{"id":1129,"date":"2009-12-07T16:36:20","date_gmt":"2009-12-07T16:36:20","guid":{"rendered":"http:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/?p=1129"},"modified":"2009-12-07T16:36:20","modified_gmt":"2009-12-07T16:36:20","slug":"bases-da-teoria-da-interdependencia-estrutural-das-esferas-1","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/?p=1129","title":{"rendered":"Bases da Teoria da Interdepend\u00eancia Estrutural das Esferas \u2013 1"},"content":{"rendered":"<figure class=\"image-container image-post-defautl\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/puzz.jpg\" title=\"Concatenar id\u00e9ias de forma coerente e dotadas de l\u00f3gica interna caracteriza a montagem de um sistema de teoria de m\u00e9dio alcance plaus\u00edvel de ser executado. As bases estruturais (totalizantes) desta teoria se encontram no texto acima.  - Foto:2eles.zip\" alt=\"Concatenar id\u00e9ias de forma coerente e dotadas de l\u00f3gica interna caracteriza a montagem de um sistema de teoria de m\u00e9dio alcance plaus\u00edvel de ser executado. As bases estruturais (totalizantes) desta teoria se encontram no texto acima.  - Foto:2eles.zip\" class=\"image\"><figcaption class=\"fig-caption\">Concatenar id\u00e9ias de forma coerente e dotadas de l\u00f3gica interna caracteriza a montagem de um sistema de teoria de m\u00e9dio alcance plaus\u00edvel de ser executado. As bases estruturais (totalizantes) desta teoria se encontram no texto acima. <\/figcaption><small itemprop=\"copyrightHolder\" class=\"copyright\"> Foto:2eles.zip<\/small><\/figure>\n<p>04 de dezembro de 2009, por Bruno Lima Rocha <\/p>\n<p>Inicio com este texto, uma nova seq&uuml;&ecirc;ncia de cinco textos, abordando os pilares da Radicaliza&ccedil;&atilde;o Democr&aacute;tica e, ao final, sua ancestralidade e a origem ontol&oacute;gica da mesma. Em sendo esta forma de democracia aqui exposta como Teoria de M&eacute;dio Alcance, suas bases totalizantes se encontram na id&eacute;ia-guia da Interdepend&ecirc;ncia Estrutural das Esferas (pol&iacute;tica &ndash; econ&ocirc;mica &ndash; ideol&oacute;gica). Neste artigo de difus&atilde;o cient&iacute;fica, inicio explicitando o m&eacute;todo utilizado para a modelagem te&oacute;rica, a formula&ccedil;&atilde;o da quest&atilde;o central, dos problemas de pesquisa (para o implemento destas bases macro-te&oacute;ricas), dos objetivos complementares e o di&aacute;logo empregado para a aproxima&ccedil;&atilde;o de distintas &aacute;reas de saberes que se complementam.<\/p>\n<p>1) O M&eacute;todo e a Bibliografia b&aacute;sica utilizada <\/p>\n<p>Como se trata de texto com um grau de complexidade um pouco acima dos demais de difus&atilde;o que venho publicando, exponho aqui a bibliografia das p&aacute;ginas dos tr&ecirc;s textos que segue, ressaltando que estas mesmas fontes foram utilizadas na constru&ccedil;&atilde;o do texto acad&ecirc;mico com n&iacute;vel de tese de doutoramento em politologia (ci&ecirc;ncia pol&iacute;tica). Por suposto que todo recorte &eacute; arbitr&aacute;rio e, por defini&ccedil;&atilde;o de m&eacute;todo, sempre dou prefer&ecirc;ncia aos conceitos operacionais e ao menos procuro n&atilde;o alimentar o c&iacute;rculo nada virtuoso dos