{"id":1103,"date":"2009-10-02T01:04:04","date_gmt":"2009-10-02T01:04:04","guid":{"rendered":"http:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/?p=1103"},"modified":"2009-10-02T01:04:04","modified_gmt":"2009-10-02T01:04:04","slug":"a-importancia-da-teoria-revisitando-a-obra-de-raul-cariboni-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/?p=1103","title":{"rendered":"A import\u00e2ncia da Teoria \u2013 revisitando a obra de Ra\u00fal Cariboni \u2013 2"},"content":{"rendered":"<figure class=\"image-container image-post-defautl\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/lapazmujeres171003www.jpg\" title=\"No epis\u00f3dio da Guerra do G\u00e1s de 2003, as estruturas sociais organizadas da Bol\u00edvia conseguiram impor um programa para o governo tamp\u00e3o de Carlos Mesa que assumiu j\u00e1 com a corda no pesco\u00e7o. Esta capacidade triplicaria se o espa\u00e7o pol\u00edtico-espec\u00edfico fosse ocupado por organiza\u00e7\u00f5es de tipo finalistas.   - Foto:internationalist\" alt=\"No epis\u00f3dio da Guerra do G\u00e1s de 2003, as estruturas sociais organizadas da Bol\u00edvia conseguiram impor um programa para o governo tamp\u00e3o de Carlos Mesa que assumiu j\u00e1 com a corda no pesco\u00e7o. Esta capacidade triplicaria se o espa\u00e7o pol\u00edtico-espec\u00edfico fosse ocupado por organiza\u00e7\u00f5es de tipo finalistas.   - Foto:internationalist\" class=\"image\"><figcaption class=\"fig-caption\">No epis\u00f3dio da Guerra do G\u00e1s de 2003, as estruturas sociais organizadas da Bol\u00edvia conseguiram impor um programa para o governo tamp\u00e3o de Carlos Mesa que assumiu j\u00e1 com a corda no pesco\u00e7o. Esta capacidade triplicaria se o espa\u00e7o pol\u00edtico-espec\u00edfico fosse ocupado por organiza\u00e7\u00f5es de tipo finalistas.  <\/figcaption><small itemprop=\"copyrightHolder\" class=\"copyright\"> Foto:internationalist<\/small><\/figure>\n<p>1&ordm; de outubro de 2009, por Bruno Lima Rocha <\/p>\n<p>Damos seq&uuml;&ecirc;ncia nesta semana com a visita e releitura da obra coletiva coordenada pelo professor de Hist&oacute;ria e militante libert&aacute;rio uruguaio, Ra&uacute;l Cariboni. O t&iacute;tulo do texto de orienta&ccedil;&atilde;o para a milit&acirc;ncia uruguaia do in&iacute;cio da dura e disputada d&eacute;cada de &rsquo;70 se chama A Import&acirc;ncia da Teoria, e o apelido era Huerta Grande (Horta Grande). &Eacute; um pequeno documento com s&oacute;lida base estruturalista, apontando para o papel do mundo das id&eacute;ias e da ci&ecirc;ncia para o acionar pol&iacute;tico do campo do movimento popular e das organiza&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas que se posicionam como motor destas lutas.<\/p>\n<p>Dentro desse marco de conceitos operacionais est&aacute; o de Linha, Programa e Etapa, conforme vemos abaixo: <\/p>\n<p><em>Sem linha para o trabalho te&oacute;rico, uma Organiza&ccedil;&atilde;o, por maior que seja, &eacute; confundida por condi&ccedil;&otilde;es que ela n&atilde;o condiciona nem compreende. A linha pol&iacute;tica pressup&otilde;e um programa, ou seja, as metas que se quer alcan&ccedil;ar em cada etapa. O programa indica que for&ccedil;as s&atilde;o favor&aacute;veis, quais s&atilde;o os inimigos e quem s&atilde;o os aliados circunstanciais. Mas para saber isso &eacute; preciso conhecer profundamente a(s) realidade(s) do pa&iacute;s. Por isso, adquirir agora esse conhecimento &eacute; a tarefa priorit&aacute;ria. E para conhecer &eacute; preciso teoria. <\/p>\n<p><\/em>Entendo que as formula&ccedil;&otilde;es acima nos oferecem uma modelagem vis&iacute;vel