{"id":10593,"date":"2012-08-17T16:36:02","date_gmt":"2012-08-17T16:36:02","guid":{"rendered":"http:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/?p=1659"},"modified":"2012-08-17T16:36:02","modified_gmt":"2012-08-17T16:36:02","slug":"o-bom-ficou-ruim-de-novo-mas-e-o-pessimo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/?p=10593","title":{"rendered":"O bom ficou ruim de novo. Mas e o p\u00e9ssimo?"},"content":{"rendered":"<figure class=\"image-container image-post-defautl\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/edu pitoresco.jpg\" title=\"Boas estruturas e resultados diferentes. O problema do futebol \u00e9 maior do que se comenta, o feminino que o diga - Foto:Edu Pitoresco\" alt=\"Boas estruturas e resultados diferentes. O problema do futebol \u00e9 maior do que se comenta, o feminino que o diga - Foto:Edu Pitoresco\" class=\"image\"><figcaption class=\"fig-caption\">Boas estruturas e resultados diferentes. O problema do futebol \u00e9 maior do que se comenta, o feminino que o diga<\/figcaption><small itemprop=\"copyrightHolder\" class=\"copyright\"> Foto:Edu Pitoresco<\/small><\/figure>\n<p><em>17 de agosto, Anderson Santos (editor) &amp; Dijair Brilhantes<\/em><\/p>\n<p>A derrota para a Fran&ccedil;a na Copa do Mundo de 1998 serviu como um divisor de &aacute;guas para a equipe nacional de futebol masculino. Reerguida a hist&oacute;ria canarinha nos Estados Unidos, em 1994, rapidamente virou-se para uma &ldquo;SeleNike&rdquo;, vendida, com direito a Comiss&atilde;o Parlamentar de Inqu&eacute;rito sobre uma poss&iacute;vel venda do t&iacute;tulo mundial para os franceses.<\/p>\n<p>O que se descobriu, ao final do processo, foi que o problema era uma estrutura de comando viciada, com forte representa&ccedil;&atilde;o na entidade internacional, atrav&eacute;s de nomes como Ricardo Teixeira e Jo&atilde;o Havelange, mas nada foi feito para averiguar os casos. O Brasil venceu outro mundial em 2002 e falhou nos dois &uacute;ltimos. As desculpas se multiplicam, mas a mudan&ccedil;a estrutural segue sem ocorrer, mesmo com a sa&iacute;da de RT. O &ldquo;t&atilde;o esperado ouro&rdquo; n&atilde;o veio com uma equipe para l&aacute; de favorita, base do time &ldquo;adulto&rdquo;, e serviu como mais um cap&iacute;tulo para tirar o foco do problema maior do nosso (?) futebol: a dire&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p><strong>Vamos mudar! Vamos?<\/strong><\/p>\n<p>Se ap&oacute;s 2006 a &ldquo;desculpa&rdquo; oficial da CBF era que transformou-se em show o que deveria ser uma prepara&ccedil;&atilde;o para a Copa do Mundo &ndash; algo que ela mesma permitiu e, literalmente, vendeu &ndash;, ap&oacute;s a fortaleza criada por Dunga na &Aacute;frica do Sul, comandando um time de &ldquo;confian&ccedil;a&rdquo; do treinador, mudou-se o discurso. Era preciso renova&ccedil;&atilde;o, e urgente!<\/p>\n<p>No j&aacute; long&iacute;nquo ano de 2010, quando Mano Menezes fez sua estr&eacute;ia no comando da sele&ccedil;&atilde;o brasileira, vencendo os Estados Unidos por 2 a 0, com boas atua&ccedil;&otilde;es de Neymar, Andr&eacute; e Ganso, a m&iacute;dia tupiniquim exaltou o novo t&eacute;cnico. O futebol arte havia voltado. Tudo estava no seu devido lugar. Todos davam a entender que se seu antecessor tivesse feito o mesmo teria voltado da &Aacute;frica do Sul meses antes com o hexacampeonato. A renova&ccedil;&atilde;o estava sendo feita, os substitutos de R9 e R10 estavam aos olhos de todos, somente Dunga n&atilde;o havia visto o &oacute;bvio.