{"id":10603,"date":"2012-11-27T18:00:25","date_gmt":"2012-11-27T18:00:25","guid":{"rendered":"http:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/?p=1692"},"modified":"2012-11-27T18:00:25","modified_gmt":"2012-11-27T18:00:25","slug":"uma-semana-de-alegrias-tristezas-e-surpresas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/?p=10603","title":{"rendered":"Uma semana de alegrias, tristezas e surpresas"},"content":{"rendered":"<figure class=\"image-container image-post-defautl\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/patoshojecombr.jpg\" title=\"Mesmo com \"t\u00edtulo\", Mano foi demitido - Foto:patoshoje.com.br\" alt=\"Mesmo com \"t\u00edtulo\", Mano foi demitido - Foto:patoshoje.com.br\" class=\"image\"><figcaption class=\"fig-caption\">Mesmo com &#8220;t\u00edtulo&#8221;, Mano foi demitido<\/figcaption><small itemprop=\"copyrightHolder\" class=\"copyright\"> Foto:patoshoje.com.br<\/small><\/figure>\n<p><em>27 de novembro de 2012, Anderson Santos (editor), Dijair Brilhantes &amp; Bruno Lima Rocha<\/em><\/p>\n<p>Poucas vezes tivemos d&uacute;vidas sobre qual assunto escrever neste espa&ccedil;o. A &uacute;ltima semana foi muito movimentada nos bastidores do esporte bret&atilde;o. De domingo, dia 18 de novembro, at&eacute; sexta-feira, 23, o mundo da bola girou, alguns sorriram, outros choraram, mas a surpresa foi para todos.<\/p>\n<p><strong>Come&ccedil;amos pelo Palmeiras<\/strong><\/p>\n<p>Ap&oacute;s o empate contra a o Flamengo, em Volta Redonda, o que j&aacute; era previsto a algumas rodadas aconteceu, o Palmeiras foi rebaixado pela segunda vez &agrave; S&eacute;rie B do Brasileir&atilde;o. V&aacute;rios motivos foram colocados e expostos, mas poucos esperavam por isso neste ano.<\/p>\n<p>2012 poderia ser marcado para o Verd&atilde;o com o fim do tabu de campeonatos nacionais, que j&aacute; durava 12 anos. O t&iacute;tulo da Copa do Brasil, que daria tranquilidade ao quase sempre problem&aacute;tico ambiente alviverde, acabou deixando todos tranquilos demais. Al&eacute;m disso, as j&aacute; tradicionais brigas internas, pol&iacute;tica conturbada, ira da torcida (u&eacute;? n&atilde;o acabou a Mancha Verde?!), em conjunto com a demiss&atilde;o de um dos t&eacute;cnicos mais vitoriosos da hist&oacute;ria do clube. O fim de 2012 n&atilde;o poderia ser diferente.<\/p>\n<p>Por ironia do destino, um jogador que foi o destaque palmeirense na campanha da S&eacute;rie B, Vagner Love, foi o autor do gol do empate do Flamengo, que praticamente rebaixou o Palmeiras. Ap&oacute;s o resultado, somente uma derrota de outro paulista, a Portuguesa, diante do Gr&ecirc;mio, manteria o Palmeiras com chances de manter-se vivo por mais uma rodada. Mas houve empate no Canind&eacute; em 2&#215;2.<\/p>\n<p>No &ocirc;nibus, em meio a Via Dutra, na viagem de volta para casa, os palmeirenses souberam da not&iacute;cia. O Palmeiras come&ccedil;a 2013 sonhando com o bicampeonato da Am&eacute;rica e o bi, ou ao menos a vaga de volta, na S&eacute;rie B. Uma vantagem j&aacute; &eacute; clara quanto aos seus poss&iacute;veis advers&aacute;rios, o valor recebido dos direitos de transmiss&atilde;o da televis&atilde;o n&atilde;o muda (cerca de R$ 70 milh&otilde;es de reais).