{"id":10561,"date":"2011-11-28T22:06:59","date_gmt":"2011-11-28T22:06:59","guid":{"rendered":"http:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/?p=1556"},"modified":"2011-11-28T22:06:59","modified_gmt":"2011-11-28T22:06:59","slug":"refletindo-a-decadencia-do-futebol-gaucho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/?p=10561","title":{"rendered":"Refletindo a decad\u00eancia do futebol ga\u00facho"},"content":{"rendered":"<figure class=\"image-container image-post-defautl\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/Charge.JPG\" title=\"Crises vividas por Inter na d\u00e9cada de 1990 e por Gr\u00eamio nos anos 2000 nem se comparam com o que ocorre com o futebol do interior ga\u00facho, que padece - Foto:brunortiz.blogspot.com\" alt=\"Crises vividas por Inter na d\u00e9cada de 1990 e por Gr\u00eamio nos anos 2000 nem se comparam com o que ocorre com o futebol do interior ga\u00facho, que padece - Foto:brunortiz.blogspot.com\" class=\"image\"><figcaption class=\"fig-caption\">Crises vividas por Inter na d\u00e9cada de 1990 e por Gr\u00eamio nos anos 2000 nem se comparam com o que ocorre com o futebol do interior ga\u00facho, que padece<\/figcaption><small itemprop=\"copyrightHolder\" class=\"copyright\"> Foto:brunortiz.blogspot.com<\/small><\/figure>\n<p>28 de novembro de 2011, de S&atilde;o Leopoldo, <em>Anderson Santos (editor), Dijair Brilhantes e Bruno Lima Rocha<\/em><\/p>\n<p>Para quem olha para o futebol ga&uacute;cho como uma possibilidade de fuga do dom&iacute;nio &ndash; reflexo socioecon&ocirc;mico &ndash; do eixo Rio-S&atilde;o Paulo, a tend&ecirc;ncia &eacute; tomar um susto com o regresso apresentado nos &uacute;ltimos anos.<\/p>\n<p>A ilus&atilde;o seria seguir falando dos v&aacute;rios t&iacute;tulos do Internacional, justificando o seu nome a partir da &uacute;ltima d&eacute;cada, ou da &ldquo;imortalidade&rdquo; do Gr&ecirc;mio, provada nos rinc&otilde;es da S&eacute;rie B e da final da Libertadores logo a seguir. &Eacute; algo que de t&atilde;o vis&iacute;vel acaba escondendo problemas maiores no futebol local.<\/p>\n<p>O Rio Grande do Sul que j&aacute; teve o t&iacute;tulo da Copa do Brasil de 1998 com o Juventude, em pleno Maracan&atilde;, contra o Botafogo e que viu em 1986 o Brasil de Pelotas eliminar o Flamengo de Zico e cia. nas quartas de final do Brasileiro, v&ecirc; o interior do estado em amplo processo de decad&ecirc;ncia.<\/p>\n<p>Para se ter um par&acirc;metro, enquanto o futebol alagoano ter&aacute; dois times na S&eacute;rie B, o Rio Grande do Sul n&atilde;o ter&aacute; nenhum. Vale lembrar que a economia alagoana &eacute; bem pior que a do interior ga&uacute;cho, n&atilde;o tendo, por exemplo, um banco estatal para patrocinar os clubes.<\/p>\n<p>O Brasil de Pelotas foi rebaixado da S&eacute;rie C porque um lateral n&atilde;o cumpriu uma puni&ccedil;&atilde;o acumulada do ano passado. Ainda assim, s&oacute; escaparia nos crit&eacute;rios de desempate contra o paulista Santo Andr&eacute; e o tamb&eacute;m ga&uacute;cho Caxias, que foi o &uacute;ltimo campe&atilde;o ga&uacute;cho (e isso em 2000) fora a dupla Gre-Nal,&nbsp; quando apareceu o atual t&eacute;cnico corintiano Tite.<\/p>\n<p>O time da Serra Ga&uacute;cha ser&aacute; o &uacute;nico representante do estado na Terceira Divis&atilde;o (!). O Par&aacute; contar&aacute; com o outrora forte Paysandu e o &Aacute;guia de Marab&aacute;.<\/p>\n<p>O citado Juventude, tamb&eacute;m de Caxias do Sul, foi eliminado nas oitavas de final da Quarta Divis&atilde;o e s&oacute; garantiu vaga para o ano que vem porque venceu a Copa Laci Ughini, a &ldquo;Copinha&rdquo; do segundo semestre promovida pela Federa&ccedil;&atilde;o Ga&uacute;cha.