<\/p>\n<p>Mas bastou o primeiro trope&ccedil;o para a rival Argentina para surgirem as primeiras contesta&ccedil;&otilde;es. Afinal, os advers&aacute;rios anteriores n&atilde;o eram considerados de primeira linha. O Brasil havia vencido o EUA por 2 a 0, o Ir&atilde; por 3 a 0 e a Ucr&acirc;nia, novamente por 2 a 0. Mas o trabalho seguia. A sele&ccedil;&atilde;o canarinho n&atilde;o entraria mais em campo em 2010 e trope&ccedil;os deveriam ocorrer com uma equipe renovada.<\/p>\n<p><strong>Veio 2011<\/strong><\/p>\n<p>2011 come&ccedil;ou da mesma maneira que se encerrara o ano anterior, nova derrota por 1 a 0, desta vez para a carrasca sele&ccedil;&atilde;o francesa &#8211; com um chute de quatro pontos de taekwondo de Hernanes ainda no primeiro tempo.<\/p>\n<p>As vit&oacute;rias nos amistosos contra Esc&oacute;cia e Rom&ecirc;nia amenizaram os &acirc;nimos, at&eacute; que veio a Copa Am&eacute;rica. Ap&oacute;s uma p&iacute;fia campanha na primeira fase, quando o Brasil venceu apenas um dos tr&ecirc;s jogos, a equipe foi eliminada nos p&ecirc;naltis para a fraca, mas aguerrida, sele&ccedil;&atilde;o paraguaia. Quer dizer, foi eliminada em sua melhor atua&ccedil;&atilde;o no torneio, perdendo quatro dos quatro penais batidos.<\/p>\n<p>O trabalho de Mano Menezes passou a ser muito contestado. Parte da imprensa pedia a queda do t&eacute;cnico brasileiro, pois este n&atilde;o sabia armar o time, n&atilde;o sabia convocar e passou a ser um p&eacute;ssimo treinador. At&eacute; Ronaldinho, xod&oacute; da imprensa nacional, n&atilde;o merecia sequer ser convocado, imagina titular e com a bra&ccedil;adeira de capit&atilde;o!<\/p>\n<p>&Eacute;, algo estava muito ruim para o lado de Mano. Murici Ramalho, que negou o convite de forma estranha anteriormente, voltava a ganhar for&ccedil;a, pois conseguia fazer Neymar jogar, e cada vez melhor. Ainda assim, o ga&uacute;cho Mano Menezes seguia firme no cargo, tinha o aval de Andres Sanchez, agora al&ccedil;ado ao posto de diretor de sele&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p><strong>A busca pelo ouro <\/strong><\/p>\n<p>2012 era ano ol&iacute;mpico, a medalha de ouro t&atilde;o sonhada pelo Brasil no futebol estaria por vir, afinal a nova safra de jogadores de at&eacute; 23 anos era muito boa. A sele&ccedil;&atilde;o sub-20, com destaque para nomes como Neymar, Oscar e Lucas, ganhou os dois &uacute;ltimos torneios que havia disputado, o Sul-Americano e o Mundial da categoria, sob o comando de Nei Franco, que entregou o time a Mano Menezes pouco antes dos jogos de Londres.<\/p>\n<p>Ainda que balan&ccedil;ando no cargo ap&oacute;s a sa&iacute;da de Ricardo Teixeira e a &quot;paulistiniza&ccedil;&atilde;o&quot; do poder na CBF, com recuo da imagem de Andres Sanchez, Mano Menezes tinha as Olimp&iacute;adas como grande avaliadora de seu trabalho. Junto a Uruguai e Espanha, que ca&iacute;ram j&aacute; na primeira fase, o time ol&iacute;mpico, base da sele&ccedil;&atilde;o principal, era favorito ao t&iacute;tulo.<\/p>\n<p>Mesmo sem encantar, a sele&ccedil;&atilde;o brasileira chegou com certa tranquilidade &agrave; final, contando, inclusive, com uma ajudinha aqui e outra ali da arbitragem. J&aacute; na primeira partida, um sinal do que estaria por vir. Vit&oacute;ria por 3 a 2 para o Egito ap&oacute;s fazer tr&ecirc;s gols em menos de meia hora e deixar-nos crer que o time poderia ser imbat&iacute;vel. N&atilde;o era.<\/p>\n<p>Na fase inicial, mais tr&ecirc;s gols contra Bielor&uacute;ssia e Nova Zel&acirc;ndia. Agora sem uruguaios e espanh&oacute;is, o caminho parecia muito, mas, muito mais f&aacute;cil. Ainda assim n&atilde;o foi. Honduras ficou no caminho nas quartas de final gra&ccedil;as a dois jogadores expulsos, e ainda de virada, 3 a 2.