{"id":10484,"date":"2010-01-11T21:29:50","date_gmt":"2010-01-11T21:29:50","guid":{"rendered":"http:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/?p=1144"},"modified":"2010-01-11T21:29:50","modified_gmt":"2010-01-11T21:29:50","slug":"temporais-de-irresponsabilidade-e-omissao-criminal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/?p=10484","title":{"rendered":"Temporais de irresponsabilidade e omiss\u00e3o criminal"},"content":{"rendered":"<figure class=\"image-container image-post-defautl\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/alagamento.jpg\" title=\"O mais f\u00e1cil para a omiss\u00e3o de governos de turno e do Estado como um todo \u00e9 culpar as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, S\u00e3o Pedro, El Ni\u00f1o e at\u00e9 as for\u00e7as sobrenaturais. As \u00e1guas f\u00e9tidas a inundar vidas de pessoas comuns e correntes t\u00eam a mesma subst\u00e2ncia da qualidade dos pol\u00edticos profissionais do Brasil. Definitivamente, a soberania cidad\u00e3 est\u00e1 muito al\u00e9m do voto indireto.   - Foto:rollemberg\" alt=\"O mais f\u00e1cil para a omiss\u00e3o de governos de turno e do Estado como um todo \u00e9 culpar as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, S\u00e3o Pedro, El Ni\u00f1o e at\u00e9 as for\u00e7as sobrenaturais. As \u00e1guas f\u00e9tidas a inundar vidas de pessoas comuns e correntes t\u00eam a mesma subst\u00e2ncia da qualidade dos pol\u00edticos profissionais do Brasil. Definitivamente, a soberania cidad\u00e3 est\u00e1 muito al\u00e9m do voto indireto.   - Foto:rollemberg\" class=\"image\"><figcaption class=\"fig-caption\">O mais f\u00e1cil para a omiss\u00e3o de governos de turno e do Estado como um todo \u00e9 culpar as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, S\u00e3o Pedro, El Ni\u00f1o e at\u00e9 as for\u00e7as sobrenaturais. As \u00e1guas f\u00e9tidas a inundar vidas de pessoas comuns e correntes t\u00eam a mesma subst\u00e2ncia da qualidade dos pol\u00edticos profissionais do Brasil. Definitivamente, a soberania cidad\u00e3 est\u00e1 muito al\u00e9m do voto indireto.  <\/figcaption><small itemprop=\"copyrightHolder\" class=\"copyright\"> Foto:rollemberg<\/small><\/figure>\n<p>11 de janeiro de 2010, da Vila Setembrina, Bruno Lima Rocha <\/p>\n<p>O editorial do jornal O Globo de 08 de janeiro de 2010 (6&ordf;) traz o t&iacute;tulo &ldquo;Causa e efeito&rdquo; (na metade de cima, p&aacute;gina 6 da edi&ccedil;&atilde;o impressa), e aborda o tema das vistas grossas de governantes em fun&ccedil;&atilde;o da ocupa&ccedil;&atilde;o de terras urbanas irregulares, nestas se incluindo as &aacute;reas de risco. O argumento n&atilde;o &eacute; de todo errado, pois est&aacute; reclamando da baixa qualidade da representa&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica no pa&iacute;s e afirmando haver um acordo t&aacute;cito &ndash; e c&iacute;nico &ndash; entre ocupantes do Executivo e os candidatos que operam nestes currais favelizados. Mesmo exagerando no conceito de favela fora do tri&acirc;ngulo de Rio-S&atilde;o Paulo &ndash; BH (pois em favela o territ&oacute;rio &eacute; parcial ou totalmente controlado por for&ccedil;as para-legais locais), a exist&ecirc;ncia do dubl&ecirc; de candidato a verean&ccedil;a ou deputado estadual e que opera como grileiro ou corretor informal &eacute; fato. Estes, segundo o editorialista de confian&ccedil;a da fam&iacute;lia Marinho, puxam votos e negociam &ldquo;suas &aacute;reas&rdquo; de porteira fechada, ou com mais de 2\/3 dos votos de l&aacute; (maioria absoluta). A rela&ccedil;&atilde;o c&iacute;nica seria com a grilagem urbana para moradia de fam&iacute;lias carentes em &aacute;reas verdes ou de risco.