das car&ecirc;ncias, acertos, virtudes e mazelas do pouco ou muito trabalho te&oacute;rico, da suficiente ou da falta de aplica&ccedil;&atilde;o de m&eacute;todos cient&iacute;ficos na lida pol&iacute;tica. Podemos concluir que <u>o bom conhecimento das realidades<\/u>, somados com a <u>qualidade de interven&ccedil;&atilde;o de acordo com o objetivo finalista<\/u> &eacute; o fruto direto da capacidade te&oacute;rica (aqui caracterizado como um sistema de conceitos coerentemente articulados), somado com a metodologia anal&iacute;tica para a incid&ecirc;ncia (sendo esta a sobreposi&ccedil;&atilde;o do pensamento hist&oacute;rico-estrutural aplicado sobre um tabuleiro de an&aacute;lise estrat&eacute;gica) e estando a dimens&atilde;o ideol&oacute;gica preservada e retroalimentada pelo fazer da pol&iacute;tica cotidiana. <\/p>\n<p>Por contraposi&ccedil;&atilde;o l&oacute;gica, <u>o pouco conhecimento das realidades<\/u> (a baixa compreens&atilde;o da sociedade concreta e seus constrangimentos estruturais), em geral facilita a <u>m&iacute;stica interna esterilizante<\/u>. Esta &ldquo;m&iacute;stica exagerada e esterilizante&rdquo;, se caracteriza por um discurso excessivamente emotivo e que somente se retro-alimenta, fazendo a confus&atilde;o intencional entre culto da simbologia com a frieza anal&iacute;tica que &eacute; pr&eacute;-condi&ccedil;&atilde;o para qualquer incid&ecirc;ncia de longo prazo. Este discurso pol&iacute;tico se materializa para o p&uacute;blico externo, em geral, atrav&eacute;s de um <u>programa muito aberto<\/u>, de linha pouco coerente (com evasivas conceituais e baixa coer&ecirc;ncia interna), o que corresponde na qualifica&ccedil;&atilde;o da incid&ecirc;ncia pol&iacute;tica em um car&aacute;ter excessivamente agitativo. <\/p>\n<p>Somo aos fatores citados acima a necessidade da qualidade da interven&ccedil;&atilde;o, caracterizando-se a coes&atilde;o, a partir do &acirc;mbito interno para o externo, como um perfil de estilo de trabalho pol&iacute;tico. Esta forma de procedimento atua tanto nas inst&acirc;ncias pol&iacute;tica espec&iacute;ficas, como na pol&iacute;tica-social, social e do associativismo como um todo. Afinal, nas arenas p&uacute;blicas, a conduta de seus membros &eacute; a materialidade da interven&ccedil;&atilde;o organizada da agrupa&ccedil;&atilde;o que se pretende fomentadora de c&acirc;mbio profundo. O trabalho de Cariboni aponta tamb&eacute;m o estilo, a forma de interven&ccedil;&atilde;o, quando a organiza&ccedil;&atilde;o &eacute; identificada al&eacute;m do arsenal simb&oacute;lico caracter&iacute;stico da pol&iacute;tica, mas tamb&eacute;m pela coerente articula&ccedil;&atilde;o discursiva e anal&iacute;tica materializada na interven&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica de seus membros. <\/p>\n<p>Do ponto de vista metodol&oacute;gico, a teoria pol&iacute;tica de matriz libert&aacute;ria tem de dialogar com outras teorias, que n&atilde;o ocupem o mesmo espa&ccedil;o, mas que possam ser &uacute;teis para as an&aacute;lises e incid&ecirc;ncias necess&aacute;rias para o desenvolvimento desta organiza&ccedil;&atilde;o. Assim, segundo Cariboni, o ponto do di&aacute;logo, se d&aacute; na formula&ccedil;&atilde;o de conceitos operacionais adequados na doutrina j&aacute; pr&eacute;-existente. <em>&ldquo;Teremos, ent&atilde;o, que tomar a teoria conforme vamos elaborando, analisando-a criticamente. N&atilde;o podemos aceitar qualquer teoria de olhos fechados, sem cr&iacute;tica, como se fosse um dogma.