eacute;-sal agendado pela m&iacute;dia corporativa <br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p>Embora o tema tenha sua complexidade, pode passar por uma an&aacute;lise de correla&ccedil;&atilde;o de for&ccedil;as e de intencionalidade. O Brasil descobre em sua &aacute;rea oce&acirc;nica reservas que permitir&atilde;o a auto-sufici&ecirc;ncia de extra&ccedil;&atilde;o e refino talvez para os pr&oacute;ximos cinq&uuml;enta anos. Esta &ldquo;descoberta&rdquo; &eacute; uma meia verdade, pois bastaria com aplica&ccedil;&atilde;o de maiores recursos na pr&oacute;pria Petrobr&aacute;s quando do in&iacute;cio do primeiro governo do soci&oacute;logo que recomendou esquecerem o que ele escreveu, Fernando Henrique Cardoso, e o pr&eacute;-sal seria corriqueiro. N&atilde;o foi o que aconteceu. FHC leiloou campos de explora&ccedil;&atilde;o, incluindo aqueles em alto mar. Como &aacute;guas profundas implicam em alto risco e investimento (conceitos esses abolidos no capitalismo real), nenhum dos 72 grupos econ&ocirc;micos atuando no pa&iacute;s nas &aacute;reas de explora&ccedil;&atilde;o e produ&ccedil;&atilde;o de petr&oacute;leo e g&aacute;s &ndash; sendo que metade destes &eacute; composta por transnacionais &ndash; n&atilde;o meteram a m&atilde;o no bolso e preferiram seguir carona na ent&atilde;o dilapidada Petrobr&aacute;s, gerenciada num toyotismo em alto mar e que levara a conseq&uuml;&ecirc;ncias desastrosas como o afundar da Plataforma P-36 no fat&iacute;dico 20 de mar&ccedil;o de 2001. Junto com a maior plataforma do mundo, a &ldquo;efici&ecirc;ncia neoliberal&rdquo; assassinou a nove trabalhadores petroleiros especializados. <\/p>\n<p>Naquele ano j&aacute; se passavam quatro desde que uma lei terminara com o monop&oacute;lio estatal da explora&ccedil;&atilde;o e fabrica&ccedil;&atilde;o do petr&oacute;leo. Agora, a agenda imposta &eacute; a da explora&ccedil;&atilde;o de cerca de 70% do pr&eacute;-sal. E, ao mesmo tempo, o sil&ecirc;ncio em pauta &eacute; quanto &agrave; possibilidade de modificar a base legal, aprovando uma minuta de lei em detrimento do texto vende-p&aacute;tria de 1997. Vejamos os porqu&ecirc;s da viabilidade de explorarmos o petr&oacute;leo sem abrir a participa&ccedil;&atilde;o para o capital privado e menos ainda para as transnacionais. <\/p>\n<p>Trata-se de alto investimento para iniciar a explora&ccedil;&atilde;o, mas nada que se compare com a incerteza claudicante da Petrobr&aacute;s at&eacute; o in&iacute;cio de explora&ccedil;&atilde;o de petr&oacute;leo em &aacute;guas profundas. Estamos em um momento muito mais favor&aacute;vel. O pa&iacute;s, atrav&eacute;s da executora do monop&oacute;lio por 44 anos (1953 a 1997) aprendeu todo o ciclo da pesquisa, extra&ccedil;&atilde;o, explora&ccedil;&atilde;o, refino e distribui&ccedil;&atilde;o do petr&oacute;leo e seus derivados. N&oacute;s sabemos e temos expertise mundial na explora&ccedil;&atilde;o em &aacute;guas profundas. Portanto, n&atilde;o caberia nenhum argumento de tipo &ldquo;t&eacute;cnico&rdquo;. O debate &eacute; outro. <\/p>\n<p>A amarra no Brasil est&aacute; na ordem legal. A Lei 2004 de 03 de outubro de 1953 cria o monop&oacute;lio estatal, incumbindo a Petrobr&aacute;s da execu&ccedil;&atilde;o do mesmo. Esta seguran&ccedil;a jur&iacute;dica da soberania brasileira n&atilde;o impediu a empresa de sofrer press&otilde;es sem fim, agravadas com a presen&ccedil;a de homens da caserna durante a ditadura. Me recordo que nos anos &rsquo;80, sindicalistas petroleiros ainda comentavam sobre a presen&ccedil;a dos &ldquo;coron&eacute;is da Petrobr&aacute;s&rdquo;. Como toda empresa capitalista, de Estado ou n&atilde;o, a estatal petroleira tem no seu fluxograma a base organizacional de um ex&eacute;rcito. N&atilde;o h&aacute; democracia interna, e nem sombra disso. A cr&iacute;tica