{"id":1260,"date":"2010-07-13T08:45:26","date_gmt":"2010-07-13T08:45:26","guid":{"rendered":"http:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/?p=1260"},"modified":"2010-07-13T08:45:26","modified_gmt":"2010-07-13T08:45:26","slug":"categorias-fundamentais-para-a-analise-e-incidencia-a-partir-da-organizacao-politica-proposta-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/?p=1260","title":{"rendered":"Categorias fundamentais para a an\u00e1lise e incid\u00eancia a partir da organiza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica proposta &#8211; 2"},"content":{"rendered":"<figure class=\"image-container image-post-defautl\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/marcha_argentina.jpg\" title=\"A participa\u00e7\u00e3o em lutas coletivas fazendo frente comum com outros matizes ideol\u00f3gicos, testa a musculatura das estruturas pol\u00edtico-sociais de cunho federalista; arrancando conquistas pontuais relevantes e coordenando a partir de uma posi\u00e7\u00e3o de for\u00e7a, demarca o campo perante tanto o inimigo de classe como diante dos advers\u00e1rios pol\u00edticos de esquerda autorit\u00e1ria.  - Foto:Lsqueluchan.org \" alt=\"A participa\u00e7\u00e3o em lutas coletivas fazendo frente comum com outros matizes ideol\u00f3gicos, testa a musculatura das estruturas pol\u00edtico-sociais de cunho federalista; arrancando conquistas pontuais relevantes e coordenando a partir de uma posi\u00e7\u00e3o de for\u00e7a, demarca o campo perante tanto o inimigo de classe como diante dos advers\u00e1rios pol\u00edticos de esquerda autorit\u00e1ria.  - Foto:Lsqueluchan.org \" class=\"image\"><figcaption class=\"fig-caption\">A participa\u00e7\u00e3o em lutas coletivas fazendo frente comum com outros matizes ideol\u00f3gicos, testa a musculatura das estruturas pol\u00edtico-sociais de cunho federalista; arrancando conquistas pontuais relevantes e coordenando a partir de uma posi\u00e7\u00e3o de for\u00e7a, demarca o campo perante tanto o inimigo de classe como diante dos advers\u00e1rios pol\u00edticos de esquerda autorit\u00e1ria. <\/figcaption><small itemprop=\"copyrightHolder\" class=\"copyright\"> Foto:Lsqueluchan.org <\/small><\/figure>\n<p>13 de julho de 2010, da Vila Setembrina do Rio Grande de S&atilde;o Sep&eacute;, Continente de Artigas y Valientes, Bruno Lima Rocha <\/p>\n<p><strong>Introdu&ccedil;&atilde;o ao tema e uma observa&ccedil;&atilde;o necess&aacute;ria: <br \/>\n<\/strong><br \/>\nNa semana anterior, iniciei neste portal uma nova s&eacute;rie, desta vez abordando conceitos mais operacionais, tomando como premissa de que o n&uacute;cleo duro deste Marco Te&oacute;rico j&aacute; havia sido desenvolvido o suficiente para poder demonstrar aqui suas aplicabilidades. Vale recordar que tanto este n&uacute;cleo duro como os textos aqui apresentados significam duas ancestralidades que se encontram. A primeira, a mais importante e com relevo muito acima de uma obra individual, &eacute; o documento que ganha o nome de Malvina Tavares &amp; Wellington Gallarza (ou simplesmente Fau-Fag) e do qual tive a alegria de participar em sua reda&ccedil;&atilde;o. E, diga-se de passagem, sequer tive a contribui&ccedil;&atilde;o de conte&uacute;do mais relevante. Outra ancestralidade remonta a estudos de ordem mais individual, embora tamb&eacute;m com motiva&ccedil;&atilde;o e destino parcial em prol do coletivo de linha libert&aacute;ria, e que remonta &agrave; Introdu&ccedil;&atilde;o Metodol&oacute;gica ainda do TCC em