{"id":1084,"date":"2009-08-06T01:00:43","date_gmt":"2009-08-06T01:00:43","guid":{"rendered":"http:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/?p=1084"},"modified":"2009-08-06T01:00:43","modified_gmt":"2009-08-06T01:00:43","slug":"o-banco-mundial-e-a-societas-delinquentium-no-rio-grande","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/?p=1084","title":{"rendered":"O Banco Mundial e a \u2018Societas Delinquentium\u2019 no Rio Grande"},"content":{"rendered":"<figure class=\"image-container image-post-defautl\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/yeda_lula.jpg\" title=\"Yeda Rorato e Luiz In\u00e1cio da Silva em perfeita conson\u00e2ncia quanto ao empr\u00e9stimo entreguista do RS junto ao Banco Mundial.  - Foto:infoplanalto\" alt=\"Yeda Rorato e Luiz In\u00e1cio da Silva em perfeita conson\u00e2ncia quanto ao empr\u00e9stimo entreguista do RS junto ao Banco Mundial.  - Foto:infoplanalto\" class=\"image\"><figcaption class=\"fig-caption\">Yeda Rorato e Luiz In\u00e1cio da Silva em perfeita conson\u00e2ncia quanto ao empr\u00e9stimo entreguista do RS junto ao Banco Mundial. <\/figcaption><small itemprop=\"copyrightHolder\" class=\"copyright\"> Foto:infoplanalto<\/small><\/figure>\n<p>&nbsp;Bruno Lima Rocha, cientista pol&iacute;tico, 10 de agosto de 2009 <\/p>\n<p>H&aacute; momentos da hist&oacute;ria em que tudo parece cristalino, ou transparente, como &eacute; a palavra da moda no pago. Estiv&eacute;ssemos em outros tempos e este plant&atilde;o n&atilde;o seria na frente da tela do computador, e sim na Pra&ccedil;a da Matriz. Conforme j&aacute; havia dito em situa&ccedil;&otilde;es anteriores, este governo estadual segue a sina do Menemismo e de todos os demais que tenham rela&ccedil;&otilde;es carnais com o vampiro da agiotagem financeira.<\/p>\n<p>&nbsp;Seguindo na onda da criminaliza&ccedil;&atilde;o da pol&iacute;tica profissional brasileira, ou &lsquo;Societas Delinquentium&rsquo;, como foi o termo aplicado pelo MPF na sua A&ccedil;&atilde;o C&iacute;vel que come&ccedil;a a ganhar publicidade; a Mans&atilde;o de Yeda come&ccedil;a a cair e, junto da resid&ecirc;ncia supostamente subfaturada em seu valor venal, se esvai na sangria a todo seu governo. Quando se derrota &#8211; ou se retira o capital pol&iacute;tico de um Executivo &ndash; uma cabe&ccedil;a de ponte do sistema financeiro, tamb&eacute;m escoam pelo ralo as transa&ccedil;&otilde;es governamentais &ndash; atrav&eacute;s de empr&eacute;stimos financeiros e de interven&ccedil;&atilde;o &ndash; que via mega empr&eacute;stimo do Banco Mundial iam terminar por vender o Rio Grande a prazo pelas pr&oacute;ximas tr&ecirc;s d&eacute;cadas. <\/p>\n<p>Para n&atilde;o ser redundante nos fatos, prefiro indicar a leitura do di&aacute;rio oficioso mor da Prov&iacute;ncia, assim como de outras fontes eletr&ocirc;nicas, onde se explica com riqueza de detalhes a a&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica de improbidade administrativa anunciada pelos procuradores federais do RS (MPF\/RS). Ao meu ver, aqui ao menos, seria fora de sentido discutir um problema pol&iacute;tico em linguagem jur&iacute;dica. Talvez por isso n&atilde;o se deva levar em grandes contas a nota desesperada do co-governo de Yeda Crusius (PSDB + PMDB + PPS + PP + PTB X o vice em rebeldia empresarial do PP sem nunca esquecer que o PDT desembarcara desse governo assim como saltou do cavalo do mandato de Ol&iacute;vio Dutra) que se encontra no s&iacute;tio oficial do governo do estado. <\/p>\n<p>&Eacute; preciso compreender alguns fen&ocirc;menos concomitantes. A corrup&ccedil;&atilde;o estruturante flagrada pela Pol&iacute;cia Federal e fogoneada pela oposi&ccedil;&atilde;o local (que &eacute; governo no Planalto e aliada das mesmas constela&ccedil;&otilde;es de legendas) n&atilde;o come&ccedil;ou com o governo da economista neocl&aacute;ssica. Os esquemas narrados s&atilde;o