<\/p>\n<p>N&atilde;o h&aacute; que ser inocente e qualquer um que tenha se envolvido com luta por moradia sabe da exist&ecirc;ncia de grilagem para o pessoal de baixo poder aquisitivo. Mas, pela l&oacute;gica expressa por um dos poderes midi&aacute;ticos oficiosos do Brasil, a soma de alian&ccedil;a entre coron&eacute;is urbanos e candidatos fortes ao Executivo &eacute; o que permite a exist&ecirc;ncia e aumento da faveliza&ccedil;&atilde;o. Como era de se esperar, nada se relaciona, ao aumento de moradias irregulares, com a aloca&ccedil;&atilde;o de recursos para projetos de Resid&ecirc;ncia Popular, mas que &eacute; parcialmente bancado pelo Estado &ndash; o mesmo que o jornal acusa de praticar impostos escorchantes, o que &eacute; verdade &ndash; mas que opera como caixa do grande capital no Brasil, empreiteiras inclu&iacute;das. E, todos sabem que a f&uacute;ria fiscal &eacute; garantia de remunera&ccedil;&atilde;o do mercado de t&iacute;tulos p&uacute;bicos, para rolar a d&iacute;vida interna e satisfazer o drag&atilde;o da maldade, ou seja, o sistema banc&aacute;rio e financeiro. <\/p>\n<p>Enfim, como previsto, o jornal&atilde;o inverte o fato e n&atilde;o v&ecirc; &ndash; ou finge ao menos &ndash; que o problema &eacute; de sim, falta de bom governo &ndash; e tamb&eacute;m, aus&ecirc;ncia de planejamento urbano. E, nesse quesito, quem primeiro quebra toda e qualquer regra &eacute; a especula&ccedil;&atilde;o imobili&aacute;ria. Porto Alegre que o diga com o Pontal do Estaleiro, a transforma&ccedil;&atilde;o por eufemismo do Rio Gua&iacute;ba em Lago (para construir mais perto de suas margens) e por devaneios nada inocentes como a Arena do Gr&ecirc;mio e as Torres na Azenha (mais altas, se vierem a ser constru&iacute;das, do que o Plano Diretor permite!). Na pr&oacute;xima legislatura portoalegrense, seria mais sincero que a bancada do cimento cedesse lugar aos diretores corporativos de empreiteiras, como a Goldsztein e a Cyrela, al&eacute;m da Maiojama, BM Participa&ccedil;&otilde;es e outras do mesmo porte. Eles pr&oacute;prios, sem laranjas como as Participa&ccedil;&otilde;es Ltda de s&oacute;cios ocultos, mas nem t&atilde;o escondidos assim. Desta forma, poupar&iacute;amos latim xingando a criatura e terminando por poupar seus co-criadores. Esta desgra&ccedil;a n&atilde;o &eacute; exclusividade do Porto dos Casais e nem do Rio Grande do Eucalipto. Em todo o Brasil a soma da sanha e apetite infind&aacute;vel do monstro especulador do solo urbano, com o financiamento estatal mediante transfer&ecirc;ncia de recursos l&iacute;quidos para incorporadoras, mais a necessidade de morar pr&oacute;ximo ao centro urbano e temos o fen&ocirc;meno de aus&ecirc;ncia de dinheiro para onde precisa p&ocirc;r muito e o desvio deste para quem j&aacute; tem de sobra. <\/p>\n<p><strong>As chuvas de in&iacute;cio de ver&atilde;o e a aus&ecirc;ncia de planejamento em uma sociedade complexa <\/p>\n<p><\/strong>Muito vem sendo escrito e comentado a respeito dos temporais de in&iacute;cio de ver&atilde;o. Agora choramos pelas v&iacute;timas da pousada na linda Ilha Grande e na cidade de Angra dos Reis. Outrora lagrimas correram por deslizamentos derivados de lixo nas encostas, enchentes e destrui&ccedil;&otilde;es. A corrente de opini&atilde;o majorit&aacute;ria, fora pirotecnias e fact&oacute;ides de governantes de turno, j&aacute; entende que a aleatoriedade do clima &eacute; um fator e a irresponsabilidade dos mandat&aacute;rios do Estado &eacute; outra. A verdade caminha por vias tortuosas. <\/p>\n<p>O fato, a perda de vida e patrim&ocirc;nio decorrente de enchentes e desastres naturais classific&aacute;veis como calamidade p&uacute;blica, de t&atilde;o &ldquo;banalizado&rdquo;, tornou-se corriqueiro. Foi de triste mem&oacute;ria o ato criminoso da queda do edif&iacute;cio Palace II, por vezes caracterizado como &ldquo;trag&eacute;dia&rdquo;, o crime foi &ldquo;obra&rdquo; de deputado dubl&ecirc; de empreiteiro, o j&aacute; falecido S&eacute;rgio Naya. As fam&iacute;lias que economizaram toda uma vida em busca do sonho da casa pr&oacute;pria mereceram a solidariedade e a cobertura