{"id":1142,"date":"2010-01-07T23:23:17","date_gmt":"2010-01-07T23:23:17","guid":{"rendered":"http:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/?p=1142"},"modified":"2010-01-07T23:23:17","modified_gmt":"2010-01-07T23:23:17","slug":"bases-da-teoria-da-interdependencia-estrutural-das-esferas-4","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/?p=1142","title":{"rendered":"Bases da Teoria da Interdepend\u00eancia Estrutural das Esferas \u2013 4"},"content":{"rendered":"<figure class=\"image-container image-post-defautl\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/penallibertad.gif\" title=\"Na penitenci\u00e1ria de m\u00e1xima seguran\u00e7a de Libertad, na ditadura uruguaia (1973-1985) foi onde os estudos de estruturalismo e pensamento libert\u00e1rio seguiram se desenvolvendo. Esta Teoria, a da Interdepend\u00eancia Estrutural e da Radicaliza\u00e7\u00e3o Democr\u00e1tica, nasceu das entranhas da luta pol\u00edtica e popular e a esta luta pertence.  - Foto:radio36\" alt=\"Na penitenci\u00e1ria de m\u00e1xima seguran\u00e7a de Libertad, na ditadura uruguaia (1973-1985) foi onde os estudos de estruturalismo e pensamento libert\u00e1rio seguiram se desenvolvendo. Esta Teoria, a da Interdepend\u00eancia Estrutural e da Radicaliza\u00e7\u00e3o Democr\u00e1tica, nasceu das entranhas da luta pol\u00edtica e popular e a esta luta pertence.  - Foto:radio36\" class=\"image\"><figcaption class=\"fig-caption\">Na penitenci\u00e1ria de m\u00e1xima seguran\u00e7a de Libertad, na ditadura uruguaia (1973-1985) foi onde os estudos de estruturalismo e pensamento libert\u00e1rio seguiram se desenvolvendo. Esta Teoria, a da Interdepend\u00eancia Estrutural e da Radicaliza\u00e7\u00e3o Democr\u00e1tica, nasceu das entranhas da luta pol\u00edtica e popular e a esta luta pertence. <\/figcaption><small itemprop=\"copyrightHolder\" class=\"copyright\"> Foto:radio36<\/small><\/figure>\n<p>07 de janeiro de 2010, da Vila Setembrina, Bruno Lima Rocha <\/p>\n<p>Esta Base de Teoria (dimens&atilde;o intr&iacute;nseca e axiom&aacute;tica) tem uma ancestralidade que vai muito al&eacute;m do per&iacute;odo de doutorado, da p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o em ci&ecirc;ncia pol&iacute;tica na UFRGS e at&eacute; mesmo na rela&ccedil;&atilde;o com o ensino formal. Neste breve artigo de difus&atilde;o cient&iacute;fica &#8211; o quarto de uma s&eacute;rie de cinco, interrompida com o recesso de fim de ano &#8211; exponho o foco do trabalho inicial, as &aacute;reas que podem ser desenvolvidas, as vincula&ccedil;&otilde;es acad&ecirc;micas e alguns poss&iacute;veis desdobramentos. Entende-se que essas informa&ccedil;&otilde;es ir&atilde;o facilitar a compreens&atilde;o do leitor do texto, do contexto e da intencionalidade encontrada.<\/p>\n<p>Antes de entrar na parte autoral, entendo como importante ilustrar a dimens&atilde;o de democracia que aqui trabalho a partir da cita&ccedil;&atilde;o do jornalista espanhol Rafael Cid. Este &eacute;, no presente momento da Pen&iacute;nsula Ib&eacute;rica, um dos mais ativos e relevantes intelectuais-militantes no campo da esquerda social e n&atilde;o parlamentar. Em um debate a respeito da subst&acirc;ncia democr&aacute;tica, apresentado em artigo &ldquo;A Verdadeira Democracia&rdquo; (Revista Pol&eacute;mica, Barcelona, dezembro de 2008), ele nos coloca um conflito latente a ser canalizado por instrumentos de participa&ccedil;&atilde;o permanente como o advogado por mim ao longo dos artigos de difus&atilde;o cient&iacute;fica: <\/p>\n<p>O fator expansivo da democracia participativa do demos frente a democracia olig&aacute;rquica das elites tem uma manifesta&ccedil;&atilde;o colateral na explos&atilde;o c&iacute;vico-cultural que historicamente v&ecirc;m acompanhando a suas escassas manifesta&ccedil;&otilde;es Isto prova que, a extraordin&aacute;ria capacidade criativa inserida