<\/p>\n<p>O Cruzeiro de Porto Alegre, terceiro colocado do Gauch&atilde;o 2011, n&atilde;o passou da primeira fase da S&eacute;rie D. O outro representante do Estado s&oacute; ser&aacute; definido no estadual do ano que vem. A coisa t&aacute; feia.<\/p>\n<p><strong>Os estaduais resistiram, mas com perda da for&ccedil;a dos pequenos<\/strong><\/p>\n<p>O Brasil &eacute; o &uacute;nico pa&iacute;s do mundo onde existem os campeonatos estaduais de futebol profissional. Alguns comentaristas fazem longas teses para pedir o fim destes torneios, que deveriam ser apenas para clubes pequenos (gostar&iacute;amos de descobrir o que estes comentaristas entendem por pequenos).<\/p>\n<p>H&aacute; quem defenda que o Campeonato Ga&uacute;cho evoluiu, que hoje &eacute; um campeonato moderno. Mas os anos acabam mostrando que nada mudou, quer dizer, s&oacute; piorou. A dupla Gre-Nal continua soberana. Onze anos sem surpresas, com Gr&ecirc;mio e Internacional alternando os t&iacute;tulos estaduais, com um time de m&eacute;dio ou pequeno porte aparecendo em alguma final de turno, como foi o caso do Caxias, no primeiro deste ano.<\/p>\n<p>Times do interior ga&uacute;cho vivem sob condi&ccedil;&otilde;es prec&aacute;rias. Ao contr&aacute;rio dos grandes porto-alegrenses, a dificuldade de manter um clube em atividade por doze meses no ano &eacute; o maior desafio encontrado pelos dirigentes. A subida ou descida de divis&atilde;o depende do maior apoio de um grupo pol&iacute;tico e\/ou empresarial. Este drama &eacute; comum a todo futebol profissional do interior brasileiro.<\/p>\n<p><strong>15 de Campo Bom mostrou Mano Menezes ao mundo<\/strong><\/p>\n<p>Algu&eacute;m lembra do 15 de Novembro, de Campo Bom (Vale dos Sinos), que em 2004 chegou &agrave;s semifinais da Copa do Brasil, deixando no caminho o Vasco, com vit&oacute;ria por 3 a 0 em pleno S&atilde;o Janu&aacute;rio?<\/p>\n<p>O time havia se qualificado para participar da sua segunda edi&ccedil;&atilde;o do torneio por ter sido vice-campe&atilde;o do Gauch&atilde;o em 2003 &ndash; e tamb&eacute;m no ano anterior, ambos ap&oacute;s derrotas para o Internacional.<\/p>\n<p>Aquele time de 2004 fora treinado por Mano Menezes, que ap&oacute;s passagens ruins por clubes do interior ga&uacute;cho e paranaense pode mostrar o seu trabalho e al&ccedil;ar voos maiores, que o levaram hoje a treinar a Sele&ccedil;&atilde;o brasileira de futebol &ndash; ou o que o Ricardo Teixeira quer que isso seja.<\/p>\n<p>Nos seus r&aacute;pidos tempos &aacute;ureos, o 15 voltaria a ser vice-campe&atilde;o ga&uacute;cho em 2005 e a aparecer no cen&aacute;rio nacional ap&oacute;s tirar o conterr&acirc;neo Gr&ecirc;mio na segunda fase da Copa do Brasil, sendo eliminado em seguida para o Volta Redonda.<\/p>\n<p>A pedra no meio do caminho foi a crise do setor coureiro-cal&ccedil;adista &ndash; que migrou para o Nordeste em busca de maiores isen&ccedil;&otilde;es fiscais. O clube hoje est&aacute; licenciado da Federa&ccedil;&atilde;o Ga&uacute;cha por falta de condi&ccedil;&otilde;es de se manter.<\/p>\n<p><strong>Cotas de transmiss&atilde;o<\/strong><\/p>\n<p>Apesar do j&aacute; citado apoio do Banrisul, a diferen&ccedil;a paga para Gr&ecirc;mio e Internacional em rela&ccedil;&atilde;o aos demais ainda &eacute; grande em v&aacute;rios n&iacute;veis, n&atilde;o s&oacute; no caso da publicidade para quem &ldquo;tem tudo&rdquo;, como diz o slogan da institui&ccedil;&atilde;o financeira.