jornalismo pela UFRJ. Mais tarde, esse trabalho evolui no sentido da apostila de forma&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica das tr&ecirc;s primeiras edi&ccedil;&otilde;es do curso de extens&atilde;o em an&aacute;lise estrat&eacute;gica e comunica&ccedil;&atilde;o &amp; pol&iacute;tica ministrados por mim, sob o guarda-chuva do Grupo Cepos, j&aacute; na Unisinos. Posteriormente, essa apostila ser&aacute; base do cap&iacute;tulo 7 de tese doutoral de ci&ecirc;ncia pol&iacute;tica pela UFRGS (por onde tamb&eacute;m conclu&iacute; mestrado), explicitamente inspirada (e por onde se baseia em seu cap&iacute;tulo 3) no documento acima referido. <\/p>\n<p>O assim chamado n&uacute;cleo duro do marco te&oacute;rico &eacute; o Estruturalismo de Matriz Libert&aacute;ria, nascido na luta ferrenha dos anos &rsquo;60 e &rsquo;70 e desenvolvido em um incompar&aacute;vel modelo formativo levado a cabo nas estruturas de superf&iacute;cie, na clandestinidade (quando necess&aacute;ria ou for&ccedil;osa) e na pris&atilde;o pol&iacute;tica. Esta escola de pensamento, de sua parte, &eacute; tribut&aacute;ria da Matriz Libert&aacute;ria de Pensamento, aparentada cient&iacute;fica (ontol&oacute;gica) da ideologia surgida na Ala Federalista da 1&ordf; Internacional, nos idos de 1864 a 1871, fruto da aproxima&ccedil;&atilde;o do mutualismo com o coletivismo e expressada, j&aacute; em sua fase madura, na organiza&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica que atendia pelo nome de Alian&ccedil;a. <\/p>\n<p>Ressalto assim, em virtude de correios eletr&ocirc;nicos que a mim chegam, e tamb&eacute;m em fun&ccedil;&atilde;o de corretos questionamentos de companheiros e companheiras de trajet&oacute;ria, visando debater a t&ecirc;nue fronteira entre a obra coletiva e individual. Este que escreve &eacute; apenas um trabalhador da palavra e dos s&iacute;mbolos, lavrador de conceitos e ideologia, sem maiores pretens&otilde;es do que colocar diariamente um gr&atilde;ozinho de areia na emancipa&ccedil;&atilde;o humana em geral e na liberta&ccedil;&atilde;o dos oprimidos da Am&eacute;rica Latina em particular. Todas as refer&ecirc;ncias que dizem respeito ao conceito de Interdepend&ecirc;ncia Estrutural das Tr&ecirc;s Esferas (Pol&iacute;tica-Econ&ocirc;mica-Ideol&oacute;gica), postadas ao longo dessas s&eacute;ries (originalmente publicadas no IHU) e na tese de ci&ecirc;ncia pol&iacute;tica em si, s&atilde;o tribut&aacute;rias do documento escrito por cinco volunt&aacute;rios, e cuja veia central foi extra&iacute;da a f&oacute;rceps de autodidatas cujas vidas s&atilde;o ao mesmo tempo est&oacute;icas e her&oacute;icas; e por isso mesmo, plenas de conflitos e tamb&eacute;m problemas de ordem cotidiana. <\/p>\n<p>Feita essa ressalva (mais uma vez, mais uma dentre tantas, como j&aacute; o fizera centenas de outras vezes), vamos aos conceitos, porque o debate e a incid&ecirc;ncia n&atilde;o podem mais esperar.<\/p>\n<p><strong>Retomando o conceito estrat&eacute;gico aplicado no conflito social permanente (os prazos) <br \/>\n<\/strong><br \/>\nSe no artigo anterior foi exposto um mapa conceitual para come&ccedil;ar a trabalhar com as categorias b&aacute;sicas, chega-se na seguinte conclus&atilde;o. Cria-se assim uma ferramenta de an&aacute;lise (estrutural, portanto estrat&eacute;gica), que comporta o plano t&aacute;tico (de momento), proporcionando a feitura das an&aacute;lises de conjuntura. Sua raz&atilde;o de existir, n&atilde;o &eacute; outra sen&atilde;o