do tipo Estado Patrimonialista, apimentado por uma direita com certa capacidade de articula&ccedil;&atilde;o e banhada em saberes jur&iacute;dicos. O melhor exemplo &eacute; o caso do DETRAN-RS (cujo esquema apontado ainda na Rodin I come&ccedil;ara em junho de 2003) e que chafurda na lama de terceiriza&ccedil;&otilde;es e precariza&ccedil;&otilde;es desde que fora reinventado quando o privatista Ant&ocirc;nio Britto ainda ocupava o Piratini. A novidade deste mandato &eacute;, a ainda suposta participa&ccedil;&atilde;o direta da Chefe de Governo no &ldquo;batismo&rdquo; da propina, intervindo ara desenrolar as tramas de Lair Ferst que em tese, estaria estragando a festa dos operadores de sempre, a come&ccedil;ar pelo eterno cartola gremista Jos&eacute; Ot&aacute;vio Germano (deputado federal pelo PP e r&eacute;u na A&ccedil;&atilde;o de hoje do MPF). <\/p>\n<p>As rela&ccedil;&otilde;es carnais com o Banco Mundial <\/p>\n<p>O lado mais cruel da atual gest&atilde;o n&atilde;o &eacute; a maquiagem or&ccedil;ament&aacute;ria que retira verba da Sa&uacute;de e da Educa&ccedil;&atilde;o (como todos os governos no Brasil o fazem) e nem sequer a trucul&ecirc;ncia repressivo-midi&aacute;tica do ainda juiz militar, o coronel Paulo Roberto Mendes. O problema passa pela rela&ccedil;&atilde;o carnal com empreiteiras e grandes agentes econ&ocirc;micos afins (devidamente flagrados na Opera&ccedil;&atilde;o Solid&aacute;ria) &ndash; Odebrecht inclu&iacute;da &ndash; mas ultrapassa nossas fronteiras. O mal est&aacute; no que o governo Yeda Crusius representa de inger&ecirc;ncia direta do Banco Mundial (BM) no estado. A equipe de neoliberais-neoinstitucionais (neste quesito entra, por exemplo, secret&aacute;rio de Justi&ccedil;a e Desenvolvimento por &ldquo;terceiriza&ccedil;&atilde;o&rdquo;, Fernando Schiller) tomou posse de um governo com o caixa endividado com a Uni&atilde;o, enforcado pela sanha fiscal e de juros do modelo econ&ocirc;mico do governo de Mr. Meirelles e Luiz In&aacute;cio. <\/p>\n<p>No meio do governo, alegando o alongamento da d&iacute;vida interna, tendo uma d&iacute;vida ativa para cobrar na pra&ccedil;a, Yeda foi &ldquo;agraciada&rdquo; com a mixaria de USd 1,1 bilh&atilde;o de d&oacute;lares do Banco Mundial. Para termos uma id&eacute;ia da ninharia, isso equivale ao calote dos dez maiores devedores do fisco do estado, pessoas jur&iacute;dicas essas que constam dados completos no pr&oacute;prio portal da Receita do RS. Foi nesse momento que a briga pol&iacute;tica local aproximou os neoliberais dos ex-reformistas e dos fisiol&oacute;gicos de sempre, aprovando em un&iacute;ssono consenso vende-p&aacute;tria o absurdo de um empr&eacute;stimo cuja contra partida implica a inger&ecirc;ncia direta de organismo estrangeiro no aparelho de Estado ga&uacute;cho. <\/p>\n<p>Repito. Esse absurdo contou com a aprova&ccedil;&atilde;o de todos os partidos da Assembl&eacute;ia (a &ldquo;ex-esquerda&rdquo; inclu&iacute;da, o PT &agrave; frente) para contratar o empr&eacute;stimo, fazer coro com o Secretario do Tesouro Nacional, o ga&uacute;cho Arno Agust&iacute;n (ex-secret&aacute;rio da Fazenda do RS durante a gest&atilde;o de Ol&iacute;vio) e assim assinar a cl&aacute;usula contratual da senten&ccedil;a de morte de toda e qualquer possibilidade autodetermina&ccedil;&atilde;o local. <\/p>\n<p>Al&eacute;m de entregar os recursos p&uacute;blicos aos interventores do Banco Mundial, o empr&eacute;stimo de trinta anos (cujas parcelas mais gordas vem primeiro), significa tamb&eacute;m atacar os direitos dos trabalhadores, desmontar servi&ccedil;os p&uacute;blicos, e retirar capacidade de execu&ccedil;&atilde;o ao governo sub-nacional. Para termos uma id&eacute;ia do volume do ataque, a menina dos olhos dos operadores do Banco e seus aliados da Agenda 2020 &eacute; a educa&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica. Se Yeda cumprisse as metas