<\/p>\n<p>No caso estadual, a Federa&ccedil;&atilde;o Ga&uacute;cha paga cotas maiores &agrave; dupla Gre-Nal, da&iacute; a disparidade dentro de campo, seguindo um modelo espanhol &ndash; algo j&aacute; comentado em outras colunas &ndash; em que o torneio fica restrito a quem tem maior aporte financeiro na competi&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>Fica a d&uacute;vida (?): os clubes n&atilde;o arranjam mais patrocinadores porque n&atilde;o ganham torneios ou n&atilde;o ganham torneios porque n&atilde;o t&ecirc;m jogos transmitidos pela TV, o que prejudica a quantidade de poss&iacute;veis apoios financeiros &agrave;s campanhas?<\/p>\n<p>Para resgatar a import&acirc;ncia da TV tamb&eacute;m para os clubes do interior se manterem, trazemos o caso do Brasil de Pelotas de 2009. O &ocirc;nibus com a delega&ccedil;&atilde;o do time sofreu um grave acidente quando voltava de um amistoso, com a morte de tr&ecirc;s pessoas, dentre elas o &iacute;dolo xavante Cl&aacute;udio Milar.<\/p>\n<p>Na &eacute;poca, o clube n&atilde;o tinha as m&iacute;nimas condi&ccedil;&otilde;es para ter jogadores em campo, tanto por motivos f&iacute;sicos, quanto psicol&oacute;gicos e financeiros, j&aacute; que faltava uma semana para o in&iacute;cio do torneio.<\/p>\n<p>Ap&oacute;s muita discuss&atilde;o, o problema principal era que os clubes j&aacute; haviam recebido as cotas de transmiss&atilde;o da Rede Brasil Sul (RBS), com determina&ccedil;&atilde;o de jogos a serem transmitidos e tudo o mais. N&atilde;o se poderia atrasar o campeonato.<\/p>\n<p>Esta informa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o vem de fontes ocultas, mas de dois funcion&aacute;rios do Grupo, ao menos naquele per&iacute;odo, o rep&oacute;rter fotogr&aacute;fico Nauro J&uacute;nior e o jornalista Eduardo Cecconi, autores do livro <em>A noite que n&atilde;o acabou<\/em> (Livraria Mundial, 2009). Eis um dos trechos:<\/p>\n<p>&ldquo;A urg&ecirc;ncia pelo respeito ao contrato que proporciona aproximadamente trezentos e cinquenta mil reais para cada clube pela cess&atilde;o dos direitos de televisionamento afligia de tal maneira Novelletto [presidente da FGF], que reiterava a imin&ecirc;ncia de ter o f&iacute;gado devorado se a tabela n&atilde;o fosse religiosamente cumprida&rdquo; (p. 193).<\/p>\n<p>&Eacute; &oacute;bvio que n&atilde;o se coloca aqui a culpa de um acidente automobil&iacute;stico nos Sirotsky, mas &eacute; ineg&aacute;vel que ter de fazer um jogo a cada dois dias do primeiro turno daquele ano em muito contribuiu para que o time fosse rebaixado. E, pior do que isso, para que o clube de maior torcida no interior do RS entrasse numa rota de decad&ecirc;ncia.<\/p>\n<p><strong>Congresso vira farra<\/strong><\/p>\n<p>Enquanto os seus clubes v&atilde;o sendo tornados pequenos, a Federa&ccedil;&atilde;o local viaja a Am&eacute;rica do Sul para realizar congressos t&eacute;cnicos.<\/p>\n<p>Em anos anteriores, a FGF os realizou em Montevid&eacute;u e Buenos Aires. Desta vez o Chile foi o destino, mais precisamente o luxuoso Regal Pacific, pr&oacute;ximo dos centros comerciais.<\/p>\n<p>A visita &agrave; ANPF (Associa&ccedil;&atilde;o Nacional de Futebol Profissional do Chile) parece que n&atilde;o estava no roteiro, ou n&atilde;o deu tempo. Os cartolas passaram longe. J&aacute; Vi&ntilde;a Del Mar e Valpara&iacute;so, pontos tur&iacute;sticos litor&acirc;neos, foram locais prop&iacute;cios para se debater sobre futebol?<\/p>\n<p>Cerca de 60 pessoas, entre dirigentes e suas esposas (afinal elas tamb&eacute;m vivem de futebol), ganharam um natal antecipado do senhor Francisco Noveletto.