p&oacute;s-conceitos sem fim, onde se troca a capacidade explicativa por mera vaidade, na forma de adjetiva&ccedil;&atilde;o autoral, deixando de lado a inten&ccedil;&atilde;o original de: expor; compreender; incidir; transformar. Diante disso, admito que as obras selecionadas tem o efeito te&oacute;rico equivalente a um vern&aacute;culo de qu&iacute;mica industrial nas m&atilde;os de um cientista (e pr&aacute;tico) qualificado nesta &aacute;rea. O que segue, sem nenhuma falsa mod&eacute;stia, tem grau de exist&ecirc;ncia real, indo al&eacute;m da conjectura. Eis as obras, em ordem alafab&eacute;tica: <\/p>\n<p>\nBAQUERO, Marcello. Como construir conhecimento alternativo. Pol&iacute;grafo aplicado na disciplina de Cultura Pol&iacute;tica, UFRGS\/IFCH\/PPGPol, Porto Alegre, 2004 <\/p>\n<p>BAQUERO, Marcello, PR&Aacute;, Jussara. A Formula&ccedil;&atilde;o do Problema. Pol&iacute;grafo aplicado na disciplina de Cultura Pol&iacute;tica, UFRGS\/IFCH\/PPGPol, Porto Alegre, 2004.1 <\/p>\n<p>DENCKER, Ada de Freitas Maneti &amp; VI&Aacute;, Sarah Chucid da Via. Pesquisa emp&iacute;rica em ci&ecirc;ncias sociais (com &ecirc;nfase em comunica&ccedil;&atilde;o). S&atilde;o Paulo, editora Futura, 2001. <\/p>\n<p>THOMPSON, William R. An empirical theory of dyadic political relations. Pol&iacute;grafo, c&oacute;pia de artigo apresentado no Congresso da IPSA, 1976 <\/p>\n<p>\nJ&aacute; o &ldquo;m&eacute;todo&rdquo; passa por uma exposi&ccedil;&atilde;o m&iacute;nima do que considero como &ldquo;metodologia&rdquo; e do porque da escolha. Utiliza-se aqui um formato de base estruturalista por compreender ser o mesmo o mais adequado para um trabalho te&oacute;rico de f&ocirc;lego e com inten&ccedil;&atilde;o totalizante como suporte para o M&eacute;dio Alcance (da democracia em sua express&atilde;o te&oacute;rica e na propositiva de sua m&aacute;xima radicalidade). A postura em rela&ccedil;&atilde;o ao uso da metodologia que adoto &ndash; e de qualquer metodologia &#8211; comparte com Dencker &amp; Vi&aacute; (2001, p. 29) o seguinte ponto de vista: <\/p>\n<p>O uso da metodologia deve ser fruto de uma reflex&atilde;o sobre a atividade cient&iacute;fica. Na realidade, todas as abordagens podem ser usadas desde que o m&eacute;todo escolhido possa ajudar na resolu&ccedil;&atilde;o dos problemas de pesquisa. O objetivo dessa reflex&atilde;o &eacute; chamar a aten&ccedil;&atilde;o para a import&acirc;ncia de n&atilde;o transformarmos o m&eacute;todo em uma &lsquo;camisa-de-for&ccedil;a&rsquo;, que aprisiona o pesquisador em um projeto de pesquisa cient&iacute;fica. [&#8230;] Encontrar o equil&iacute;brio entre as tend&ecirc;ncias e desenvolver um m&eacute;todo pr&oacute;prio, adequado ao seu objeto de estudo, s&atilde;o os desafios que se colocam para o pesquisador. <\/p>\n<p>Entendo ser necess&aacute;rio expor uma forma de montagem de teoria, de modo que possa explicitar a parte intr&iacute;nseca da mesma. Aplica-se aqui uma modelagem que est&aacute; constru&iacute;da a partir do trabalho de Gibbs apud Thompson (1976), Baquero (2004 pol&iacute;grafo), Baquero &amp; Pr&aacute; (2004 pol&iacute;grafo) e Dencker &amp; Vi&aacute; (2001). Tomamos como base um modelo de constru&ccedil;&atilde;o de teorias, n&atilde;o