&rdquo;<\/em> Esta afirmativa implica em reconhecer e criticar, simultaneamente, e n&atilde;o iludir-se com a elabora&ccedil;&atilde;o intelectual de outros. <\/p>\n<p>Isto eu compreendo que tamb&eacute;m caracteriza um rep&uacute;dio org&acirc;nico &agrave;s ades&otilde;es de tipo &ldquo;clich&ecirc;&rdquo;. No termo aplicado abaixo, &ldquo;cartazinho da moda&rdquo;, &eacute; a cr&iacute;tica de Cariboni (com a qual fa&ccedil;o acordo) da cita&ccedil;&atilde;o pela cita&ccedil;&atilde;o, pela profus&atilde;o de discurso com pretens&otilde;es cient&iacute;ficas, mas cuja importa&ccedil;&atilde;o de paradigmas estranhos e tipos ideais inaplic&aacute;veis tornam esse mesmo esfor&ccedil;o in&oacute;cuo e est&eacute;ril. Se isso pode ser desastroso na produ&ccedil;&atilde;o acad&ecirc;mica de um trabalhador intelectual, para uma equipe de forma&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica que tem como meta alimentar a capacidade de an&aacute;lise, tal esterilidade &eacute; a nega&ccedil;&atilde;o da inst&acirc;ncia em si mesma. Entendo que por isso a cr&iacute;tica abaixo &eacute; t&atilde;o contundente. <\/p>\n<p><em>N&atilde;o iremos adotar uma teoria para p&ocirc;-la em um &quot;cartazinho de moda&quot;. Para viver repetindo &quot;cita&ccedil;&otilde;es&quot; que outros disseram em outros lugares, em outro tempo, a prop&oacute;sito de outras cita&ccedil;&otilde;es e problemas. A teoria n&atilde;o &eacute; para isso. Para isso a usam os charlat&atilde;es. [&#8230;] Quem compra um grande torno moderno e, ao inv&eacute;s de tornear fica falando do torno, faz um mau papel, &eacute; um charlat&atilde;o. Da mesma forma aquele que, podendo ter um torno e us&aacute;-lo, prefere tornear a m&atilde;o, porque era assim que se fazia antes&#8230; <\/p>\n<p><\/em>Neste ponto acima vejo uma aproxima&ccedil;&atilde;o da cr&iacute;tica intramuros do c&iacute;rculo virtuoso do mundo acad&ecirc;mico, do conhecimento enquanto representa&ccedil;&atilde;o. &Eacute; notado o elogio, mesmo que atrav&eacute;s de outros termos, do conhecimento enquanto um produto tang&iacute;vel e de aplica&ccedil;&atilde;o estrat&eacute;gica. Isto se d&aacute;, analiso, porque no texto de Cariboni n&atilde;o se aventa a possibilidade de aplica&ccedil;&atilde;o de um conhecimento fruto de m&eacute;todo cient&iacute;fico e cabedal te&oacute;rico coerente, por fora do marco org&acirc;nico e da intencionalidade de ser um agente de c&acirc;mbio. <\/p>\n<p>A caracteriza&ccedil;&atilde;o do &ldquo;charlat&atilde;o&rdquo; como aquele que faz &ldquo;um mau papel&rdquo;, e vejo como perfeitamente aplic&aacute;vel na atualidade. Pode ser visto este &ldquo;mau papel&rdquo; tanto entre operadores pol&iacute;ticos e acad&ecirc;micos, dentre os que produzem discursos intang&iacute;veis ou importam categorias desnecess&aacute;rias ou imaterializ&aacute;veis em nossas sociedades. Vale observar que quando generalizo &ldquo;nossas sociedades&rdquo;, me refiro &agrave;s sociedades concretas existentes na Am&eacute;rica Latina, englobando pa&iacute;ses, regi&otilde;es, territ&oacute;rios ou grandes divis&otilde;es como: Cone Sul, Zona Andina, Caribe, Centro-Am&eacute;rica, dentre outras. <\/p>\n<p>Voltando a charlatanice do cartazinho da moda e da cita&ccedil;&atilde;o pela cita&ccedil;&atilde;o, estes absurdos se d&atilde;o seja pela complexidade argumentativa desacompanhada de uma f&oacute;rmula de incid&ecirc;ncia, seja pelos que apenas copiam como os que aplicam tipos id&eacute;ias pr&eacute;-formatados. A pretens&atilde;o universal de uma categoria ou um conjunto de predi&ccedil;&otilde;es categ&oacute;ricas, assim como a capacidade que um conhecimento tem de fazer do outro o particular e a si mesmo