{"id":10542,"date":"2011-08-23T22:27:41","date_gmt":"2011-08-23T22:27:41","guid":{"rendered":"http:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/?p=1501"},"modified":"2011-08-23T22:27:41","modified_gmt":"2011-08-23T22:27:41","slug":"coluna-alem-das-quatro-linhas-semana-de-22-de-agosto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/?p=10542","title":{"rendered":"Coluna Al\u00e9m das Quatro Linhas \u2013 Semana de 22 de agosto"},"content":{"rendered":"<figure class=\"image-container image-post-defautl\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/ws.espn.com.br.jpg\" title=\"Uma cultura pol\u00edtica se expressa pelo coletivo. Destacados jogadores dos principais clubes da Liga do Estado Espanhol se organizam na AFE em contra o atraso e o calote no pagamento dos sal\u00e1rios dos boleiros de clubes menores.  - Foto:espn.br\" alt=\"Uma cultura pol\u00edtica se expressa pelo coletivo. Destacados jogadores dos principais clubes da Liga do Estado Espanhol se organizam na AFE em contra o atraso e o calote no pagamento dos sal\u00e1rios dos boleiros de clubes menores.  - Foto:espn.br\" class=\"image\"><figcaption class=\"fig-caption\">Uma cultura pol\u00edtica se expressa pelo coletivo. Destacados jogadores dos principais clubes da Liga do Estado Espanhol se organizam na AFE em contra o atraso e o calote no pagamento dos sal\u00e1rios dos boleiros de clubes menores. <\/figcaption><small itemprop=\"copyrightHolder\" class=\"copyright\"> Foto:espn.br<\/small><\/figure>\n<p>Anderson Santos e Bruno Lima Rocha<\/p>\n<p><strong>Crise nas quatro linhas: do locaute por divis&atilde;o de lucros &agrave; greve por sal&aacute;rios atrasados<\/strong><\/p>\n<p>La Liga, o Campeonato Espanhol da Primeira Divis&atilde;o, tinha in&iacute;cio da temporada 2011\/2012 marcado para o &uacute;ltimo final de semana, mas greve por garantias de pagamento de sal&aacute;rios nos clubes menores, liderada pela associa&ccedil;&atilde;o dos jogadores profissionais j&aacute; paralisou a primeira rodada e tudo indica que a segunda seguir&aacute; o mesmo caminho.<\/p>\n<p>Quando se pensa em futebol hoje vem logo &agrave; cabe&ccedil;a jogadores como Messi, Xavi, Iniesta, Pedro, Davi Villa, Piqu&eacute;t e, v&aacute; l&aacute;, Cristiano Ronaldo, &Ouml;zil, Di Mar&iacute;a&#8230; Independente da nacionalidade de origem, os melhores jogadores da atualidade jogam no Real Madrid ou no Barcelona, sendo este &uacute;ltimo, tanto pelo esquema t&aacute;tico como pelo elenco, &eacute; o lugar dos sonhos de qualquer treinador do mundo.<\/p>\n<p>Al&eacute;m deles, a Espanha finalmente conseguiu quebrar o tabu de sempre chegar favorita nos torneios de sele&ccedil;&atilde;o mundiais e fracassar no meio do caminho. Nos &uacute;ltimos anos, vieram os t&iacute;tulos europeus das categorias sub-19 e sub-21, a Eurocopa de 2008 (tarimbando a base para La Furia, agora rebatizada de La Roja) e, o principal, a Copa do Mundo do ano passado. O pa&iacute;s se consolidou como o principal centro de se jogar futebol no planeta, ultrapassando pra&ccedil;as como It&aacute;lia, Inglaterra, Argentina e Brasil.<\/p>\n<p>Parece que as luzes n&atilde;o cansam de projetar os boleiros e cartolas do Estado Espanhol. Agora, tamb&eacute;m vira o centro de uma negocia&ccedil;&atilde;o pouco vista na hist&oacute;ria do futebol mundial. A Associa&ccedil;&atilde;o dos Futebolistas Espanh&oacute;is (AFE) anunciou uma greve dos jogadores durante as duas primeiras rodadas de La Liga, o Campeonato Espanhol de futebol. Ap&oacute;s dois meses de negocia&ccedil;&atilde;o com a Liga Nacional de Futebol Profissional (LFP), que representa a uni&atilde;o dos clubes espanh&oacute;is &ndash; um Clube dos 13, s&oacute; que completamente aut&ocirc;nomo &ndash;, nada foi resolvido.