{"id":1272,"date":"2010-07-31T01:26:59","date_gmt":"2010-07-31T01:26:59","guid":{"rendered":"http:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/?p=1272"},"modified":"2010-07-31T01:26:59","modified_gmt":"2010-07-31T01:26:59","slug":"as-visoes-do-estado-como-regulador-social-e-na-definicao-macroeconomica-premissas-e-temporalidades-1","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/?p=1272","title":{"rendered":"As vis\u00f5es do Estado como regulador social e na defini\u00e7\u00e3o macroecon\u00f4mica. Premissas e temporalidades &#8211; 1"},"content":{"rendered":"<figure class=\"image-container image-post-defautl\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/ludwig-von-mises.jpg\" title=\"Na lista dos inimigos dos povos est\u00e1 Ludwig Heinrich Endler von Mises (1881-1973), austr\u00edaco em economia neocl\u00e1ssica e filosofia pol\u00edtica ultra-liberal, um dos fundadores da Sociedade de Mont P\u00e8lerin e precursor dos estudos de individualismo metodol\u00f3gico. As barbaridades societ\u00e1rias, frutos do neoliberalismo quando aplicado, tem sua marca e carimbo.  - Foto:mises.org.br\" alt=\"Na lista dos inimigos dos povos est\u00e1 Ludwig Heinrich Endler von Mises (1881-1973), austr\u00edaco em economia neocl\u00e1ssica e filosofia pol\u00edtica ultra-liberal, um dos fundadores da Sociedade de Mont P\u00e8lerin e precursor dos estudos de individualismo metodol\u00f3gico. As barbaridades societ\u00e1rias, frutos do neoliberalismo quando aplicado, tem sua marca e carimbo.  - Foto:mises.org.br\" class=\"image\"><figcaption class=\"fig-caption\">Na lista dos inimigos dos povos est\u00e1 Ludwig Heinrich Endler von Mises (1881-1973), austr\u00edaco em economia neocl\u00e1ssica e filosofia pol\u00edtica ultra-liberal, um dos fundadores da Sociedade de Mont P\u00e8lerin e precursor dos estudos de individualismo metodol\u00f3gico. As barbaridades societ\u00e1rias, frutos do neoliberalismo quando aplicado, tem sua marca e carimbo. <\/figcaption><small itemprop=\"copyrightHolder\" class=\"copyright\"> Foto:mises.org.br<\/small><\/figure>\n<p>31 de julho de 2010, da Vila Setembrina do Continente de S&atilde;o Sep&eacute;, Bruno Lima Rocha, <\/p>\n<p><strong>Introdu&ccedil;&atilde;o da s&eacute;rie e o recorte hist&oacute;rico:<\/strong> Esta nova s&eacute;rie de difus&atilde;o cient&iacute;fica aproxima o trabalho de duas vertentes. Uma, a expl&iacute;cita no titulo, aborda um problema da Economia Pol&iacute;tica, ou do poder pol&iacute;tico expresso na constitui&ccedil;&atilde;o do Estado no ocidente e as rela&ccedil;&otilde;es de for&ccedil;a que derivaram no provedor de Bem-estar ou de Desenvolvimento (por um lado), e do provedor de recursos subtra&iacute;dos da popula&ccedil;&atilde;o para o capital privado (do outro). A outra vertente dessa nova s&eacute;rie tem sua rela&ccedil;&atilde;o direta com as conjunturas macro-econ&ocirc;micas e a carga de ataque doutrin&aacute;rio ideol&oacute;gico, transformado em pe&ccedil;a de marketing banal, mas de enorme penetra&ccedil;&atilde;o, advindas dos centros de poder da filosofia pol&iacute;tica de corte neoliberal (e, neocl&aacute;ssico e neoinstitucionalista). Assim, intentamos fazer, da forma mais did&aacute;tica poss&iacute;vel, a ponte do debate te&oacute;rico ainda de corte acad&ecirc;mico com o arsenal te&oacute;rico-metodol&oacute;gico necess&aacute;rio para adentrar nos embates pelas disputas de recursos, bens (tang&iacute;veis ou simb&oacute;licos), de circula&ccedil;&atilde;o e distribui&ccedil;&atilde;o de tudo o que &eacute; produzido em sociedade e, em decorr&ecirc;ncia, ganha a denomina&ccedil;&atilde;o de economia.