{"id":10518,"date":"2011-04-26T21:44:27","date_gmt":"2011-04-26T21:44:27","guid":{"rendered":"http:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/?p=1429"},"modified":"2011-04-26T21:44:27","modified_gmt":"2011-04-26T21:44:27","slug":"coluna-alem-das-quatro-linhas-semana-de-25-abril-de-2011","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/?p=10518","title":{"rendered":"Coluna Al\u00e9m das Quatro linhas \u2013 Semana de 25 abril de 2011"},"content":{"rendered":"<figure class=\"image-container image-post-defautl\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/tn_627_600_flu.jpg\" title=\"A batalha de Buenos Aires teve todas as caracter\u00edsticas de uma Libertadores, incluindo a baixaria na cancha do El Semillero. O est\u00e1dio Diego Armando Maradona foi palco de um baita jogo de futebol e de mais uma demonstra\u00e7\u00e3o de falta de esp\u00edrito esportivo reinante na mentalidade boleira portenha. Que pena.  - Foto:jornaldelondrina\" alt=\"A batalha de Buenos Aires teve todas as caracter\u00edsticas de uma Libertadores, incluindo a baixaria na cancha do El Semillero. O est\u00e1dio Diego Armando Maradona foi palco de um baita jogo de futebol e de mais uma demonstra\u00e7\u00e3o de falta de esp\u00edrito esportivo reinante na mentalidade boleira portenha. Que pena.  - Foto:jornaldelondrina\" class=\"image\"><figcaption class=\"fig-caption\">A batalha de Buenos Aires teve todas as caracter\u00edsticas de uma Libertadores, incluindo a baixaria na cancha do El Semillero. O est\u00e1dio Diego Armando Maradona foi palco de um baita jogo de futebol e de mais uma demonstra\u00e7\u00e3o de falta de esp\u00edrito esportivo reinante na mentalidade boleira portenha. Que pena. <\/figcaption><small itemprop=\"copyrightHolder\" class=\"copyright\"> Foto:jornaldelondrina<\/small><\/figure>\n<p><em>Dijair Brilhantes &amp; Bruno Lima Rocha <\/p>\n<p><\/em><br \/>\n<strong>9nine e WPP <\/p>\n<p><\/strong>Este n&atilde;o d&aacute; ponto sem n&oacute;! Ou ent&atilde;o, como diz o povo da velha guarda, &ldquo;esse d&aacute; n&oacute; em pingo de &eacute;ter!&rdquo; &Eacute; o que podemos usar para definir a nova carreira promissora do agora empres&aacute;rio Ronaldo Naz&aacute;rio de Lima. Antes mesmo de anunciar sua aposentadoria dos campos de futebol (fato ocorrido meteoricamente no inicio deste ano) o R-9 j&aacute; havia planejado tudo. No final de 2010 o fen&ocirc;meno criou a 9ine em parceria com a WPP (uma das maiores empresas de marketing do mundo). Atualmente no Brasil, gerencia a carreira de atletas como Anderson Silva (MMA, &uacute;nico campe&atilde;o invicto do UFC), Falc&atilde;o (futsal), e, como muito se especulou entre jornalistas do ramo, o &ldquo;Fen&ocirc;meno&rdquo; estaria em negocia&ccedil;&atilde;o com o meio de campo Paulo Henrique Ganso, do Santos (sabe-se l&aacute; at&eacute; quando&#8230;.).<\/p>\n<p>Com Anderson Silva, veio uma amostra dos primeiros resultados. A 9nine conseguiu com a marca Bozzano um patroc&iacute;nio para a luta contra o tamb&eacute;m brasileiro V&iacute;tor Belfort de aproximadamente R$ 170 mil reais. Trata-se de quantia consider&aacute;vel por dois fatores. Primeiro, o contrato da luta &eacute; assinado de tr&ecirc;s a quatro meses antes do evento, e at&eacute; o momento de subir no oct&oacute;gono, s&oacute; &eacute; poss&iacute;vel vender a expectativa do confronto. Outro fator &eacute; a paix&atilde;o do brasileiro por televis&atilde;o e o acompanhamento de grandes espet&aacute;culos esportivos. Com o evento de MMA &eacute; ao