{"id":10586,"date":"2012-05-03T20:25:39","date_gmt":"2012-05-03T20:25:39","guid":{"rendered":"http:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/?p=1619"},"modified":"2012-05-03T20:25:39","modified_gmt":"2012-05-03T20:25:39","slug":"como-viver-o-futebol-e-os-seus-idolos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/?p=10586","title":{"rendered":"Como viver o futebol e os seus \u00eddolos"},"content":{"rendered":"<figure class=\"image-container image-post-defautl\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/uol.com.br.jpg\" title=\"Enquanto Guardiola sai do Barcelona com todo o respeito poss\u00edvel, os \u00eddolos da dupla Gre-Nal sa\u00edram chateados - Foto:uol.com.br\" alt=\"Enquanto Guardiola sai do Barcelona com todo o respeito poss\u00edvel, os \u00eddolos da dupla Gre-Nal sa\u00edram chateados - Foto:uol.com.br\" class=\"image\"><figcaption class=\"fig-caption\">Enquanto Guardiola sai do Barcelona com todo o respeito poss\u00edvel, os \u00eddolos da dupla Gre-Nal sa\u00edram chateados<\/figcaption><small itemprop=\"copyrightHolder\" class=\"copyright\"> Foto:uol.com.br<\/small><\/figure>\n<p><em>03 de maio &ndash; Anderson Santos (editor), Dijair Brilhantes &amp; Bruno Lima Rocha<\/em><\/p>\n<p>O futebol vive de paix&atilde;o, magia, supersti&ccedil;&otilde;es, mas principalmente de &iacute;dolos. N&atilde;o &eacute; a toa que estes costumam lotar est&aacute;dios, treinamentos e viram o principal &ldquo;objeto&rdquo; de publicidade dos clubes de futebol e de empresas do mundo todo.<\/p>\n<p>Conquistar a torcida n&atilde;o costuma ser tarefa f&aacute;cil; alguns crit&eacute;rios s&atilde;o adotados quase que de forma &uacute;nica por diferentes torcidas. Gol de t&iacute;tulo ou contra o rival costuma pesar bastante. No Rio Grande do Sul este leva o apelido de &ldquo;homem Gre-Nal&rdquo;, o cara que entra para a hist&oacute;ria por ser carrasco do rival. Mas como ser&aacute; que os clubes (leia-se, os dirigentes dos clubes) tratam os seus &iacute;dolos?<\/p>\n<p><strong>Dif&iacute;cil entender<\/strong><\/p>\n<p>No jogo Internacional e Fluminense pela Copa Santander Libertadores, a diretoria do Inter pediu que a torcida n&atilde;o aplaudisse o t&eacute;cnico Abel Braga e o atacante Rafael S&oacute;bis. Ambos foram campe&otilde;es da Am&eacute;rica no colorado ga&uacute;cho. Abel&atilde;o ficou para o t&iacute;tulo mundial sobre o Barcelona, em 2006; enquanto S&oacute;bis voltou para conquistar o segundo t&iacute;tulo sul-americano, em 2010.<\/p>\n<p>Independente disso, a diretoria entendia que aplaudi-los seria estimul&aacute;-los. N&atilde;o acreditamos que para profissionais aplausos ou vaias fa&ccedil;am alguma diferen&ccedil;a. Sinceramente n&atilde;o esper&aacute;vamos que o pedido fosse atendido, j&aacute; que foi por m&eacute;ritos que se tornaram &iacute;dolos, participaram diretamente das maiores conquistas do clube.<\/p>\n<p>Mas, a torcida acabou atendendo ao pedido (para variar um pouco, a mescla de paix&atilde;o sem torcida organizada e ades&atilde;o incondicional fazem isso). Vaias e algumas ofensas foram dirigidas ao ex-jogador e tamb&eacute;m ao ex-t&eacute;cnico do clube ga&uacute;cho. A explica&ccedil;&atilde;o mais cab&iacute;vel &eacute; que os momentos de tens&atilde;o da partida e a ansiedade pela vit&oacute;ria pesaram na decis&atilde;o dos torcedores, que acabaram vendo o seu novo &ldquo;homem Gre-Nal&rdquo;, o argentino D&aacute;tolo, tendo p&ecirc;nalti defendido pelo goleiro Diego Cavalieri.