{"id":1202,"date":"2010-03-25T09:13:31","date_gmt":"2010-03-25T09:13:31","guid":{"rendered":"http:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/?p=1202"},"modified":"2010-03-25T09:13:31","modified_gmt":"2010-03-25T09:13:31","slug":"debatendo-um-modelo-de-organizacao-politica-como-forca-motriz-para-o-processo-de-radicalizacao-democratica-3","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/?p=1202","title":{"rendered":"Debatendo um modelo de organiza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica como for\u00e7a motriz para o processo de radicaliza\u00e7\u00e3o democr\u00e1tica \u2013 3"},"content":{"rendered":"<figure class=\"image-container image-post-defautl\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/democraciaparticipativa.jpg\" title=\"A democracia direta necessita de organiza\u00e7\u00f5es pol\u00edticas permanentes, alimentando os motores da a\u00e7\u00e3o coletiva, fortalecendo que o mecanismo participativo e de mobiliza\u00e7\u00e3o \u00e9 mais leg\u00edtimo do que a postura passiva de maioria silenciosa - Foto:sucre.indymedia\" alt=\"A democracia direta necessita de organiza\u00e7\u00f5es pol\u00edticas permanentes, alimentando os motores da a\u00e7\u00e3o coletiva, fortalecendo que o mecanismo participativo e de mobiliza\u00e7\u00e3o \u00e9 mais leg\u00edtimo do que a postura passiva de maioria silenciosa - Foto:sucre.indymedia\" class=\"image\"><figcaption class=\"fig-caption\">A democracia direta necessita de organiza\u00e7\u00f5es pol\u00edticas permanentes, alimentando os motores da a\u00e7\u00e3o coletiva, fortalecendo que o mecanismo participativo e de mobiliza\u00e7\u00e3o \u00e9 mais leg\u00edtimo do que a postura passiva de maioria silenciosa<\/figcaption><small itemprop=\"copyrightHolder\" class=\"copyright\"> Foto:sucre.indymedia<\/small><\/figure>\n<p>25 de mar&ccedil;o de 2010, da Vila Setembrina, Bruno Lima Rocha <\/p>\n<p>Neste texto, seguimos com o esfor&ccedil;o de difus&atilde;o cient&iacute;fica de uma Teoria de M&eacute;dio Alcance, a da Radicaliza&ccedil;&atilde;o Democr&aacute;tica, cuja unidade de an&aacute;lise mais importante &eacute; o da organiza&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica como um motor de lutas de tipo social e popular e n&atilde;o como vanguarda dirigente ou substituta da representa&ccedil;&atilde;o direta destes setores de povo organizado. Por suposto que o modelo de partido de massas, concorrendo na arena eleitoral de tipo burguesa, construindo suas lideran&ccedil;as como profissionais da pol&iacute;tica e da gest&atilde;o do que pertenceria a res publica, &eacute; aqui negado em sua possibilidade emancipadora. Como a via de desenvolvimento atravessa o conflito e n&atilde;o a judicializa&ccedil;&atilde;o da pol&iacute;tica, discorro abaixo dois problemas te&oacute;ricos para serem tomados em conta.<\/p>\n<p><strong>O problema repressivo deve ser levado em conta <br \/>\n<\/strong><br \/>\nComo j&aacute; o dissemos &agrave; exaust&atilde;o, o modelo aqui abordado &eacute; o do treinamento de quadros m&eacute;dios para um partido de minoria, ou organiza&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica com ingresso seletivo, visando &agrave; acumula&ccedil;&atilde;o de for&ccedil;as, tendo como objetivo finalista alguma forma de ruptura com a ordem constitu&iacute;da, &eacute; necess&aacute;rio que a teoria seja coerente com o cen&aacute;rio e leve ao menos em