do agiota, estaria aberto o caminho para a vinda de outro empr&eacute;stimo, esse sim gigantesco, servindo para terminar de arrematar o Rio Grande. Para confirmar que n&atilde;o se trata de chute, ofere&ccedil;o o seguinte hiperlink, vindo de um editor que conhece o caminho das pedras da Matriz e jamais falaria em contra da ex-professora da UFRGS (acesse aqui para entender o mega-empr&eacute;stimo arquitetado sem muito alarde). <\/p>\n<p>Para ajudar a fundamentar a an&aacute;lise, replico aqui as linhas escritas pelo jornalista Pol&iacute;bio Braga: <\/p>\n<p>&ldquo;SEXTA-FEIRA, 24 DE JULHO DE 2009 <br \/>\nA nova agenda ga&uacute;cha inclui repactua&ccedil;&atilde;o da d&iacute;vida com o governo Lula <br \/>\nT&atilde;o logo o governo ga&uacute;cho receba a segunda tranche do empr&eacute;stimo de US$ 1,1 bilh&atilde;o que assinou com o Banco Mundial, ocorrer&atilde;o as condi&ccedil;&otilde;es objetivas para estes tr&ecirc;s outros passos que quer dar Yeda: <\/p>\n<p>1)fica aberto o espa&ccedil;o para um mega-empr&eacute;stimo destinado exclusivamente a investimento. <\/p>\n<p>2) o modelo ga&uacute;cho servir&aacute; para que os demais Estados repactuem suas d&iacute;vidas extra-limites. <\/p>\n<p>3) logo mais adiante estar&aacute; aberto o caminho para uma repactua&ccedil;&atilde;o de toda a d&iacute;vida p&uacute;blica do Estado. <\/p>\n<p>O governo ga&uacute;cho j&aacute; trabalha com a agenda. &ldquo; <\/p>\n<p>\nO perigo mora bem acima, nas capacidades entregues, porque o empr&eacute;stimo do Banco Mundial d&aacute; a esta institui&ccedil;&atilde;o o controle dos gastos p&uacute;blicos por 30 anos. Na verdade, apesar do ex-reformismo do PT e sua indisciplina controlada diante do Pal&aacute;cio do Planalto de da trupe de Jos&eacute; Dirceu, foi consensuada uma pol&iacute;tica de Estado, de longo prazo, que p&otilde;e o ajuste fiscal por cima das pautas que atendem os interesses dos trabalhadores, do povo como um todo e das fun&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas do ente estatal. Neste bojo entra o arrocho na pol&iacute;tica salarial; a terceiriza&ccedil;&atilde;o ou Parceria P&uacute;blico Privadas (PPPs, novo eufemismo para privatiza&ccedil;&atilde;o lastreada por fundo garantidor com recursos p&uacute;blicos) como &ldquo;&uacute;nica forma&rdquo; de amplia&ccedil;&atilde;o e qualidade dos servi&ccedil;os p&uacute;blicos; investimentos sociais na forma de parceira, al&eacute;m de barbaridades semelhantes. Se amarrados nesta camisa de for&ccedil;a, implica que as margens de a&ccedil;&atilde;o dos governos de turno ficaram ainda menores. Caso um dia a nova oposi&ccedil;&atilde;o reformista (PSOL) ganhe o Piratini, para fazer arremedo de governo, ter&aacute; de decretar a Morat&oacute;ria e conclamar massas em mobiliza&ccedil;&atilde;o. Do contr&aacute;rio, ou n&atilde;o governar&aacute;, ou ter&aacute; de abrir m&atilde;o do programa. Diante da derrota poss&iacute;vel que se avizinha desse projeto, fica postergado o fato da luta pol&iacute;tica pela administra&ccedil;&atilde;o do Estado vir a pagar tributo para o Banco Mundial por um longo tempo. Em assim sendo, os projetos estrat&eacute;gicos dar&atilde;o lugar para as medidas administrativas. Se houver oposi&ccedil;&atilde;o institucional, esta ser&aacute; cada vez mais oposi&ccedil;&atilde;o administrativa, governando dentro das pautas estrat&eacute;gicas condicionantes j&aacute; acordadas. <\/p>\n<p>Estes s&atilde;o os argumentos relevantes naquilo que parece ser o mote de fundo na soma da corrup&ccedil;&atilde;o end&ecirc;mica e estruturante nos partidos tradicionais da velha direita do pago lado a lado com a participa&ccedil;&atilde;o dos herdeiros de Nelson Marchezan pai (PSDB ga&uacute;cho) repaginados como neoliberais a servi&ccedil;o do Banco Mundial. <\/p>\n<p>Apontando conclus&otilde;es <\/p>\n<p>Ao que parece, o governo de Yeda vai tentar resistir de uma forma pouco nova, tentando desqualificar a a&ccedil;&atilde;o do MPF\/RS como atividade pol&iacute;tico-midi&aacute;tica e sem fundamento jur&iacute;dico. Agora cabem duas medidas. <\/p>\n<p>&#8211; Para os que t&ecirc;m como objetivo frear as tratativas do Banco Mundial no RS, o mais sensato &eacute; impor a pauta e largar m&atilde;o de qualquer reboquismo de bancadas estaduais nos processos de CPI da Corrup&ccedil;&atilde;o e do Impedimento da governadora.