como uma receita pronta, um recipiente pr&eacute;-fabricado para ser preenchido, mas como um formato aceit&aacute;vel e epistemologicamente coerente. Gibbs apud Thompson (1976, p.1) aponta tr&ecirc;s formas aceitadas pelo campo acad&ecirc;mico para a constru&ccedil;&atilde;o de teorias. <\/p>\n<p>Uma &eacute; o modelo de Teoria Formal Abstrata, que incorpora equa&ccedil;&otilde;es como linguagem pura, aplicando as senten&ccedil;as na forma de equa&ccedil;&otilde;es matem&aacute;ticas. Outra tem o modelo de Teoria Normativa Pura; esta &eacute; puramente discursiva, sem preocupa&ccedil;&atilde;o com a incid&ecirc;ncia na sociedade, no mundo da vida. Sua montagem se d&aacute; em cima da racionalidade discursiva, sendo que a preocupa&ccedil;&atilde;o por torn&aacute;-la efetiva n&atilde;o cabe aos formuladores da teoria, mas sim aos que a v&atilde;o utilizar. <\/p>\n<p>Outro formato, que &eacute; o incorporado aqui, trata da Teoria de M&eacute;dio Alcance, ou Teoria Emp&iacute;rica. Esta teoria tem base normativa e tangibilidade. A produ&ccedil;&atilde;o desta teoria &eacute; um discurso coerente com instrumentos de medi&ccedil;&atilde;o e incid&ecirc;ncia que permitem seu teste, adapta&ccedil;&atilde;o, valida&ccedil;&atilde;o, falsifica&ccedil;&atilde;o e conseq&uuml;ente adequa&ccedil;&atilde;o. Outra caracter&iacute;stica desta modelagem &eacute; a constru&ccedil;&atilde;o do conhecimento, n&atilde;o como representa&ccedil;&atilde;o, mas como saber estrat&eacute;gico. <\/p>\n<p>O formato de exposi&ccedil;&atilde;o adotado aqui &eacute; o dos dois autores citados acima, que apresenta uma conven&ccedil;&atilde;o estruturalista de constru&ccedil;&atilde;o, apresenta&ccedil;&atilde;o e exposi&ccedil;&atilde;o das teorias. Este formato de constru&ccedil;&atilde;o tem a intencionalidade de aumentar a clareza de seus componentes e a efici&ecirc;ncia e a organiza&ccedil;&atilde;o e apresenta&ccedil;&atilde;o do sistema de id&eacute;ias chamado de Teoria. Esta forma de construir se baseia em tr&ecirc;s princ&iacute;pios: <\/p>\n<p>&#8211; Interpela&ccedil;&atilde;o l&oacute;gica entre os componentes declarados. <\/p>\n<p>&#8211; A diferencia&ccedil;&atilde;o entre defini&ccedil;&otilde;es e assertivas emp&iacute;ricas <\/p>\n<p>&#8211; Nem todas as assertivas emp&iacute;ricas s&atilde;o de mesmo tipo <\/p>\n<p>Estes tr&ecirc;s princ&iacute;pios permitem que a apresenta&ccedil;&atilde;o da Teoria se d&ecirc; em duas partes. Primeiro, na parte intr&iacute;nseca, equivalente a met&aacute;fora de ser o esqueleto da teoria. Para tanto, no esqueleto, se utiliza uma articula&ccedil;&atilde;o l&oacute;gica e coerente da constru&ccedil;&atilde;o substantiva (intr&iacute;nseca). A outra parte da apresenta&ccedil;&atilde;o &eacute; a parte extr&iacute;nseca. Esta, pelo formato constru&iacute;do, d&aacute; a defini&ccedil;&atilde;o dos termos empregados no segmento intr&iacute;nseco e qualquer outro aspecto, termo, conceito parcial, fragmento que sejam necess&aacute;rios para comunicar e justificar a teoria para o leitor. <\/p>\n<p>Incorporo este formato de montagem para tornar expl&iacute;cita a parte intr&iacute;nseca da Teoria da Interdepend&ecirc;ncia das Esferas aplicada (como base