{"id":1135,"date":"2009-12-11T22:35:21","date_gmt":"2009-12-11T22:35:21","guid":{"rendered":"http:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/?p=1135"},"modified":"2009-12-11T22:35:21","modified_gmt":"2009-12-11T22:35:21","slug":"a-respeito-das-inovacoes-e-caracteristicas-de-arruda-no-df","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/?p=1135","title":{"rendered":"A respeito das inova\u00e7\u00f5es e caracter\u00edsticas de Arruda no DF"},"content":{"rendered":"<figure class=\"image-container image-post-defautl\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/fora_arruda2.jpg\" title=\"Um protesto contra um governo corrupto tem pouco custo pol\u00edtico, o problema \u00e9 segurar os custos de perdas no sentido b\u00e9lico; entre feridos, chocados com a viol\u00eancia governamental e a pr\u00e9-disposi\u00e7\u00e3o de correr riscos. Em havendo estas caracter\u00edsticas e com midiatiza\u00e7\u00e3o da luta, as chances de vit\u00f3ria nesse caso s\u00e3o grandes.  - Foto:cmi\" alt=\"Um protesto contra um governo corrupto tem pouco custo pol\u00edtico, o problema \u00e9 segurar os custos de perdas no sentido b\u00e9lico; entre feridos, chocados com a viol\u00eancia governamental e a pr\u00e9-disposi\u00e7\u00e3o de correr riscos. Em havendo estas caracter\u00edsticas e com midiatiza\u00e7\u00e3o da luta, as chances de vit\u00f3ria nesse caso s\u00e3o grandes.  - Foto:cmi\" class=\"image\"><figcaption class=\"fig-caption\">Um protesto contra um governo corrupto tem pouco custo pol\u00edtico, o problema \u00e9 segurar os custos de perdas no sentido b\u00e9lico; entre feridos, chocados com a viol\u00eancia governamental e a pr\u00e9-disposi\u00e7\u00e3o de correr riscos. Em havendo estas caracter\u00edsticas e com midiatiza\u00e7\u00e3o da luta, as chances de vit\u00f3ria nesse caso s\u00e3o grandes. <\/figcaption><small itemprop=\"copyrightHolder\" class=\"copyright\"> Foto:cmi<\/small><\/figure>\n<p>11 de dezembro de 2009, 6&ordf;; Vale dos Sinos do RS, Bruno Lima Rocha <\/p>\n<p>Sempre defendi que a teoria &eacute; um conjunto de hip&oacute;teses coerentemente articuladas por conceitos-chave e dotada de l&oacute;gica interna pr&oacute;pria. Se a teoria n&atilde;o serve para interpretar, ent&atilde;o ela n&atilde;o serve para nada. Nada &eacute; mais palp&aacute;vel do que um conjunto de conceitos operacionais. O problema n&atilde;o &eacute; de teoria de an&aacute;lise, mas do emprego das ferramentas. Enfim, n&atilde;o d&aacute; para quebrar concreto com colher de pau. Para transformar a democracia brasileira &eacute; necess&aacute;ria uma gram&aacute;tica pol&iacute;tica nova, com diferen&ccedil;a substantiva para o pacto de sil&ecirc;ncio em torno dos custos transacionais para formar maiorias. <\/p>\n<p>O epis&oacute;dio do Mensal&atilde;o do DEM, com Jos&eacute; Roberto Arruda como protagonista, d&aacute; materialidade a uma s&eacute;rie de conceitos inovadores e debates supostamente esquecidos. Dando nome para os bois: analisar a corrup&ccedil;&atilde;o e combat&ecirc;-la n&atilde;o &eacute; moralismo, &eacute; a necessidade de transforma&ccedil;&atilde;o da cultura pol&iacute;tica nacional. No pa&iacute;s dos padrinhos e adjac&ecirc;ncias, separar o p&uacute;blico do privado &eacute; fundamental.