{"id":1265,"date":"2010-07-21T09:48:59","date_gmt":"2010-07-21T09:48:59","guid":{"rendered":"http:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/?p=1265"},"modified":"2010-07-21T09:48:59","modified_gmt":"2010-07-21T09:48:59","slug":"categorias-fundamentais-para-a-analise-e-incidencia-a-partir-da-organizacao-politica-proposta-3","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/?p=1265","title":{"rendered":"Categorias fundamentais para a an\u00e1lise e incid\u00eancia a partir da organiza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica proposta &#8211; 3"},"content":{"rendered":"<figure class=\"image-container image-post-defautl\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/appo-movie.jpg\" title=\"A Assembl\u00e9ia Popular dos Povos de Oaxaca \u00e9 o modelo contempor\u00e2neo de uma frente de classes oprimidas onde as organiza\u00e7\u00f5es pol\u00edticas espec\u00edficas atuam de dentro, se subordinando \u00e0s decis\u00f5es do ovo organizado e em marcha. \u00c9 um caminho a seguir tomando como pauta alternativa do eleitoral a Outra Campanha - Foto:houston indymedia\" alt=\"A Assembl\u00e9ia Popular dos Povos de Oaxaca \u00e9 o modelo contempor\u00e2neo de uma frente de classes oprimidas onde as organiza\u00e7\u00f5es pol\u00edticas espec\u00edficas atuam de dentro, se subordinando \u00e0s decis\u00f5es do ovo organizado e em marcha. \u00c9 um caminho a seguir tomando como pauta alternativa do eleitoral a Outra Campanha - Foto:houston indymedia\" class=\"image\"><figcaption class=\"fig-caption\">A Assembl\u00e9ia Popular dos Povos de Oaxaca \u00e9 o modelo contempor\u00e2neo de uma frente de classes oprimidas onde as organiza\u00e7\u00f5es pol\u00edticas espec\u00edficas atuam de dentro, se subordinando \u00e0s decis\u00f5es do ovo organizado e em marcha. \u00c9 um caminho a seguir tomando como pauta alternativa do eleitoral a Outra Campanha<\/figcaption><small itemprop=\"copyrightHolder\" class=\"copyright\"> Foto:houston indymedia<\/small><\/figure>\n<p>21 de julho de 2010, da Vila Setembrina do Continente de S&atilde;o Sep&eacute;, Bruno Lima Rocha, <\/p>\n<p><strong>Apresenta&ccedil;&atilde;o: <br \/>\n<\/strong><br \/>\nNesta semana, conclu&iacute;mos esta s&eacute;rie de difus&atilde;o cient&iacute;fica da an&aacute;lise estrat&eacute;gica em seu sentido pleno trabalhando a partir da incid&ecirc;ncia pol&iacute;tica. Vale comentar que este texto &eacute; mais um guia, um extrato de pensamento aplic&aacute;vel, derivado de m&uacute;ltiplas origens (algumas bem singelas, e por isso mesmo, pr&aacute;ticas), mas todas elas atravessadas pela Matriz Libert&aacute;ria de Pensamento e em particular por sua leitura Estruturalista. &Eacute; preciso ler com lupa e agir com pin&ccedil;a. A inten&ccedil;&atilde;o desta base de argumentos n&atilde;o &eacute; a esgrima das palavras (embora ningu&eacute;m deva se furtar da boa pol&ecirc;mica), e sim a inten&ccedil;&atilde;o did&aacute;tico-pedag&oacute;gica do treinamento na pol&iacute;tica por fora e em contra das estruturas de poder dominante. Mesmo que para os cr&iacute;ticos pare&ccedil;a algo fora de prop&oacute;sito, &eacute; justo nos momentos de breu e cinza que deve ser buscada a sa&iacute;da para as formas de poder do povo organizado. Do contr&aacute;rio, a pol&iacute;tica fica resumida a uma corrida de cavalos e o poder &eacute; apenas uma forma de realizar em parte se corrompendo no todo. N&atilde;o creio nisso e n&atilde;o perten&ccedil;o a um coletivo que assim o cr&ecirc;. Vamos ent&atilde;o ao estudo e ao debate, porque a incid&ecirc;ncia n&atilde;o pode esperar.