totalizante) na an&aacute;lise no papel da Organiza&ccedil;&atilde;o Pol&iacute;tica no processo de Radicaliza&ccedil;&atilde;o Democr&aacute;tica. A parte extr&iacute;nseca &eacute;, portanto, a defesa da mesma e os discursos articulados na forma de quest&otilde;es e possibilidades de desenvolvimento, complexifica&ccedil;&atilde;o e incid&ecirc;ncia. Partindo deste prisma, e tomando a Gibbs como refer&ecirc;ncia (apud Thompson 1976, p. 2), a parte substantiva da modelagem de uma Teoria de M&eacute;dio Alcance consiste em tr&ecirc;s termos. S&atilde;o eles: <\/p>\n<p>&#8211; construtos: termos que n&atilde;o s&atilde;o nem completamente defin&iacute;veis nem aplic&aacute;veis empiricamente <\/p>\n<p>&#8211; conceitos: termos que s&atilde;o completamente defin&iacute;veis, mas n&atilde;o s&atilde;o empiricamente aplic&aacute;veis <\/p>\n<p>&#8211; referenciais: termos que designam empiricamente f&oacute;rmulas aplic&aacute;veis ou operacionaliz&aacute;veis <\/p>\n<p>J&aacute; as assertivas da parte intr&iacute;nseca servem para relacionar os termos substantivos e dar um ordenamento l&oacute;gico na linguagem de senten&ccedil;as. Estas s&atilde;o compostas de cinco tipos (Baquero 2004, pol&iacute;grafo, p.10): <\/p>\n<p>&#8211; (1) axiomas: formula&ccedil;&otilde;es que relacionam construtos; <\/p>\n<p>&#8211; (2) postulados: formula&ccedil;&otilde;es que relacionam os construtos como conceitos; <\/p>\n<p>&#8211; (3) proposi&ccedil;&otilde;es: formula&ccedil;&otilde;es que relacionam conceitos; <\/p>\n<p>&#8211; (4) transformacionais: formula&ccedil;&otilde;es que relacionam conceitos com referenciais; <\/p>\n<p>&#8211; (5) teoremas: formula&ccedil;&otilde;es formalmente derivadas que relacionam referenciais. <\/p>\n<p>Antes de seguir na exposi&ccedil;&atilde;o da parte intr&iacute;nseca, &eacute; preciso observar uma ressalva quanto &agrave; apologia deste formato. Segundo Baquero (2004, pol&iacute;grafo, p. 11): <\/p>\n<p>Obviamente que esta forma de construir teorias n&atilde;o se constitui exclusivamente num livro texto. De fato, a natureza do processo de constru&ccedil;&atilde;o de teorias n&atilde;o pode estar baseada num tipo de livro de cozinha. O que o formato da constru&ccedil;&atilde;o de teorias acima discutido permite &eacute; melhorar a clareza e a apresenta&ccedil;&atilde;o e organiza&ccedil;&atilde;o de uma teoria. &Eacute; dentro desse esp&iacute;rito que o formato &eacute; utilizado neste estudo. <\/p>\n<p>2) A conclus&atilde;o a partir dos pressupostos do instrumental <\/p>\n<p>Para a boa exposi&ccedil;&atilde;o das assertivas e formula&ccedil;&otilde;es desta teoria, &eacute; necess&aacute;rio expor os pressupostos da mesma. O modelo de processo para a incid&ecirc;ncia da organiza&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica proposto nestes textos (e na tese que lhes deu origem e no conjunto da obra deste polit&oacute;logo que aqui escreve) se ad&eacute;qua ao contexto latino-americano p&oacute;s-transi&ccedil;&atilde;o dos regimes autorit&aacute;rios e a partir do receitu&aacute;rio neoliberal. A democracia de procedimentos que se aplica nesse cen&aacute;rio tem, necessariamente, de isolar e fragmentar o sentido de unidade de classe(s) e