{"id":1274,"date":"2010-08-04T08:16:47","date_gmt":"2010-08-04T08:16:47","guid":{"rendered":"http:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/?p=1274"},"modified":"2010-08-04T08:16:47","modified_gmt":"2010-08-04T08:16:47","slug":"a-fabrica-de-fatos-politicos-atraves-do-conflito-midiatico-entre-colombia-e-venezuela","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/?p=1274","title":{"rendered":"A f\u00e1brica de fatos pol\u00edticos atrav\u00e9s do conflito midi\u00e1tico entre Col\u00f4mbia e Venezuela"},"content":{"rendered":"<figure class=\"image-container image-post-defautl\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/uribe_hillary.jpg\" title=\"Uribe e a pr\u00f3-consulesa do Imp\u00e9rio para a Am\u00e9rica Latina, Hillary Diane Rodham Whitewater Clinton, est\u00e3o em sintonia no intuito de executar o Big Stick no s\u00e9culo XXI - Foto:El Tiempo\" alt=\"Uribe e a pr\u00f3-consulesa do Imp\u00e9rio para a Am\u00e9rica Latina, Hillary Diane Rodham Whitewater Clinton, est\u00e3o em sintonia no intuito de executar o Big Stick no s\u00e9culo XXI - Foto:El Tiempo\" class=\"image\"><figcaption class=\"fig-caption\">Uribe e a pr\u00f3-consulesa do Imp\u00e9rio para a Am\u00e9rica Latina, Hillary Diane Rodham Whitewater Clinton, est\u00e3o em sintonia no intuito de executar o Big Stick no s\u00e9culo XXI<\/figcaption><small itemprop=\"copyrightHolder\" class=\"copyright\"> Foto:El Tiempo<\/small><\/figure>\n<p>04 de agosto de 2010, da Vila Setembrina, <em>Bruno Lima Rocha<\/em>, colabora, direto da Terra dos Papa-m&eacute;is, <em>Rafael Cavalcanti<\/em> <\/p>\n<p><strong>Apresenta&ccedil;&atilde;o <br \/>\n<\/strong><br \/>\nNeste artigo, desenvolvo a id&eacute;ia de que a cria&ccedil;&atilde;o de um fato pol&iacute;tico de maior tens&atilde;o nas rela&ccedil;&otilde;es entre Col&ocirc;mbia e Venezuela, deriva de fato midi&aacute;tico promovido por Uribe com o intuito de refor&ccedil;ar a posi&ccedil;&atilde;o imperial em nosso Continente. Nas pr&oacute;ximas linhas, apresento o argumento debatendo a produ&ccedil;&atilde;o de sentido da m&iacute;dia comercial nesta pauta e os poss&iacute;veis efeitos de sentido na massa de consumidores de informa&ccedil;&atilde;o baseada em premissas falsas e inverdades factuais.<\/p>\n<p><strong>Recordando a fabrica&ccedil;&atilde;o da obviedade <br \/>\n<\/strong><br \/>\nO &uacute;ltimo ato de governo do presidente colombiano &Aacute;lvaro Uribe V&eacute;lez foi uma bomba midi&aacute;tica latino-americana. Como se sabe, atrav&eacute;s de um mapa do Google como demonstrativo (para limpar a imagem original de sat&eacute;lite fornecida pelos EUA), o homem de confian&ccedil;a das for&ccedil;as paramilitares conhecidas como Autodefesas Unidas de Col&ocirc;mbia (AUC) acusou o governo venezuelano de Hugo Rafael Ch&aacute;vez Fr&iacute;as de fornecer abrigo, guarida e apoio para duas for&ccedil;as guerrilheiras, For&ccedil;as Armadas Revolucion&aacute;rias da Col&ocirc;mbia &ndash; Ex&eacute;rcito do Povo (FARC-EP) e Ex&eacute;rcito de Liberta&ccedil;&atilde;o Nacional &ndash; Uni&atilde;o Camilista (ELN-UC). Na afirma&ccedil;&atilde;o do mandat&aacute;rio do Estado aliado ao Imp&eacute;rio em nosso Continente, Uribe declarou o protesto de um pa&iacute;s soberano contra o que seu gabinete entende como atentado a sua autodetermina&ccedil;&atilde;o. A afirma&ccedil;&atilde;o em si j&aacute; absurda. Era de se esperar que as falas bomb&aacute;sticas dos uribistas de plant&atilde;o ca&iacute;ssem em descr&eacute;dito. Afinal, o protesto esper&aacute;vel seria contra a presen&ccedil;a de tropas terrestres estadunidenses em seu pa&iacute;s. Esse &eacute; o contra-senso que a m&iacute;dia corporativa, os agentes l&iacute;deres dos oligop&oacute;lios em cada um de nossos pa&iacute;ses, sequer cogita em levantar. A insurg&ecirc;ncia colombiana at&eacute; pode transitar em &aacute;reas de fronteira, mas s&atilde;o as tropas do Imp&eacute;rio que t&ecirc;m bases f&iacute;sicas, estabelecidas n&atilde;o apenas na Col&ocirc;mbia, mas tamb&eacute;m em outros de nossos pa&iacute;ses, tal &eacute; o exemplo do Paraguai. Ou seja, o presidente que tem em seu curr&iacute;culo haver sido o respons&aacute;vel pela avia&ccedil;&atilde;o civil colombiana concomitante ao per&iacute;odo de