{"id":1085,"date":"2009-08-13T15:22:14","date_gmt":"2009-08-13T15:22:14","guid":{"rendered":"http:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/?p=1085"},"modified":"2009-08-13T15:22:14","modified_gmt":"2009-08-13T15:22:14","slug":"o-jogo-de-meias-palavras-do-fmi-para-a-estafa-com-nome-de-crise","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/?p=1085","title":{"rendered":"O jogo de meias palavras do FMI para a estafa com nome de crise"},"content":{"rendered":"<figure class=\"image-container image-post-defautl\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/fmi_arde.jpg\" title=\"O FMI n\u00e3o tem nenhuma condi\u00e7\u00e3o institucional de alegar idoneidade ou nada parecido. At\u00e9 setores varejistas brasileiros sabem que o macro-sistema financeiro internacional \u00e9 uma caixa de pandora com um papel podre dentro. Se o valor \u00e9 socialmente constru\u00eddo, a especula\u00e7\u00e3o ent\u00e3o \u00e9 socialmente amoral. - Foto:outroladodanoticia\" alt=\"O FMI n\u00e3o tem nenhuma condi\u00e7\u00e3o institucional de alegar idoneidade ou nada parecido. At\u00e9 setores varejistas brasileiros sabem que o macro-sistema financeiro internacional \u00e9 uma caixa de pandora com um papel podre dentro. Se o valor \u00e9 socialmente constru\u00eddo, a especula\u00e7\u00e3o ent\u00e3o \u00e9 socialmente amoral. - Foto:outroladodanoticia\" class=\"image\"><figcaption class=\"fig-caption\">O FMI n\u00e3o tem nenhuma condi\u00e7\u00e3o institucional de alegar idoneidade ou nada parecido. At\u00e9 setores varejistas brasileiros sabem que o macro-sistema financeiro internacional \u00e9 uma caixa de pandora com um papel podre dentro. Se o valor \u00e9 socialmente constru\u00eddo, a especula\u00e7\u00e3o ent\u00e3o \u00e9 socialmente amoral.<\/figcaption><small itemprop=\"copyrightHolder\" class=\"copyright\"> Foto:outroladodanoticia<\/small><\/figure>\n<p>13 de agosto de 2009, do Vale dos Sinos, Bruno Lima Rocha <\/p>\n<p>Durante um ano inteiro, entre agosto de 2007 e setembro 2008, uma mentira sistem&aacute;tica circulou de forma paralela no mundo da informa&ccedil;&atilde;o, dos neg&oacute;cios e do econom&ecirc;s mal explicado. Trata-se da falsa afirma&ccedil;&atilde;o de que o mundo capitalista cognitivo vivia uma crise. Nada disso. O que houve foi a conseq&uuml;&ecirc;ncia de uma fraude milion&aacute;ria, uma estafa promovida pelos cors&aacute;rios do sistema financeiro. Explico.<\/p>\n<p>Quando um operador econ&ocirc;mico, administrador, alto executivo, detentor de cargo de 1&ordm; escal&atilde;o de um Estado ou autoridade monet&aacute;ria tem Informa&ccedil;&atilde;o Perfeita, ele ou ela n&atilde;o podem incorrer em erro. &Eacute; um absurdo pensar que gente treinada possa equivocar-se em uma opera&ccedil;&atilde;o de risco sem saber as probabilidades das conseq&uuml;&ecirc;ncias. Quando isso ocorre, ent&atilde;o &eacute; fraude, picaretagem a zilh&otilde;es de bytes por hora. Eis a &ldquo;tal da crise&rdquo; do sub-prime. O resultado dessa barb&aacute;rie produzindo roubo sistem&aacute;tico e levando a um keynesiano convicto (Barack Obama) a voltar a ocupar a cadeira de presidente do Imp&eacute;rio, vemos abaixo. <\/p>\n<p>Antes que algu&eacute;m diga que se trata de chute, a fonte dos dados &eacute; do pr&oacute;prio Fundo Monet&aacute;rio Internacional (FMI) e cujos n&uacute;meros foram divulgados pela emissora estatal brit&acirc;nica BBC. Segundo um dos bra&ccedil;os financeiros do sistema mundo (o outro &eacute; o Grupo Banco Mundial), aquilo a intelig&ecirc;ncia francesa (a DST, ag&ecirc;ncia de contra-espionagem) chama de estafa j&aacute; abocanhou mais de US$ 10 trilh&otilde;es. A fonte, o FMI, afirma que os governos dos pa&iacute;ses de capitalismo central (G-8, mais Comunidade Europ&eacute;ia, incluindo o Jap&atilde;o), sacaram de seus tesouros nacionais, em conjunto, o total de US$ 9,2 trilh&otilde;es. Esse recurso, oriundo da sobretaxa da