{"id":10506,"date":"2010-11-01T00:54:15","date_gmt":"2010-11-01T00:54:15","guid":{"rendered":"http:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/?p=1329"},"modified":"2010-11-01T00:54:15","modified_gmt":"2010-11-01T00:54:15","slug":"reflexoes-imediatas-apos-a-vitoria-de-dilma-rousseff-uma-critica-pela-esquerda-mais-a-esquerda","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/?p=10506","title":{"rendered":"Reflex\u00f5es imediatas ap\u00f3s a vit\u00f3ria de Dilma Rousseff: uma cr\u00edtica pela esquerda mais \u00e0 esquerda"},"content":{"rendered":"<figure class=\"image-container image-post-defautl\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/dilma_meirelles.jpg\" title=\"A economista e ex-guerrilheira do COLINA e da VAR-Palmares governar\u00e1 sobre o terreno da pol\u00edtica econ\u00f4mica assentada pela firme caneta de Mr. Meirelles, homem da banca internacional. N\u00e3o por acaso o tema do endividamento p\u00fablico ficou fora da campanha, uma vez que era pauta consensual com o tucanato-udenista. Freios de agentes de veto como este(s), em nome dos banqueiros, dominar\u00e3o a agenda pol\u00edtica do novo mandato de melhorismo, uma centro-esquerda n\u00e3o classista.   - Foto:pensandovoce \" alt=\"A economista e ex-guerrilheira do COLINA e da VAR-Palmares governar\u00e1 sobre o terreno da pol\u00edtica econ\u00f4mica assentada pela firme caneta de Mr. Meirelles, homem da banca internacional. N\u00e3o por acaso o tema do endividamento p\u00fablico ficou fora da campanha, uma vez que era pauta consensual com o tucanato-udenista. Freios de agentes de veto como este(s), em nome dos banqueiros, dominar\u00e3o a agenda pol\u00edtica do novo mandato de melhorismo, uma centro-esquerda n\u00e3o classista.   - Foto:pensandovoce \" class=\"image\"><figcaption class=\"fig-caption\">A economista e ex-guerrilheira do COLINA e da VAR-Palmares governar\u00e1 sobre o terreno da pol\u00edtica econ\u00f4mica assentada pela firme caneta de Mr. Meirelles, homem da banca internacional. N\u00e3o por acaso o tema do endividamento p\u00fablico ficou fora da campanha, uma vez que era pauta consensual com o tucanato-udenista. Freios de agentes de veto como este(s), em nome dos banqueiros, dominar\u00e3o a agenda pol\u00edtica do novo mandato de melhorismo, uma centro-esquerda n\u00e3o classista.  <\/figcaption><small itemprop=\"copyrightHolder\" class=\"copyright\"> Foto:pensandovoce <\/small><\/figure>\n<p>01 de novembro de 2010, da Vila Setembrina do Continente de S&atilde;o Sep&eacute;, <em>Bruno Lima Rocha <\/p>\n<p><\/em>No momento em que escrevo estas palavras, a economista Dilma Rousseff (PT) acaba de ser eleita como primeira mulher presidente do Brasil. A derrota da dobradinha &ldquo;cl&aacute;ssica&rdquo; PSDB-DEM, Jos&eacute; Serra e &Iacute;ndio da Costa, demonstra um novo arranjo pol&iacute;tico e de parcelas do poder no Brasil. Mas, a elei&ccedil;&atilde;o da ex-ministra em chefe da Casa Civil n&atilde;o significa necessariamente um avan&ccedil;o por esquerda, longe disso. A coliga&ccedil;&atilde;o de dez legendas, tendo ao deputado federal pelo PMDB quercista de S&atilde;o Paulo Michel Temer como vice, representa por si s&oacute; a ampla margem de negocia&ccedil;&atilde;o e desist&ecirc;ncia de perspectivas hist&oacute;ricas do reformismo radical dos anos &rsquo;80. E agora?