<\/p>\n<p>Ressaltamos que a vis&atilde;o de Estado aqui empregada n&atilde;o nos faz estatistas fervorosos, &eacute; justo ao contr&aacute;rio. Entendemos que a defesa da id&eacute;ia de servi&ccedil;o p&uacute;blico deve estar para al&eacute;m do estatismo e das disputas de tipo eleitoral-burgu&ecirc;s. De imediato, a soma da pauta econ&ocirc;mica com a leitura de quem se mobiliza, &eacute; garantir as pol&iacute;ticas p&uacute;blicas e as a&ccedil;&otilde;es distributivas para al&eacute;m dos governos de turno e dos oportunistas de plant&atilde;o. <\/p>\n<p>Aqui apresentamos as id&eacute;ias-for&ccedil;a e id&eacute;ias-guia que pautam o debate do neoliberalismo em contra de um Estado de Bem Estar Social e sua vers&atilde;o latino-americana desenvolvimentista. Este &uacute;ltimo modelo de Estado com alguma base de regula&ccedil;&atilde;o social e distributivismo impositivo atuava como o constrangimento estrutural que termina por condicionar ou animar os regimes democr&aacute;ticos (de tipo indireto) do p&oacute;s- 2&ordf; Guerra Mundial. <\/p>\n<p>Utilizando a exposi&ccedil;&atilde;o de circunst&acirc;ncias hist&oacute;ricas analisadas segundo modelos gerais de regimes democr&aacute;ticos e voca&ccedil;&otilde;es econ&ocirc;micas do Estado, a narrativa discorre sobre as premissas deste debate aplicado na sociedade brasileira contempor&acirc;nea. A conclus&atilde;o do embate de id&eacute;ias, dentro das circunst&acirc;ncias de vit&oacute;ria moment&acirc;nea do neoliberalismo, implica na flexibilidade de direitos pol&iacute;ticos, a limita&ccedil;&atilde;o do Estado como regulador da sociedade e, as conseq&uuml;entes falhas ao aprofundar o exerc&iacute;cio dos direitos pol&iacute;ticos e as possibilidades de desenvolvimento s&oacute;cio-econ&ocirc;mico. <\/p>\n<p><strong>A regula&ccedil;&atilde;o das for&ccedil;as produtivas atrav&eacute;s do Poder Pol&iacute;tico <br \/>\n<\/strong><br \/>\nEntendemos o momento contempor&acirc;neo, o P&oacute;s-Bipolaridade (a partir de 1989\/1991), como posterior ao per&iacute;odo de tempo hist&oacute;rico decorrido a partir do P&oacute;s-Guerra (1945-1989\/1991). Especificamente nesta nova s&eacute;rie, nos referimos aos embates te&oacute;ricos, filos&oacute;ficos e program&aacute;ticos geridos no ocidente capitalista e que trata da conforma&ccedil;&atilde;o do Estado de Bem-Estar Social e da corrente de filosofia pol&iacute;tica organizada em torno da Sociedade de Mont P&egrave;lerin. <\/p>\n<p>O livro marco desta Sociedade &eacute; &ldquo;O Caminho da Servid&atilde;o&rdquo; (Hayek, 2004; cuja obra original foi publicada em 1944), do austr&iacute;aco Friedrich Hayek (1899-1992), pioneiro desta junto ao tamb&eacute;m economista Milton Friedman (1912-2006). A inst&acirc;ncia de discuss&atilde;o localizada em uma pequena cidade da Su&iacute;&ccedil;a conformou um verdadeiro centro nervoso do liberalismo em suas manifesta&ccedil;&otilde;es de pol&iacute;ticas econ&ocirc;micas e filosofia pol&iacute;tica para pa&iacute;ses centrais. <\/p>\n<p>Nessa perspectiva &eacute; fundamental compreendermos o papel de um centro decis&oacute;rio, do ac&uacute;mulo de massa cr&iacute;tica, da pol&iacute;tica de alian&ccedil;as atrav&eacute;s de policy makers ocupando postos-chave em centros de saber, e futuramente, de decis&atilde;o global. Para tanto, &eacute; relevante