<\/p>\n<p>A primeira rodada da &ldquo;Mejor Liga del Mundo&rdquo; j&aacute; foi e a segunda caminha na mesma dire&ccedil;&atilde;o. Assim, a tabela pode ser esticada a tal ponto que a final da Copa do Rei deve acontecer antes do &uacute;ltimo cl&aacute;ssico entre Real e Barcelona pelo Espanhol, e a final da Liga dos Campe&otilde;es dever&aacute; ocorrer antes do final do torneio local.<\/p>\n<p>Impressiona ver a capacidade de mobiliza&ccedil;&atilde;o da AFE, gerando algum grau de solidariedade entre os trabalhadores da bola, categoria esta cujas diferen&ccedil;as salariais s&atilde;o absurdas.<\/p>\n<p><strong>OS PROBLEMAS<\/strong><\/p>\n<p>No Brasil, as brigas sobre os direitos de transmiss&atilde;o do Brasileir&atilde;o levaram a um aumento da diferen&ccedil;a entre os dois clubes de maior torcida do pa&iacute;s, Flamengo e Corinthians, e os demais. O que pode gerar, num futuro pr&oacute;ximo, uma diferen&ccedil;a da qualidade dos elencos destes clubes frente os seus concorrentes. Ou seja, o equilibrado futebol nacional poderia virar o futebol espanhol, em que Real Madrid e Barcelona recebem mais das transmiss&otilde;es de seus jogos e t&ecirc;m todos os benef&iacute;cios poss&iacute;veis para manter os melhores e mais caros esquadr&otilde;es do planeta. &Eacute; a l&oacute;gica do oligop&oacute;lio como classe de mercado &ndash; neste caso um duop&oacute;lio com outro oligop&oacute;lio menor a disputar vagas de entrantes n&atilde;o fixos &ndash; onde quem mais tem segue concentrando poder e recursos para manter a dist&acirc;ncia &ndash; e se poss&iacute;vel aument&aacute;-la &ndash; perante os demais concorrentes.<\/p>\n<p>&Eacute; por conta dessa diferen&ccedil;a de valores que o futebol espanhol, a exemplo da economia do pa&iacute;s, vive uma crise sem precedentes, a ponto de os clubes deverem cerca de 50 milh&otilde;es de euros (R$ 110 milh&otilde;es) a mais de 200 jogadores profissionais! E quem vai pagar a conta? Ser&aacute; que os tr&ecirc;s maiores bancos de Espanha &ndash; a saber, Santander, BBVA, Popular, Pastor, Bankinter, Sabadell e Banesto, sendo este &uacute;ltimo controlado pelo Santander &ndash; abrir&atilde;o as porteiras para uma pol&iacute;tica de salva&ccedil;&atilde;o da Liga, mesmo que depois d&ecirc;em um beijo de vampiro e tomem conta das d&iacute;vidas soberanas destas entidades-empresas de futebol?!<\/p>\n<p>Trata-se de um fosso abissal para o mesmo ambiente concorrencial. Para se ter uma id&eacute;ia da discrep&acirc;ncia, enquanto Real Madrid e Barcelona se d&atilde;o ao &ldquo;luxo&rdquo; de dispensarem jogadores como Eto&rsquo;o, Ibrahimovic e Kak&aacute;, o Valencia perdeu em um ano os seus quatro jogadores campe&otilde;es mundiais no ano passado. J&aacute; o Villareal, quarto colocado no campeonato passado, pela primeira vez em 18 anos desta sua passagem na primeira divis&atilde;o, est&aacute; sem patrocinador master, dada a crise da economia europ&eacute;ia.<\/p>\n<p>A greve dos atletas se justifica e ultrapassa as urg&ecirc;ncias de curto prazo. Eles exigem garantias que o d&eacute;bito anterior seja pago e, principalmente, que se crie um fundo (velha e eterna medida quase nunca instaurada!) em que se possa garantir que os contratos estabelecidos sejam cumpridos, com pagamentos em dia &ndash; algo jamais imaginado em terras tupiniquins, mesmo nos piores (houve melhores?) dias dos clubes daqui.<\/p>\n<p>Os protestos v&atilde;o al&eacute;m. A AFE reclama tamb&eacute;m da obrigatoriedade de haver um jogo por rodada a ser transmitido em sinal aberto &ndash; t&atilde;o inimagin&aacute;vel no Brasil quanto uma greve de jogadores &ndash;, al&eacute;m de querer mudan&ccedil;as na lei de apostas. A Ley Del Deporte &eacute; de 1990 e precisa ser alterada, dadas as mudan&ccedil;as no cen&aacute;rio do futebol mundial, em que os &ldquo;novos ricos&rdquo; erguem clubes quase falidos (lavando dinheiro e se legitimando como investidores no quase decadente Velho Mundo), como nos casos de Chelsea e Manchester City e, do lado espanhol, do M&aacute;laga. O surgimento destes investidores &ldquo;m&aacute;gicos&rdquo; pode ampliar o fosso entre ricos e pobres, sejam times ou jogadores.