{"id":1067,"date":"2009-07-13T12:40:24","date_gmt":"2009-07-13T12:40:24","guid":{"rendered":"http:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/?p=1067"},"modified":"2009-07-13T12:40:24","modified_gmt":"2009-07-13T12:40:24","slug":"espionagem-e-criminalizacao-da-politica-gaucha","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/?p=1067","title":{"rendered":"Espionagem e criminaliza\u00e7\u00e3o da pol\u00edtica ga\u00facha"},"content":{"rendered":"<figure class=\"image-container image-post-defautl\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/rogerio porto.gif\" title=\"Rog\u00e9rio Ortiz Porto, secret\u00e1rio da irriga\u00e7\u00e3o de Yeda, indiciado pela PF, se provarem sua culpa, conseguir\u00e1 aproximar as duas \u00e1reas estruturantes da economia pol\u00edtica ga\u00facha; uma \u00e9 o agro-neg\u00f3cio na matriz exportadora que condiciona a voca\u00e7\u00e3o produtiva do Rio Grande; a outra s\u00e3o as obras p\u00fablicas e o eterno lobby das empreiteiras e construtoras querendo se locupletar com o dinheiro do alheio - Foto:paginarural\" alt=\"Rog\u00e9rio Ortiz Porto, secret\u00e1rio da irriga\u00e7\u00e3o de Yeda, indiciado pela PF, se provarem sua culpa, conseguir\u00e1 aproximar as duas \u00e1reas estruturantes da economia pol\u00edtica ga\u00facha; uma \u00e9 o agro-neg\u00f3cio na matriz exportadora que condiciona a voca\u00e7\u00e3o produtiva do Rio Grande; a outra s\u00e3o as obras p\u00fablicas e o eterno lobby das empreiteiras e construtoras querendo se locupletar com o dinheiro do alheio - Foto:paginarural\" class=\"image\"><figcaption class=\"fig-caption\">Rog\u00e9rio Ortiz Porto, secret\u00e1rio da irriga\u00e7\u00e3o de Yeda, indiciado pela PF, se provarem sua culpa, conseguir\u00e1 aproximar as duas \u00e1reas estruturantes da economia pol\u00edtica ga\u00facha; uma \u00e9 o agro-neg\u00f3cio na matriz exportadora que condiciona a voca\u00e7\u00e3o produtiva do Rio Grande; a outra s\u00e3o as obras p\u00fablicas e o eterno lobby das empreiteiras e construtoras querendo se locupletar com o dinheiro do alheio<\/figcaption><small itemprop=\"copyrightHolder\" class=\"copyright\"> Foto:paginarural<\/small><\/figure>\n<p>13 de julho de 2009, da Vila Setembrina do Rio Grande outrora altaneiro, por Bruno Lima Rocha <\/p>\n<p>Os &uacute;ltimos acontecimentos do Executivo ga&uacute;cho marcaram a crise. As pautas derivadas do envio de envelopes contendo atas e correspond&ecirc;ncias internas do Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal do Rio Grande do Sul (MPF\/RS) recheadas da comprova&ccedil;&atilde;o das suspeitas de que o empres&aacute;rio falido do ramo do cal&ccedil;ado Lair Ant&ocirc;nio Ferst estaria denunciando seus ex-aliados no governo Yeda Crusius causaram novas defec&ccedil;&otilde;es. Como se sabe, o ex-procurador geral do estado e o &ldquo;quase&rdquo; secret&aacute;rio da &ldquo;transpar&ecirc;ncia&rdquo; e por vezes advogado de defesa da governadora, Carlos Otaviano Brenner de Moraes, pedira o bon&eacute;. Na mesma semana, a Pol&iacute;cia Federal (PF) admitira o indiciamento do secret&aacute;rio estadual de Irriga&ccedil;&atilde;o e um dos alvos prim&aacute;rios da investiga&ccedil;&atilde;o denominada Opera&ccedil;&atilde;o Solid&aacute;ria. Rog&eacute;rio Porto, considerado por Yeda como o maior especialista em irriga&ccedil;&atilde;o na Prov&iacute;ncia de S&atilde;o Pedro, tamb&eacute;m seria o elo de liga&ccedil;&atilde;o de um esquema de pre&ccedil;os combinados e licita&ccedil;&otilde;es fraudulentas que esbarrara na ante sala do poder estadual. Esta ponte seria constru&iacute;da entre ele mesmo, algumas representa&ccedil;&otilde;es de empreiteiras e construtoras e a emin&ecirc;ncia parda do tucanato ga&uacute;cho, a secret&aacute;ria pessoal da governadora, Walna Vilarins Meneses.