<\/p>\n<p>De volta ao Planalto Central, o que l&aacute; ocorre, para a an&aacute;lise pol&iacute;tica, tanto em sua forma acad&ecirc;mica como jornal&iacute;stica, &eacute; um prato cheio e rica fonte de pesquisa. Pena que o objeto, a corrup&ccedil;&atilde;o end&ecirc;mica e estrutural das elites pol&iacute;ticas e suas respectivas bases fisiol&oacute;gicas, n&atilde;o &eacute; nada saud&aacute;vel para a democracia brasileira. Mas, como venho afirmando, a &uacute;nica chance da ci&ecirc;ncia social aportar algo para a sociedade &eacute; confrontar os problemas e n&atilde;o os ignorando. <\/p>\n<p>Analisar o que ocorre em Bras&iacute;lia &eacute; complexo. Est&aacute; al&eacute;m da prega&ccedil;&atilde;o Udenista dos corruptores e corruptos. Atinge o conceito de pol&iacute;tica. Uma descri&ccedil;&atilde;o crua diria. Os neg&oacute;cios de Estado s&atilde;o para fins privados, as contas do Tesouro Sub-nacional atravessam as negocia&ccedil;&otilde;es de repasse das verbas. &Eacute; o toque de Midas tupiniquim; tudo pode virar ouro em formato digital de moeda corrente: contratos de limpeza; transporte p&uacute;blico; processamento de dados; todo o territ&oacute;rio urbano ou em vias de urbaniza&ccedil;&atilde;o selvagem; desvio puro e simples al&eacute;m de diversas outras facetas &ldquo;criativas&rdquo; das elites dirigentes brasilienses e sua din&acirc;mica de luta e coopera&ccedil;&atilde;o para abocanhar a gorda e grossa fatia de divisas transferidas da Uni&atilde;o para a capital pol&iacute;tica do Brasil. <\/p>\n<p>Se formos &agrave;s ra&iacute;zes do problema, a hist&oacute;ria de Bras&iacute;lia para al&eacute;m do Plano Piloto &eacute; a HIST&Oacute;RIA do Brasil como ele &eacute;, com mazelas e virtudes e a vers&atilde;o do coronelismo da expans&atilde;o modernizante. Sai o latifundi&aacute;rio e entra o grileiro de posse de escrituras de f&eacute; p&uacute;blica. O jogo cartorial &eacute; da idade do pa&iacute;s. Bingo, eis a roda do poder local no Planalto. Quem disse que a modernidade traria apenas novos v&iacute;cios, errou rotundamente! Nada que grilos e restos de defec&ccedil;&atilde;o do inseto em uma gaveta de mogno extra&iacute;do de forma ilegal n&atilde;o o fa&ccedil;am. Digo isso porque o fator controle da terra e do planejamento urbano se torna fonte de acumula&ccedil;&atilde;o original de poder e for&ccedil;a no Distrito Federal. Se as elites dirigentes do DF s&atilde;o em sua origem, grileiras, portanto, a norma de rela&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica brasiliense ser&aacute; da mesma base da praticada em governos anteriores. Gira a roda, e a sina candanga &eacute; reescrita na Bras&iacute;lia atual. Para completar a desgra&ccedil;a, pelo visto dessa fonte teria de jorrar de norte a sul do pa&iacute;s. &Eacute; o &uacute;nico governo estadual (distrital no caso) que a UDN controla, ou controlava, j&aacute; que o pr&oacute;prio quase ex-governador ainda em exerc&iacute;cio pedira afastamento d mui nobre e valorosa legenda, optando por um final melanc&oacute;lico tempor&aacute;rio a enfrentar a ira das hostes pefelistas em ano eleitoral tendo-o como vitrine e vidra&ccedil;a para as pedradas da turma do outro Mensal&atilde;o que ocorrera na mesma localidade, mas em esfera do Poder Central. Vai sem jamais haver