<\/p>\n<p>L&aacute;, diferente de c&aacute;, todos os atletas cumprem o que &eacute; definido pelo seu sindicato, que mostra ter for&ccedil;a. Basta ver nas fotos do an&uacute;ncio da greve a presen&ccedil;a dos capit&atilde;es de Real Madrid e Barcelona, dois dos principais comandantes do selecionado espanhol: o goleiro Iker Casillas e o zagueiro Carles Puyol.<\/p>\n<p><strong>LOCAUTE<\/strong><\/p>\n<p>Greve de jogadores profissionais n&atilde;o &eacute; novidade neste ano. Outras duas grandes corpora&ccedil;&otilde;es esportivas mundiais viveram tal situa&ccedil;&atilde;o, mas por um motivo bem diferente: a divis&atilde;o de lucros com os atletas no final da temporada.<\/p>\n<p>Locaute representa a situa&ccedil;&atilde;o em que a classe patronal n&atilde;o quer ceder aos trabalhadores os instrumentos necess&aacute;rios para a sua atividade. Seria uma &ldquo;greve ao contr&aacute;rio&rdquo;, em que as equipes pro&iacute;bem os seus atletas de terem acesso &agrave; estrutura de trabalho enquanto n&atilde;o assinarem um novo contrato coletivo. Esta medida foi usada como base para a inseguran&ccedil;a societ&aacute;ria no Chile de Salvador Allende, obedecendo um plano orquestrado pela CIA, onde a Ag&ecirc;ncia contou com a participa&ccedil;&atilde;o da fatia majorit&aacute;ria do empresariado chileno assim como da entusiasmada ades&atilde;o das transnacionais l&aacute; operando.<\/p>\n<p>No caso da liga estadunidense de futebol americano (NFL), foram quatro meses de tentativa de acordo at&eacute; se chegar a um consenso. Vale lembrar que a final do NFL, o Super Bowl, &eacute; o evento de maior audi&ecirc;ncia na TV americana. A Associa&ccedil;&atilde;o dos Jogadores (NFLPA) firmou um acordo de dez anos em que, dentre outras coisas, discutiu-se como seria a divis&atilde;o de 9 bilh&otilde;es de d&oacute;lares em receita anual, a imposi&ccedil;&atilde;o de uma escala salarial para atletas novatos e lucros para jogadores aposentados.<\/p>\n<p>Enquanto a temporada da NFL come&ccedil;ou no &uacute;ltimo final de semana, a liga estadunidense de basquete (NBA) divulgou a tabela da pr&eacute;-temporada mesmo sem uma decis&atilde;o sobre o locaute de seus atletas. Os clubes desejam uma redu&ccedil;&atilde;o dr&aacute;stica do teto salarial (30%) e o sindicato dos jogadores, &eacute; claro, &eacute; contra a medida. O &uacute;ltimo acordo trabalhista v&aacute;lido terminou no in&iacute;cio de julho. Num caso semelhante, em 1999, a temporada s&oacute; teve in&iacute;cio em janeiro e com trinta jogos a menos por clube quando comparado ao per&iacute;odo anterior.<\/p>\n<p>O resultado desse conflito se reflete para al&eacute;m dos Estados Unidos. Oficialmente sem contrato, as sele&ccedil;&otilde;es, que disputar&atilde;o o Pr&eacute;-Ol&iacute;mpico neste semestre, ter&atilde;o que se responsabilizar sozinhas pelo seguro dos atletas &ndash; o que j&aacute; prejudicou o Brasil em competi&ccedil;&otilde;es anteriores, quando n&atilde;o p&ocirc;de contar com jogadores atuando da NBA.<\/p>\n<p>Al&eacute;m disso, os jogadores foram autorizados pela Federa&ccedil;&atilde;o Internacional de Basquete (Fiba) a procurar outros clubes, especialmente na Europa, para se manterem em atividade. O ala-armador Leandrinho, do Toronto Raptors, por exemplo, voltou ao Brasil para atuar pelo Flamengo, ganhando um sal&aacute;rio de R$ 550 mil por m&ecirc;s, num contrato que vai at&eacute; quando o locaute terminar ou, no limite, at&eacute; dezembro.