{"id":1106,"date":"2009-10-08T14:51:55","date_gmt":"2009-10-08T14:51:55","guid":{"rendered":"http:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/?p=1106"},"modified":"2009-10-08T14:51:55","modified_gmt":"2009-10-08T14:51:55","slug":"a-importancia-da-teoria-revisitando-raul-cariboni-3","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/?p=1106","title":{"rendered":"A import\u00e2ncia da Teoria \u2013 revisitando Ra\u00fal Cariboni \u2013 3"},"content":{"rendered":"<figure class=\"image-container image-post-defautl\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/entierro mapuche.jpg\" title=\"Equacionar os n\u00edveis de luta, garantindo a inst\u00e2ncia espec\u00edfica e pondo o peso correspondente no embate social, como a marcha e enterro de mais um Mapuche no Chile, \u00e9 um dos acertos diagnosticados pelo documento Huerta Grande.  - Foto:fel\" alt=\"Equacionar os n\u00edveis de luta, garantindo a inst\u00e2ncia espec\u00edfica e pondo o peso correspondente no embate social, como a marcha e enterro de mais um Mapuche no Chile, \u00e9 um dos acertos diagnosticados pelo documento Huerta Grande.  - Foto:fel\" class=\"image\"><figcaption class=\"fig-caption\">Equacionar os n\u00edveis de luta, garantindo a inst\u00e2ncia espec\u00edfica e pondo o peso correspondente no embate social, como a marcha e enterro de mais um Mapuche no Chile, \u00e9 um dos acertos diagnosticados pelo documento Huerta Grande. <\/figcaption><small itemprop=\"copyrightHolder\" class=\"copyright\"> Foto:fel<\/small><\/figure>\n<p>08 de outubro de 2009, por Bruno Lima Rocha <\/p>\n<p>Neste &uacute;ltimo artigo da s&eacute;rie, conclu&iacute;mos a releitura cr&iacute;tica da obra coletiva coordenada pelo professor de hist&oacute;ria, militante sindical e libert&aacute;rio uruguaio, Ra&uacute;l Cariboni. Relembro que a obra ganhou o correto nome de Huerta Grande (horta grande em portugu&ecirc;s, cuja vers&atilde;o neste idioma se encontra aqui neste hiperlink) e condensa em menos de seis laudas datilografadas, um resumo conceitual na forma de manual de aplica&ccedil;&atilde;o para os operadores da pol&iacute;tica n&atilde;o institucional.<\/p>\n<p>A &ecirc;nfase de seu trabalho est&aacute; em precisar conceitos que diferenciem de forma categ&oacute;rica a ideologia da teoria, ou seja, do campo das aspira&ccedil;&otilde;es, representa&ccedil;&otilde;es, id&eacute;ias difusas, s&iacute;mbolos e identidades, do campo da articula&ccedil;&atilde;o conceitual coerente, que &eacute; inspirada na ideologia, mas desenvolvida de modo cient&iacute;fico e n&atilde;o somente com os engajamentos individuais e coletivos. Para dirimir a confus&atilde;o e apontar de algumas diferen&ccedil;as entre teoria com ideologia &eacute; abordada na seq&uuml;&ecirc;ncia esta fra&ccedil;&atilde;o de texto. <\/p>\n<p><em>A an&aacute;lise profunda e rigorosa de uma situa&ccedil;&atilde;o concreta, em seus termos reais, rigorosos, objetivos, ser&aacute; assim uma an&aacute;lise te&oacute;rica de car&aacute;ter o mais cient&iacute;fico poss&iacute;vel. A express&atilde;o de motiva&ccedil;&otilde;es, a proposta de objetivos, de aspira&ccedil;&otilde;es, de metas ideais, isso pertence ao campo da ideologia. A teoria torna precisa, circunstancializa as condicionantes da a&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica: a ideologia motiva-a e a impulsiona, configurando-a em suas metas &quot;ideais&quot; e seu estilo. Entre teoria e ideologia existe uma vincula&ccedil;&atilde;o estreita, j&aacute; que as propostas destas se confundem e se ap&oacute;iam nas conclus&otilde;es da an&aacute;lise te&oacute;rica. Uma ideologia ser&aacute; tanto mais eficaz como motor da