<\/p>\n<p>Na semifinal, novos 3 gols, agora sem sofrer nenhum, contra a Cor&eacute;ia do Sul. A final contra o M&eacute;xico trazia o time que tinha lampejos de &ldquo;futebol brasileiro&rdquo;, mas que chegara at&eacute; ali mais gra&ccedil;as ao oportunismo de Leandro Dami&atilde;o que &agrave;s habilidades de Oscar (o novo 10 t&atilde;o esperado, j&aacute; que Ganso parece naufragar dia ap&oacute;s dia) e Neymar.<\/p>\n<p>O M&eacute;xico vinha de vit&oacute;rias sobre o Brasil nas &uacute;ltimas partidas, inclusive em mundiais das categorias de base. Por&eacute;m, o pensamento geral era que Neymar, Oscar, Dami&atilde;o e cia. passariam f&aacute;cil por eles. Tudo bem, temos que destacar que muitos torcedores acompanhavam a final torcendo para que perdessem. Afinal, o que esperar de um time que optou por se separar dos outros esportes, para que n&atilde;o o atrapalhassem? Fora se tratar, individualmente, de pessoas que ganham infinitas vezes mais que a soma de todos os outros esportes ditos &ldquo;amadores&rdquo;. Torcer para um time com a CBF tendo quem tem no comando tamb&eacute;m seria dif&iacute;cil&#8230;<\/p>\n<p>O Brasil perdeu o jogo logo no in&iacute;cio, antes de completar o primeiro minuto. Rafael tentou sair driblando, complicou uma defesa que j&aacute; era complicada e Peralta abriu o placar, com 28 segundos.<\/p>\n<p>Os novos craques brasileiros sucumbiam ao bom time mexicano, que suportou bem as investidas brasileiras e ainda conseguiu marcar o segundo gol, em bola parada, com nova falha bisonha da defesa. Peralta, autor dos dois gols, virar&aacute; nome de rua no M&eacute;xico, com todo o merecimento poss&iacute;vel.<\/p>\n<p>Cr&iacute;ticas e mais cr&iacute;ticas choveram aos jogadores brasileiros. Pouc@s tiveram a consci&ecirc;ncia de criticar o comando para al&eacute;m de Mano. No final, Hulk, a contestada aposta de mais de 23 anos do treinador, diminuiu o placar e Oscar teve a chance de empatar o jogo, levar &agrave; prorroga&ccedil;&atilde;o e apaziguar os &acirc;nimos dos &ldquo;revoltados de momento&rdquo;. Mas n&atilde;o o fez.<\/p>\n<p>O torcedor brasileiro mais uma vez viu o sonho do ouro ol&iacute;mpico escapar pelas m&atilde;os. Pela terceira vez a sele&ccedil;&atilde;o canarinho voltou com a medalha de prata, e como para o futebol brasileiro s&oacute; a vitoria interessa, estamos diante de um novo fracasso.<\/p>\n<p><strong>Enquanto isso&#8230;<\/strong><\/p>\n<p>Enquanto isso, o time feminino vinha a Londres numa fase ruim, com troca de treinador logo ap&oacute;s o Mundial do ano passado, em que perdemos a vaga nas semifinais nos p&ecirc;naltis contra os Estados Unidos.<\/p>\n<p>A volta de Jorge Barcellos, agregada a um projeto para o futebol feminino vindo do Minist&eacute;rio dos Esportes, uma das grandes a&ccedil;&otilde;es de Aldo Rebelo &ndash; que tamb&eacute;m foi o relator do nefasto e recente C&oacute;digo Florestal &ndash;, parecia que poderia gerar, finalmente, boas mudan&ccedil;as para a modalidade.<\/p>\n<p>Desde 2004, quando as meninas perderam o ouro para as estadunidenses que a conversa &eacute; a mesma. Tod@s sabem que precisamos melhorar a estrutura para as jogadoras nacionais, mas quase nada &eacute; feito. Falamos em Atenas 2004, mas o Brasil participou das semifinais ol&iacute;mpicas de 1996 e 2000, com grande destaque para a meia Sissi, com importantes vit&oacute;rias aparecendo ainda no final da d&eacute;cada de 1990.<\/p>\n<p>Por&eacute;m, as invencionices continuaram. A lateral direita Maurine seguia na esquerda; a meia-atacante &Eacute;rica seguia como l&iacute;bero, ou seja, como zagueira; zagueira foi colocada na lateral posteriormente; e, para piorar, duas das tr&ecirc;s zagueiras titulares, dupla formada por Daiane Bag&eacute; e Aline Pelegrino, n&atilde;o iniciaram uma partida.