partido. <\/p>\n<p>Porque Arruda, neste sentido, &eacute; um aut&ecirc;ntico representante de sua estirpe, tal e qual Joaquim Roriz e o finado Jos&eacute; Aparecido. Com &ldquo;habilidade&rdquo;, comp&ocirc;s um governo com v&aacute;rios partidos, dentre eles legendas que comp&otilde;em o governo de Lula, como PSB, PDT, PV e PMDB. Para garantir, e por conhecer a proced&ecirc;ncia sua e dos seus, resolvera seguir com a simples pr&aacute;tica de remunerar o apoio pol&iacute;tico. Pagou, e muito, ao seu secretariado que custa caro. A fonte s&atilde;o os bens pouco ou nada tang&iacute;veis do capitalismo cognitivo: processamento de dados e publicidade estatal regiamente paga com o dinheiro do contribuinte ou do pagante em forma compuls&oacute;ria, j&aacute; que nossa alta carga tribut&aacute;ria tem como destino principal alimentar a ciranda financeira e o modelo de endividamento aben&ccedil;oado no Governo do Copom com Mr. Meirelles &agrave; frente. Outra fatia, n&atilde;o t&atilde;o gorda, mas ainda vultosa, vai para o esp&oacute;lio do Estado com o botim organizado na forma de legendas oficiais e entra em disputa indireta com a choradeira cr&ocirc;nica do empresariado que por estas bandas opera, seja tupiniquim (assimilado diria algum disc&iacute;pulo de Gilberto Freyre) ou transnacional. Bem, da parte que cabe &agrave;s elites dirigentes operando no circuito da representa&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica, associadas de forma consorciada com prestadores das v&aacute;rias p&aacute;trias contratistas que nos cercam, temos a chave do tesouro e o duto cloacal por onde navegaram os recursos da popula&ccedil;&atilde;o do DF. A mesma que jamais vira saneamento nem nada por estilo; a mesma base social cuja excresc&ecirc;ncia organizada em forma de clientela sai das cidades-sat&eacute;lite para defender bandidos com imunidade parlamentar e foro especial. <\/p>\n<p><strong>Acusemos de tudo menos de falta de &ldquo;inova&ccedil;&atilde;o&rdquo;! <br \/>\n<\/strong><br \/>\nA inova&ccedil;&atilde;o, fator essencial de novo aumento da taxa de lucro do capital financeirizado, tamb&eacute;m se aplica para o mercado da pol&iacute;tica. Assim, Arruda, paga mais gente do quem em 2006 ou no Mensal&atilde;o mineiro. O apoio pol&iacute;tico, como se sabe, torna-se por exclusividade, a ser conquistado na ponta do l&aacute;pis. Pagando, secret&aacute;rios e deputados distritais, a partir da&iacute;, o destino da mesada fica por obra e gra&ccedil;a da base governista. <\/p>\n<p>A rela&ccedil;&atilde;o fisiol&oacute;gica e a heran&ccedil;a dos piores costumes da pol&iacute;tica brasileira me fizeram lembrar de um presidente do in&iacute;cio da d&eacute;cada passada. Sim, estou falando do grande amigo do vice-governador Paulo Oct&aacute;vio, o ex-presidente Fernando Collor de Mello. Vejamos. <\/p>\n<p>Collor fora a TV e disse a c&eacute;lebre frase &ldquo;n&atilde;o me deixem sozinho minha gente!