<\/p>\n<p>Mas s&oacute; isso n&atilde;o basta &ndash; considerando a &ldquo;saud&aacute;vel&rdquo; presen&ccedil;a de dirigentes mais preocupados em reclamar das d&iacute;vidas que contratar bons jogadores. Com elei&ccedil;&otilde;es em janeiro de 2013, a Sociedade Esportiva Palmeiras precisa se reinventar (de novo, pela segunda vez ap&oacute;s a era Parmalat) para ficar no lugar que merece, entre os grandes clubes brasileiros.<\/p>\n<p><strong>Longe dos holofotes       <\/strong><\/p>\n<p>Em uma realidade muito diferente, bem distante dos holofotes, e qualquer tipo de m&iacute;dia de massas, o Clube Esportivo Aimor&eacute;, de S&atilde;o Leopoldo (RS), sagrou-se Campe&atilde;o da Segundona ga&uacute;cha (terceira divis&atilde;o do Gauch&atilde;o). Com a vit&oacute;ria de 2 a 0 sobre o Ga&uacute;cho de Passo Fundo, no acanhado, mas hist&oacute;rico, Est&aacute;dio Cristo Rei, o time leopoldense confirmou o t&iacute;tulo e a vaga na divis&atilde;o de acesso do Campeonato Ga&uacute;cho, com uma campanha irrepreens&iacute;vel (16 jogos, 12 vit&oacute;rias, 2 empates e duas derrotas).<\/p>\n<p>Nos dois jogos finais, o &Iacute;ndio Capil&eacute; fez 5 gols e n&atilde;o sofreu nenhum, e o fim de ano foi de alegria para sua torcida, que foi vista vestindo a camisa do Aimor&eacute; nas ruas de S&atilde;o Leopoldo e colocando cerca de 5 mil pessoas entre arquibancadas e barranco nas partidas finais do torneio. Ap&oacute;s 76 anos de hist&oacute;ria, foi o primeiro t&iacute;tulo do time da regi&atilde;o do Vale do Rio dos Sinos.<\/p>\n<p><strong>Na capital dos ga&uacute;chos<\/strong><\/p>\n<p>J&aacute; na capital do Rio Grande do Sul, os dois clubes &ldquo;grandes&rdquo; viveram momentos um pouco conturbados, embora diferentes na semana.<\/p>\n<p>Do lado gremista, muita especula&ccedil;&atilde;o quanto &agrave; renova&ccedil;&atilde;o ou n&atilde;o do contrato do t&eacute;cnico Vanderlei Luxemburgo. A demora no an&uacute;ncio e a falta de comunica&ccedil;&atilde;o da nova diretoria com o treinador deixavam a torcida apreensiva.<\/p>\n<p>Para piorar, os boatos da m&iacute;dia ga&uacute;cha (essa gente &eacute; saudosa  do per&iacute;odo que se dizia  &ldquo;em se plantando tudo d&aacute;&rdquo;) davam conta que caso n&atilde;o ocorresse a renova&ccedil;&atilde;o, Luxemburgo n&atilde;o iria embora de Porto Alegre, apenas mudaria de endere&ccedil;o. A Avenida Padre Cacique seria seu destino. O t&eacute;cnico que mesmo sem ter ganhado sequer um t&iacute;tulo no Gr&ecirc;mio, caiu nas gra&ccedil;as da torcida tricolor. No jogo contra o S&atilde;o Paulo no Est&aacute;dio Ol&iacute;mpico, mais de quarenta mil pessoas pediram sua perman&ecirc;ncia. Perder o &ldquo;novo t&eacute;cnico-&iacute;dolo&rdquo; para o maior rival seria tr&aacute;gico.<\/p>\n<p>Na quinta-feira, 22 de novembro, veio o an&uacute;ncio oficial: Luxemburgo renovou contrato por mais duas temporadas. O t&eacute;cnico disse que a demora deu-se por conta de que agora passaria a morar oficialmente em Porto Alegre, compraria um apartamento &ndash; esperamos que mais camisetas tamb&eacute;m &ndash;, e que traria a fam&iacute;lia para o Estado. Segundo ele, as cifras (fixas) n&atilde;o eram o mais importante. O &ldquo;Madureira&rdquo; vai levar mensalmente cerca de R$ 600 mil reais, e &eacute; poss&iacute;vel que morda uma parte razo&aacute;vel do pr&ecirc;mio dado ao vitorioso da Libertadores (4 milh&otilde;es de reais caso seja campe&atilde;o da Am&eacute;rica) e mais 5 milh&otilde;es de premia&ccedil;&atilde;o se vencer o Mundial de clubes. Ambos t&iacute;tulos que ele n&atilde;o tem.