nas energias que s&atilde;o liberadas quando o povo rege seu pr&oacute;prio destino sem interfer&ecirc;ncias nem representa&ccedil;&otilde;es profissionais. <br \/>\n(Rafael Cid, 2008, p.36) <\/p>\n<p>Para dar vaz&atilde;o a este conflito, por vezes latente, noutras permanente, entre a explos&atilde;o de participa&ccedil;&atilde;o do demos frente ao cratos profissional e de dedica&ccedil;&atilde;o a tempo completo &eacute; que se faz necess&aacute;rio o estudo cient&iacute;fico de Organiza&ccedil;&otilde;es de base pol&iacute;tica n&atilde;o intermedi&aacute;rias e que tenham como atividade-fim a democracia radical e a atividade-meio o aumento da participa&ccedil;&atilde;o contestat&oacute;ria. N&atilde;o &eacute; por acaso que a ci&ecirc;ncia pol&iacute;tica de corte hegem&ocirc;nico-cl&aacute;ssico (liberal e procedimental) ignora solenemente esta forma organizativa e as esquerdas de tradi&ccedil;&atilde;o autorit&aacute;ria apenas a associam com verticalidade decis&oacute;ria. Ignorar voluntariamente tamb&eacute;m &eacute; fazer desaparecer. <\/p>\n<p>Entende-se que o estudo de partido pol&iacute;tico finalista com democracia interna &eacute; uma lacuna na ci&ecirc;ncia pol&iacute;tica, mesmo considerando os estudos dos chamados &ldquo;partidos revolucion&aacute;rios&rdquo;. Em geral, se naturaliza, tanto na interna do campo como na sociedade, o modelo de partido de representa&ccedil;&atilde;o, ou o intermedi&aacute;rio entre setores da sociedade e o desenho formal do exerc&iacute;cio do poder. Um partido, ou organiza&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica, que atue tendo a democracia social (participativa, substantiva, deliberativa, com multiplicidade de formas de representa&ccedil;&atilde;o e delega&ccedil;&atilde;o, democracia radical) como valor indispens&aacute;vel &eacute; uma via de estudo da ci&ecirc;ncia pol&iacute;tica que vai ao encontro da Teoria Democr&aacute;tica que est&aacute; por ser constru&iacute;da. <\/p>\n<p>A participa&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica espec&iacute;fica por fora das concorr&ecirc;ncias da democracia representativa n&atilde;o &eacute; exclusividade dos chamados &ldquo;movimentos sociais&rdquo; e o desenvolvimento deste estudo &eacute; uma lacuna na politologia, por mais aberta e ampla que seja seu espectro. Parte da intencionalidade do esfor&ccedil;o aqui apresentado de somar no avan&ccedil;o do estudo desta modalidade de partido pol&iacute;tico, onde se professa uma ideologia libert&aacute;ria e libertadora, tem-se uma base doutrin&aacute;ria e aposta-se na arena n&atilde;o-institucional para construir outra institucionalidade como forma de exerc&iacute;cio de poder contra-hegem&ocirc;nico ainda sob o regime de democracia formal. <\/p>\n<p><strong>A outra ancestralidade, do c&aacute;rcere pol&iacute;tico &agrave; politologia acad&ecirc;mica<\/strong> <\/p>\n<p>Em textos de difus&atilde;o anteriores eu havia apresentado, de forma mais que sint&eacute;tica, o pensamento pol&iacute;tico e cient&iacute;fico do historiador e militante libert&aacute;rio do Uruguai, Raul Cariboni. Neste agora exponho outras ancestralidades da Base da Teoria da Interdepend&ecirc;ncia, estas apreendidas e desenvolvidas a partir de 1973, j&aacute; na Argentina. Como se nota, aqui se expressa um passado te&oacute;rico e uma vincula&ccedil;&atilde;o ontol&oacute;gica e ideol&oacute;gica. Opto por apresentar esta dimens&atilde;o de forma direta por op&ccedil;&atilde;o metodol&oacute;gica. Isto porque colaborar com o avan&ccedil;o desta escola de pensamento no &acirc;mbito acad&ecirc;mico tamb&eacute;m &eacute; uma inten&ccedil;&atilde;o permanente do trabalho. <\/p>\n<p>Nos estudos coordenados por Cariboni (Uruguai, 1968-1973), que pode ser considerado material de teoria emp&iacute;rica ou de m&eacute;dio alcance, se apresenta uma teoria pol&iacute;tica de