<\/p>\n<p>Vamos compreender a relev&acirc;ncia desta personagem abordada. Yeda Rorato Crusius, embora esteja envolta em problemas de ordem jur&iacute;dica e pol&iacute;tica, &eacute; uma profissional multifacetada e polivalente, como determina os reconvertidos mercados de oferta de for&ccedil;a de trabalho intelectual mediante conhecimento codificado na atualidade. Ela, al&eacute;m de abra&ccedil;ar a carreira da representa&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica profissional, tamb&eacute;m &eacute; professora de economia aposentada pela UFRGS, ex-comentarista de economia dom&eacute;stica da RBS, ex-ministra do Planejamento de Itamar Franco e ex-deputada federal tucana. Walna a acompanha fielmente h&aacute; anos. Nesse decorrer se manteve de perfil baixo, com pouca ou nenhuma publicidade, tornando-se reconhecida publicamente a partir apenas da cobertura jornal&iacute;stica tendo como conte&uacute;do trechos de grava&ccedil;&atilde;o onde a pessoa-chave de Yeda se faz presente. <\/p>\n<p>Nada disso &eacute; novidade como fen&ocirc;meno pol&iacute;tico latino-americanos; talvez esteja apenas de nova roupagem. Tal como a chapa eleita no 2&ordm; turno de 2006, tamb&eacute;m obedecendo um padr&atilde;o de comportamento de governos assumidamente neoliberais na Am&eacute;rica Latina desde o ano de 1990, as gest&otilde;es se criminalizaram em ritmo de mercado altista nas bolsas de valores. Naquele ano se inicia uma era de chefes de executivo que terminaram processados e por vezes atr&aacute;s das grades. Assim ocorreu com Fernando Collor de Mello, Carlos Saul Menem e Alberto Fujimori. &Eacute; certo que em governos sub-nacionais a dimens&atilde;o e escala dos problemas &eacute; menor, embora n&atilde;o menos contundente. Como parte desta &ldquo;cultura pol&iacute;tica&rdquo;, compreendemos que h&aacute; um padr&atilde;o de comportamento e atitude do Executivo, baseado em discursos articulados pela l&oacute;gica do gerencialismo entremeado de rela&ccedil;&otilde;es carnais com pa&iacute;ses de capitalismo central e transnacionais de distintas cadeias produtivas, como o s&atilde;o as papeleiras em solo rio-grandense. Bem, seguindo o padr&atilde;o, quase sempre as chefias de governo acompanhadas de uma fatia gorda de seu primeiro escal&atilde;o terminam por se deparar com uma ou mais investiga&ccedil;&otilde;es, no caso brasileiro, promovidas pela pol&iacute;cia judici&aacute;ria da Uni&atilde;o. <\/p>\n<p>De volta para o pago, isso ocorre no lado de c&aacute; tamb&eacute;m. Tal fen&ocirc;meno se repete na Opera&ccedil;&atilde;o Solid&aacute;ria, isto porque, tal opera&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m se fez ampliada, rasgando no meio das legendas representadas no Conselho Pol&iacute;tico desse governo estadual que se esvai. Dentre outros peixes grandes, tr&ecirc;s caciques pol&iacute;ticos do PMDB\/RS tornaram-se alvos prim&aacute;rios. Trata-se do deputado federal Eliseu Padilha, o secret&aacute;rio estadual de Obras e tamb&eacute;m deputado da prov&iacute;ncia&nbsp;Marco&nbsp;Alba e do deputado estadual Alceu Moreira. Em &ldquo;harmonia&rdquo; com os peemedebistas, se encontra a estrela maior da Opera&ccedil;&atilde;o Rodin, o deputado federal Jos&eacute; Ot&aacute;vio Germano, al&eacute;m de pessoas diretamente vinculadas a este chefe pol&iacute;tico da direita agr&aacute;ria rio-grandense. O tecido do novelo foi sendo desenrolado at&eacute; esbarrar na prefeitura equivalente a ante-sala do modelo de acumula&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica e de poder pol&iacute;tico no pago. Se homens como Chico Fraga, ex-secret&aacute;rio de governo de Marcos Ronchetti no munic&iacute;pio de Canoas, resolvessem falar tudo o que sabe, &eacute; poss&iacute;vel que metade da elite pol&iacute;tica do pago iria se ver direta ou indiretamente comprometida. Fraga &eacute; formalmente filiado ao PTB, mas homem de confian&ccedil;a de operadores que tiveram a sua centralidade no governo de Yeda, dentre eles o ex-comandante geral da Brigada Militar Paulo Roberto Mendes. <\/p>\n<p>Recordando tumultos e recentes vers&otilde;es mal versadas, cabe lembrar o desgaste que Otaviano teve ao se indispor com a acertada medida administrativa de suspender o contrato com a prestadora de servi&ccedil;o de guincho Atento. Disso resultou o pedido de exonera&ccedil;&atilde;o &ndash; ou seja, defec&ccedil;&atilde;o &#8211; da delegada de carreira da Pol&iacute;cia Civil ga&uacute;cha Estella Maris Simon, que se encontrava &agrave; frente da sempre pol&ecirc;mica e cada vez mais suspeita presid&ecirc;ncia e respectiva diretoria do DETRAN-RS. Agora, na hora da crise &ndash; e da respectiva a&ccedil;&atilde;o de resgaste midi&aacute;tico &ndash; quando pessoas de bom senso v&ecirc;em que est&aacute; perigando a embarca&ccedil;&atilde;o afundar, o abandono de barco &eacute; um sintoma de perde do controle do capit&atilde;o do navio. Carlos Otaviano Brenner de Morais sa&iacute;ra de uma pasta que n&atilde;o chegou a ter raz&atilde;o de exist&ecirc;ncia e menos ainda vida real. <\/p>\n<p><u>O vazamento fruto da investiga&ccedil;&atilde;o do MPF teve como fonte a mem&oacute;ria seletiva de Lair <br \/>\n<\/u><br \/>\nAp&oacute;s as mat&eacute;rias da revista Veja baseando-se em arquivos e declara&ccedil;&otilde;es da vi&uacute;va do ex-&ldquo;embaixador&ldquo; do Rio Grande em Bras&iacute;lia, Magda Koenigkan, a crise permanente de Yeda e Cia. ficara em banho Maria. Isto at&eacute; domingo (6 de julho de 2009) quando a tarde dos ga&uacute;chos operadores macro e suas deriva&ccedil;&otilde;es, foi de intensa atividade pol&iacute;tica e midi&aacute;tica na Prov&iacute;ncia de S&atilde;o Pedro. N&atilde;o houve conven&ccedil;&otilde;es partid&aacute;rias nem reuni&otilde;es de c&uacute;pulas dirigentes. O frenesi teve como causa o somat&oacute;rio sempre explosivo de investiga&ccedil;&atilde;o policial, desconfian&ccedil;a pol&iacute;tica (na base da dela&ccedil;&atilde;o) e cobertura jornal&iacute;stica. Outra vez mais ocorreu o &ldquo;vazamento&rdquo; de documenta&ccedil;&atilde;o oficial do Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal no Rio Grande do Sul (MPF\/RS) que se debru&ccedil;a na investiga&ccedil;&atilde;o das contas de campanha e neg&oacute;cios de governo nos primeiros anos do mandato de Yeda Crusius (PSDB). Pelo que me recordo de ler, seriam vinte envelopes sem remetente contendo doze das treze c&oacute;pias de entrevistas, correspond&ecirc;ncias e atas internas dos procuradores da Uni&atilde;o no estado. Ali se confirmava a suspeita coletiva de que o &ldquo;garganta profunda&rdquo; dos pampas &eacute; um ex-homem de confian&ccedil;a dos herdeiros pol&iacute;ticos de Nelson Marchezan (pai), o empres&aacute;rio tucano Lair Ferst. <\/p>\n<p>N&atilde;o teria sentido reproduzir fatos j&aacute; publicados em um breve artigo de an&aacute;lise. Para os leitores desse blog, indico a vers&atilde;o digital da edi&ccedil;&atilde;o impressa do jornal Zero Hora (Grupo RBS), da ter&ccedil;a (07\/07, p&aacute;gs. 4 a 10) e segunda (06\/07, p&aacute;gs. 6 a 10). L&aacute; se encontram reprodu&ccedil;&otilde;es de cartas e atas do MPF citando os vinte fatos investigados a partir da den&uacute;ncia do mesmo informante. O detalhe curioso &eacute; a falta da d&eacute;cima terceira colet&acirc;nea de documentos. Esta aus&ecirc;ncia abre a possibilidade da suspei&ccedil;&atilde;o de que ali estaria contida a evid&ecirc;ncia de que h&aacute; um material em v&iacute;deo, o que geraria provas irrefut&aacute;veis. Esta materialidade &ndash; e a falta desta &ndash; &eacute; a fonte da desconfian&ccedil;a geral perante Lair Ferst e dos denunciantes do PSOL. Se aparecer o v&iacute;deo, a&iacute; a casa pode literalmente cair. <\/p>\n<p>O que destaco como relevante nesse imbr&oacute;glio &eacute; o clima de suspeita coletiva, gerando sensa&ccedil;&atilde;o semelhante a que se vive no nobre e ilibado Senado federal, comandado por homens como Jos&eacute; Sarney, Romero Juc&aacute; e Her&aacute;clito Fortes dentre outros membros da ARENA. J&aacute; aqui na Prov&iacute;ncia constata-se que, em sendo ver&iacute;dicas as den&uacute;ncias de Lair Ferst, nos deparamos no Rio Grande com as seguintes pr&aacute;ticas sistem&aacute;ticas comandadas pelo primeiro escal&atilde;o do governo estadual, incluindo a pr&oacute;pria detentora de mandato Executivo. Seriam estas: a execu&ccedil;&atilde;o de neg&oacute;cios privados com dinheiro p&uacute;blico mediante troca de