<\/p>\n<p>No Beira- Rio, a situa&ccedil;&atilde;o &eacute; muito mais conturbada. Impressionante como um dos clubes mais vitoriosos da d&eacute;cada passada vive um momento t&atilde;o complicado. As pessoas n&atilde;o falam mais a mesma l&iacute;ngua nas  margens do Rio Gua&iacute;ba (o estu&aacute;rio que a especula&ccedil;&atilde;o imobili&aacute;ria e sua associada midi&aacute;tica teimam em chamar de Lago). E n&atilde;o estamos aqui falando do sotaque portunhol dos &ldquo;gringos&rdquo; que jogam no lado vermelho de Porto Alegre (e olha que n&atilde;o s&atilde;o poucos).<\/p>\n<p>Os grupos pol&iacute;ticos que antes eram unidos, &ldquo;racharam&rdquo;. A elei&ccedil;&atilde;o presidencial que continha tr&ecirc;s chapas foi vencida pela situa&ccedil;&atilde;o no primeiro turno, devido &agrave; cl&aacute;usula de barreira de 25%, que foi atingida somente por uma das chapas, o que causou a ira de parte dos 70 mil s&oacute;cios que &ldquo;teriam&rdquo; direito a voto no segundo turno. Resultado: Giovanni Luiggi segue no comando do clube por mais uma gest&atilde;o. Porque a elei&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; direta e pronto? Sem essa de primeiro turno no col&eacute;gio eleitoral? A bola n&atilde;o &eacute; o reflexo do pa&iacute;s, &eacute;  o Brasil piorado.<\/p>\n<p>No vesti&aacute;rio, as coisas v&atilde;o t&atilde;o mal quanto na pol&iacute;tica. Mais um &iacute;dolo do passado em campo foi execrando como t&eacute;cnico &ndash; e quase todos imaginavam a ocorr&ecirc;ncia do desastre.<\/p>\n<p>Depois de Paulo Roberto Falc&atilde;o, foi a vez de Fernand&atilde;o despedir-se do clube com m&aacute;goas. Com uma campanha p&iacute;fia no Brasileir&atilde;o, (26 jogos, 9 vit&oacute;rias, 8 empates, e 9 derrotas)  para os investimentos do colorado ga&uacute;cho, o &iacute;dolo e  agora ex-t&eacute;cnico do Inter externou o que muitos especulavam: assim como na pol&iacute;tica do clube, h&aacute; um &ldquo;racha&rdquo; entre o grupo de jogadores. As lideran&ccedil;as do vesti&aacute;rio passaram a ganhar independ&ecirc;ncia ao ponto de decidir se aceitam ou n&atilde;o ficar no banco de reservas, jogador se negando a jogar fora de posi&ccedil;&atilde;o e, o pior, amea&ccedil;ando boicotar o clube no Grenal hist&oacute;rico que marcar&aacute; a &uacute;ltima partida do Ol&iacute;mpico!<\/p>\n<p>Na entrevista coletiva de despedida, ap&oacute;s ser demitido no in&iacute;cio da semana, em meio &agrave;s l&aacute;grimas, Fernand&atilde;o disse ter aprendido algumas duras li&ccedil;&otilde;es. Que no futebol n&atilde;o se pode dizer a verdade, &eacute; necess&aacute;rio omitir fatos e jamais misturar amizade com profissionalismo. Ai, ai, mundo c&atilde;o dentro e fora do vesti&aacute;rio. &Eacute; a m&aacute;xima do capital,  dividir para reinar, no caso, operando no limitado universo cultural dos boleiros profissionais.