conta o aspecto repressivo. No caso do modelo apresentado, tal modalidade se encaixa nos par&acirc;metros de defesa interna aplicada no caso brasileiro atual. Em todo Estado ou forma&ccedil;&atilde;o social concreta, existe um aparato repressivo, profissional ou n&atilde;o, de antecipa&ccedil;&atilde;o de defesa das condi&ccedil;&otilde;es dadas como normas de conviv&ecirc;ncia. <\/p>\n<p>No caso brasileiro, a caracteriza&ccedil;&atilde;o que aplico &eacute; vivermos num regime de democracia representativa em processo de consolida&ccedil;&atilde;o (ap&oacute;s 1985), onde os agentes da ordem (contra-insurg&ecirc;ncia) operam como reserva estrat&eacute;gica (&uacute;ltima inst&acirc;ncia) contra os agentes de transforma&ccedil;&atilde;o da ordem (insurg&ecirc;ncia, que por sinal no Brasil n&atilde;o existe sequer em forma embrion&aacute;ria). Ou seja, as institui&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas e sociais que exercem a vontade pol&iacute;tica de n&atilde;o-alinhamento, quebrando o pacto jur&iacute;dico-burgu&ecirc;s e o consenso democr&aacute;tico de concorr&ecirc;ncia por parcelas do poder real, segundo as defini&ccedil;&otilde;es da Ag&ecirc;ncia Brasileira de Intelig&ecirc;ncia (Ag&ecirc;ncia\/ABIN), s&atilde;o potenciais geradores de pol&iacute;ticas de confronto. Estes poss&iacute;veis agentes s&atilde;o as organiza&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas e\/ou movimentos populares com programas e\/ou inten&ccedil;&otilde;es de ruptura (ver Lima Rocha 2001, Lima Rocha 2003 e Unisinos\/Educa&ccedil;&atilde;o Continuada 2008) <\/p>\n<p>Especificando o agente, estas organiza&ccedil;&otilde;es trabalham a partir de setores de classe oprimida (ou desfavorecida) que teriam demandas justas. Uma vez que estas demandas n&atilde;o s&atilde;o correspondidas, podem incorrer em atos de rebeldia em distintas escalas. A hip&oacute;tese que trabalharemos est&aacute; al&eacute;m da alegada pela Ag&ecirc;ncia. Partindo das bases da an&aacute;lise estrat&eacute;gica, nossa premissa passa por organiza&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas cujo objetivo estrat&eacute;gico &eacute; a Radicaliza&ccedil;&atilde;o da Democracia, podendo inclusive chegar ao ponto de ruptura com a ordem social constitu&iacute;da. <\/p>\n<p>Isto difere da premissa da Ag&ecirc;ncia, afirmando que estas organiza&ccedil;&otilde;es (as quais eu chamo de movimentos) poderiam apenas recorrer &agrave; ruptura como um recurso t&aacute;tico caso suas demandas de reforma n&atilde;o forem correspondidas. Ou seja, a Ag&ecirc;ncia pressup&otilde;e o problema de antecipa&ccedil;&atilde;o a partir do fen&ocirc;meno reivindicativo e n&atilde;o ideol&oacute;gico. J&aacute; na conflu&ecirc;ncia da caracteriza&ccedil;&atilde;o do problema entendo haver acordo conceitual. Isto porque todas as outras arenas que n&atilde;o as finalistas contemplam objetivos t&aacute;ticos. Isto implica que, os tempos de curto e m&eacute;dio prazo s&atilde;o partes de um processo finalista de programa m&aacute;ximo. <\/p>\n<p><strong>Caracterizando o partido de quadros com inten&ccedil;&atilde;o de ruptura <br \/>\n<\/strong><br \/>\nO problema repressivo n&atilde;o se d&aacute; por uma infer&ecirc;ncia criativa ou por qualquer plano que pare&ccedil;a descolado de racioc&iacute;nio l&oacute;gico. &Eacute; justo ao rev&eacute;s. Para compreender a dimens&atilde;o das dificuldades de desenvolvimento, e