a&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica, quanto mais firmemente se ap&oacute;ie nas aquisi&ccedil;&otilde;es da teoria. <br \/>\n<\/em><br \/>\nEsta defini&ccedil;&atilde;o acima &eacute; uma necessidade que entendo ser atual. Isto porque a confus&atilde;o entre teoria e ideologia &eacute; presente e permanente tanto no campo da pr&aacute;tica pol&iacute;tica como na perspectiva do trabalhador intelectual com voca&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica e acad&ecirc;mica. No rigor da proposta, Cariboni diferencia a dimens&atilde;o ideol&oacute;gica, que eu denomino ideol&oacute;gica-doutrin&aacute;ria, e dialoga com a proposta onde modestamente tenho ades&atilde;o, caracterizando a dimens&atilde;o ontol&oacute;gica como sendo de natureza n&atilde;o-cient&iacute;fica (portanto equivalente &agrave; dimens&atilde;o ideol&oacute;gica). J&aacute; a teoria, pela interpreta&ccedil;&atilde;o que fa&ccedil;o de Cariboni, equivale &agrave;s dimens&otilde;es intr&iacute;nsecas e extr&iacute;nsecas do esqueleto-teoria; e o seu produto tang&iacute;vel, quando aplicado na incid&ecirc;ncia, tem seu equivalente na pr&aacute;tica pol&iacute;tica. <\/p>\n<p>A meta de desenvolvimento da teoria &eacute; equivalente ao grau de especificidade necess&aacute;rio para a mesma. Manter a capacidade totalizante sem frear os avan&ccedil;os &eacute; uma equa&ccedil;&atilde;o delicada e que cabe &agrave; Organiza&ccedil;&atilde;o Pol&iacute;tica definir. Entendo que n&atilde;o h&aacute; limites para o desenvolvimento intelectual, mas h&aacute; limites para o trabalho te&oacute;rico. A massa de dados, de informa&ccedil;&otilde;es brutas, que passem pelo ciclo de intelig&ecirc;ncia, ser&aacute; t&atilde;o operacional quanto &agrave; capacidade de gerar um bem tang&iacute;vel com este ordenamento. Uma massa de dados brutos e bem analisados pode fundamentar um discurso acachapante. Este mesmo discurso ser&aacute; t&atilde;o ou mais contundente &agrave; medida que as categorias centrais estejam definidas e postas em conflito com as categorias usadas pelo advers&aacute;rio. O par&aacute;grafo abaixo aborda de forma contundente as limita&ccedil;&otilde;es do trabalho de uma frente te&oacute;rica vinculada a uma organiza&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica. Esta analogia pode ser feita tamb&eacute;m com o conhecimento produzido em nossas sociedades e que se localizam no campo das ci&ecirc;ncias humanas e sociais aplicadas. <\/p>\n<p><em>Fica dito com isso que o processo de conhecimento da realidade social, como o de toda realidade objeto de estudo, &eacute; suscet&iacute;vel de um aprofundamento te&oacute;rico infinito. Assim como a f&iacute;sica, a qu&iacute;mica e outras ci&ecirc;ncias podem aprofundar infinitamente o conhecimento das realidades que constituem seus respectivos objetos de estudo, a ci&ecirc;ncia social pode aprofundar indefinidamente o conhecimento da realidade social. Por isso &eacute; inadequado esperar um conhecimento &quot;acabado&quot; da realidade social para come&ccedil;ar a atuar sobre ela tratando de transform&aacute;-la. N&atilde;o menos inadequado &eacute; tentar transform&aacute;-la sem conhec&ecirc;-la a fundo. <br \/>\n<\/em><br \/>\nSendo o conhecimento &ldquo;suscet&iacute;vel de um aprofundamento te&oacute;rico infinito&rdquo;, Cariboni afirma ser esta capacidade intermin&aacute;vel, inesgot&aacute;vel. Portanto, o grau de medi&ccedil;&atilde;o da profundidade necess&aacute;ria para influir e incidir sobre e desde uma determinada sociedade tem de ser algo definido. O debate t&iacute;pico entre comparatistas e especialistas n&atilde;o cabe em uma frente te&oacute;rica de uma