compreender e interferir sobre as realidades de ordem societ&aacute;ria (o chamado &ldquo;real fruto da experi&ecirc;ncia e das viv&ecirc;ncias de determinadas coletividades&rdquo;), tenha esta a forma que tiver. Se h&aacute; ferramenta de an&aacute;lise e capacidade operacional (por mais modesta que esta seja), haver&aacute; possibilidade de interfer&ecirc;ncia. Na falta da primeira, a capacidade de a&ccedil;&atilde;o n&atilde;o ter&aacute; sobre o que agir, portanto n&atilde;o poder&aacute; acumular for&ccedil;a. Caso n&atilde;o tenha a segunda, a an&aacute;lise se resume a uma fun&ccedil;&atilde;o consultiva, n&atilde;o tendo autonomia para implementar sua(s) pr&oacute;pria(s) pol&iacute;tica(s). <\/p>\n<p>A an&aacute;lise estrutural e a ferramenta de interven&ccedil;&atilde;o geram o conceito estrat&eacute;gico que &eacute; a matriz dos n&iacute;veis de an&aacute;lise. Sobre estes se elabora a doutrina, e o conseq&uuml;ente emprego desta sobre a realidade a curto, m&eacute;dio e longo prazos. Estes prazos (ou periodiza&ccedil;&otilde;es for&ccedil;adas a partir do planejamento) podem ser, por ex: <\/p>\n<p>Curto Prazo = 1 a 2 anos M&eacute;dioPrazo = 5 anos Longo prazo = 10 anos <\/p>\n<p>Ou ent&atilde;o, se e caso referidas a um Planejamento Estrat&eacute;gico de um partido eleitoral de grande porte, por ex: <\/p>\n<p>Curto Prazo = 4 anos, tempo de dura&ccedil;&atilde;o de um mandato do Poder Executivo (municipal, estadual ou federal); o mesmo tempo vale para uma legislatura. Os interesses fisiol&oacute;gicos e de apropria&ccedil;&atilde;o do Estado brasileiro se d&atilde;o com estes fins e atrav&eacute;s destes instrumentos (os mandatos democr&aacute;tico-burgueses). <\/p>\n<p>M&eacute;dio Prazo = 4 + 4 anos, ou seja, uma reelei&ccedil;&atilde;o (ex: dois governos seguidos do mesmo <br \/>\ngrupo pol&iacute;tico-empresarial). <\/p>\n<p>Longo Prazo = 8 + 4 anos, o mais dif&iacute;cil e nevr&aacute;lgico, o projeto de poder onde se consegue eleger o sucessor e d&aacute;-se a continuidade do grupo pol&iacute;tico-empresarial. <\/p>\n<p><strong>Os n&iacute;veis de incid&ecirc;ncia adotados nesta s&eacute;rie e tribut&aacute;rios desta Teoria <br \/>\n<\/strong><br \/>\nAo inv&eacute;s de adotarmos os mesmos n&iacute;veis de an&aacute;lise e interfer&ecirc;ncia aplicados por Golbery em suas obras ( SILVA, 1981 a e SILVA, 1981 b) &#8211; o militar considerava os n&iacute;veis pol&iacute;tico, econ&ocirc;mico, militar e psicossocial (sendo que neste &uacute;ltimo, segundo o general, se inclui a comunica&ccedil;&atilde;o social); ser&atilde;o considerados neste trabalho outro recorte de n&iacute;veis de an&aacute;lise. Nunca &eacute; demais ressaltar que a concep&ccedil;&atilde;o dos n&iacute;veis &eacute; algo estipulado para ajudar na opera&ccedil;&atilde;o sobre as realidades. N&atilde;o h&aacute; nenhuma inten&ccedil;&atilde;o de curiosos, de mera observa&ccedil;&atilde;o da sociedade (ou conjecturas sem sentido pr&aacute;tico). <\/p>\n<p><u>Nessa perspectiva por tanto, consideramos estes n&iacute;veis de incid&ecirc;ncia a partir das tr&ecirc;s esferas: <br \/>\n<\/u><br \/>\nPol&iacute;tico: relacionado aos n&iacute;veis gerais de decis&atilde;o numa sociedade; &eacute; o n&iacute;vel que analisa os partidos, governos, organismos macro do Estado e das for&ccedil;as sociais organizadas (grupos, organiza&ccedil;&otilde;es, dentro do institucional, partidos pol&iacute;ticos &ndash; esquerda ou direita, com distintas varia&ccedil;&otilde;es, legais