conhecer a caracteriza&ccedil;&atilde;o da reuni&atilde;o primeira convocada dois anos ap&oacute;s o fim da 2&ordf; Guerra e em plena execu&ccedil;&atilde;o do Plano Marshall na Europa destru&iacute;da pelo conflito b&eacute;lico. Segundo a professora Paulani (2004), o movimento conhecido por neoliberalismo tem sua g&ecirc;nese org&acirc;nica em: <\/p>\n<p><em>Na certid&atilde;o de nascimento do movimento, o ano de registro &eacute; 1947, ocasi&atilde;o em que&nbsp;Hayek convoca, para uma reuni&atilde;o em Mont P&egrave;lerin (Su&iacute;&ccedil;a), aqueles que compartilhavam seu credo. Dentre os que acorreram ao chamado, encontravam-se Milton Friedman, Karl Popper, Lionel Robbins e Ludwig Von Mises. O prop&oacute;sito da Sociedade de Mont P&egrave;lerin era combater o keynesianismo e o solidarismo reinantes e preparar as bases para um novo capitalismo no futuro, um capitalismo duro e livre de regras. Para esses crentes nas inigual&aacute;veis virtudes do mercado, o igualitarismo promovido pelo Estado do bem-estar destru&iacute;a a liberdade dos cidad&atilde;os e a vitalidade da concorr&ecirc;ncia, da qual dependia a prosperidade de todos. <br \/>\n<\/em><br \/>\nSegundo Mattos (2001), o chamado Estado de Bem-Estar Social, marcou per&iacute;odo de prosperidade econ&ocirc;mica e social. E, teve fatores de ordem econ&ocirc;mica e ordem pol&iacute;tica agindo como determinantes deste per&iacute;odo de prosperidade. Foi este modelo de arranjo macro-econ&ocirc;mico combatido pelo neoliberalismo desde seu nascedouro. Os membros da Sociedade de Mont P&egrave;lerin apontavam como alvo de suas cr&iacute;ticas o pacto social e produtivo, que nos Estados Nacionais tiveram papel decisivo. Este modelo de Estado foi alvo dos neoliberais por duas raz&otilde;es: <\/p>\n<p><em>&#8211; a implanta&ccedil;&atilde;o do Welfare State (e a posterior generaliza&ccedil;&atilde;o de suas atividades); <\/p>\n<p>&#8211; a expans&atilde;o at&eacute; ent&atilde;o sem precedentes dos gastos p&uacute;blicos, o que de sua parte garantia a amplia&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua da demanda agregada e criando horizontes favor&aacute;veis para <br \/>\no c&aacute;lculo capitalista do setor privado. <br \/>\n<\/em><br \/>\nAinda segundo este economista da Unicamp, &ldquo;<em>a maior participa&ccedil;&atilde;o dos Estados Nacionais nas economias capitalistas desenvolvidas manifestou-se tamb&eacute;m atrav&eacute;s da expans&atilde;o do emprego p&uacute;blico, em contexto de amplia&ccedil;&atilde;o das atividades reunidas no Estado de Bem Estar Social.&rdquo; <br \/>\n<\/em><br \/>\nNa contra ofensiva dos liberais a este pacto dentro do capitalismo do ocidente, se configuram os marcos ideol&oacute;gicos e pol&iacute;ticos para professar o pensamento econ&ocirc;mico de seus fundadores. Para compreender a forma&ccedil;&atilde;o do pensamento econ&ocirc;mico neoliberal, &eacute; importante a contribui&ccedil;&atilde;o de Paulani (2004): <\/p>\n<p><em>Depois da desastrosa experi&ecirc;ncia da crise de 29, vai ganhando for&ccedil;a uma pr&aacute;tica intervencionista do Estado que encontra sua matriz te&oacute;rica na Teoria Geral do Emprego do Juro e da Moeda, que Keynes publica em 1936. Cria-se, com isso, uma esp&eacute;cie de consenso a respeito da necessidade de certa regula&ccedil;&atilde;o externa ao pr&oacute;prio sistema, que soma, &agrave; perda de espa&ccedil;o social j&aacute; experimentada concretamente pelo liberalismo [&#8230;]. As id&eacute;ias