transforma&ccedil;&atilde;o social, baseada na an&aacute;lise estruturalista, nas id&eacute;ias-guia do pensamento libert&aacute;rio politicamente organizado e tomando como sujeito protagonista as maiorias mobilizadas. Tamb&eacute;m se encontra a fundamenta&ccedil;&atilde;o ideol&oacute;gica-doutrin&aacute;ria e te&oacute;rico-epistemol&oacute;gica para o uso sistem&aacute;tico da for&ccedil;a simultaneamente da pr&aacute;tica de democracia como um valor fundamental tanto na interna da organiza&ccedil;&atilde;o, nos ambientes pol&iacute;tico-sociais e sociais, assim como na montagem de um espa&ccedil;o p&uacute;blico do movimento popular onde as distintas posi&ccedil;&otilde;es fossem toleradas em uma id&eacute;ia de ruta com&uacute;n. O conceito de interdepend&ecirc;ncia estrutural, de que a pol&iacute;tica &eacute; a s&iacute;ntese decis&oacute;ria discursiva e de que a ideologia &eacute; transversal a todas as esferas se condensa nesse per&iacute;odo. <\/p>\n<p>Os canais por onde a Interdepend&ecirc;ncia passou se d&atilde;o, a partir de 1973, em duas vias. Uma, dentro do Uruguai, nos grupos de estudo organizados pelos militantes da FAU encarcerados no sistema pol&iacute;tico-prisional uruguaio, em especial no Penal de Libertad. Neste lugar se estrutura e se aprofundam os estudos em cima da obra de autores como Foucault, Althusser e Poulantzas. O conceito de classe n&atilde;o centralizado na categoria explora&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica ali ganha concretude. <\/p>\n<p>Outra etapa de constru&ccedil;&atilde;o da ancestralidade desse trabalho se d&aacute; tamb&eacute;m com militantes da FAU, encarcerados pol&iacute;ticos no sistema prisional argentino, em especial na Penitenci&aacute;ria de M&aacute;xima Seguran&ccedil;a de La Plata, Prov&iacute;ncia de Buenos Aires. Nesta pris&atilde;o, o autodidata argentino Mauricio Malamud ministrava, na cadeia, cursos de forma&ccedil;&atilde;o aproximando o pensamento estruturalista e o campo nacional-popular. O desenvolvimento das categorias de discurso, estrutura de pensamento, import&acirc;ncia da linguagem, sociologia do conhecimento, a quest&atilde;o da identidade se condensa e ganha forma nesse per&iacute;odo. <\/p>\n<p>A minha rela&ccedil;&atilde;o direta com alguns operadores pol&iacute;ticos que passaram por estas etapas de forma&ccedil;&atilde;o se d&aacute; a partir de dezembro de 1994. J&aacute; a contribui&ccedil;&atilde;o direta neste processo espec&iacute;fico de formula&ccedil;&atilde;o iniciou-se em abril de 1998, no bairro do Cerro de Montevid&eacute;u e ap&oacute;s na cidade de Col&ocirc;nia do Sacramento. O que hoje se formaliza como tese de doutoramento, tem sua estrutura em cima de uma s&eacute;rie de estudos e material de forma&ccedil;&atilde;o n&atilde;o-acad&ecirc;mica que tive a oportunidade de ajudar a formular, antes mesmo de adentrar na p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o em ci&ecirc;ncia pol&iacute;tica. Este esfor&ccedil;o se d&aacute; em grande parte, e n&atilde;o em sua totalidade, em fun&ccedil;&atilde;o de permanente compromisso militante. <\/p>\n<p>Nesta formula&ccedil;&atilde;o, o tema da tese e agora da difus&atilde;o cient&iacute;fica &#8211; a Organiza&ccedil;&atilde;o Pol&iacute;tica e seu papel &#8211; &eacute; de longa data objeto de estudo e experimenta&ccedil;&atilde;o. J&aacute; a Interdepend&ecirc;ncia Estrutural &eacute; fruto de uma pesquisa retomada em 2003, cujo texto base em formato n&atilde;o acad&ecirc;mico foi conclu&iacute;do somente em novembro de 2007, nas cidades fronteiri&ccedil;as de Santana do Livramento e Rivera, na Fronteira Oeste do Rio Grande. Eis o porqu&ecirc; da data remota da conclus&atilde;o da Teoria (em mar&ccedil;o de 2009), considerando que iniciei o doutorado em mar&ccedil;o de 2004. O material original serve como inspira&ccedil;&atilde;o, fonte direta e matriz