popula&ccedil;&atilde;o trabalhadora e do endividamento p&uacute;blico, foi aportado ao sistema financeiro (o mesmo que fraudou recebe a grana). J&aacute; as economias dos ditos emergentes, como os que formam o G-20, tendo Brasil, &Iacute;ndia, China e R&uacute;ssia &agrave; frente, torraram cerca de US$ 1,6 trilh&atilde;o socorrendo os respectivos picaretas que operam as finan&ccedil;as e o capital simb&oacute;lico e sem lastro em seus pa&iacute;ses ou sob sua jurisdi&ccedil;&atilde;o. <\/p>\n<p>Ainda segundo o FMI, por volta de US$ 1,9 trilh&atilde;o saiu dos recursos estatais em formato de adiantamentos (cobrindo as posi&ccedil;&otilde;es futuras), j&aacute; o restante &eacute; usado para salvar a lavoura, cobrindo o rombo das seguradoras (como a AIG) e emprestando a fundo perdido (salvando os bancos com o dinheiro do contribuinte!). Como todo fato cont&aacute;bil n&atilde;o fraudulento, esse d&eacute;ficit (ou seja, o preju&iacute;zo no cofre dos Estados) vai permanecer. E, o que for pago de volta pelos bancos do capitalismo central, voltar&aacute; sem os devidos juros que pagamos todos n&oacute;s meros mortais correntistas. <\/p>\n<p><strong>O rombo empobrece a popula&ccedil;&atilde;o dos pa&iacute;ses mais ricos. E quem paga a d&iacute;vida s&atilde;o os trabalhadores do G-20<\/strong> <\/p>\n<p>A &ldquo;tal da crise&rdquo; foi a maior transfer&ecirc;ncia de renda direta da hist&oacute;ria da humanidade. Para o FMI, a estimativa de custo da roubalheira &ndash; atrav&eacute;s de a&ccedil;&atilde;o fraudulenta mediante Informa&ccedil;&atilde;o Perfeita e garantias nas rela&ccedil;&otilde;es entre o Estado Capitalista e seus mandantes &ndash; equivale ao maior resultado negativo dos Estados ricos desde o final da 2&ordf; Guerra Mundial. Mas, como invers&atilde;o de valores, agora ao inv&eacute;s de um Plano Marshall para salvar a Europa destru&iacute;da dos avan&ccedil;os das esquerdas sindicais (inimigo interno) e do Bloco Sovi&eacute;tico (inimigo externo), temos um PROER globalizado, sangrando o or&ccedil;amento dos pa&iacute;ses-chave para a economia integrada. <\/p>\n<p>O d&eacute;ficit previsto nos or&ccedil;amentos j&aacute; em 2009 &eacute; da ordem de 10,2% do PIB &ndash; em m&eacute;dia estimada &ndash; para o conjunto dos Estados que governam o planeta. Pa&iacute;s por pa&iacute;s, as contas aumentam o sinistro do seguro-picaretagem que estamos todos pagando. Isto porque as maiores proje&ccedil;&otilde;es de d&eacute;ficits s&atilde;o nos Estados Unidos, com 13,5% do PIB; na Gr&atilde;-Bretanha, com 11,6%, e no Jap&atilde;o, com 10,3%. Ou seja, vamos todos comprar mais t&iacute;tulos da d&iacute;vida p&uacute;blica do Imp&eacute;rio, gerando mais interdepend&ecirc;ncia da China (na rela&ccedil;&atilde;o de 7 para 1) e do Brasil, como adquirente do rombo que deveria ser pago com a expropria&ccedil;&atilde;o de 80% da pra&ccedil;a financeira dos estadunidenses. <\/p>\n<p>Para 2010, a coisa se inverte, sendo previsto um d&eacute;ficit de 13,3% do PIB da Gr&atilde;-Bretanha e de 9,7% dos EUA. Estes seriam os dois maiores rombos do total dos membros do G-20, cuja arrecada&ccedil;&atilde;o tribut&aacute;ria caiu &ndash; com a queda da taxa&ccedil;&atilde;o da movimenta&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica empresa-empresa &ndash; e tamb&eacute;m com o sempre esperado socorro do Estado Capitalista para seus agentes econ&ocirc;micos de posi&ccedil;&atilde;o chave para a concerta&ccedil;&atilde;o local de poder. Isen&ccedil;&atilde;o fiscal mais transfer&ecirc;ncia de renda direta para os detentores de capital vai ganhar o nome de sempre, &ldquo;planos de est&iacute;mulo&rdquo;. Tais est&iacute;mulos v&atilde;o implicar na ordem de 2% do PIB em 2009, e 1,6% em 2010, para o total dos membros do g-20. Mas, at&eacute; o FMI reconhece que ser&aacute; dif&iacute;cil medir a efici&ecirc;ncia dessa iniciativa. O jogo de palavras de sempre, matiza o