contr&aacute;rio, pois o UFC n&atilde;o passa ao vivo em TV aberta no Brasil e nem em canais por assinatura, apenas no pay per view! Impressiona o talento de Ronaldo para conseguir recursos e associar novos valores &agrave; sua marca pessoal e agora empresarial. O lance parece mais uma jogada fenomenal do ex-atacante corintiano, para deleite do esporte neg&oacute;cio e adjac&ecirc;ncias. Este que tanto dinheiro ganhou nos campos, ruma para um caminho muito parecido fora dele. Trata-se de um g&ecirc;nio, basta o leitor julgar se do bem ou do mal. <\/p>\n<p>\n<strong>Sempre vale tentar<\/p>\n<p><\/strong>A Copa &ldquo;Santander&rdquo; Libertadores 2011 (obs: perdoem-nos a chatice, mas d&aacute; um &oacute;dio ver o torneio do Continente recebendo a marca de um banco, ah isso d&aacute;!), parecia perdida para o Fluminense. Ap&oacute;s Muricy Ramalho ter abandonado o atual campe&atilde;o brasileiro na lanterna do grupo 3, o clube das Laranjeiras foi buscar um t&eacute;cnico interino para assumir o comando da equipe. A aposta deu certo. &Eacute;derson Moreira, v&iacute;tima da reestrutura&ccedil;&atilde;o gerencial de Aod Cunha, foi demitido do Internacional &ldquo;B&rdquo; de Porto Alegre. Seguindo a sina dos interinos, Moreira foi para o tricolor carioca no tipo contrata&ccedil;&atilde;o &ldquo;tapa buraco&rdquo;. A miss&atilde;o era treinar o p&oacute; de arroz at&eacute; a chegada do renomado Abel Braga, que ocorrer&aacute; somente em maio, j&aacute; para a disputa do Brasileir&atilde;o 2011. Mas &Eacute;derson surpreendeu, foi &agrave; Argentina e venceu o Argentinos Juniors por dois gols de diferen&ccedil;a e classificando o Flu para as oitavas de final do torneio mais cobi&ccedil;ado da Am&eacute;rica do Sul. <\/p>\n<p>Essa vit&oacute;ria quebra alguns mitos e refor&ccedil;a outros. O grande time do Fluminense necessita realmente de um t&eacute;cnico de renome? O clube p&oacute; de arroz bem que poderia investir em &Eacute;derson Moreira, e largar essa dan&ccedil;a das cadeiras a girar sempre em torno dos mesmos nomes. &Eacute; s&iacute;ndrome da mesmice nas contrata&ccedil;&otilde;es ou os nomes no topo da lista para &ldquo;professor&rdquo; de boleiro tamb&eacute;m carregam consigo alguns nomezinhos para levar ao sald&atilde;o de balan&ccedil;o de final de meia temporada a cada troca de comando? Ser&aacute; por isso o motivo dos clubes grandes, e seus respectivos investidores, terminarem por de fato proibir o surgimento de um novo nome? Na mentalidade da cartolagem agora com jarg&atilde;o de gerente de banco, somente altos sal&aacute;rios parecem comprovar talento aos clubes. Se em campo surgem jovens talentos, porque fora das quatro linhas n&atilde;o apostar em um jovem t&eacute;cnico?<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"mailto:dijairalemdasquatrolinhas@gmail.com\">Dijair Brilhantes<\/a> &eacute; estudante de jornalismo &amp; <a href=\"mailto:bruno.estrategiaeanalise@gmail.com\">Bruno Lima Rocha<\/a> &eacute; editor do portal <a href=\"http:\/\/www.estrategiaeanalise.com.br\">Estrat&eacute;gia &amp; An&aacute;lise <br \/>\n<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A batalha de Buenos Aires teve todas as caracter\u00edsticas de uma Libertadores, incluindo a baixaria na cancha do El Semillero. O est\u00e1dio Diego Armando Maradona foi palco de um baita jogo de futebol e de mais uma demonstra\u00e7\u00e3o de falta de esp\u00edrito esportivo reinante na mentalidade boleira portenha. Que pena. 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