te&oacute;rico-epistemol&oacute;gica. <\/p>\n<p>O trabalho apresentado, conforme corresponde &eacute; autoral; mas de inspira&ccedil;&atilde;o coletiva. O processo cumulativo cient&iacute;fico que temos no campo acad&ecirc;mico se d&aacute; de forma parecida no universo da esquerda n&atilde;o-parlamentar. A diferen&ccedil;a est&aacute; nos ritos e formalidades, que s&atilde;o distintos. Aguardei o documento que tem papel fundacional para a Interdepend&ecirc;ncia das 3 Esferas porque, da mesma forma que seria imposs&iacute;vel desenvolver estudo em cima da teoria habbermasiana (por ex.) sem a obra de Jungen Habermas, seria impratic&aacute;vel desenvolver uma teoria de m&eacute;dio alcance sem os fundamentos da matriz a qual esta se filia. <\/p>\n<p>Conforme j&aacute; havia exposto, na seara acad&ecirc;mica por excel&ecirc;ncia, o elo da hist&oacute;ria com a disciplina de estudo se encontra no acionar libert&aacute;rio e na aproxima&ccedil;&atilde;o com os chamados estruturalistas, ainda na acirrada conjuntura latino-americana da segunda metade dos anos 1960. <\/p>\n<p><strong>Possibilidade de amplia&ccedil;&atilde;o da Base da Teoria da Interdepend&ecirc;ncia para al&eacute;m da dimens&atilde;o pol&iacute;tica da Radicaliza&ccedil;&atilde;o da Democracia <br \/>\n<\/strong><br \/>\nA partir deste trabalho se abrem algumas vias de estudo, tais como: de novo desenho institucional; do experimentalismo pol&iacute;tico-jur&iacute;dico; de estudo das teorias e formas de mobiliza&ccedil;&atilde;o popular; de a&ccedil;&atilde;o coletiva fomentada por minorias pol&iacute;ticas; de defini&ccedil;&atilde;o do sentido de democracia como exerc&iacute;cio de direitos, liberdades, distribui&ccedil;&otilde;es e garantias; do processo de acumula&ccedil;&atilde;o de for&ccedil;as atrav&eacute;s da radicaliza&ccedil;&atilde;o democr&aacute;tica; do estudo dos conflitos de baixa intensidade e participa&ccedil;&atilde;o massiva; da dimens&atilde;o ideol&oacute;gica transformadora (a mentalidade de c&acirc;mbio profundo). <\/p>\n<p>O conjunto destes estudos derivados deste trabalho se orienta por uma dimens&atilde;o normativa que visa o exerc&iacute;cio das liberdades pol&iacute;ticas, religiosas, culturais, identit&aacute;rias, individuais, &eacute;tnicas sobre uma estrutura societ&aacute;ria sem classes, de organiza&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tico-jur&iacute;dica-administrativa federalista e economicamente distributivista. A senten&ccedil;a acima resume a normatividade encontrada no conjunto de artigos de difus&atilde;o cient&iacute;fica e nesta s&eacute;rie em particular. Afirmo esta normatividade porque vou ao encontro da afirma&ccedil;&atilde;o de Cid (2008, p. 37) <\/p>\n<p>Do contr&aacute;rio, se o povo termina suplantado pelas elites e reduzido a um espelhismo epistemol&oacute;gico, o sistema pol&iacute;tico se converte em &lsquo;roleta russa&rsquo; revers&iacute;vel. Esta serve igual para passar legalmente de uma situa&ccedil;&atilde;o de ditadura a outra de democracia pactuada (como a transi&ccedil;&atilde;o espanhola do Pacto de Moncloa), assim como o caminho inverso, da democracia dos espelhismos elitistas ao totalitarismo. <\/p>\n<p>\n<a href=\"http:\/\/www.ihu.unisinos.br\/index.php?option=com_noticias&amp;Itemid=18&amp;task=detalhe&amp;id=28710\">Este artigo foi originalmente publicado no portal do Instituto Humanitas Unisinos (IHU) <br \/>\n<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na penitenci\u00e1ria de m\u00e1xima seguran\u00e7a de Libertad, na ditadura uruguaia (1973-1985) foi onde os estudos de estruturalismo e pensamento libert\u00e1rio seguiram se desenvolvendo. Esta Teoria, a da Interdepend\u00eancia Estrutural e da Radicaliza\u00e7\u00e3o Democr\u00e1tica, nasceu das entranhas da luta pol\u00edtica e popular e a esta luta pertence. 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