impl&iacute;citas no referido consenso, encontraram seu habitat natural no Estado do bem-estar social, no controle keynesiano da demanda efetiva e na regula&ccedil;&atilde;o fordista do sistema e o capitalismo deslanchou tranq&uuml;ilo por tr&ecirc;s d&eacute;cadas, crescendo de modo sustentado em todo esse per&iacute;odo. <br \/>\n<\/em><br \/>\nNesse contexto, autores como Hayek e Friedman se destacaram no combate ao chamado &ldquo;consenso keynesiano&rdquo;. &Eacute; importante compreender o significado desde consenso, arranjo das for&ccedil;as pol&iacute;ticas, econ&ocirc;micas e sociais organizadas, que segundo Machado (2006) pode ser resumido em tr&ecirc;s orienta&ccedil;&otilde;es b&aacute;sicas: <\/p>\n<p><em>1&ordm;) Defesa da economia mista, com forte participa&ccedil;&atilde;o de empresas estatais na oferta de bens e servi&ccedil;os e a crescente regulamenta&ccedil;&atilde;o das atividades do setor privado por meio da interven&ccedil;&atilde;o governamental nos diversos mercados particulares da economia; <\/p>\n<p>2&ordm;) Montagem e amplia&ccedil;&atilde;o do Estado do Bem-Estar (Welfare State), garantindo transfer&ecirc;ncias de renda extramercado para grupos espec&iacute;ficos da sociedade (idosos, inv&aacute;lidos, crian&ccedil;as, pobres, desempregados etc.) e buscando promover alguma esp&eacute;cie de justi&ccedil;a distributiva; <\/p>\n<p>3&ordm;) Pol&iacute;tica macroecon&ocirc;mica ativa de manipula&ccedil;&atilde;o da demanda agregada, inspirada na teoria keynesiana e voltada, acima de tudo, para a manuten&ccedil;&atilde;o do pleno emprego no curto prazo, mesmo que ao custo de alguma infla&ccedil;&atilde;o. <br \/>\n<\/em><br \/>\nNa virada da d&eacute;cada de &rsquo;70 para &rsquo;80, a corrente de pensamento econ&ocirc;mico, filos&oacute;fico e pol&iacute;tico conhecida por neoliberalismo vem a ser vitoriosa, a partir das vit&oacute;rias eleitorais na Inglaterra e nos EUA, antes precedida pela experi&ecirc;ncia dos primeiros anos do governo de Pinochet, no exerc&iacute;cio de sua ditadura militar no Chile. Na seq&uuml;&ecirc;ncia do fim da Bipolaridade, tal vit&oacute;ria se transforma em hegemonia em termos globais, influenciando nos desenhos institucionais do ente estatal em todo o ocidente. A contra partida do &ldquo;consenso keynesiano&rdquo; pode ser vista no chamado &ldquo;receitu&aacute;rio neoliberal&rdquo; b&aacute;sico. <\/p>\n<p><strong>Considera&ccedil;&otilde;es conclusivas <br \/>\n<\/strong><br \/>\nSomos bombardeados todos os dias por uma avalanche de tolices, de premissas falsas e absurdas tais como: concorr&ecirc;ncia perfeita, equil&iacute;brio &oacute;timo, competi&ccedil;&atilde;o que gera desenvolvimento, m&atilde;o invis&iacute;vel do mercado e outras sandices. S&atilde;o apresentadas essas fantasias societ&aacute;rias como sendo &ldquo;verdades cient&iacute;ficas&rdquo;. Assim, vejo que os primeiros passos para combater a linha de pensamento filos&oacute;fico compreendido popularmente como neoliberalismo passam por destruir a sua vis&atilde;o &ldquo;natural&rdquo; da economia. Qualquer termo pronunciado como mantra pr&oacute;-mercado afirmando estar tal ou qual governo de turno cumprindo ou n&atilde;o &ldquo;as regras fundamentais da economia&rdquo; n&atilde;o passa de asneira conceitual al&eacute;m de vigorosa pe&ccedil;a de propaganda. Para tanto, tamb&eacute;m &eacute; necess&aacute;rio combater em escala micro a no&ccedil;&atilde;o de empreendedorismo como um valor, sendo o empres&aacute;rio