<\/p>\n<p><strong>Para al&eacute;m do &oacute;bvio, analisando a vitoriosa composi&ccedil;&atilde;o de alian&ccedil;a pol&iacute;tica e de classes. <\/p>\n<p><\/strong>O pensamento socializante brasileiro tem algumas constata&ccedil;&otilde;es relevantes, para as quais aporto meu gr&atilde;o de areia nesta reflex&atilde;o. Temos duas novidades neste pleito, duas dentre v&aacute;rias. Elegeu-se uma ex-guerrilheira e mulher (estando separada em sua vida conjugal) para chefiar o Poder Executivo da 5&ordf; economia do mundo e o pa&iacute;s l&iacute;der latino-americano do G-20. N&atilde;o &eacute; coisa de pouca monta. Ou n&atilde;o seria. Esta mesma operadora pol&iacute;tica, com grande capacidade de execu&ccedil;&atilde;o de agenda, viu-se obrigada (ou se obrigou dado o volume de compromissos) a abandonar temas de convic&ccedil;&atilde;o consensual no que resta das esquerdas com perfil militante no Brasil. Em termos de reivindica&ccedil;&atilde;o imediata, o 3&ordm; Programa Nacional de Direitos Humanos, pe&ccedil;a esta que Lula n&atilde;o assinara, tra&ccedil;aria um senso comum daqueles que entendem &ndash; ainda que por dentro do aparelho de Estado &#8211; como prioridade a divis&atilde;o de recursos e de poder. Pois bem, esta mesma pe&ccedil;a consensual e imediata, foi refutada, negada, afastada, retirada de pauta, por parte da candidata. Na ponta do problema, o tema do aborto, entrando pela porta dos fundos atrav&eacute;s dos fact&oacute;ides pol&iacute;ticos e dos poderes de veto do obscurantismo nacional. <\/p>\n<p>N&atilde;o ficou por a&iacute;. A alian&ccedil;a da legenda de Luiz In&aacute;cio teve a &ldquo;sabedoria&rdquo; eleitoral de costurar com aqueles que serviram, em sua pr&oacute;pria inicia&ccedil;&atilde;o da vida pol&iacute;tica, de objeto de &oacute;dio na figura do inimigo vis&iacute;vel. Sei que &eacute; chato, mas &eacute; inevit&aacute;vel lembrar o apoio dos oligarcas como Sarney, Juc&aacute;, Calheiros, Geddel &amp; Cia ou o refor&ccedil;o de opini&atilde;o de operadores pr&oacute;-ditadura como o ex-ministro Delfim Netto ou o ex-reitor da Universidade Mackenzie do CCC, Cl&aacute;udio Lembo; de agentes econ&ocirc;micos como os l&iacute;deres do mercado financeiro, materializado nos bancos (FEBRABAN), na ind&uacute;stria automobil&iacute;stica (ANFAVEA), das transnacionais e mega-conglomerados nacionais de telecomunica&ccedil;&otilde;es (SINDITELEBRASIL) capitaneados no Brasil pela Telef&ocirc;nica de Espanha e na fus&atilde;o absurda que dera na BROi e ap&oacute;s na compra de uma parte da nova super-empresa por parte da Portugal Telecom (PT). N&atilde;o parou por a&iacute;. <\/p>\n<p>Na m&iacute;dia, frente de batalha priorit&aacute;ria no embate pol&iacute;tico-eleitoral, abriu-se uma cunha entre os l&iacute;deres do oligop&oacute;lio nacional das comunica&ccedil;&otilde;es. Se por um lado as fam&iacute;lias, Marinho (Globo), Mesquita (Estado de SP), Frias (Folha de SP) e Civita (Abril-Naspers), de outro, grupos do porte da Rede Record, do portal Terra (Telef&ocirc;nica de Espanha), da estirpe da Carta Capital, no alinhamento recente do Grupo Tr&ecirc;s (Alzogaray, cujo ve&iacute;culo l&iacute;der &eacute; a revista Isto&eacute;) e na posi&ccedil;&atilde;o rachada do empresariado dos radiofusores entre a ABERT (liderada pela Globo), e a ABRA (liderada pela Rede Bandeirantes, da fam&iacute;lia Saad). Ressalto este aspecto, pois a luta pol&iacute;tica migrara para o espa&ccedil;o midi&aacute;tico (que de p&uacute;blico pouco ou nada tem) e a coliga&ccedil;&atilde;o governista sabiamente (espertamente, pragmaticamente) optou pela solu&ccedil;&atilde;o Get&uacute;lio Vargas encontrando o seu &ndash; no caso, os seus &ndash; Samuel Weiner. Poder&iacute;amos seguir narrando as composi&ccedil;&otilde;es com agentes econ&ocirc;micos l&iacute;deres dos respectivos oligop&oacute;lios do capitalismo operando e existente no Brasil, mas basta com ressaltar o perfil agro-exportador do Brasil e a rela&ccedil;&atilde;o mais que prom&iacute;scua entre o Minist&eacute;rio da Agricultura e o latif&uacute;ndio. <\/p>\n<p><strong>Para al&eacute;m do sectarismo, porque estamos piores organizados? <\/p>\n<p><\/strong>O que me assusta &eacute; o lado de c&aacute; do balc&atilde;o. Lula deixa o poder conseguindo uma proeza paradoxal. Seria leviano dizer que os brasileiros e brasileiras vivem em condi&ccedil;&otilde;es piores do que a oito anos