&rdquo;. Entre o desespero e a pretens&atilde;o, convocou o povo a vestir verde e amarelo num domingo do inverno de 1992 para defender o presidente eleito. Se deu mal, gerando o efeito contr&aacute;rio, e cobrindo o Brasil de jovens vestidos de preto enquanto escutavam a m&uacute;sica &ldquo;Alegria, Alegria&rdquo;, de Caetano Veloso, transmitida na abertura do seriado global, Anos Rebeldes. Junta-se a fome com a vontade de comer vivo ao &ldquo;ca&ccedil;ador de maraj&aacute;s&rdquo;, destitu&iacute;do do af&atilde; com Roberto Marinho, perfilado apenas com sua tropa de choque ent&atilde;o comandada por Roberto Jefferson, o advogado criminalista e homem do PTB de Ivete Vargas. Recordemos que Luiz In&aacute;cio afirmara ser este um homem a quem passaria um cheque em branco assinado. Deu no que deu. <\/p>\n<p>Adentrando ainda mais no t&uacute;nel do tempo, este me leva para a corrida atr&aacute;s de votos ocorrida em 1989. Arruda &eacute; diferente de Collor presidente e tamb&eacute;m do presidenci&aacute;vel, lembrando a not&oacute;ria marcha da direita, na ocasi&atilde;o, do Centro de Niter&oacute;i, na campanha do mesmo ano em que o Botafogo dera fim ao jejum de 21 anos sem t&iacute;tulos! Na ocasi&atilde;o, entre poucos militantes e dezenas de favorecidos, o carateca com fama de bom lutador comandara uma leva de cabos eleitorais, alguns taxistas, v&aacute;rios capangas e politiqueiros profissionais atrav&eacute;s das avenidas constru&iacute;das no per&iacute;odo em que a cidade de Ararib&oacute;ia fora capital de estado. Vem da&iacute; a foto aquela dando banana para os advers&aacute;rios. Foi antes de gritar &ldquo;eu nasci com aquilo roxo!&rdquo; e muito antes de perder nas ruas o governo que ganhara na urna. Ap&oacute;s essa balb&uacute;rdia, a de 1992, at&eacute; Collor segurou seus impulsos. Collor, o brig&atilde;o da juventude, n&atilde;o mandara bater, nem onde tinha o governador nas m&atilde;os ou pr&oacute;ximo. N&atilde;o me lembro de nenhuma grande repress&atilde;o durante a campanha do Fora Collor. No DF, mais inova&ccedil;&atilde;o, com cavalaria, capangas e viol&ecirc;ncia. As coisas da pol&iacute;tica est&atilde;o mudando. <\/p>\n<p>Particularmente, tampouco me recordo de uma situa&ccedil;&atilde;o com tamanha evid&ecirc;ncia de corrup&ccedil;&atilde;o end&ecirc;mica e estrutural que ousou mobilizar bases pr&oacute;prias. &Eacute; certo, algum cr&iacute;tico pode dizer que o pr&oacute;prio governo ga&uacute;cho de Yeda Crusius (PSDB), botou uma parte dos funcion&aacute;rios com cargo de confian&ccedil;a para se contrapor ao movimento de Fora Yeda. Na ocasi&atilde;o, por se tratar de maioria de CCs, custou s&oacute; um refrigerante com cachorro quente de lanche. Saiu barato para Yeda, assim como vem saindo ao pre&ccedil;o de R$ 1,99 para o rondoniense Ivo Cassol (PP). E, para espanto de quase todos os ne&oacute;fitos na pol&iacute;tica como ela &eacute;, afirmo. Yeda mesmo isolada tem base; Cassol tamb&eacute;m e Arruda tem muita, mas muita base. O pre&ccedil;o &eacute; caro, mas garante alguma sustentabilidade. Que baita democracia hem?! <\/p>\n<p><strong>Da viol&ecirc;ncia e da ironia<\/p>\n<p><\/strong>O uso de capangas e base fisol&oacute;gica n&atilde;o &eacute; nenhuma novidade no fazer e disputar poder no Brasil. As maltas de capoeira que foram her&oacute;icas quando da Revolta da Vacina, tamb&eacute;m eram utilizadas para ca&ccedil;ar eleitor a la&ccedil;o e pau. A coisa vem de longe. O cabresto contempor&acirc;neo &eacute; o cart&atilde;o ponto e o emprego digitalizado. Reconhe&ccedil;o que &eacute; da gram&aacute;tica da pol&iacute;tica que o protesto se d&ecirc; atrav&eacute;s