preciso fazer a necess&aacute;ria generaliza&ccedil;&atilde;o daquilo que estamos denominando de partido de quadros, ou organiza&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica de minoria, com inten&ccedil;&atilde;o de ruptura da ordem. Esta organiza&ccedil;&atilde;o &eacute; o espa&ccedil;o onde se desenvolvem as tarefas e miss&otilde;es org&acirc;nicas do quadro como membro dotado de direitos e deveres neste tipo de institui&ccedil;&atilde;o. Para entender a miss&atilde;o org&acirc;nica e a dimens&atilde;o de ruptura, cabe uma simples seq&uuml;&ecirc;ncia de racioc&iacute;nio. <\/p>\n<p>Como &eacute; aqui que a polifuncionalidade entra em a&ccedil;&atilde;o, &eacute; sobre esta unidade de an&aacute;lise que se manifesta a antecipa&ccedil;&atilde;o repressiva das for&ccedil;as da ordem. Antes de chegar a uma etapa de tipo guerra suja, o momento atual implica na criminaliza&ccedil;&atilde;o midi&aacute;tica e depois judici&aacute;ria dos conflitos sociais. Ao n&atilde;o aderir ao jogo pol&iacute;tico-representativo na disputa por parcelas do esp&oacute;lio de Estado, &eacute; sobre a organiza&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica n&atilde;o-aderente onde cai a vigil&acirc;ncia dos forjadores do consenso primeiro, e da ordem pol&iacute;tico-jur&iacute;dica-policial depois. <\/p>\n<p>N&atilde;o afirmo isso no vazio e a pr&oacute;pria literatura consagrada da ci&ecirc;ncia pol&iacute;tica, passando pelos cl&aacute;ssicos, atravessando a de tipo conservadora e a colonizada, nos habilita a tanto. Nosso ponto de partida &eacute; a abordagem da an&aacute;lise estrat&eacute;gica executada por uma institui&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica que caracterizamos como integrativa (March &amp; Olsen, 1996, cap.7) e de programa m&aacute;ximo. Isto significa uma op&ccedil;&atilde;o de rompimento e sa&iacute;da (no longo prazo) do sistema de concorr&ecirc;ncia eleitoral (Hirschman, 1973, pp. 31-38) como uma condi&ccedil;&atilde;o necess&aacute;ria para tentar executar os objetivos program&aacute;ticos (permanentes). <\/p>\n<p>Para realizar qualquer objetivo permanente, &eacute; necess&aacute;rio, minimamente, um agente que se proponha a realiz&aacute;-lo (vontade pol&iacute;tica coletiva e organizada) e uma possibilidade de forma&ccedil;&atilde;o social concreta que tenha esta isto como fact&iacute;vel, nem que seja de forma latente. Uma vez que se trata de um objetivo coletivo (ou ao menos, extensivo a um grande n&uacute;mero de pessoas), faz-se necess&aacute;rio um agente coletivo (a institui&ccedil;&atilde;o) com o devido potencial de desenvolvimento para realizar aquilo que &eacute; sua miss&atilde;o institucional. <\/p>\n<p>A premissa estrat&eacute;gica que adotamos &eacute; a mesma: o objetivo subordina ao m&eacute;todo empregado, sempre lembrando que o m&eacute;todo determina o processo pelo qual se pode ou n&atilde;o vir a atingir o pr&oacute;prio objetivo. Assim sendo, entendemos que uma organiza&ccedil;&atilde;o tem de hierarquizar seus objetivos tempor&aacute;rios e os m&eacute;todos para atingi-los. Mesmo que n&atilde;o os atinja, deve agir de acordo com o objetivo permanente demarcado por esta organiza&ccedil;&atilde;o. <\/p>\n<p>Por permanente compreendemos como estrat&eacute;gico, e subordinado ao objetivo finalista. Portanto, aquilo que &eacute; permanente pertence ao longo prazo, necessitando para isto de uma