vem por a&iacute; e j&aacute; retorno ao tema. <\/p>\n<p>Ainda assim, sob influ&ecirc;ncia da ditadura ou do governo de turno, ningu&eacute;m em s&atilde; consci&ecirc;ncia pode afirmar ser a estatal &ldquo;incompetente&rdquo; na sua atividade-fim. J&aacute; na era democr&aacute;tica, entendo que o pa&iacute;s sofreu uma derrota quando da assinatura da Lei 9478 de 1997. Neste texto, com firma de FHC, &eacute; &ldquo;flexibilizado&rdquo; o monop&oacute;lio estatal da explora&ccedil;&atilde;o e criada a Ag&ecirc;ncia Nacional de Petr&oacute;leo (ANP). Toda a atual inseguran&ccedil;a jur&iacute;dica deriva da&iacute;. Para assinar o mesmo, em maio de 1995, FHC e sua trupe encararam uma briosa greve da categoria dos petroleiros. Derrotaram tamb&eacute;m uma dire&ccedil;&atilde;o nacional claudicante que acreditou no retorno &agrave;s negocia&ccedil;&otilde;es diante da Justi&ccedil;a do Trabalho, quando esta mesma inst&acirc;ncia j&aacute; havia dado ganho de causa ao ent&atilde;o governo tucano. Para quem imagina ser exagero nas cr&iacute;ticas, sugiro conversar com os veteranos de plataformas afiliados ao Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense e\/ou com os demitidos do in&iacute;cio dos anos &rsquo;90. <\/p>\n<p>De volta ao governo anterior, constatava que o trabalho feito por FHC dava seq&uuml;&ecirc;ncia ao Plano de Desestatiza&ccedil;&atilde;o, abrindo m&atilde;o o pa&iacute;s de seus recursos estrat&eacute;gicos. O mesmo ocorreu de forma simult&acirc;nea com a siderurgia, atrav&eacute;s da Venda da Usiminas, com Collor; da CSN, com Itamar e da Vale do Rio Doce, com FHC. A base transacional no Congresso Nacional manteve suas pr&aacute;ticas, alterando apenas a modalidade. Se neste governo o modelo foi atrav&eacute;s de supostos pagamentos mensais, no anterior o leil&atilde;o de votos ia comprando as cabe&ccedil;as do baixo clero por vota&ccedil;&otilde;es estrat&eacute;gicas. Dentre estas, a de junho de 1995 (logo ap&oacute;s a derrota dos petroleiros), uma emenda constitucional abrindo m&atilde;o do monop&oacute;lio estatal do petr&oacute;leo. <\/p>\n<p><strong>Pautando o tema sob outro &acirc;ngulo <br \/>\n<\/strong><br \/>\nO governo de Luiz In&aacute;cio, como sempre, claudica e apanha por direita e por esquerda. A oposi&ccedil;&atilde;o e os governadores detentores dos royalties defendem o adiamento do regime de urg&ecirc;ncia no Congresso. J&aacute; os participantes da Campanha O Petr&oacute;leo Tem Que Ser Nosso, questionam a mesma pressa em fun&ccedil;&atilde;o da perman&ecirc;ncia dos regimes de partilha e concess&atilde;o, al&eacute;m dos leil&otilde;es de campos de petr&oacute;leo, ainda que por outras vias. Se n&atilde;o fosse pela vacila&ccedil;&atilde;o de sempre, e este governo poderia inaugurar uma nova era na matriz energ&eacute;tica nacional. Com o perd&atilde;o da redund&acirc;ncia, outra vez, n&atilde;o ser&aacute; dessa vez, assim como n&atilde;o foi com o Sistema Brasileiro de R&aacute;dio e TV Digital (SBTVD), abrindo m&atilde;o do padr&atilde;o tecnol&oacute;gico e a possibilidade de dom&iacute;nio completo da cadeia da micro-eletr&ocirc;nica. Na seara da energia, estamos apenas um pouco melhor do que a rela&ccedil;&atilde;o de for&ccedil;as entre a agricultura camponesa, de base familiar e plantando 70% do alimento por n&oacute;s consumido, e o tal do agro-neg&oacute;cio, consumindo bilh&otilde;es de financiamento, exportando em navios graneleiros transoce&acirc;nicos e importando, com esse dividendo, se muito, algumas traineiras de bens de alta tecnologia. <\/p>\n<p>Retornando ao tema do pr&eacute;-sal, se n&oacute;s estamos entrando na era da energia limpa, &eacute; mais do que necess&aacute;ria a reserva de combust&iacute;vel f&oacute;ssil, at&eacute; para modificarmos a matriz energ&eacute;tica e de transporte sem passar por