<\/p>\n<p><strong>&Iacute;dolos dentro de campo, mas no comando tamb&eacute;m?<\/strong><\/p>\n<p>Sempre se cobra atitudes profissionais de jogadores e t&eacute;cnicos, al&eacute;m do respeito &agrave; camisa que vestem. Tudo bem, ningu&eacute;m quer aqui que se defenda o patr&atilde;o, dirigente de futebol, mas que se respeite o torcedor, para quem uma camiseta significa mais que qualquer outra coisa. E, lembremos aos marqueteiros de plant&atilde;o, camisa n&atilde;o &eacute; banner de evento de praia, para pendurar uma enxurrada de adesivos e propaganda. Inflacionaram o futebol e agora o jogo est&aacute; ficando impag&aacute;vel.<\/p>\n<p>Um craque pode deixar de ser &iacute;dolo quando abandona um time em meio a um campeonato, por conta de um contrato milion&aacute;rio. Dessa condi&ccedil;&atilde;o, dependendo do que a diretoria alimentar &ndash; como dizer que o jogador &ldquo;pediu para sair&rdquo; &ndash;, o profissional passa a ser &ldquo;mercen&aacute;rio&rdquo;.<\/p>\n<p>No Guarani de Campinas, agora finalista do Paulist&atilde;o contra o multicolorido Santos de Neymar, os jogadores chegaram a ficar 7 meses sem receber um centavo no ano de 2011. E a&iacute;? Seriam eles mercen&aacute;rios se trocassem de clube? Claro que n&atilde;o. J&aacute; os cartolas bugrinos como o &ldquo;inesquec&iacute;vel&rdquo; Beto Zini, ou o ex-da Macaca que era filho do Nabi Abi Chedid, como classific&aacute;-los?<\/p>\n<p>E, desde o banco de reservas, como funciona a coisa? Quando um dirigente resolve trocar de treinador ou vender um atleta, mesmo que os mesmos n&atilde;o queiram?<\/p>\n<p>Dois casos recentes aconteceram em Porto Alegre. 2011 come&ccedil;ou com os dois maiores &iacute;dolos da dupla Gre-Nal no comando dos clubes. Renato Portallupi assumira o Gr&ecirc;mio namorando o rebaixamento para a S&eacute;rie B no final de 2010 e classificou o time para a Ta&ccedil;a Libertadores de Am&eacute;rica (a mesma que o Santander insiste em batizar ap&oacute;s ser alugada simbolicamente pela dire&ccedil;&atilde;o da Conmebol), no final daquele Brasileiro. Paulo Roberto Falc&atilde;o assumiu o Internacional com a promessa de poder construir um clube, com dois anos como limite de paci&ecirc;ncia. A&iacute; a guerra das vaidades com a cartolagem de corneteira pegou!<\/p>\n<p>O primeiro, Renato, considerado o maior &iacute;dolo dos gremistas, foi o autor dos dois gols do t&iacute;tulo mundial de 1983. O segundo, Paulo Roberto,  foi um dos melhores jogadores que passaram pelo Beira-Rio, atuando nos tr&ecirc;s t&iacute;tulos brasileiros na d&eacute;cada de 70. A classe com que jogava Falc&atilde;o at&eacute; hoje n&atilde;o foi repetida.<\/p>\n<p>Naquele momento, a d&uacute;vida era saber se os torcedores teriam paci&ecirc;ncia e se lembrariam do hist&oacute;rico deles dentro de campo, especialmente no caso de Falc&atilde;o, que trocara a tranquilidade dos coment&aacute;rios pelo dia a dia de clube no Brasil (e &eacute; verdade, Falc&atilde;o passa a ser parte da elite rio-grandense, como intelectual da bola).<\/p>\n<p><strong>&ldquo;Desculpa Renato, mas o deputado n&atilde;o gosta de ti&rdquo;<\/strong><\/p>\n<p>Essa foi a frase de um dos cartazes que era carregado por um grupo de torcedores no dia do an&uacute;ncio da demiss&atilde;o de Renato Portaluppi, pelo deputado estadual e presidente do clube, Paulo Odone &ndash; o mesmo que, numa estrat&eacute;gia de marketing, resolveu dar uma camisa do Gr&ecirc;mio com o n&uacute;mero do seu partido, o 23 do PPS, para Vanderlei Luxemburgo.