<\/p>\n<p><strong>Os conceitos b&aacute;sicos de tempos e movimentos. Um mapa conceitual <\/p>\n<p><\/strong>Segue abaixo um pequeno esquema para melhor compreens&atilde;o de conceitos-tempos e movimentos. Reconhe&ccedil;o que poderia ir al&eacute;m, mas este mapa conceitual busca necessariamente a concis&atilde;o. Vale ressaltar que s&atilde;o defini&ccedil;&otilde;es de tipo gloss&aacute;rio, curtas e diretas. Assumo a estrat&eacute;gia a partir de uma vis&atilde;o de Carl Von Clausewitz e, por conseq&uuml;&ecirc;ncia, no acordo t&eacute;cnico com a defini&ccedil;&atilde;o de Golbery do Couto e Silva. Assumo tamb&eacute;m que a estrat&eacute;gia, se e quando aplicada ao n&iacute;vel da sociedade, &eacute; o estudo dos conflitos sociais: <\/p>\n<p>\n<u>Estrat&eacute;gia<\/u>&#8211; ci&ecirc;ncia do conflito, de choques de interesses de uma disputa\/choque que pode se desenvolver em todos os n&iacute;veis. <\/p>\n<p><u>Intera&ccedil;&atilde;o estrat&eacute;gica<\/u> &ndash; parte-se do princ&iacute;pio que n&atilde;o h&aacute; vontade pol&iacute;tica, ou vontade do agente unilateral pura e simples. Isto se d&aacute; quando dois ou mais agentes tem algum grau de equival&ecirc;ncia e equipara&ccedil;&atilde;o de for&ccedil;as <\/p>\n<p><u>Escala de import&acirc;ncia e equival&ecirc;ncia da an&aacute;lise<\/u> &ndash; <\/p>\n<p>O Objetivo sendo Finalista, sendo por tanto, inflex&iacute;vel. <\/p>\n<p>O objetivo subordina o m&eacute;todo \/ Estrat&eacute;gia Permanente, inflex&iacute;vel, equivale a atividade-fim, condicionada pelo Objetivo Finalista. <\/p>\n<p>O m&eacute;todo restringe as vari&aacute;veis utiliz&aacute;veis \/ Estrat&eacute;gia de Tempo Restrito, inflex&iacute;vel por um determinado per&iacute;odo de tempo = atividade-fim por um prazo estipulado. <\/p>\n<p>As vari&aacute;veis utiliz&aacute;veis s&atilde;o contingenciadas por fatores de intera&ccedil;&atilde;o \/ Vari&aacute;veis t&aacute;ticas, flex&iacute;veis por um per&iacute;odo de tempo ainda mais curto <\/p>\n<p><strong>Fatores de intera&ccedil;&atilde;o implicam em outras vari&aacute;veis \/ Manobras (t&aacute;ticas), flex&iacute;veis e aplicadas no curt&iacute;ssimo prazo. <\/p>\n<p><\/strong>Falando em termos operacionais, o objetivo define o que &eacute; estrat&eacute;gico. A estrat&eacute;gia, por sua vez, define as vari&aacute;veis t&aacute;ticas poss&iacute;veis. Em conceitos militares cl&aacute;ssicos, o objetivo aporta os marcos de doutrina que geram as op&ccedil;&otilde;es de emprego. Em sentido gen&eacute;rico, o objetivo subordina o m&eacute;todo (e seus conceitos\/ferramentas tidas como v&aacute;lidas), que por sua vez subordina todas as formas de discurso (p&uacute;blico ou velado) e de execu&ccedil;&atilde;o de suas pol&iacute;ticas (inten&ccedil;&otilde;es transformadas em a&ccedil;&otilde;es concretas). <\/p>\n<p>\n<u>Exemplo na origem militar da escala de relev&acirc;ncia<\/u>: <br \/>\nObjetivos &#8212; Doutrina &#8212; Emprego <\/p>\n<p><u>Exemplo geral (e aplicado na pol&iacute;tica n&atilde;o eleitoral)<\/u> : <br \/>\nObjetivos &#8212; M&eacute;todo &#8212; Vari&aacute;veis das Aplica&ccedil;&otilde;es <\/p>\n<p><u>Ex de Teoria Pol&iacute;tica b&aacute;sica<\/u>: <br \/>\nIdeologia (princ&iacute;pios e aspira&ccedil;&otilde;es) &#8212; Doutrina (orienta&ccedil;&otilde;es b&aacute;sicas) &#8212; <br \/>\n&#8212; Teoria (pr&aacute;tica te&oacute;rica; s&oacute; existe quando as hip&oacute;teses s&atilde;o aplicadas nas sociedades concretas e, por conseq&uuml;&ecirc;ncia, nas distintas percep&ccedil;&otilde;es do real) <\/p>\n<p>No afirmar de um objetivo permanente, est&aacute; sempre presente a influ&ecirc;ncia ideol&oacute;gica (n&iacute;vel ideol&oacute;gico). &Eacute; a partir desta influ&ecirc;ncia que nos n&iacute;veis social, pol&iacute;tico, econ&ocirc;mico e jur&iacute;dico se manifesta as premissas (isto &eacute;, as bases pr&eacute;vias) caracter&iacute;sticas destes planos de a&ccedil;&atilde;o. Ao contr&aacute;rio do que muitas vezes possa parecer, no n&iacute;vel militar estatal n&atilde;o h&aacute; &quot;profissionalismo sem ideologia patriota&quot;, sem convencimento da for&ccedil;a beligerante de um modo de vida pelo qual se luta. Se isto n&atilde;o se manifesta na tropa rasa, os Alto-Comandos com certeza disto est&atilde;o convencidos. <\/p>\n<p>\n<strong>A id&eacute;ia de processo e a acumula&ccedil;&atilde;o de for&ccedil;as necess&aacute;ria para a radicaliza&ccedil;&atilde;o democr&aacute;tica <\/p>\n<p><\/strong>Ressaltamos assim a id&eacute;ia de processo e n&atilde;o de epis&oacute;dio. O processo social &eacute; permanente e sist&ecirc;mico, e &eacute; a partir dele que operam as distintas for&ccedil;as antag&ocirc;nicas de uma sociedade. Os marcos vis&iacute;veis ou discretos do conflito s&atilde;o manifestos dentro do processo o qual o mesmo est&aacute; inserido. <\/p>\n<p>Partindo desta id&eacute;ia de processo de longo prazo, temos as mesmas perguntas e hip&oacute;teses que as institui&ccedil;&otilde;es hegem&ocirc;nicas fazem. Tomamos como premissa que o processo de c&acirc;mbio social que queremos e compreendemos como o &uacute;nico v&aacute;lido tem o movimento popular (o povo organizado por interesse, programa e defesa) como protagonista. <\/p>\n<p><u>Cabem por tanto os seguintes questionamentos: <br \/>\n<\/u><br \/>\n&#8211; Quais s&atilde;o as categorias de trabalhadores essenciais de serem organizadas? Quais j&aacute; est&atilde;o organizadas? <\/p>\n<p>&#8211; Quais t&ecirc;m experi&ecirc;ncia hist&oacute;rica recente de luta e quais sequer tem esta experi&ecirc;ncia? <\/p>\n<p>&#8211; Destas categorias ainda por vir a serem organizadas, quais est&atilde;o sob hegemonia de qual central sindical ou setor de movimento e quais n&atilde;o? <\/p>\n<p>&Eacute; &oacute;bvio que estas e as demais perguntas n&atilde;o se esgotam por si s&oacute;. S&atilde;o uma orienta&ccedil;&atilde;o das quest&otilde;es necess&aacute;rias de serem respondidas e o quanto antes. O mesmo tipo de pergunta tem de ser feita em rela&ccedil;&atilde;o aos chamados setores sociais, n&atilde;o organizados necessariamente como categoria de trabalhadores. Partindo de algumas observa&ccedil;&otilde;es pr&aacute;ticas, podemos ver as respostas v&aacute;lidas. <\/p>\n<p>As quest&otilde;es acima s&atilde;o apenas um recorte do tipo de pergunta a ser respondida. Uma vez alimentados das informa&ccedil;&otilde;es e da viv&ecirc;ncia real (no terreno social que se quer incidir para organizar), podemos passar ao segundo momento, o de iniciar o desenho de uma hip&oacute;tese de longo prazo. Iniciamos por aquilo que vemos como necessidade j&aacute; constitu&iacute;da, que podem ser consideradas tamb&eacute;m como premissas. <\/p>\n<p><u>No que diz respeito da organiza&ccedil;&atilde;o para a luta, estas s&atilde;o as premissas revisitadas: <\/p>\n<p><\/u>&Eacute; necess&aacute;rio um conjunto de agentes organizadores, que tenham interesses irreconcili&aacute;veis com a sociedade de classes e de exclus&atilde;o. A isto se denomina organiza&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica finalista. Portanto, sem organiza&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica com a inten&ccedil;&atilde;o de construir um processo de c&acirc;mbio (uma ou mais) n&atilde;o h&aacute; possibilidade alguma. <\/p>\n<p>S&oacute; h&aacute; processo