ou n&atilde;o); o espa&ccedil;o das negocia&ccedil;&otilde;es e enfrentamentos entre dominantes, entre as classes oprimidas e dos arranjos. <\/p>\n<p>Econ&ocirc;mico: relacionado ao mundo do trabalho, da produ&ccedil;&atilde;o e da circula&ccedil;&atilde;o de bens, produtos, riquezas e servi&ccedil;os; trata das condi&ccedil;&otilde;es materiais e ainda de bens n&atilde;o tang&iacute;veis de desenvolvimento e exist&ecirc;ncia mesma da sociedade e como se d&aacute; a partilha ou concentra&ccedil;&atilde;o do produto social. <\/p>\n<p>Militar: relacionado ao emprego da for&ccedil;a, de maneira sistem&aacute;tica ou n&atilde;o, tendo que ver, como todos os n&iacute;veis repressivos, de viol&ecirc;ncia na sociedade e do poss&iacute;vel enfrentamento &agrave; opress&atilde;o f&iacute;sica, das estruturas de domina&ccedil;&atilde;o e de liberta&ccedil;&atilde;o\/emancipa&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s do uso da for&ccedil;a. <\/p>\n<p>Social: Relacionado a todas as institui&ccedil;&otilde;es sociais, da forma de vida em sociedade, das exist&ecirc;ncias familiares, de la&ccedil;os e v&iacute;nculos e perspectivas; analisa tamb&eacute;m as formas de resist&ecirc;ncia ou coletividades sociais (como os movimentos sociais e entidades de base) e as perspectivas sociais das express&otilde;es coletivas de um povo. Alguns aspectos do que &eacute; chamado de cultura, a sua forma associativa por exemplo, se aplica ao n&iacute;vel social. Das manifesta&ccedil;&otilde;es religiosas, o mesmo acontece (ex. o assim chamado subjetivo, o transcendente, a m&iacute;stica seria o ideol&oacute;gico e a organiza&ccedil;&atilde;o social do fen&ocirc;meno religioso pertenceria ao social). <\/p>\n<p>Ideol&oacute;gico: relaciona-se a tudo o que circula no campo das id&eacute;ias, das subjetividades, das conota&ccedil;&otilde;es que n&atilde;o s&atilde;o materiais, ao n&iacute;vel do simb&oacute;lico e das representa&ccedil;&otilde;es. Faz parte daquilo que seria o inconsciente coletivo e tamb&eacute;m do que transcende o material. Os sentimentos de religiosidade, o mundo das utopias e das aspira&ccedil;&otilde;es do ser humano se encontra neste n&iacute;vel. Os conte&uacute;dos das mensagens, a est&eacute;tica e valores contidos na comunica&ccedil;&atilde;o e na cultura tamb&eacute;m est&atilde;o neste n&iacute;vel. <\/p>\n<p>Direito e Jur&iacute;dico: relacionado ao campo jur&iacute;dico e diretamente ao Poder Judici&aacute;rio; tamb&eacute;m dos foros, das normas, das inst&acirc;ncias reguladoras que sancionam (aos lit&iacute;gios por ex.) e podem definir a puni&ccedil;&atilde;o dentro de uma sociedade. N&atilde;o se deve confundir necessariamente o direito com a lei, a defesa com o advogado e o acordo normativo (ex; uma base estatut&aacute;ria) com a defini&ccedil;&atilde;o de leis. <\/p>\n<p><strong>Os recortes geogr&aacute;ficos &ndash; os espa&ccedil;os e territ&oacute;rios de incid&ecirc;ncia <br \/>\n<\/strong><br \/>\nComo se sabe, n&atilde;o existe incid&ecirc;ncia pol&iacute;tica fora do tempo e do espa&ccedil;o (por mais que os del&iacute;rios p&oacute;s-modernos assim os proponham, qualquer planejamento de uma empresa transnacional dita o contr&aacute;rio). Portanto, os recortes geogr&aacute;ficos que propomos neste trabalho tomam por base a dimens&atilde;o de incid&ecirc;ncia e de universaliza&ccedil;&atilde;o proposta, uma vez que a unidade formada pela diversidade dentro da Am&eacute;rica Latina e do Caribe &eacute; o cen&aacute;rio