s&eacute;rie de fatores positivos. Estes t&ecirc;m de ir ao encontro tanto da vontade pol&iacute;tica org&acirc;nica como da oportunidade de exercer esta vontade para seus fins, tais como: <\/p>\n<p>&#8211; acumula&ccedil;&atilde;o de recursos: recursos humanos, t&eacute;cnicos e materiais (nesta escala de prioridades) <\/p>\n<p>&#8211; expans&atilde;o organizacional: capacidade de desenvolvimento interno de acordo com a necessidade de cada momento hist&oacute;rico vivido (Clausewitz, 1996, livro 8, cap.6 e Panebianko, 1982, cap.10) <\/p>\n<p>&#8211; K social (capital social, cujo conceito que opto &eacute; o de CULTIVO SOCIAL, ver Vizer ) operando sobre um tecido social f&eacute;rtil: rede de rela&ccedil;&otilde;es sociais transformada em c&iacute;rculos conc&ecirc;ntricos de apoio e influ&ecirc;ncia (ver, Bourdieu, 1979, cap.8) <\/p>\n<p>&#8211; gravita&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica: influ&ecirc;ncia sobre situa&ccedil;&otilde;es decisivas na vida coletiva de um pa&iacute;s (ou de parte da popula&ccedil;&atilde;o deste pa&iacute;s) <\/p>\n<p>&#8211; conjunturas prop&iacute;cias: seq&uuml;&ecirc;ncia de momentos (oportunidades) potencialmente favor&aacute;veis e ao menos parcialmente aproveitados <\/p>\n<p>&#8211; campo de alian&ccedil;as: alian&ccedil;as t&aacute;ticas (de concord&acirc;ncia no programa imediato e\/ou circunstancial) e estrat&eacute;gicas (de programa m&aacute;ximo). Vale aqui uma observa&ccedil;&atilde;o. Esta &eacute; uma amplia&ccedil;&atilde;o &ldquo;profana&rdquo; da id&eacute;ia de campo de Bourdieu. Consiste num campo pol&iacute;tico e social de alian&ccedil;as entre agentes reconhecidos por seus respectivos pares e concorrentes. <\/p>\n<p>Ex1: alian&ccedil;a no campo social consiste em programas comuns entre distintos agentes, segmentos e setores de classe oprimida, demarcado por fatos pol&iacute;ticos compartilhados, tais como campanhas reivindicat&oacute;rias unificadas. <\/p>\n<p>Ex2: alian&ccedil;a no campo pol&iacute;tico pode se dar ao compartilhar uma frente de trabalho e ter acordo de procedimento e programa entre duas institui&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas. Quando duas organiza&ccedil;&otilde;es concordariam em elevar os n&iacute;veis de conflito e emprego da viol&ecirc;ncia pol&iacute;tica a partir de um mesmo movimento social onde estas organiza&ccedil;&otilde;es atuam com gravita&ccedil;&atilde;o. <\/p>\n<p>&#8211; fatos pol&iacute;ticos: fatos pol&iacute;ticos que podem ser de marca&ccedil;&atilde;o de posi&ccedil;&atilde;o, resist&ecirc;ncia ou cumulativos, garantindo assim a presen&ccedil;a pol&iacute;tica p&uacute;blica desta institui&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica. <\/p>\n<p>Apontando conclus&otilde;es, a partir dos dois problemas, passando pela via de Sa&iacute;da <\/p>\n<p>Considerando que se trata de uma organiza&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica com inten&ccedil;&atilde;o de ruptura da ordem, algumas condi&ccedil;&otilde;es estruturais s&atilde;o necess&aacute;rias para que este partido tenha a chance de realizar parte de seus objetivos estrat&eacute;gicos. Estas condi&ccedil;&otilde;es s&atilde;o de crise do sistema pol&iacute;tico, ao menos em partes deste, especialmente no mecanismo da representa&ccedil;&atilde;o oficial. De modo que os mecanismos de acumula&ccedil;&atilde;o e controle de classe e de domina&ccedil;&atilde;o