midi&aacute;tica. Mas, simultaneamente, centenas de outras fam&iacute;lias na mesma cidade de S&atilde;o Sebasti&atilde;o do Rio de Janeiro, viviam em abrigos p&uacute;blicos ou em casas de parentes em fun&ccedil;&atilde;o de deslizamentos e enchentes. Eram invis&iacute;veis at&eacute; serem tomadas como ponto de compara&ccedil;&atilde;o. O poder de press&atilde;o das v&iacute;timas do Palace II era mais forte do que os vitimados pelo descaso. Ou seja, no Brasil, n&atilde;o &eacute; t&atilde;o ruim levar um golpe de um pol&iacute;tico profissional do que ver-se ao l&eacute;u do limbo entre a omiss&atilde;o e a irresponsabilidade. <\/p>\n<p>Neste ano que come&ccedil;a, percebo uma diferen&ccedil;a substantiva. J&aacute; n&atilde;o se aceita a vers&atilde;o de que a &ldquo;culpa &eacute; de S&atilde;o Pedro&rdquo; ou do El Ni&ntilde;o. O problema &eacute; de fundo e ultrapassa a instantaneidade do choque de consci&ecirc;ncia. No Brasil temos milh&otilde;es de pessoas vivendo em &aacute;reas de risco, abaixo da linha de pobreza e em p&eacute;ssimas condi&ccedil;&otilde;es sanit&aacute;rias. Qualquer estudo s&eacute;rio de sa&uacute;de p&uacute;blica vai indicar as doen&ccedil;as derivadas da pobreza como definidoras do quadro geral de qualidade de vida em qualquer sociedade. O mesmo se d&aacute; no que diz respeito ao uso e ordenamento do solo urbano. A a&ccedil;&atilde;o &eacute; o desrespeito simult&acirc;neo. Uma mesma prefeitura que &ldquo;flexibilizam&rdquo; planos diretores e &ldquo;tranq&uuml;iliza&rdquo; a verean&ccedil;a com discursos de desenvolvimento, e trata as &aacute;reas de ocupa&ccedil;&atilde;o irregulares como locais de concentra&ccedil;&atilde;o de baixa criminalidade e acumula&ccedil;&atilde;o de votos de cabresto ou via assistencialismo puro. <\/p>\n<p>Entendo que no Brasil, a expans&atilde;o da constru&ccedil;&atilde;o civil e a cobertura do d&eacute;ficit de resid&ecirc;ncias deveriam passar por dois movimentos simult&acirc;neos. Um, era chamado como &ldquo;mandato Tatu&rdquo;, quando o gestor p&uacute;blico aplica em saneamento e &aacute;guas pluviais e n&atilde;o em obras vis&iacute;veis. Sem esgotamento sanit&aacute;rio e tratamento de &aacute;guas para sua re-utiliza&ccedil;&atilde;o n&atilde;o h&aacute; sustentabilidade alguma. Outro movimento passa pelo aproveitamento de edif&iacute;cios j&aacute; existentes, ocupa&ccedil;&atilde;o de im&oacute;veis vazios e o ordenamento urbanos em &aacute;reas de favelas ou irregulares. Enfim, que houvesse um m&iacute;nimo de racionalidade econ&ocirc;mica dos recursos gerais da na&ccedil;&atilde;o, reaproveitando o j&aacute; existente, criando a estrutura de suporte para aumentar a constru&ccedil;&atilde;o civil e gerando as condi&ccedil;&otilde;es para o exerc&iacute;cio dos direitos b&aacute;sicos de cidad&atilde;os favelizados. Como tamb&eacute;m &eacute; o costume nacional, muito do que afirmo acima j&aacute; consta no Estatuto das Cidades, que contempla o esp&iacute;rito da condi&ccedil;&atilde;o humana, eixo da Constitui&ccedil;&atilde;o de 1988. S&oacute; falta avisar aos mandat&aacute;rios de governos e os agentes econ&ocirc;micos do oligop&oacute;lio dos materiais de constru&ccedil;&atilde;o (como no cimento) e das empreiteiras. <\/p>\n<p><strong>A criminosa omiss&atilde;o de governo <br \/>\n<\/strong><br \/>\nO ordenamento direto do solo urbano e dos espa&ccedil;os geogr&aacute;ficos de grandes concentra&ccedil;&otilde;es populacionais em &aacute;reas irregulares &eacute; dever do n&iacute;vel de governo municipal. Entra ano e sai ano, come&ccedil;am e terminam mandatos e o problema central n&atilde;o &eacute; abordado. Favela, vila, mocambo, palafita, baixada e outras denomina&ccedil;&otilde;es regionais para moradia em m&aacute; condi&ccedil;&atilde;o n&atilde;o deveria ser paisagem! Ao ser vista como tal, o que &eacute; um crime de Estado &ndash; por omiss&atilde;o em d&eacute;cadas