<\/p>\n<p>Na primeira partida, o diferencial de uma das craques do time. Cristiane entrou no segundo tempo e fez Marta jogar como sabe. Goleada de 5 a 0 sobre Camar&otilde;es na rodada inicial. Depois, sufoco para vencer a Nova Zel&acirc;ndia por 1 a 0 e derrota para o Reino Unido por 1 a 0, o que for&ccedil;ou a equipe a jogar com as japonesas, atuais campe&atilde;s mundiais, j&aacute; nas quartas de final &ndash; frisando que o Jap&atilde;o for&ccedil;ou um empate na &uacute;ltima rodada contra a &Aacute;frica do Sul para n&atilde;o pegar times mais &ldquo;fortes&rdquo;.<\/p>\n<p>Come&ccedil;amos bem, marcando em cima e criando boas oportunidades, mas bastou sair o primeiro gol japon&ecirc;s para tudo mudar. Derrota por 2 a 0 para uma gera&ccedil;&atilde;o formada por craques como Formiga, Marta e Cristiane, que pode ter se despedido de grandes torneios. O que abre um grande problema para o futuro: como formar jogadoras de t&atilde;o alto n&iacute;vel?<\/p>\n<p>Ainda n&atilde;o temos a resposta. &Eacute;rica e Maurine s&atilde;o grandes jogadoras, mas desde que em suas posi&ccedil;&otilde;es de origem. Tha&iacute;s e Debinha &ndash; esta foi cortada e n&atilde;o participou dos Jogos &ndash; s&atilde;o habilidosas, mas precisam de um bom treinador para dosar t&eacute;cnica com intelig&ecirc;ncia para escapar das marcadoras. Mas &eacute; muito pouco.<\/p>\n<p>Quem acompanha as meninas nos mundiais das categorias de base sabe bem o qu&atilde;o &eacute; dif&iacute;cil para elas. Os times &ldquo;de baixo&rdquo; geralmente n&atilde;o fazem boas campanhas, o que reflete a quase plena falta de estrutura, com mais times e nos mais diversos lugares do pa&iacute;s, para gerar novas boas atletas. Ainda continuamos a ter abnegadas que entram em campo pelo amor ao esporte &#8211; como ocorre com tantos outros e outras atletas brasileiros.<\/p>\n<p>No &uacute;ltimo ciclo ol&iacute;mpico, pudemos ver o Santos montando uma grande equipe, com a base da sele&ccedil;&atilde;o, mas depois desistindo do projeto &ndash; mesmo que tenha aparecido apoio. Ao mesmo tempo, temos casos curiosos, como o do Vit&oacute;ria, de Santo Ant&atilde;o-PE, que tem no futebol feminino o principal neg&oacute;cio do clube; assim como o S&atilde;o Jos&eacute;, de S&atilde;o Paulo, atual campe&atilde;o da Copa do Brasil e da Libertadores.<\/p>\n<p><strong>Futuro?<\/strong><\/p>\n<p><strike>Maluf<\/strike> Mar&iacute;n disse que Mano continua no comando da sele&ccedil;&atilde;o masculina, mas nada falou sobre a sele&ccedil;&atilde;o feminina.<\/p>\n<p>D&aacute; para confiar que o ex-t&eacute;cnico do Corinthians chega a 2014? N&atilde;o. At&eacute; mesmo porque no ranking da Fifa o Brasil vai superando, m&ecirc;s ap&oacute;s m&ecirc;s, a &ldquo;pior coloca&ccedil;&atilde;o da hist&oacute;ria&rdquo;. Resta saber se haver&aacute; paci&ecirc;ncia at&eacute;, ao menos, a Copa das Confedera&ccedil;&otilde;es, j&aacute; no ano que vem. <br \/>\nVale lembrar tamb&eacute;m que o contrato de certo t&eacute;cnico, campe&atilde;o mundial com a Sele&ccedil;&atilde;o em 2002, acaba no final do ano.<\/p>\n<p>Fato &eacute; que enquanto n&atilde;o criticarmos tamb&eacute;m as estruturas de poder que comandam da forma como querem o futebol no Brasil, independente de modalidade, a tend&ecirc;ncia &eacute; que os trope&ccedil;os fa&ccedil;am @s torcedores jogarem pedras n@s jogadores, enquanto que um t&iacute;tulo ou outro apague as cr&iacute;ticas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Boas estruturas e resultados diferentes. 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