atr&aacute;s. N&atilde;o seria correto. Ao mesmo tempo, seria t&atilde;o ou mais leviano afirmar que as for&ccedil;as sociais, muitas delas ainda tribut&aacute;rias do mesmo processo de reivindica&ccedil;&otilde;es e protagonismo de luta popular dos anos &rsquo;80, a mesma matriz do PT e seu l&iacute;der hist&oacute;rico, est&atilde;o mais organizadas. Nossas entidades e movimentos populares est&atilde;o piores organizados, mobilizam menos, milita-se menos, h&aacute; um distanciamento muito maior entre dirigentes e bases, n&atilde;o t&ecirc;m uma entidade que seja transversal para os movimentos (como uma central ou confedera&ccedil;&atilde;o sindical mais &agrave; esquerda e livre das pr&aacute;ticas do viciado aparelhismo e disputa sect&aacute;ria de correntes) e o pr&oacute;prio MST perde sua capacidade de lideran&ccedil;a da luta popular uma vez que se esvai em posi&ccedil;&otilde;es t&ecirc;nues, abrandadas, e terminando por ir a reboque da Uni&atilde;o e do melhorismo. Para quem julga ser isto exagero deste analista, sugiro que leiam os embates na interna do jornal Brasil de Fato ou simplesmente converse entre a milit&acirc;ncia detentora de algum n&iacute;vel de responsabilidade. <\/p>\n<p>Eleitoralmente, e esta n&atilde;o &eacute; a op&ccedil;&atilde;o militante deste que escreve, os &iacute;ndices foram p&iacute;fios. PSOL, PSTU, PCO e PCB n&atilde;o s&atilde;o a mesma coisa, tem diferen&ccedil;as de origens pol&iacute;ticas (ressaltando-se este &uacute;ltimo) e tampouco representam alguma forma de consenso da esquerda que ainda cr&ecirc; na via eleitoral. Seus resultados sequer passam de 1% das inten&ccedil;&otilde;es de voto e o escrut&iacute;nio n&atilde;o veio acompanhado de um avan&ccedil;ar de lutas sociais a ser galvanizada atrav&eacute;s da participa&ccedil;&atilde;o nas regras da democracia de tipo liberal e representativo. &Eacute; dif&iacute;cil crescer eleitoralmente em conjunturas de pouca ou nenhuma mobiliza&ccedil;&atilde;o e onde a tens&atilde;o social est&aacute; ausente da pol&iacute;tica. <\/p>\n<p>J&aacute; da parte das organiza&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas que n&atilde;o optam pela via eleitoral por dentro do sistema &ndash; sendo esta a op&ccedil;&atilde;o deste analista &#8211; o que se v&ecirc; &eacute; uma grande chance de crescimento qualitativo, desde que seja expl&iacute;cito um projeto pol&iacute;tico para o curt&iacute;ssimo e curto prazos (2 e 4 anos, respectivamente). Ser&aacute; necess&aacute;ria uma maturidade de outro tipo, quando as minorias ativas t&ecirc;m de compreender que a sensa&ccedil;&atilde;o popular &eacute; que suas vidas melhoraram, e ao mesmo tempo, os projetos de poder de transforma&ccedil;&atilde;o profunda est&atilde;o mais distantes do que estavam no final dos anos &lsquo;80 e, como um todo, o movimento popular brasileiro est&aacute; muito mais confuso do que estava na segunda metade dos anos &rsquo;90, em pleno auge do neoliberalismo e da Era FHC. <\/p>\n<p>Trata-se de um paradoxo de dif&iacute;cil compreens&atilde;o para quem tem pressa &ndash; e &eacute; dif&iacute;cil fazer pol&iacute;tica apressadamente. De um lado a massifica&ccedil;&atilde;o reivindicativa se complica, uma vez que a sociedade como um todo (incluindo os setores de classe tradicionalmente organizados) est&aacute; mais desorganizada, fragmentada e dispersa. De outro, o romper com as pr&aacute;ticas viciadas e o manifestar de uma cultura pol&iacute;tica distinta pode e vem atraindo significativamente militantes com trajet&oacute;ria ilibada e que n&atilde;o concordam com as vias do legalismo-reformista (como a ilus&atilde;o de fazer pol&iacute;tica radical atrav&eacute;s do Judici&aacute;rio e do Minist&eacute;rio P&uacute;blico) e menos ainda com o compartilhamento de postos de poder tanto com inimigos hist&oacute;ricos (como a leva de Arenistas presentes nos oito