<\/p>\n<p>O presidente da Federa&ccedil;&atilde;o Ga&uacute;cha argumenta que o dinheiro gasto n&atilde;o &eacute; da federa&ccedil;&atilde;o. Quem teria bancado a &ldquo;festa&rdquo;, segundo ele, s&atilde;o os patrocinadores (n&atilde;o se trata da rede de lojas do presidente). Enquanto eles desperdi&ccedil;am o dinheiro em farras, seus clubes vivem com a corda amarrada no pesco&ccedil;o.<\/p>\n<p><strong>Parece piada<\/strong><\/p>\n<p>Mas n&atilde;o &eacute; s&oacute; congresso t&eacute;cnico que sai do seu local de origem. &Uacute;nico grande atrativo de torcedores &ndash; ao menos no que aparenta ser a vis&atilde;o dos dirigentes, j&aacute; que Ca-Ju tamb&eacute;m &eacute; cl&aacute;ssico &ndash; o cl&aacute;ssico Gre-Nal na fase classificat&oacute;ria percorre outras cidades e at&eacute; outros pa&iacute;ses.<\/p>\n<p>Nos &uacute;ltimos campeonatos ga&uacute;chos, tivemos cl&aacute;ssico em Erechim, interior ga&uacute;cho, e Rivera (Uruguai), com um grande contingente de gremistas e colorados que residem naquela regi&atilde;o. Os clubes receberam um bom dinheiro e os est&aacute;dios tiveram bom p&uacute;blico, apesar do superfaturamento dos ingressos.<\/p>\n<p>H&aacute; um suposto convite para jogar um cl&aacute;ssico em Boston ou Miami (EUA). Parece mais uma piada de mau gosto. Que os dois grandes clubes v&atilde;o ganhar dinheiro disso n&atilde;o duvidamos, mas e o torcedor? Como vai se deslocar at&eacute; os Estados Unidos no &uacute;nico cl&aacute;ssico garantido pela &ldquo;moderna&rdquo; tabela?<\/p>\n<p>Enquanto isso, os clubes do interior caem num ostracismo que &eacute; altamente prejudicial ao futebol local. Se no Rio de Janeiro s&oacute; sobraram os quatro grandes, o Rio Grande do Sul s&oacute; possui dois, o que diminui o potencial de barganha e de enfrentamento inclusive em &aacute;reas como a defini&ccedil;&atilde;o dos direitos de transmiss&atilde;o e da publicidade.<\/p>\n<p>Torcedor apaixonado existe em qualquer lugar e deveria ser o foco de um clube, mas ningu&eacute;m pensa nele mesmo. Esta figura s&oacute; &eacute; lembrada pelos homens da cartola quando o n&oacute; da gravata aperta e os clubes est&atilde;o no sufoco, beirando o rebaixamento ou no &ldquo;fundo de um po&ccedil;o sem fundo&rdquo;, como &eacute; o caso dos outrora famosos times do interior ga&uacute;cho.<\/p>\n<p><strong>&Eacute; hora da Adaga!<\/strong><\/p>\n<p>Esta coluna editorialmente entende que &eacute; chegada a hora de se valer das melhores tradi&ccedil;&otilde;es rio-grandenses e partir para a peleia direta contra a cartolagem e todas as for&ccedil;as sinistras que fazem da capital uma sanguessuga das mais de 24 microrregi&otilde;es do estado. Se o futebol &eacute; parcela importante da identidade de um povo, &eacute; hora de defend&ecirc;-la a ferro e fogo.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Crises vividas por Inter na d\u00e9cada de 1990 e por Gr\u00eamio nos anos 2000 nem se comparam com o que ocorre com o futebol do interior ga\u00facho, que padece Foto:brunortiz.blogspot.com 28 de novembro de 2011, de S&atilde;o Leopoldo, Anderson Santos (editor), Dijair Brilhantes e Bruno Lima Rocha Para quem olha para o futebol ga&uacute;cho como [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-10561","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"jetpack_publicize_connections":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/10561","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=10561"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/10561\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=10561"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=10561"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=10561"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}