desorganizar o tecido social formador de identidades coletivas. A disputa pol&iacute;tica consolidada nestas democracias n&atilde;o passa pelo avan&ccedil;o dos direitos individuais e coletivos para o bem comum e tampouco se empodera a popula&ccedil;&atilde;o de modo a participar de forma direta das decis&otilde;es fundamentais para o pa&iacute;s. <\/p>\n<p>Portanto, de forma estrutural (podendo se aventar a hip&oacute;tese do desenho de n&atilde;o participa&ccedil;&atilde;o ser deliberado), d&aacute;-se o esvaziamento da pol&iacute;tica e a substitui&ccedil;&atilde;o do conflito pol&iacute;tico e social pela massifica&ccedil;&atilde;o de premissas ocultas (de corte ideol&oacute;gico-doutrin&aacute;rio) referenciadas no suposto dom&iacute;nio da &ldquo;t&eacute;cnica&rdquo; origin&aacute;ria da &ldquo;economia&rdquo;. Ou seja, baseada no hiper-estruturalismo neoliberal. A invers&atilde;o desse quadro passa necessariamente pela constru&ccedil;&atilde;o de um modelo te&oacute;rico-organizativo, que veja o espa&ccedil;o-s&iacute;ntese da pol&iacute;tica, que n&atilde;o substitua a inst&acirc;ncia pol&iacute;tica-espec&iacute;fica pelo sujeito social organizado (o agente social na forma de movimentos populares) e que tome a ideologia como componente interdepend&ecirc;ncia estrutural da sociedade. Para isso &eacute; preciso que, deliberadamente, n&atilde;o se oculte a dimens&atilde;o ontol&oacute;gica das premissas te&oacute;rico-pol&iacute;ticas. <\/p>\n<p>Diante desse pressuposto, e com as partes da montagem intr&iacute;nsecas expostas, no pr&oacute;ximo artigo de difus&atilde;o cient&iacute;fica expomos a constru&ccedil;&atilde;o desta teoria, deixando aqui presente os dois teoremas conclusivos: <\/p>\n<p>Teorema 1: A aplica&ccedil;&atilde;o da estrat&eacute;gia possibilita o conflito social atrav&eacute;s da luta popular. Sem organiza&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica finalista n&atilde;o h&aacute; possibilidade de estrat&eacute;gia permanente, portanto n&atilde;o h&aacute; planejamento estrat&eacute;gico e nem conceito estrat&eacute;gico. O inverso tamb&eacute;m &eacute; verdadeiro. <\/p>\n<p>Teorema 2: A luta popular constr&oacute;i Radicaliza&ccedil;&atilde;o Democr&aacute;tica e acumula Poder Popular. A democracia se torna substantiva &agrave; medida que serve como valor organizacional na acumula&ccedil;&atilde;o e coordena&ccedil;&atilde;o de for&ccedil;as pelas maiorias (Poder Popular) e o avan&ccedil;o nas conquistas de direitos, redistribui&ccedil;&otilde;es, soberania, garantias e liberdades s&atilde;o obtidas atrav&eacute;s do conflito social organizado. <\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.ihu.unisinos.br\/index.php?option=com_noticias&amp;Itemid=18&amp;task=detalhe&amp;id=28071\">Este artigo foi originalmente publicado no portal do Instituto Humanitas da Unisinos (IHU) <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Concatenar id\u00e9ias de forma coerente e dotadas de l\u00f3gica interna caracteriza a montagem de um sistema de teoria de m\u00e9dio alcance plaus\u00edvel de ser executado. As bases estruturais (totalizantes) desta teoria se encontram no texto acima. 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