Organiza&ccedil;&atilde;o Pol&iacute;tica. Se por defini&ccedil;&atilde;o ideol&oacute;gica o modelo aqui advogado n&atilde;o entende como leg&iacute;tima a limita&ccedil;&atilde;o do desenvolvimento intelectual, este mesmo modelo se pauta por uma operacionalidade. Assim como entendo ser a normatividade interessante para a ci&ecirc;ncia pol&iacute;tica, desde que a mesma paute e fomente a tangilibilidade dos conhecimentos, n&atilde;o cabendo neste prop&oacute;sito, portanto, a teoria normativa pura. Por vezes, o excesso de dados complexifica de tal forma a an&aacute;lise que torna a mesma inoperante. O mesmo vale para modelos abstratos e cujas vari&aacute;veis s&atilde;o t&atilde;o grandes que s&oacute; podem se dar sobre uma linguagem de equa&ccedil;&atilde;o matem&aacute;tica e cuja modula&ccedil;&atilde;o s&oacute; &eacute; vi&aacute;vel atrav&eacute;s de um programa de computa&ccedil;&atilde;o altamente desenvolvido. <\/p>\n<p>Tal como afirma Cariboni no par&aacute;grafo acima, a medida da profundidade deve ser determinada de acordo com o desenvolvimento te&oacute;rico, a massa cr&iacute;tica e a capacita&ccedil;&atilde;o dos analistas. O preciosismo das pequenas varia&ccedil;&otilde;es sem&acirc;nticas, marcados pela &ldquo;guerra de posi&ccedil;&otilde;es&rdquo; entre intelectuais especializados, em geral com car&ecirc;ncia de defini&ccedil;&atilde;o substantiva dos pr&oacute;prios conceitos &ndash; ou dos fen&ocirc;menos conceituados e caracterizados &ndash; s&atilde;o t&atilde;o in&uacute;teis para an&aacute;lise pol&iacute;tica como a simplifica&ccedil;&atilde;o absurda e o temor a complexidade societ&aacute;ria que vivemos. Para o Jogo Real da Pol&iacute;tica, n&atilde;o cabem nem preciosismos alimentados na vaidade intelectual e menos ainda os esquemas importados de outras sociedades. A validade se d&aacute; na articula&ccedil;&atilde;o coerente de um sistema de conceitos que gera um grau de certeza suficiente e que n&atilde;o se confunde com a cegueira te&oacute;rica e a distor&ccedil;&atilde;o simb&oacute;lica &#8211; fruto da an&aacute;lise pobre e da pouca cr&iacute;tica interna. <\/p>\n<p>A cr&iacute;tica a esta confus&atilde;o entre discurso ideol&oacute;gico e pobreza te&oacute;rica &eacute; caracterizada por Cariboni. Impressiona a validade de seu discurso. <\/p>\n<p><em>Em uma realidade como a nossa, com a forma&ccedil;&atilde;o social de nosso pa&iacute;s, o desenvolvimento te&oacute;rico tem que partir, como em todas as partes, de um conjunto de conceitos te&oacute;ricos eficazes, operando sobre uma massa o mais ampla poss&iacute;vel de dados, que se constitua a mat&eacute;ria prima da pr&aacute;tica te&oacute;rica. Os dados por si s&oacute;, tomados isoladamente, sem um tratamento conceitual adequado, n&atilde;o d&atilde;o no&ccedil;&atilde;o da realidade. Simplesmente adornam e dissimulam as ideologias a cujo servi&ccedil;o se funcionalizam aqueles dados. Os conceitos abstratos, em si mesmos, sem se encaixar em uma base informativa adequada, n&atilde;o aportam tampouco ao conhecimento das realidades. O trabalho no campo te&oacute;rico que se desenvolve em nosso pa&iacute;s, flutua habitualmente entre ambos extremos err&ocirc;neos. <br \/>\n<\/em><br \/>\nNo trecho acima, Cariboni tra&ccedil;a a diferen&ccedil;a entre conceito operacional e conceito abstrato. Como j&aacute; dissemos antes, a abstra&ccedil;&atilde;o faz parte das id&eacute;ias-guia, dos conceitos doutrin&aacute;rios, n&atilde;o cabendo a fun&ccedil;&atilde;o de conceitos essencialmente abstratos para a pr&aacute;tica te&oacute;rica aqui apresentada. O tema da &ldquo;dissimula&ccedil;&atilde;o da ideologia&rdquo; a vejo n&atilde;o como a caracteriza&ccedil;&atilde;o