&nbsp;<\/p>\n<p>&#8211; No caso daqueles operadores que se v&ecirc;em estritamente dentro do campo da legalidade jur&iacute;dica, &eacute; urgente exigir a exce&ccedil;&atilde;o da verdade e o levantamento do segredo de Justi&ccedil;a, mostrando as provas cabais e contundentes para toda a sociedade ga&uacute;cha. <\/p>\n<p>Em ambas as possibilidades a temperatura arder&aacute; no caldeir&atilde;o do Piratini. Para n&atilde;o &ldquo;pipocar&rdquo;, me posiciono como sempre. Este analista entende ser leg&iacute;timo e necess&aacute;rio o acionar dos movimentos populares e dos sindicatos dos servidores contra a interven&ccedil;&atilde;o do Banco Mundial no estado. Assim, vejo como importante o impedimento ou queda de Yeda Crusius. Para al&eacute;m da corrup&ccedil;&atilde;o end&ecirc;mica (segundo o pr&oacute;prio MPF\/RS e as opera&ccedil;&otilde;es da PF), as rela&ccedil;&otilde;es carnais s&atilde;o o abra&ccedil;o do dem&ocirc;nio na forma de agiota financista. <\/p>\n<p>Muitos vitoriosos ter&atilde;o o que comemorar se a agiotagem criminal. Um deles, paladino solit&aacute;rio da soberania do Rio Grande peleando contra sua venda num balc&atilde;o de secos e molhados, encaminhara uma representa&ccedil;&atilde;o contra o empr&eacute;stimo fajuto e nenhum retorno recebeu das institui&ccedil;&otilde;es para onde enviou o material e tampouco dos mais de 200 jornalistas profissionais localizados em grandes meios de comunica&ccedil;&atilde;o da Prov&iacute;ncia. Este absurdo foi narrado por um homem digno e honesto, um s&oacute; diante dos tanques do capitalismo financeiro e cognitivo, o fiscal de tributos aposentado Jo&atilde;o Pedro Casarotto. Caso isso venha a ocorrer, esta vit&oacute;ria ser&aacute; de homens e mulheres como Jo&atilde;o Pedro, trabalhadores do servi&ccedil;o p&uacute;blico estadual que tem como orgulho terem passado por um sem n&uacute;mero de situa&ccedil;&otilde;es sempre de m&atilde;os limpas. <\/p>\n<p>Ainda nas conclus&otilde;es, entendo que a milit&acirc;ncia social que estivera na primeira linha em contra o entreguismo e a inger&ecirc;ncia externa nos assuntos de soberania devem considerar esta poss&iacute;vel vit&oacute;ria como sua e n&atilde;o do proselitismo profissional presente nos holofotes midi&aacute;ticos. Se e caso o governo Yeda venha a sofrer impeachment, esta vit&oacute;ria t&aacute;tica dos sindicatos e movimentos populares ga&uacute;chos se transformaria em vit&oacute;ria estrat&eacute;gica (no sentido estrito) caso fossem suspensas as contrapartidas e metas j&aacute; acertadas com o Banco Mundial. Esta &eacute; a meta digna de ser buscada, e n&atilde;o apenas a derrota de um Executivo sob suspeita de crimes e coniv&ecirc;ncia.&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.ihu.unisinos.br\/index.php?option=com_noticias&amp;Itemid=18&amp;task=detalhe&amp;id=24687\">Este artigo foi republicado (com altera&ccedil;&otilde;es e novidades) no portal do Instituto Humanitas Unisinos (IHU)<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Yeda Rorato e Luiz In\u00e1cio da Silva em perfeita conson\u00e2ncia quanto ao empr\u00e9stimo entreguista do RS junto ao Banco Mundial. Foto:infoplanalto &nbsp;Bruno Lima Rocha, cientista pol&iacute;tico, 10 de agosto de 2009 H&aacute; momentos da hist&oacute;ria em que tudo parece cristalino, ou transparente, como &eacute; a palavra da moda no pago. 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