o conhecimento global &eacute; fruto tanto da correla&ccedil;&atilde;o de for&ccedil;as como do potencial simb&oacute;lico dos &ldquo;charlat&atilde;es&rdquo;. A diferen&ccedil;a do &ldquo;grau de fracasso&rdquo;, sem entrar no m&eacute;rito valorativo do que seria pior, &eacute; que o epistemic&iacute;dio que nos fala Boaventura de Souza Santos, quando aplicado na pr&aacute;tica pol&iacute;tica resulta em fracassos de fins tr&aacute;gicos. <\/p>\n<p>O mesmo se d&aacute; na compara&ccedil;&atilde;o da tecnologia a ser empregada, ironizando &ldquo;quem prefere tornear a m&atilde;o, porque assim se fazia antes&#8230;&rdquo;. Na pol&iacute;tica, o anacronismo t&aacute;tico pode levar a uma esterilidade das id&eacute;ias-guia, justo pela incompatibilidade que estas id&eacute;ias de tipo doutrina ter&atilde;o na aplica&ccedil;&atilde;o te&oacute;rica. O equ&iacute;voco estrat&eacute;gico, fruto da confus&atilde;o e &ldquo;cegueira valorativa&rdquo; daquilo que &eacute; t&aacute;tico e do que &eacute; estrat&eacute;gico para atender aos objetivos finalistas atrav&eacute;s de uma estrat&eacute;gia permanente, segundo os fins e as condicionalidades, costuma cobrar um pre&ccedil;o elevado para os que cometem erros b&aacute;sicos. <\/p>\n<p>Entendo que se nota acima, na cita&ccedil;&atilde;o do original de Cariboni, a preocupa&ccedil;&atilde;o em produzir teoria cujo produto de an&aacute;lise seja tang&iacute;vel, acess&iacute;vel, compreens&iacute;vel, tendo factibilidade entre a pr&aacute;tica discursiva e a incid&ecirc;ncia organizativa cotidiana. Isto se d&aacute;, porque a preocupa&ccedil;&atilde;o maior n&atilde;o &eacute; nem com o proselitismo pol&iacute;tico e nem com a fundamenta&ccedil;&atilde;o da filosofia pol&iacute;tica. Embora estes dois fatores sejam relevantes, o que importa &eacute; a tangibilidade adequada ao terreno, ao espa&ccedil;o geogr&aacute;fico, inserida no tecido social e na estrutura de classes a partir de onde se opera e se organiza. <\/p>\n<p>O conhecimento enquanto representa&ccedil;&atilde;o se confunde e mescla a teoria com a dimens&atilde;o ontol&oacute;gica pura (ideol&oacute;gica), tornando assim, a teoria, em muito algo pouco cient&iacute;fico, acercando-a a mais uma pe&ccedil;a de discurso atuando como um espelho de um sistema de cren&ccedil;as com pretens&otilde;es cientificistas. A confus&atilde;o e o apontar de algumas diferen&ccedil;as entre teoria com ideologia &eacute; abordada na seq&uuml;&ecirc;ncia, no &uacute;ltimo artigo da s&eacute;rie da releitura do trabalho coordenado e sistematizado por Ra&uacute;l Cariboni em 1970. Encerro estas linhas chamando a aten&ccedil;&atilde;o para a atualidade do pensamento pol&iacute;tico quando se torna cl&aacute;ssico e teoricamente v&aacute;lido. Tal &eacute; o caso da Horta Grande, que segue semeando novas proposi&ccedil;&otilde;es te&oacute;ricas para o pensamento de matriz libert&aacute;ria. <\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.ihu.unisinos.br\/index.php?option=com_noticias&amp;Itemid=18&amp;task=detalhe&amp;id=26201\">Este artigo foi originalmente publicado no portal do Instituto Humanitas da Unisinos (IHU)<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No epis\u00f3dio da Guerra do G\u00e1s de 2003, as estruturas sociais organizadas da Bol\u00edvia conseguiram impor um programa para o governo tamp\u00e3o de Carlos Mesa que assumiu j\u00e1 com a corda no pesco\u00e7o. Esta capacidade triplicaria se o espa\u00e7o pol\u00edtico-espec\u00edfico fosse ocupado por organiza\u00e7\u00f5es de tipo finalistas. 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