favores; informa&ccedil;&otilde;es privilegiadas; suborno; caixa dois de campanha; enriquecimento il&iacute;cito; licita&ccedil;&otilde;es fraudulentas; tr&aacute;fico de influ&ecirc;ncia; uso de testas de ferro, laranjas e intermedi&aacute;rios de propinas sistem&aacute;ticas; aquisi&ccedil;&atilde;o de patrim&ocirc;nio; e nomea&ccedil;&otilde;es para cargos de confian&ccedil;a com o intuito de controlar o desvio de recursos diversos. <\/p>\n<p>Como n&atilde;o existe a&ccedil;&atilde;o sem sujeito da a&ccedil;&atilde;o, existem protagonistas destas atividades il&iacute;citas, conforme se viu em reportagens do jornal impresso do maior conglomerado midi&aacute;tico do RS. Estas seriam: l&iacute;deres de partidos pol&iacute;ticos e titulares do primeiro escal&atilde;o estadual; ag&ecirc;ncias de publicidade; prefeitura de cidade-p&oacute;lo; construtoras e empreiteiras de obras p&uacute;blicas e empresas fumageiras. Ou seja, estamos falando de boa parte do PIB ga&uacute;cho, e de investidores com respeit&aacute;vel potencial para o volume de neg&oacute;cio do &ldquo;mercado pol&iacute;tico&rdquo; do RS. <\/p>\n<p><u>O marco te&oacute;rico: o Jogo Real da Pol&iacute;tica e os Cons&oacute;rcios Econ&ocirc;mico-Eleitorais<\/u> <\/p>\n<p>Se forem corretas as informa&ccedil;&otilde;es, estas materializam dois conceitos que este analista vem defendendo h&aacute; mais de uma d&eacute;cada. O primeiro &eacute; que o Jogo Real da Pol&iacute;tica inclui manobras l&iacute;citas e il&iacute;citas, em distintas escalas de grandeza (do ass&eacute;dio moral ao assassinato), passando por regras formais e informais, como a espionagem. <\/p>\n<p>O outro conceito tamb&eacute;m de minha modesta autoria, &eacute; a de que uma candidatura e seu respectivo bloco de alian&ccedil;as e apoiadores formam um Cons&oacute;rcio Econ&ocirc;mico-Eleitoral, onde metas program&aacute;ticas s&atilde;o complementadas por benef&iacute;cios para pessoas f&iacute;sicas e jur&iacute;dicas, obtidos de modo legal ou n&atilde;o. <\/p>\n<p>Ao aplicar estas categorias como modelo explicativo da &ldquo;crise&rdquo; pol&iacute;tica ga&uacute;cha, conclui-se o &oacute;bvio. Primeiro, com boa parte do primeiro escal&atilde;o sob suspeita, a &ldquo;governabilidade&rdquo; est&aacute; por um fio. Segundo, pela l&oacute;gica da concorr&ecirc;ncia com pouca ou nenhuma regra, a motiva&ccedil;&atilde;o original da cisma no governo foi a impossibilidade de um acerto entre as partes que chegavam em 1&ordm; de janeiro de 2007 e os que ali estavam h&aacute; d&eacute;cadas. Nos neg&oacute;cios de Estado, uma crise de negociatas privadas com o recurso p&uacute;blico torna-se o embri&atilde;o de crise pol&iacute;tica. <br \/>\nTerceiro, &eacute; bom refor&ccedil;ar que n&atilde;o contesto a veracidade dos fatos. Apenas compreendo porque foram delatados por Lair e Cia. <\/p>\n<p>\n<a href=\"http:\/\/www.ihu.unisinos.br\/index.php?option=com_noticias&amp;Itemid=18&amp;task=detalhe&amp;id=23860\">Este artigo foi originalmente publicado no portal do Instituto Humanitas da Unisinos (IHU) <br \/>\n<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Rog\u00e9rio Ortiz Porto, secret\u00e1rio da irriga\u00e7\u00e3o de Yeda, indiciado pela PF, se provarem sua culpa, conseguir\u00e1 aproximar as duas \u00e1reas estruturantes da economia pol\u00edtica ga\u00facha; uma \u00e9 o agro-neg\u00f3cio na matriz exportadora que condiciona a voca\u00e7\u00e3o produtiva do Rio Grande; a outra s\u00e3o as obras p\u00fablicas e o eterno lobby das empreiteiras e construtoras querendo [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-1067","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"jetpack_publicize_connections":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1067","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=1067"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1067\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=1067"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=1067"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=1067"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}