da ideologia como falsidade, mas sim com o mascaramento das op&ccedil;&otilde;es doutrin&aacute;rias como sendo de &ldquo;ordem t&eacute;cnica&rdquo;. Por estar em contra esta postura, posi&ccedil;&atilde;o esta que fa&ccedil;o acordo, o autor uruguaio faz a cr&iacute;tica simult&acirc;nea tanto do empirismo como da teoria normativa pura. <\/p>\n<p>No caso da empiria pura e bruta, afirma que quando a massa de dados n&atilde;o tem ordenamento l&oacute;gico e nem atende a uma dimens&atilde;o ideol&oacute;gica previamente definida, a mesma est&aacute; ordenada por um discurso s&iacute;ntese fruto de uma ideologia que n&atilde;o se apresenta de forma expl&iacute;cita. Esta dissimula&ccedil;&atilde;o a faz naturalizar-se, sacando assim a capacidade de critic&aacute;-la tendo como exemplo e racioc&iacute;nio justamente a ordena&ccedil;&atilde;o de dados na forma de um discurso coerente. J&aacute; a cr&iacute;tica dos conceitos abstratos, se os mesmos n&atilde;o aportam ao conhecimento da realidade, estes s&atilde;o falsificadores da percep&ccedil;&atilde;o do real. Afastando a teoriza&ccedil;&atilde;o sobre a sociedade da dimens&atilde;o societ&aacute;ria para e desde onde se quer produzir teoria, este corpo conceitual tamb&eacute;m se confunde com a dimens&atilde;o ontol&oacute;gica (ideol&oacute;gica), quando muito aporta algo de doutrina, mas n&atilde;o de incid&ecirc;ncia e muito menos de predi&ccedil;&atilde;o e antecipa&ccedil;&atilde;o de cen&aacute;rios. <\/p>\n<p><strong>Concluindo <\/p>\n<p><\/strong>Apresentei neste sub-t&oacute;pico os recortes e fragmentos do texto original de Cariboni (2006), e julguei por bem n&atilde;o coment&aacute;-lo todo, apenas as partes mais relevantes para estes tr&ecirc;s artigos que se articulam entre si. Infelizmente, as linhas e palavras acima, longe de serem de uso comum dos operadores de pr&aacute;tica pol&iacute;tica e dos trabalhadores intelectuais das varia&ccedil;&otilde;es e sub-campos da an&aacute;lise pol&iacute;tica, est&atilde;o sendo abandonadas e perdidas ao l&eacute;u da ignor&acirc;ncia e da falta de base de racioc&iacute;nio anal&iacute;tico. <\/p>\n<p>Digo isso n&atilde;o com j&uacute;bilo ou com pretens&otilde;es de arrog&acirc;ncia intelectual, mas como uma triste constata&ccedil;&atilde;o de abandono da teoria como interpreta&ccedil;&atilde;o de um modo onde se deve incidir para transformar. Dessa forma, a pr&oacute;pria teoria se assemelha a fantasia de meta linguagens auto-referenciadas, onde se dialoga quase sempre apenas entre supostos &ldquo;s&aacute;bios&rdquo; contaminados por seus pr&oacute;prios egos auto-inflados. Como j&aacute; afirmei em outras ocasi&otilde;es, a crise de uma esquerda sem rumo deve ser superada pela determina&ccedil;&atilde;o da certeza ideol&oacute;gica e do ajuste da ferramenta te&oacute;rica. Neste sentido, o aporte coletivo do qual Cariboni foi coordenador eleito &eacute; uma grande contribui&ccedil;&atilde;o para as mulheres e homens que voluntariamente se posicionam dessa forma perante as sociedades concretas da Am&eacute;rica Latina. <\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.ihu.unisinos.br\/index.php?option=com_noticias&amp;Itemid=18&amp;task=detalhe&amp;id=26399\">Este artigo foi originalmente publicado no portal do Instituto Humanitas da Unisinos (IHU). <\/p>\n<p><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Equacionar os n\u00edveis de luta, garantindo a inst\u00e2ncia espec\u00edfica e pondo o peso correspondente no embate social, como a marcha e enterro de mais um Mapuche no Chile, \u00e9 um dos acertos diagnosticados pelo documento Huerta Grande. 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