<\/p>\n<p>Renato deixou o Gr&ecirc;mio contra sua vontade e da pr&oacute;pria torcida. A briga de egos com o presidente do clube se tornou insustent&aacute;vel. Odone nunca escondeu que n&atilde;o gostava da forma como Renato trabalhava. Quando venceu as elei&ccedil;&otilde;es presidenciais no final de 2010, o time fazia uma bela campanha no Brasileir&atilde;o.<\/p>\n<p>Com a vaga na Libertadores conseguida, para quem passou pela zona do rebaixamento, o presidente eleito viu-se obrigado a renovar o contrato do t&eacute;cnico, caso contr&aacute;rio come&ccedil;aria um mandato conturbado na rela&ccedil;&atilde;o com o torcedor gremista. S&oacute; que bastava um mal resultado que o presidente alfinetava o treinador.<\/p>\n<p>Era quest&atilde;o de tempo. A elimina&ccedil;&atilde;o na Libertadores e um in&iacute;cio ruim no Brasileir&atilde;o 2011 era o que o presidente precisava pra demitir o eterno camisa 7 tricolor. A torcida protestou, mas Odone queria reinar sozinho.<\/p>\n<p>Na despedida, Renato Portaluppi chorou, pediu desculpas, e n&atilde;o quis entrar em mais detalhes. Nestas horas, era melhor ter sido o Renato que saiu do Flamengo brigando com o Djalminha e mais meio elenco, batendo porta e metendo a boca no mundo. O Portaluppi poderia ter peleado mais na interna gremista.<\/p>\n<p>De l&aacute; pra c&aacute;, j&aacute; passaram pelo clube Julinho Camargo, Celso Roth (sempre ele por aqui!), Caio J&uacute;nior e, atualmente est&aacute; Vanderlei Luxemburgo &ndash; o inimigo n&uacute;mero 1 de gandulas r&aacute;pidos. Te cuida Madureira (apelido do Vanderlei na noite paulistana!!!)<\/p>\n<p><strong>No Internacional n&atilde;o foi diferente<\/strong><\/p>\n<p>Um dos melhores jogadores da hist&oacute;ria do Sport Club Internacional deixava a cr&ocirc;nica esportiva para assumir o comando t&eacute;cnico do time. Com estilo inovador, Falc&atilde;o na chegada ao Internacional disse que gostaria de entrar para a hist&oacute;ria como o treinador que ficou mais tempo no comando do clube. Sonho meu, sonho meu, foi buscar a Andrade Gutierrez, sonho meu!<\/p>\n<p>Mas o sonho durou tr&ecirc;s meses (o pesadelo veio na forma de uma cartola vermelha). Ap&oacute;s perder para o S&atilde;o Paulo no Beira-Rio pelo Campeonato Brasileiro &ndash; isto depois de eliminado nas oitavas de final da Libertadores, tamb&eacute;m em casa, pelo Pe&ntilde;arol &ndash; o presidente Giovanni Luigi optou por demiti-lo. O resultado foi mais um pretexto. O motivo principal seriam as diverg&ecirc;ncias ideol&oacute;gicas entre o treinador e a dire&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>Curiosamente, se Renato, que sempre foi mais pol&ecirc;mico, saiu agradecendo a oportunidade de treinar seu clube do cora&ccedil;&atilde;o; mais &ldquo;racional&rdquo;, Falc&atilde;o n&atilde;o poupou as cr&iacute;ticas &agrave; diretoria, que tinha prometido dois anos no cargo, independente de resultados.<\/p>\n<p>O microfone como ferramenta de trabalho ajudou! Na despedida, o ex-camisa 5, demonstrou total decep&ccedil;&atilde;o com a diretoria, acusando-a de amadora. Um ano depois disso, agora &agrave;s v&eacute;speras da final do Campeonato Baiano com o Bahia &ndash; time que, por ironia do destino, Renato havia sa&iacute;do para assumir o Gr&ecirc;mio &ndash;, Falc&atilde;o ainda continua magoado. O que era para ser uma rela&ccedil;&atilde;o duradoura acabou sendo rel&acirc;mpago.