<\/p>\n<p>O melhor jogador da NBA no ano passado, Derrick Rose, do Chicago Bulls, definiu a um site esportivo estadunidense o que &eacute; esse processo: &ldquo;penso &eacute; que s&atilde;o bilion&aacute;rios e milion&aacute;rios discutindo sobre dinheiro&rdquo;.<\/p>\n<p><strong>J&Aacute; NO BRASIL&#8230;<\/strong><\/p>\n<p>Aqui no Brasil a possibilidade de greve de atletas fica s&oacute; na amea&ccedil;a, com os clubes correndo para pagar parte do atrasado e prometendo cumprir com o resto no futuro. Mal d&aacute; para falar que o pendura s&oacute; ocorre em clubes pequenos, pois n&atilde;o faltam casos em que os times deixam de pagar as obriga&ccedil;&otilde;es trabalhistas por mais de tr&ecirc;s meses e que, como diz a lei, v&ecirc;em seus atletas saindo de gra&ccedil;a para qualquer clube. Basta lembrar que o meia Oscar, autor de tr&ecirc;s gols na final do Mundial sub-20, saiu do S&atilde;o Paulo por conta disso &ndash; justo o time que mais se aproveitou desta regra &ndash;, sendo recebido pelo Internacional.<\/p>\n<p>Al&eacute;m disso, amea&ccedil;as de sindicatos s&oacute; houve quando se modificou o calend&aacute;rio do futebol, com o Brasileir&atilde;o sendo disputado em pontos corridos. Com os estaduais sendo encolhidos, mas come&ccedil;ando ainda em janeiro, as f&eacute;rias dos jogadores n&atilde;o chegavam aos obrigat&oacute;rios 30 dias. Algo que, revisto, faz com que as pr&eacute;-temporadas ocorram numa ou duas semanas apenas. Calend&aacute;rio apertado, algumas equipes com excesso de jogos e obrigatoriedade de montar dois times. Prato cheio para uma bolha no sal&aacute;rio de jogadores ditos &ldquo;de ponta&rdquo;, sendo que a maioria nem t&atilde;o de ponta &eacute; assim.<\/p>\n<p>Greve mesmo por aqui s&oacute; a &ldquo;tradicional&rdquo;, com gente que sua a camisa, mas s&oacute; entra em campo no rach&atilde;o varzeano. Na semana passada, os oper&aacute;rios das obras de reforma do Maracan&atilde; para a Copa do Mundo paralisaram suas atividades por conta de falta de condi&ccedil;&otilde;es de trabalho, ap&oacute;s um acidente que deixou um trabalhador ferido. Nesta segunda-feira (22\/08\/2011), eles voltaram ao trabalho ap&oacute;s conseguirem vale-refei&ccedil;&atilde;o no valor de R$ 160,00 e plano de sa&uacute;de. Vale lembrar que as obras est&atilde;o a cargo de uma joint-venture chamada Cons&oacute;rcio Maracan&atilde; 2014, composto pelas empresas Odebrecht, Andrade Gutierrez e Delta Constru&ccedil;&otilde;es. As duas primeiras s&atilde;o &ldquo;conhecidas&rdquo; nacionalmente por mil e um motivos, e a &uacute;ltima &eacute; reconhecida como sendo a grande campe&atilde; de licita&ccedil;&otilde;es durante o governo do ex-tucano Sergio Cabral Filho.<\/p>\n<p>Em junho, os oper&aacute;rios do Mineir&atilde;o j&aacute; haviam parado por m&aacute;s condi&ccedil;&otilde;es de trabalho. Segundo eles, os sal&aacute;rios eram baixos e faltava at&eacute; &aacute;gua e banheiro. Os respons&aacute;veis pela obra no Est&aacute;dio Governador Magalh&atilde;es Pinto s&atilde;o as empresas que comp&otilde;em o Cons&oacute;rcio Minas Arena, a saber, a Construcap, Egesa e Hap. No ano passado, uma greve geral na &Aacute;frica do Sul gerou preocupa&ccedil;&atilde;o sobre a execu&ccedil;&atilde;o da Copa do Mundo no pa&iacute;s que, assim como o Brasil, tem hist&oacute;rico de tratar mal os trabalhadores em troca de eventos dos sonhos de empreiteiras e pol&iacute;ticos. A hist&oacute;ria aqui se repete&#8230;.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma cultura pol\u00edtica se expressa pelo coletivo. Destacados jogadores dos principais clubes da Liga do Estado Espanhol se organizam na AFE em contra o atraso e o calote no pagamento dos sal\u00e1rios dos boleiros de clubes menores. 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