m&aacute;ximo projetado para a atua&ccedil;&atilde;o. Tomaremos um exemplo a partir de uma cidade brasileira: <\/p>\n<p>\nLocal &#8211; bairro ou distrito do munic&iacute;pio. <\/p>\n<p>Municipal &#8211; o conjunto do munic&iacute;pio. <\/p>\n<p>Microregional &#8211; o conjunto dos munic&iacute;pios de uma determinada micro-regi&atilde;o de um estado brasileiro. <\/p>\n<p>Estadual &#8211; o conjunto das micro-regi&otilde;es de um estado da rep&uacute;blica brasileira. <\/p>\n<p>Regional &#8211; o conjunto dos estados que conformam uma regi&atilde;o do pa&iacute;s (ex: regi&atilde;o Sul &eacute; formada por Rio Grande do Sul\/ RS, Santa Catarina\/ SC e Paran&aacute;\/ PR) <\/p>\n<p>Nacional &#8211; o conjunto das regi&otilde;es que englobam os estado membros da rep&uacute;blica do Brasil. <\/p>\n<p>Regional-continental &#8211; o conjunto dos pa&iacute;ses que conformam uma realidade pr&oacute;pria da Am&eacute;rica Latina e Caribe (ex: o chamado Cone Sul; Sul do Brasil, Paraguai, Uruguai, Argentina e Chile, a Zona Andina, a Am&eacute;rica Central, A Amaz&ocirc;nia Legal e outras regi&otilde;es latino-americanas e caribenhas). <\/p>\n<p>Continental &#8211; o conjunto dos territ&oacute;rios onde existem os Estados sobre a conforma&ccedil;&atilde;o geopol&iacute;tica chamada de Am&eacute;rica Latina e Caribe. <\/p>\n<p>Uma continuidade poss&iacute;vel dos recortes pode ser sobre setores das classes oprimidas latino-americanas (e no nosso caso, brasileiras), categorias de trabalhadores, espa&ccedil;os metropolitanos (ex: os n&iacute;veis aplicados na an&aacute;lise das favelas do Rio) e sempre com uma aplica&ccedil;&atilde;o temporal, isto &eacute;, sobre prazos de tempo. <\/p>\n<p><strong>Coment&aacute;rio Final: <\/p>\n<p><\/strong>Espero, com toda a sinceridade e mod&eacute;stia poss&iacute;veis, que estes conceitos acima sejam cada vez mais testados e aprimorados. Como disse na Introdu&ccedil;&atilde;o, seu n&uacute;cleo duro pertence aos homens e mulheres, libert&aacute;rios latino-americanos, que diariamente aportam seu gr&atilde;o de areia para al&eacute;m das cantarolas e gritos de sereia travestidos em forma de participa&ccedil;&atilde;o limitada na divis&atilde;o injusta de poder e renda no Continente. Este aporte &eacute; apenas mais um dentre tantos, o mais rigoroso o poss&iacute;vel, testado e re-testado nas intemp&eacute;ries da luta popular na sua forma direta. <\/p>\n<p>\nBibliografia referenciada no inimigo: <\/p>\n<p>SILVA (a), Golbery do Couto e. Planejamento Estrat&eacute;gico. Bras&iacute;lia, Editora Universidade de Bras&iacute;lia, 1981 <\/p>\n<p>SILVA (b), Golbery do Couto e. Conjuntura Pol&iacute;tica Nacional, O Poder Executivo &amp; Geopol&iacute;tica do Brasil. Rio de Janeiro, Jos&eacute; Olympio, 1981 <\/p>\n<p>\n<a href=\"http:\/\/www.ihu.unisinos.br\/index.php?option=com_noticias&amp;Itemid=18&amp;task=detalhe&amp;id=34276\">Este artigo foi originalmente publicado no portal do Instituto Humanitas Unisinos (IHU) <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A participa\u00e7\u00e3o em lutas coletivas fazendo frente comum com outros matizes ideol\u00f3gicos, testa a musculatura das estruturas pol\u00edtico-sociais de cunho federalista; arrancando conquistas pontuais relevantes e coordenando a partir de uma posi\u00e7\u00e3o de for\u00e7a, demarca o campo perante tanto o inimigo de classe como diante dos advers\u00e1rios pol\u00edticos de esquerda autorit\u00e1ria. 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