sobre as maiorias sejam percebidas por um n&uacute;mero significativo dos setores de classe oprimida atingidos em suas identidades e interesses. Nota-se que muitas vezes, estes interesses s&atilde;o minimamente regulados sequer pelas institui&ccedil;&otilde;es capitalistas. <\/p>\n<p>Em termos existentes, implica na descren&ccedil;a (n&atilde;o total, mas majorit&aacute;ria) que solu&ccedil;&otilde;es estruturais sejam poss&iacute;veis sob qualquer forma de sistema econ&ocirc;mico n&atilde;o distributivista e onde as decis&otilde;es centrais de um pa&iacute;s ou coletividade estejam subordinadas a interesses econ&ocirc;micos privados. <\/p>\n<p>\n<strong>Bibliografia e hemerografia referenciada <br \/>\n<\/strong><br \/>\nBOURDIEU, Pierre. La Dinstinction. Paris, Minuit, 1979. <\/p>\n<p>CLAUSEWITZ, Carl von. Da Guerra. S&atilde;o Paulo, Martins Fontes, 1996. <\/p>\n<p>HIRSCHMAN, Albert. Sa&iacute;da, Voz e Lealdade. S&atilde;o Paulo, Perspectiva, 1973. <\/p>\n<p>MARCH, James &amp; OLSEN, Johan. Rediscovering institutions: the organizational basis for politics. New York, Free Press, 1989. <\/p>\n<p>LIMA ROCHA, Bruno. O Grampo do BNDES: o di&aacute;logo da ABIN com a m&iacute;dia oficiosa. Rio de Janeiro, UFRJ\/CFCH\/ECO, monografia de conclus&atilde;o de curso em jornalismo, 2001. <\/p>\n<p>LIMA ROCHA, Bruno. O grampo do BNDES: quando o complemento da ABIN &eacute; a m&iacute;dia oficiosa. Rio de Janeiro, Sotese, 2003. <\/p>\n<p>UNISINOS, EDUCA&Ccedil;&Atilde;O CONTINUADA, Estrat&eacute;gias de Comunica&ccedil;&atilde;o e Pol&iacute;tica, 2008.1. ver: http:\/\/www.unisinos.br\/educacaocontinuada\/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=170&amp;Itemid=207&amp;modulo=verCurso&amp;class_nbr=4277&amp;strm=0545&amp;tipo=NAO e http:\/\/www.unisinos.br\/educacaocontinuada\/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=170&amp;Itemid=207&amp;modulo=verCurso&amp;class_nbr=4277&amp;strm=0545&amp;tipo=NAO&amp;aba=2, o arquivo consultado em 09 de agosto de 2008. <\/p>\n<p>VIZER, Eduardo. La trama (in)visible de La vida social. Comunicaci&oacute;n, sentido y realidad. La Cruj&iacute;a, Buenos Aires, 1999. <\/p>\n<p>\n<a href=\"http:\/\/www.ihu.unisinos.br\/index.php?option=com_noticias&amp;Itemid=18&amp;task=detalhe&amp;id=30950\">Este artigo foi originalmente publicado no portal do Instituto Humanitas Unisinos (IHU) <br \/>\n<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A democracia direta necessita de organiza\u00e7\u00f5es pol\u00edticas permanentes, alimentando os motores da a\u00e7\u00e3o coletiva, fortalecendo que o mecanismo participativo e de mobiliza\u00e7\u00e3o \u00e9 mais leg\u00edtimo do que a postura passiva de maioria silenciosa Foto:sucre.indymedia 25 de mar&ccedil;o de 2010, da Vila Setembrina, Bruno Lima Rocha Neste texto, seguimos com o esfor&ccedil;o de difus&atilde;o cient&iacute;fica de [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-1202","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"jetpack_publicize_connections":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1202","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=1202"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1202\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=1202"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=1202"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=1202"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}