de mobiliza&ccedil;&atilde;o e contra-atos. A mobiliza&ccedil;&atilde;o dos pr&oacute; Arruda (e pr&oacute; Roriz, no sentido amplo da pol&iacute;tica, pr&oacute; Aparecido, pr&oacute; Luiz Estev&atilde;o, pr&oacute; Paulo Oct&aacute;vio e Cia.) era at&eacute; esperada e do ponto de vista da estrat&eacute;gia em sentido estrito, foi uma &ldquo;bela manobra t&aacute;tica&rdquo;. E, repito, n&atilde;o custou barato. Por mais que existam lealdades fisiol&oacute;gicas, os 30 v&iacute;deos divulgados e os outros 170 que estariam por circular deixam qualquer pai de fam&iacute;lia de cabelo em p&eacute;. Portanto, o que espanta &eacute; haver gente para dar a cara e defender o homem flagrado de forma acintosa, mesmo ganhando, ainda que recebendo uns caramingu&aacute;s ou v&aacute;rios. <\/p>\n<p>J&aacute; a vers&atilde;o de reprimir para garantir a livre circula&ccedil;&atilde;o &eacute; mais tranq&uuml;ila de ser aplicada. Nesta sexta, a lenga-lenga do governador foi bem escrita, dizendo sem dizer, afirmando sem afirmar, abrindo a vala para o milico de plant&atilde;o se atirar a nadar na lama entre piranhas famintas e fotografias pixelizadas de cavalos pisoteando a cidadania indignada. Se o comandante da PM DF cair, depois volta para trabalho interno ou ganha aposentadoria integral e quem sabe algo apraz&iacute;vel o aguardar&aacute; para depois da tempestade. <\/p>\n<p>Reprimir &eacute; um recurso, sempre o foi, na Pra&ccedil;a da Paz Celestial de 1989 ou no 11 de junho de 2008 no supermercado Nacional em Porto Alegre. Governo acuado e com brios, manda baixar o cacete! Debaixo do capacete &eacute; algo quase an&ocirc;nimo, d&aacute; para exercer o poder na forma de vilania sem nenhum inc&ocirc;modo maior. Nas Avenidas desenhadas por L&uacute;cio Costa, bater, correr ou ironizar com palha&ccedil;os, pizzas e panetones &eacute; um recurso. O importante, do ponto de vista dos que se manifestam, &eacute; expor a debilidade, que &eacute; pol&iacute;tica. Se continuar a haver manifesta&ccedil;&otilde;es e com a base de incentivo como est&aacute; &ndash; razoavelmente desatrelada da agenda eleitoral &ndash; haver&aacute; resist&ecirc;ncia civil, mesmo que isolada no Plano Piloto. Em geral um governo com evid&ecirc;ncia de corrup&ccedil;&atilde;o n&atilde;o segura a falta de legitimidade. Manter esse n&iacute;vel repressivo n&atilde;o ser&aacute; nada tranq&uuml;ilo, nem aqui nem em Tegucigalpa. Quem ganhar a batalha das ruas, ou sobrevive no Pal&aacute;cio do Buriti, ou ser&aacute; empurrado de l&aacute;, pela porta dos fundos. <\/p>\n<p>\n<a href=\"http:\/\/www.ihu.unisinos.br\/index.php?option=com_noticias&amp;Itemid=18&amp;task=detalhe&amp;id=28260\">A vers&atilde;o reduzida deste artigo foi originalmente publicada no portal do Instituto Humanitas Unisinos (IHU) <br \/>\n<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um protesto contra um governo corrupto tem pouco custo pol\u00edtico, o problema \u00e9 segurar os custos de perdas no sentido b\u00e9lico; entre feridos, chocados com a viol\u00eancia governamental e a pr\u00e9-disposi\u00e7\u00e3o de correr riscos. Em havendo estas caracter\u00edsticas e com midiatiza\u00e7\u00e3o da luta, as chances de vit\u00f3ria nesse caso s\u00e3o grandes. 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