<\/p>\n<p><strong>Enquanto isso, l&aacute; na Catalunha&#8230;<\/strong><\/p>\n<p>Parece ser redundante dizer que o Barcelona &eacute; modelo de administra&ccedil;&atilde;o. Mas na semana passada mais uma vez o clube catal&atilde;o deu um exemplo a ser seguido &ndash; &ldquo;sugerindo&rdquo; a pauta desta coluna.<\/p>\n<p>Ap&oacute;s ser eliminado da Liga dos Campe&otilde;es, o t&eacute;cnico Joseph Guardiola anunciou que deixaria o clube, com o qual conseguiu, dentre 13 t&iacute;tulos, duas Ligas dos Campe&otilde;es, dois Mundiais de Clubes e tr&ecirc;s Ligas Espanholas em apenas quatro temporadas.<\/p>\n<p>Al&eacute;m de ter a sua decis&atilde;o respeitada, Guardiola foi homenageado pelo clube com um v&iacute;deo institucional agradecendo pela dedica&ccedil;&atilde;o, trabalho e sucesso durante as quatro temporadas em que ficou &agrave; frente, definitivamente, de um dos melhores times da hist&oacute;ria do futebol. Palmas oficiais mais que merecidas.<\/p>\n<p>Guardiola sempre optou por fazer contratos por temporada e, al&eacute;m de ser &ldquo;assediado&rdquo; por outros clubes, vinha sofrendo &ldquo;press&atilde;o&rdquo; de importantes nomes do grupo catal&atilde;o para se manter no comando. N&atilde;o &eacute; &agrave; toa que jogadores como Puyol, Vald&eacute;s e Iniesta acompanharam sua entrevista coletiva, ao lado dos rep&oacute;rteres &ndash; algo inimagin&aacute;vel de ocorrer no Brasil.<\/p>\n<p>&Eacute; bom que se diga, que se Guardiola n&atilde;o &eacute; um dos maiores meias que j&aacute; passaram pelo Barcelona, participou de tr&ecirc;s das quatro conquistas de Liga dos Campe&otilde;es do clube, j&aacute; que estava em campo no t&iacute;tulo de 1992. Pep passou quase uma d&eacute;cada em campo, assumindo o clube ap&oacute;s as fracas atua&ccedil;&otilde;es de nomes como Deco, Ronaldinho Ga&uacute;cho e Eto&rsquo;o, a quem n&atilde;o teve receio de mandar embora &ndash; assim como a Zlatan Ibrahimovic.<\/p>\n<p>O mesmo Ronaldinho que voltaria ao Camp Nou para a disputa do Trof&eacute;u Joan Gamper pelo Milan e que seria agraciado pelo capit&atilde;o do Barcelona Puyol com o trof&eacute;u, mesmo o time italiano sendo derrotado na decis&atilde;o.<\/p>\n<p>&Eacute; claro que o Bar&ccedil;a n&atilde;o &eacute; exce&ccedil;&atilde;o. O goleiro Marcos acaba de se aposentar do Palmeiras e a diretoria manteve o contrato estendido para que ele seja funcion&aacute;rio do clube, independentemente do cargo. No S&atilde;o Paulo, ningu&eacute;m imagina Rog&eacute;rio Ceni longe do time ap&oacute;s sua aposentadoria, que deve ocorrer nos pr&oacute;ximos anos.<\/p>\n<p>Tudo bem, mas ainda s&atilde;o casos raros no futebol nacional. Percebe-se que esses &iacute;dolos se constru&iacute;ram enquanto tal, sempre respeitando o torcedor e a camisa que estavam vestidos, mas algu&eacute;m imaginaria um diretor de futebol que barraria algum deles? Talvez nem pessoas como Eurico Miranda, que ousou tirar Roberto Dinamite do S&atilde;o Janu&aacute;rio para depois ser retirado do cargo de presidente do Vasco. O mundo gira&#8230;<\/p>\n<p>Enfim, &iacute;dolo &eacute; &iacute;dolo e merece todo o respeito do mundo!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Enquanto Guardiola sai do Barcelona com todo o respeito poss\u00edvel, os \u00eddolos da dupla Gre-Nal sa\u00edram chateados Foto:uol.com.br 03 de maio &ndash; Anderson Santos (editor), Dijair Brilhantes &amp; Bruno Lima Rocha O futebol vive de paix&atilde;o, magia, supersti&ccedil;&otilde;es, mas principalmente de &iacute;dolos. 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