receitu&aacute;rio &ldquo;t&eacute;cnico&rdquo; (ou seja, de pol&iacute;tica econ&ocirc;mica subordinada ao capital financeiro e sem dimens&atilde;o expl&iacute;cita de economia pol&iacute;tica), afirmando que o salva bancos e cia. de 2008, somado &agrave;s pol&iacute;ticas de &ldquo;incentivo&rdquo; (transfer&ecirc;ncia de renda indireta) j&aacute; incentivara a retomada do &ldquo;crescimento&rdquo; do G-20 em torno de 1,2% e 4,7% aplic&aacute;veis neste ano corrente. <\/p>\n<p><strong>A estupidez continua e o endividamento de longo prazo tamb&eacute;m <br \/>\n<\/strong><br \/>\n&Eacute; preciso lembrar que este conjunto de absurdos come&ccedil;ou a se acelerar na chamada Era Reagan nos EUA (1981-1988 e depois na seq&uuml;&ecirc;ncia com Bush pai), quando se aplicava o princ&iacute;pio do Reagan Hood, tirando dos mais pobres e transferindo acintosamente aos mais ricos. Este fen&ocirc;meno aumentou a d&iacute;vida p&uacute;blica do Imp&eacute;rio e gerou uma inseguran&ccedil;a social somente comparada com a vivida no per&iacute;odo da Grande Recess&atilde;o e do New Deal de Franklin Delano Roosevelt como solu&ccedil;&atilde;o parcial para o abismo social no Imp&eacute;rio. As bases de transfer&ecirc;ncia de renda brutal, liberaliza&ccedil;&atilde;o e perda de controle central da movimenta&ccedil;&atilde;o financeira ocorridas na Era Bush Jr. tem sua raiz na Reaganomics. O diferencial se d&aacute; na acelera&ccedil;&atilde;o transacional, protegidas as negociatas atrav&eacute;s da concentra&ccedil;&atilde;o midi&aacute;tica, da corrup&ccedil;&atilde;o do 4&ordm; poder no cora&ccedil;&atilde;o do capitalismo e atrav&eacute;s das Novas Tecnologias de Informa&ccedil;&atilde;o e Comunica&ccedil;&atilde;o como plataforma de neg&oacute;cios e transa&ccedil;&otilde;es especulativas. O assalto ao Estado pelos Neo-cons foi mais virulento do que a maioria dos trabalhadores estadunidenses puderam perceber. <\/p>\n<p>O FMI est&aacute; operando um rec&acirc;mbio de imagem, buscando aparentar maior independ&ecirc;ncia dos operadores financeiros globais. Ainda que seja conversa para ingl&ecirc;s ver, os dados do &oacute;rg&atilde;o s&atilde;o para l&aacute; de assustadores. Estima-se que at&eacute; 2014, a d&iacute;vida dos governos alcance 239% do PIB no Jap&atilde;o, 132% na It&aacute;lia, 112% nos Estados Unidos, e 99,7% na Gr&atilde;-Bretanha. A surpresa est&aacute; na Inglaterra e seus Estados-sat&eacute;lites (a terra da rainha conforma o &ldquo;51&ordm;&rdquo; estado federado nos EUA) cujo aumento da d&iacute;vida p&uacute;blica &eacute; proporcionalmente o de maior crescimento, mais que <br \/>\ndobrando o &iacute;ndice de 44% de 2007. <\/p>\n<p>A roda da picaretagem se aproveita tamb&eacute;m do momento de eleva&ccedil;&atilde;o das d&iacute;vidas. Entram em cena, sempre segundo o FMI, as chamadas ag&ecirc;ncias de &ldquo;classifica&ccedil;&atilde;o de risco&rdquo;, as mesmas que compuseram o mecanismo de fraude global desde a opera&ccedil;&atilde;o piloto do balan&ccedil;o maquiado da Enron, passando pelo concluio com as seguradoras, os bancos hipotec&aacute;rios, os bancos de investimento e as seguradoras na bolha imobili&aacute;ria do Sub-prime atrav&eacute;s dos chamados cr&eacute;ditos Ninja e dos derivativos na forma de ativos t&oacute;xicos. Pois bem, essas mesmas fontes de picaretagem anunciaram que poder&atilde;o rebaixar os &iacute;ndices de classifica&ccedil;&atilde;o dos pap&eacute;is governamentais &ndash; aumentando o n&iacute;vel de risco (!) dos Estados com d&iacute;vida de 100% do PIB ou mais elevada. Embora nada disso seja novidade para o Brasil, compreende-se que esta &eacute; uma forma barata de chantagem da pouca regula&ccedil;&atilde;o estatal visando aumentar a transfer&ecirc;ncia de renda e de circula&ccedil;&atilde;o dos juros embutidos nos pap&eacute;is oficiais negociados. <\/p>\n<p>Por suposto que a rebaixa nos pap&eacute;is, portanto, no aumento do &ldquo;risco pa&iacute;s&rdquo; &ndash; um mero ataque especulativo como o Brasil sofrera ao longo do ano de 2002 &ndash; implica em for&ccedil;ar os governos a aumentar os juros b&aacute;sicos, tentando financiar o d&eacute;ficit nacional n&atilde;o atrav&eacute;s de poupan&ccedil;a interna &ndash; como se faz em sanidade de ju&iacute;zo &ndash; maus com a rolagem da pr&oacute;pria d&iacute;vida! Caso aceitem a chantagem sist&ecirc;mica, as autoridades econ&ocirc;micas dos Estados do G-20 ter&atilde;o de pagar juros mais altos, repassando riquezas aos mesmos operadores banc&aacute;rios que executaram a maior estafa da humanidade! N&atilde;o se poderia esperar outra coisa das ag&ecirc;ncias de risco! <\/p>\n<p>J&aacute; o pr&oacute;prio Fundo mostra as suas garras atrav&eacute;s de duplo discurso. Ao mesmo tempo em que afirma ser necess&aacute;ria a demonstra&ccedil;&atilde;o de vias confi&aacute;veis de recupera&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica para o longo prazo, n&atilde;o demonstra como isso deveria se suceder e tampouco exige o fechamento da cloaca global de tr&aacute;fego financeiro sem controle. Um Estado somente reduz seu d&eacute;ficit se tiver uma matriz econ&ocirc;mica diversificada e com a massa salarial representando 50% ou mais do PIB. Do contr&aacute;rio, tudo &eacute; vol&aacute;til e sem poder de compra, n&atilde;o h&aacute; consumo que se sustente sem juros extorsivos. Embora qualquer pessoa minimamente informada saiba disso, &oacute;rg&atilde;os suspeitos como o FMI e o Banco Mundial insistem no contr&aacute;rio. E, como era de esperar, para o curto prazo a recomenda&ccedil;&atilde;o do Fundo &eacute; mais isen&ccedil;&atilde;o fiscal e endividamento r&aacute;pido mediante juros em alta. Qual a novidade? Como curar se o medicamento tem a mesma propriedade da doen&ccedil;a? <\/p>\n<p><strong>Alguma conclus&atilde;o <br \/>\n<\/strong><br \/>\nNo mundo governado de fato pelo sistema financeiro, qualquer tentativa de regula&ccedil;&atilde;o global encontra resist&ecirc;ncia na pirataria financeira. &Eacute; por isso que de reuni&atilde;o de c&uacute;pula em reuni&atilde;o de c&uacute;pula nada se resolve. Em setembro pr&oacute;ximo (2009), na cidade de Pittsburgh, estado da Pennsylvania (costa leste do Imp&eacute;rio das 13 col&ocirc;nias escravagistas), os discursos de meias palavras e as solu&ccedil;&otilde;es pela metade ser&atilde;o retomadas na reuni&atilde;o dos &ldquo;l&iacute;deres&rdquo; do G-20. <\/p>\n<p>&Eacute; de se supor que nenhum dos presentes vai propor o &oacute;bvio necess&aacute;rio. Em outras palavras, deveriam fechar Wall Street, terminar de p&ocirc;r em cana os CEOs do sistema hipotec&aacute;rio, cortar os b&ocirc;nus dessa gente, fechar os para&iacute;sos fiscais e convocar um Tribunal de Nuremberg financeiro para crimes contra a economia mundial. Mas, como se sabe, n&atilde;o se trata de necessidade de justi&ccedil;a coercitiva e sim de luta global contra o capital financeiro. Em todas as frentes poss&iacute;veis. <\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.bbc.co.uk\/portuguese\/noticias\/2009\/07\/090731_crisecustoml.shtml\">Obs: eis a prova dos nove, o link para a mat&eacute;ria da BBC Brasil <br \/>\n<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.ihu.unisinos.br\/index.php?option=com_noticias&amp;Itemid=18&amp;task=detalhe&amp;id=24765\">Este artigo foi originalmente publicado no portal do Instituto Humanitas da Unisinos (IHU) <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O FMI n\u00e3o tem nenhuma condi\u00e7\u00e3o institucional de alegar idoneidade ou nada parecido. At\u00e9 setores varejistas brasileiros sabem que o macro-sistema financeiro internacional \u00e9 uma caixa de pandora com um papel podre dentro. Se o valor \u00e9 socialmente constru\u00eddo, a especula\u00e7\u00e3o ent\u00e3o \u00e9 socialmente amoral. 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