o her&oacute;i social mais que retratado pela m&iacute;dia comercial. Desnaturalizar, n&atilde;o permitir a reifica&ccedil;&atilde;o dos totens sagrados do pensamento delinq&uuml;ente pronunciado por intelectuais propagandistas como Fr&eacute;deric Bastiat (liberalismo cl&aacute;ssico e furioso), Friedrich Hayek, Milton Friedman, Ludwig Von Mises dentre outros inspiradores de fac&iacute;noras tais como os economistas pr&oacute;-Pinochet conhecidos no Chile como &ldquo;piranhas vorazes&rdquo; &eacute; uma tarefa permanente em escala nacional e continental. <\/p>\n<p>Toda premissa de acumula&ccedil;&atilde;o privada de bens p&uacute;blicos &eacute; falsa, &eacute; um eufemismo para roubo com rubrica e carimbo. Este Continente sofreu e ainda sofre sob os efeitos dos Chicago Boys e seus herdeiros intelectuais, muitos deles em posi&ccedil;&otilde;es-chave do mercado financeiro, das autoridades monet&aacute;rias de pa&iacute;ses latino-americanos ou ent&atilde;o operando dos dois lados do balc&atilde;o de neg&oacute;cios. Nestas negocia&ccedil;&otilde;es de mamatas, &eacute; onde o povo entra com a sobretaxa do imposto incidindo sobre sal&aacute;rio e consumo e as grandes empresas (transnacionais ou n&atilde;o), aproveitam os recursos coletivos da sociedade em usufruto pr&oacute;prio de seu conselho de administra&ccedil;&atilde;o e seus acionistas majorit&aacute;rios. Essa &eacute; a f&oacute;rmula absurda que permite aberra&ccedil;&otilde;es como o financiamento para construir a Usina de Belo Monte ou o aporte de recursos para a compra da Brasil Telecom pela Oi. Para virar o jogo, debaixo para cima e passando longe da urna burguesa, &eacute; necess&aacute;rio compreender como pensa o fabricante de bens simb&oacute;licos supostamente &ldquo;econ&ocirc;micos&rdquo; e falsificar uma a uma suas mentiras com ares de revela&ccedil;&atilde;o. A tarefa &eacute; grande, e esta breve s&eacute;rie &eacute; mais um gr&atilde;o de areia nesse mutir&atilde;o. <\/p>\n<p>Bibligrafia Referenciada: <\/p>\n<p>\nFRIEDMAN, Milton &amp; Rose. Liberdade de Escolher. Rio de Janeiro, Record, 1981. <\/p>\n<p>HAYEK, Friedrich August Von. O caminho da servid&atilde;o. Rio de Janeiro, Bibliex, 2004 <\/p>\n<p>MATTOS, Fernando Augusto. Decomposi&ccedil;&atilde;o da taxa de crescimento do n&iacute;vel de emprego dos Estados Unidos e da Uni&atilde;o Europ&eacute;ia desde o p&oacute;s-guerra. Documento eletr&ocirc;nico localizado em, http:\/\/www.anpec.org.br\/encontro2001\/artigos\/200106111.pdf; arquivo consultado em 08 de junho de 2008. <\/p>\n<p>PAULANI, Leda Maria. Neoliberalismo e ret&oacute;rica. O cap&iacute;tulo brasileiro. Documento eletr&ocirc;nico, em http:\/\/www.anpec.org.br\/encontro2004\/artigos\/A04A015.pdf; arquivo consultado em 08 de junho de 2008.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.ihu.unisinos.br\/index.php?option=com_noticias&amp;Itemid=18&amp;task=detalhe&amp;id=34816\">Este artigo foi originalmente publicado no portal do Instituto Humanitas Unisinos<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na lista dos inimigos dos povos est\u00e1 Ludwig Heinrich Endler von Mises (1881-1973), austr\u00edaco em economia neocl\u00e1ssica e filosofia pol\u00edtica ultra-liberal, um dos fundadores da Sociedade de Mont P\u00e8lerin e precursor dos estudos de individualismo metodol\u00f3gico. As barbaridades societ\u00e1rias, frutos do neoliberalismo quando aplicado, tem sua marca e carimbo. 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