de Radicaliza&ccedil;&atilde;o Democr&aacute;tica, permitindo a possibilidade de um c&acirc;mbio social profundo atrav&eacute;s de acumula&ccedil;&atilde;o de for&ccedil;as (Poder Popular) de longo prazo com o povo organizado. &Eacute; fundamental o protagonismo das distintas representa&ccedil;&otilde;es dos sujeitos sociais que podem vir a conformar uma frente de classes oprimidas. Assim, sem movimento popular em condi&ccedil;&otilde;es de combatividade nos seis n&iacute;veis de incid&ecirc;ncia tampouco h&aacute; possibilidade de processo e acumula&ccedil;&atilde;o. As organiza&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas realmente comprometidas com a democracia direta, com a distribui&ccedil;&atilde;o de recursos s&oacute;cio-econ&ocirc;micos e a socializa&ccedil;&atilde;o do poder, t&ecirc;m de impulsionar as lutas do povo, superando suas necessidades imediatas e apontando para outra forma de vida. <\/p>\n<p><strong>Apontando um modelo conclusivo para a supera&ccedil;&atilde;o da atual etapa de luta popular na defensiva e pautada pelo imediatismo pragm&aacute;tico <\/p>\n<p><\/strong>Estas e outras informa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o essenciais para compormos uma hip&oacute;tese de processo de longo prazo, onde a acumula&ccedil;&atilde;o de for&ccedil;as se d&ecirc; atrav&eacute;s da massifica&ccedil;&atilde;o organziada, conformando uma estrutura de poder do povo, tal como o exemplo de Oaxaca, M&eacute;xico, com o estabelecimento da Assembl&eacute;ia Popular dos Povos de Oaxaca (APPO), operando como guarda-chuva de representa&ccedil;&atilde;o e inst&acirc;ncia executiva m&aacute;xima do movimento popular daquele estado mexicano. Uma vez que se organizem estruturas semelhantes na maioria dos estados brasileiros, a&iacute; sim j&aacute; ter&iacute;amos uma democracia popular em gesta&ccedil;&atilde;o a outro n&iacute;vel e outra escala de luta reivindicativa contra os poderes dominantes e os partidos compostos por pol&iacute;ticos profissionais, defensores da democracia de tipo indireta. <\/p>\n<p>Democracia n&atilde;o &eacute; nem pode ser apenas decidir quem ir&aacute; decidir pela maioria. Democracia tem de ser o exerc&iacute;cio do autogoverno das maiorias organizadas a partir de crit&eacute;rios sociais de igualdade s&oacute;cio-econ&ocirc;mica, solidariedade humanista e ecol&oacute;gica e da plena liberdade de direitos e garantias. <\/p>\n<p>\n<a href=\"http:\/\/www.ihu.unisinos.br\/index.php?option=com_noticias&amp;Itemid=18&amp;task=detalhe&amp;id=34531\">Este artigo foi originalmente publicado no portal do Instituto Humanitas Unisinos (IHU) <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Assembl\u00e9ia Popular dos Povos de Oaxaca \u00e9 o modelo contempor\u00e2neo de uma frente de classes oprimidas onde as organiza\u00e7\u00f5es pol\u00edticas espec\u00edficas atuam de dentro, se subordinando \u00e0s decis\u00f5es do ovo organizado e em marcha. \u00c9 um caminho a seguir tomando como pauta alternativa do eleitoral a Outra Campanha Foto:houston indymedia 21 de julho de [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-1265","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"jetpack_publicize_connections":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1265","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=1265"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1265\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=1265"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=1265"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=1265"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}