crises de escassez. Para tanto, &eacute; necess&aacute;rio que a na&ccedil;&atilde;o possa opinar a respeito deste tema estrat&eacute;gico. Isto implica retomar a soberania no planejamento de explora&ccedil;&atilde;o e produ&ccedil;&atilde;o de petr&oacute;leo. Portanto, precisamos na verdade, n&atilde;o de uma acomoda&ccedil;&atilde;o de interesses, mas sim da revis&atilde;o da Lei 9478\/97. E, infelizmente, isto esse governo n&atilde;o vai fazer. <\/p>\n<p><strong>Concluindo com plebiscito e debates de fundo <\/p>\n<p><\/strong>Precisamos ir ainda mais longe. N&atilde;o apenas derrocar a Lei de 1997, como termos um plebiscito para aprovar o Projeto de Lei No. 5891 &ndash; de 2009, proposta que torna lei o retorno da Petrobr&aacute;s como empresa p&uacute;blica e a re incorpora&ccedil;&atilde;o das subsidi&aacute;rias vendidas no famigerado programa de desestatiza&ccedil;&atilde;o (<a href=\"http:\/\/presal.org.br\/download\/PL_5891_2009.doc\">a &iacute;ntegra do texto se encontra aqui neste hiperlink<\/a>). Uma lei como essa, embora seja b&aacute;sica e necessidade urgente, n&atilde;o se conquista com negocia&ccedil;&otilde;es de gabinete, mas sim com a for&ccedil;a e grito das ruas. Tal como foi na campanha O Petr&oacute;leo &eacute; Nosso, tal como sempre ser&aacute; neste sistema e sob qualquer regime de intermedi&aacute;rios profissionais como governantes de turno. <\/p>\n<p>&Eacute; necess&aacute;rio recordar que nenhuma dessas medidas assegura a horizontalidade nas rela&ccedil;&otilde;es de trabalho, a produ&ccedil;&atilde;o de energia limpa, a maior vincula&ccedil;&atilde;o da Petrobr&aacute;s com as empresas semelhantes na Am&eacute;rica do Sul e tampouco erradica a mentalidade de transnacional de dentro de sua diretoria. Esta pauta &eacute; um ponto na luta pela soberania popular no destino e planejamento dos recursos naturais, renov&aacute;veis ou n&atilde;o, sendo que o petr&oacute;leo &eacute; um deles. Ter o poder de pautar os assuntos estrat&eacute;gicos do desenvolvimento &eacute; importante, mas ainda maior relevo consiste em pautar o tipo e as bases do desenvolvimento dos brasileiros. <\/p>\n<p>O fundamental &eacute; assumirmos que nenhum dos temas acima &eacute; menos importante do que a defesa do Petr&oacute;leo Tem Que Ser Nosso, mas que sim, para isso, &eacute; fundamental reconquistar ao menos o status de empresa estatal (equivocadamente chamada de &ldquo;p&uacute;blica&rdquo;) e erradicar o regime de economia mista. J&aacute; seria um grande avan&ccedil;o, a altura da categoria petroleira, aquela que j&aacute; foi a espinha dorsal do sindicalismo brasileiro. <\/p>\n<p>\nEste artigo foi originalmente publicado no portal do <a href=\"http:\/\/www.ihu.unisinos.br\/index.php?option=com_noticias&amp;Itemid=18&amp;task=detalhe&amp;id=25695\">Instituto Humanitas da Unisinos <\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A defesa do Petr\u00f3leo sob planejamento completo dos interesses p\u00fablicos brasileiros \u00e9 essencial para distribuir renda e tamb\u00e9m mudar a matriz energ\u00e9tica no m\u00e9dio prazo Foto:planeta ignis 14 de setembro de 2009, da Pampa Federal de Valentes &amp; Tra&iacute;dos, Bruno Lima Rocha O tema em pauta diz respeito tanto ao futuro das reservas brasileiras para [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-10478","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"jetpack_publicize_connections":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/10478","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=10478"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/10478\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=10478"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=10478"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=10478"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}