consecutivas &ndash; torna-se algo &ldquo;pitoresco&rdquo;. <\/p>\n<p>Reconhe&ccedil;o ser imposs&iacute;vel promover a regulariza&ccedil;&atilde;o fundi&aacute;ria das &aacute;reas irregulares, com t&iacute;tulo de posse, saneamento, abertura de ruas e vias p&uacute;blicas e presen&ccedil;a do Estado com o conjunto de servi&ccedil;os em um per&iacute;odo de quatro anos. Mas, o zoneamento, a localiza&ccedil;&atilde;o das &aacute;reas de risco e a decis&atilde;o pol&iacute;tica de impedir a expans&atilde;o de casas onde o ato de construir pode implicar na morte desses moradores, isto sim &eacute; algo poss&iacute;vel. E, &eacute; perfeitamente poss&iacute;vel interromper qualquer tentativa de &ldquo;flexibilizar&rdquo; leis ambientais, em especial naquilo que implicar expandir a especula&ccedil;&atilde;o imobili&aacute;ria com deterioro de &aacute;reas verdes. <\/p>\n<p>A contraparte &eacute; o absurdo em nome do progresso de poucos em nome de todos. N&atilde;o &eacute; argumento v&aacute;lido contrapor o suposto desenvolvimento econ&ocirc;mico &agrave; &ldquo;flexibiliza&ccedil;&atilde;o&rdquo; de leis ambientais. A legisla&ccedil;&atilde;o brasileira de meio ambiente &eacute; excelente, e serve com um freio da especula&ccedil;&atilde;o imobili&aacute;ria e ao apetite voraz de obras fara&ocirc;nicas, executadas por cons&oacute;rcios privados e quase sempre financiadas com o dinheiro do contribuinte depositado no BNDES ou na Caixa Econ&ocirc;mica Federal (e no caso da Prov&iacute;ncia de S&atilde;o Pedro, no Banrisul). No caso das cidades, a omiss&atilde;o hist&oacute;rica em Angra dos Reis (para triste exemplo ilustrativo) &eacute; a materializa&ccedil;&atilde;o do conceito de que a atividade-fim da maioria dos governos de turno &eacute; permanecer ocupando uma parcela de poder ou expandindo seu controle sobre or&ccedil;amentos e cargos. A atividade-meio &eacute; o ato de negociar com as for&ccedil;as sociais, respeitando as rela&ccedil;&otilde;es assim&eacute;tricas, atendendo primeiramente aos agentes econ&ocirc;micos em geral e os investidores de suas pr&oacute;prias candidaturas em particular. <\/p>\n<p>A publicidade de governo cria um clima de euforia anunciando milh&otilde;es de metros c&uacute;bicos de concreto sendo erguidos quando dever&iacute;amos comemorar canos de esgoto e &aacute;guas tratadas. O dinheiro vai para as empreiteiras enquanto o lixo segue para aterro (com pouca reciclagem) e os coliformes v&atilde;o para os espelhos d&rsquo;&aacute;guas e suas margens. Pela l&oacute;gica racional &#8211; ou a falta desta em fun&ccedil;&atilde;o da cultura de prebendas, clientelas e patrimonialismo &#8211; a planifica&ccedil;&atilde;o das cidades, prevendo sua expans&atilde;o, vem primeiro. Crescer a malha urbana implica em metr&ocirc;, trem de superf&iacute;cie (urbano e metropolitano) e condi&ccedil;&otilde;es de vida e sustentabilidade do ar e da &aacute;gua. Isto vem concomitante a id&eacute;ia-guia que regular o solo urbano implica em criar redes de esgotos e tratamento de &aacute;guas. <\/p>\n<p>Aqui se faz o contr&aacute;rio e todo ano morrem brasileiros em fun&ccedil;&atilde;o do descaso e da criminosa omiss&atilde;o de governo. At&eacute; quando?! <\/p>\n<p>\n<a href=\"http:\/\/www.ihu.unisinos.br\/index.php?option=com_noticias&amp;Itemid=18&amp;task=detalhe&amp;id=28754\">Este artigo foi originalmente publicado no portal do Instituto Humanitas Unisinos (IHU) <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O mais f\u00e1cil para a omiss\u00e3o de governos de turno e do Estado como um todo \u00e9 culpar as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, S\u00e3o Pedro, El Ni\u00f1o e at\u00e9 as for\u00e7as sobrenaturais. As \u00e1guas f\u00e9tidas a inundar vidas de pessoas comuns e correntes t\u00eam a mesma subst\u00e2ncia da qualidade dos pol\u00edticos profissionais do Brasil. 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