<\/p>\n<p><strong>A maior surpresa da semana   <\/strong><\/p>\n<p>Se fic&aacute;ssemos s&oacute; nos fatos relatados acima j&aacute; seria de perder o f&ocirc;lego, mas a semana teve uma surpresa em seu final. No in&iacute;cio da tarde da sexta-feira, os sites de not&iacute;cia davam conta que Jos&eacute; Maria &ldquo;das Medalhas&rdquo; Mar&iacute;n, Marco Polo Del Nero e Andr&eacute;s S&aacute;nchez se reuniriam na sede da Federa&ccedil;&atilde;o Paulista de Futebol (nova sede de fato da CBF) para decidir o futuro de Mano Menezes como t&eacute;cnico da Sele&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>Horas depois veio a not&iacute;cia que ningu&eacute;m esperava nesse momento. A demiss&atilde;o do t&eacute;cnico Mano Menezes do comando da sele&ccedil;&atilde;o brasileira caiu como uma &ldquo;bomba&rdquo;. Afinal, se era para cair, por que n&atilde;o ap&oacute;s a campanha p&iacute;fia na Copa Am&eacute;rica do ano passado ou na derrota para o M&eacute;xico na final dos Jogos Ol&iacute;mpicos?<\/p>\n<p>Com Mano, o time n&atilde;o conseguia vencer clubes top do futebol mundial. Afinal, n&atilde;o valem as vit&oacute;rias sobre uma Argentina com jogadores que atuam apenas nos clubes hermanos e no Brasil. Os dois t&iacute;tulos do Supercl&aacute;ssico das Am&eacute;ricas eram normais neste contexto. O que n&atilde;o foi normal &eacute; o presidente da CBF sair de La Bombonera antes do jogo terminar. Ah, outro mist&eacute;rio. Porque um cartola malufista e arenista de carteirinha precisa de seguran&ccedil;as estrangeiros, ex-operadores de tipo SAS ingl&ecirc;s.  Porque ser&aacute;? Vale especular, estes guarda-costas s&atilde;o seus ou da FIFA? Voltando para a pinda&iacute;ba boleira&#8230;<\/p>\n<p>&#8230;curiosamente, a demiss&atilde;o vem justamente no momento em que os especialistas viam um estilo de jogo na Sele&ccedil;&atilde;o, com um time titular praticamente feito, com d&uacute;vidas apenas no gol e na posi&ccedil;&atilde;o de centroavante. Estilo ruim por sinal, t&atilde;o capenga e med&iacute;ocre como o do capit&atilde;o Dunga na vergonha sul-africana.<\/p>\n<p>Mano veio para renovar tudo, e foi isso que fez. No in&iacute;cio, ap&oacute;s o fracasso na &Aacute;frica do Sul, em 2010, Neymar, Ganso, Andr&eacute;, Thiago Silva e David Luiz eram alguns dos nomes da nova sele&ccedil;&atilde;o. Ap&oacute;s a estreia com vit&oacute;ria, ainda em 2010, contra os EUA tudo parecia resolvido, o futebol brasileiro finalmente havia reencontrado sua &quot;cara&quot;.<\/p>\n<p>Veio 2011, a sele&ccedil;&atilde;o come&ccedil;ou a trope&ccedil;ar contra times de melhor qualidade, (Fran&ccedil;a, Argentina, Alemanha), al&eacute;m de uma vexat&oacute;ria derrota nas quartas de final da Copa Am&eacute;rica. Junto vieram as cr&iacute;ticas da imprensa.<\/p>\n<p>Mano perdeu (ou n&atilde;o tinha) a convic&ccedil;&atilde;o, deixou de lado a renova&ccedil;&atilde;o e apelou para os veteranos. L&uacute;cio, Ronaldinho Ga&uacute;cho e J&uacute;lio Cesar foram alguns testados para comandar a garotada. Por&eacute;m, a sele&ccedil;&atilde;o continuou sem funcionar.<\/p>\n<p>Em 2012, o principal teste seria a busca pelo in&eacute;dito ouro ol&iacute;mpico, com um time promissor. Apesar de ver outros favoritos como Uruguai e Espanha ficarem na primeira fase, o time ficou ref&eacute;m dos gols de Leandro Dami&atilde;o e foi surpreendido na final contra o M&eacute;xico. Se serviu para algo, foi para ver que o jovem Oscar poderia ser o 10, posi&ccedil;&atilde;o imaginada como sendo natural para um Ganso bem irregular.