anos de Lula) e menos ainda com o espa&ccedil;o enorme dado e garantido a setores pelegos oriundos do sistema corporativo (como a For&ccedil;a Sindical, a CGTB e a recalcitrante UGT). O racha sindical que leva a construir a CTB &eacute; declaradamente uma peleia por recursos derivados da legaliza&ccedil;&atilde;o das centrais sindicais e reflete tamb&eacute;m uma aproxima&ccedil;&atilde;o &ndash; em fun&ccedil;&atilde;o de clivagem eleitoral &ndash; de PC do B e PSB. Romper com estas pr&aacute;ticas &eacute; algo muito fact&iacute;vel. A luta sindical abre um oceano de perspectivas de crescimento com qualidade da milit&acirc;ncia recrutada e &eacute; poss&iacute;vel fazer desta uma via que d&ecirc; oxig&ecirc;nio para as agrupa&ccedil;&otilde;es mais &agrave; esquerda e programaticamente distantes das urnas. <\/p>\n<p><strong>Apontando conclus&otilde;es <\/p>\n<p><\/strong>&Eacute; duro admitir que a guerrilheira que caiu de p&eacute; e n&atilde;o cantou sob tortura, resistindo com dignidade aos supl&iacute;cios da Opera&ccedil;&atilde;o Bandeirantes e da estrutura do DOI-CODI do II Ex&eacute;rcito em S&atilde;o Paulo n&atilde;o representa sequer um projeto reformista. &Eacute; mais duro ainda admitir que esta mesma pessoa, uma mulher, representa de por si uma quebra de paradigma. E, por fim, o mais duro de tudo &eacute; perceber a forma como se governou nos &uacute;ltimos oito anos e quanto esta pr&aacute;tica pol&iacute;tica est&aacute; distante da tens&atilde;o social necess&aacute;ria para aumentar os n&iacute;veis de organiza&ccedil;&atilde;o popular para poder, de fato, acumular for&ccedil;as rumo a um c&acirc;mbio profundo. Lula tem mais de 80% de aprova&ccedil;&atilde;o &eacute; isto n&atilde;o implica (e nem poderia implicar) uma guinada &agrave; esquerda do povo brasileiro. Repito, &eacute; hora de refletir e buscar a consist&ecirc;ncia atrav&eacute;s de um crescimento qualitativo, rompendo com a cultura pol&iacute;tica viciada e dirigista. <\/p>\n<p>Entender este momento e fazer pol&iacute;tica para ele &eacute; uma atitude construtiva. &Eacute; diferente de afirmar que o melhorismo da coliga&ccedil;&atilde;o de centro-esquerda &eacute; id&ecirc;ntico da histeria de tipo udenista da coliga&ccedil;&atilde;o de centro-direita. Afirmar isso seria leviano e absurdo. Os projetos que chegaram ao segundo turno n&atilde;o s&atilde;o id&ecirc;nticos, e mesmo que atrav&eacute;s de Dilma as pol&iacute;ticas sociais permane&ccedil;am, &eacute; preciso ter a firmeza e a maturidade para assumir que h&aacute; governos de turno que melhoram a vida das maiorias e n&atilde;o constroem projetos de poder para estas mesmas maiorias serem donas de seus destinos. Este &eacute; o caso brasileiro e continuar&aacute; sendo nos pr&oacute;ximos quatro anos. <\/p>\n<p>Se o objetivo determina o m&eacute;todo segundo as condicionalidades, os sessenta dias restantes do ano servem para gerar a reflex&atilde;o necess&aacute;ria a respeito das condi&ccedil;&otilde;es de exist&ecirc;ncia e expans&atilde;o da proposta que visa organizar desde abaixo, acumulando for&ccedil;as &ndash; atrav&eacute;s da luta popular em sua forma direta &#8211; no sentido da radicaliza&ccedil;&atilde;o da democracia atrav&eacute;s de sua forma direta e participativa, socializando recursos e poder entre as maiorias. Fazer oposi&ccedil;&atilde;o por esquerda n&atilde;o &eacute; tarefa f&aacute;cil. H&aacute; muito trabalho pela frente.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A economista e ex-guerrilheira do COLINA e da VAR-Palmares governar\u00e1 sobre o terreno da pol\u00edtica econ\u00f4mica assentada pela firme caneta de Mr. Meirelles, homem da banca internacional. N\u00e3o por acaso o tema do endividamento p\u00fablico ficou fora da campanha, uma vez que era pauta consensual com o tucanato-udenista. 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