<\/p>\n<p>Nos &uacute;ltimos amistosos em 2012, o time parecia ter encontrado o seu jogo, com vit&oacute;rias sobre as fracas sele&ccedil;&otilde;es chinesa e iraquiana, uma boa vit&oacute;ria sobre os japoneses &ndash; que vinham de vit&oacute;ria sobre a Fran&ccedil;a &ndash;, e empate com o bom time colombiano, gra&ccedil;as ao p&ecirc;nalti nas alturas cobrado por Neymar. Os testes n&atilde;o foram bons e tampouco de n&iacute;vel.<\/p>\n<p>O melhor da demiss&atilde;o foi o pronunciamento do diretor de sele&ccedil;&otilde;es, o super sincero Andr&eacute;s S&aacute;nchez. Fiel escudeiro de Mano Menezes, ele disse para Jos&eacute; Maria Marin que seu amigo estava ousando e que ele n&atilde;o concordava com a decis&atilde;o, mas respeitava as hierarquias. Na boa, n&atilde;o bastasse sequer ser ouvido, ainda o cara foi l&aacute; responder as perguntas dos jornalistas sobre o assunto. &ldquo;Patadas&rdquo; eram mais que imaginadas &ndash; divers&atilde;o garantida.<\/p>\n<p>Se tudo indicava que o cargo do ex-presidente corintiano estava mais a perigo do que nunca, afinal, toda a comiss&atilde;o t&eacute;cnica foi demitida porque h&aacute; o entendimento que &eacute; necess&aacute;rio um &ldquo;novo modelo&rdquo;, Sanchez j&aacute; confirmou que cai fora do barco. Com toda a sua &quot;super sinceridade&quot;, foi al&eacute;m, afirmando que Felip&atilde;o j&aacute; estaria apalavrado para assumir a Sele&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>Apesar disso, a CBF comunicou que s&oacute; anunciar&aacute; o novo t&eacute;cnico em janeiro de 2013. Dos nomes nacionais, os de sempre. Al&eacute;m de Felip&atilde;o, Muricy Ramalho, o &ldquo;novo nome de sucesso&rdquo;, o t&eacute;cnico corintiano Tite, e a surpresa da indica&ccedil;&atilde;o do &ldquo;revolucion&aacute;rio estrategista&rdquo; Pep Guardiola, que aparece como prefer&ecirc;ncia da torcida brasileira em diversas pesquisas de opini&atilde;o na internet, devido ao grande Barcelona, por ele treinado at&eacute; o meio do ano, e multicampe&atilde;o.<\/p>\n<p>Quem quer que venha a assumir o barco, ele ter&aacute; pouco tempo para mudar dentro de campo antes da Copa do Mundo FIFA 2014, e parece que seria pouco razo&aacute;vel crer nisso. O problema do futebol brasileiro mesmo &eacute; que ele se localiza no comando, mas n&atilde;o o da comiss&atilde;o t&eacute;cnica, mas o da confedera&ccedil;&atilde;o. Entretanto, para este caso, n&atilde;o h&aacute; ningu&eacute;m acima na hierarquia&#8230;<\/p>\n<p><strong>Ep&iacute;logo:<\/strong> enquanto isso, a PF desata a Opera&ccedil;&atilde;o Durkheim e atinge, por tabela, ao vice-presidente da CBF, Marco P&oacute;lo Del Nero&#8230; Ah se a moda pega! Ah se a moda chega em outros escrit&oacute;rios de cartolas&#8230;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mesmo com &#8220;t\u00edtulo&#8221;, Mano foi demitido Foto:patoshoje.com.br 27 de novembro de 2012, Anderson Santos (editor), Dijair Brilhantes &amp; Bruno Lima Rocha Poucas vezes tivemos d&uacute;vidas sobre qual assunto escrever neste espa&ccedil;o. A &uacute;ltima semana foi muito movimentada nos bastidores do esporte bret&atilde;o. 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