maior crescimento da presen&ccedil;a de aeronaves pertencentes ao Cartel de Medell&iacute;n, viu no tr&acirc;nsito de colunas guerrilheiras em zonas de selva uma amea&ccedil;a &ldquo;ao seu pa&iacute;s&rdquo;. <\/p>\n<p>Dessa vez, Uribe exagera nos absurdos declarat&oacute;rios. Em toda a Amaz&ocirc;nia, em todos os pa&iacute;ses da Amaz&ocirc;nia Legal, as zonas de fronteiras s&atilde;o quentes e com pouco ou nenhum controle dos territ&oacute;rios de Estados soberanos. N&atilde;o apenas inexiste controle dessas regi&otilde;es como se assume que no interior dos pa&iacute;ses, sendo zona de selva, tampouco h&aacute; muito como controlar. N&atilde;o faz muito e o Ex&eacute;rcito Brasileiro reconhecera em mat&eacute;ria de TV em rede nacional o tr&acirc;nsito di&aacute;rio de mais de 200 mil estrangeiros na Amaz&ocirc;nia Brasileira. Particularmente, tive a oportunidade de ao menos por tr&ecirc;s vezes, haver conversado com gente ainda na ativa e com folha de servi&ccedil;o em regi&otilde;es duras como na faixa de Tabatinga-Let&iacute;cia, fronteira quent&iacute;ssima do Brasil com a Col&ocirc;mbia. Comentaram em confian&ccedil;a estes militares profissionais que a presen&ccedil;a de colunas de insurg&ecirc;ncia &eacute; algo corriqueiro, assim como opera&ccedil;&otilde;es na regi&atilde;o contra redes de narcotr&aacute;fico e contrabando. Falo de emprego real, com uso de for&ccedil;a letal, aeronaves de apoio, patrulhas de avi&otilde;es Tucano com armamento completo e infiltra&ccedil;&atilde;o por detr&aacute;s de linhas (seriam fronteiras?) de operadores de tipo comando. E, como se sabe, n&atilde;o h&aacute; insurg&ecirc;ncia no Brasil. Portanto, a quest&atilde;o que se deveria apresentar aos editores de Mundo ou Am&eacute;rica Latina dos jornais e portais &eacute;: &#8211; Qual &eacute; a novidade? <\/p>\n<p>Da&iacute; a acusar formalmente estar o governo Hugo Ch&aacute;vez dando guarida para a insurg&ecirc;ncia colombiana &eacute; um grande fosso. A equipe de Uribe at&eacute; inovou, acusando a presen&ccedil;a das colunas insurgentes no estado de Zulia, sendo que a conven&ccedil;&atilde;o &eacute; atentar para a presen&ccedil;a no estado de T&aacute;chira. Os meios de comunica&ccedil;&atilde;o, operadores pol&iacute;ticos massivos da pol&iacute;tica externa de Hillary Clinton, nada comentaram e nem repercutiram o fato (irrefut&aacute;vel) da presen&ccedil;a de paracos, de para-militares colombianos, n&atilde;o s&oacute; em zonas de fronteira, mas internados em terrenos, ch&aacute;caras, quintas e fazendas pertencentes a &ldquo;respeit&aacute;veis l&iacute;deres&rdquo; da oposi&ccedil;&atilde;o &ldquo;democr&aacute;tica&rdquo; venezuelana. Mesmo que o Pal&aacute;cio Miraflores (sede de governo da Venezuela) contasse com um aparato de propaganda brilhante e coerente para a manipula&ccedil;&atilde;o de verdades factuais, seria imposs&iacute;vel produzir tantos falsos paracos presos em territ&oacute;rio venezuelano. Mesmo assim, nenhum dos associados do Grupo Di&aacute;rios Am&eacute;rica (cartel da m&iacute;dia deles) assume esta presen&ccedil;a, a de tropas irregulares, e geralmente encarceradas quando est&atilde;o em propriedades de golpistas e sendo vistos como potencialmente estrangeiros. <\/p>\n<p><strong>Tr&ecirc;s obviedades que a m&iacute;dia deles nem se lembra <br \/>\n<\/strong><br \/>\nO primeiro lide que ningu&eacute;m deu &eacute; que na Col&ocirc;mbia &eacute; mais seguro para o militante ser guerrilheiro do que organizador de base. E, para al&eacute;m da verborragia de Uribe, poucos se lembram que talvez a &uacute;nica chance de vit&oacute;ria militar da insurg&ecirc;ncia seja a internacionaliza&ccedil;&atilde;o do conflito. H&aacute; um impasse na terra de Gabriel Garc&iacute;a M&aacute;rquez. Por mais que estejam enfraquecidas, as duas guerrilhas n&atilde;o est&atilde;o nem perto de serem derrotadas pela for&ccedil;a das armas. E, de sua parte, as for&ccedil;as guerrilheiras est&atilde;o ainda mais distantes da vit&oacute;ria b&eacute;lica, ainda mais se levarmos em conta que os estilos de fazer pol&iacute;tica, as formas de rela&ccedil;&atilde;o com as estruturas sociais entre FARC e ELN s&atilde;o discrepantes, quando n&atilde;o confrontados. <\/p>\n<p>O segundo &eacute; a participa&ccedil;&atilde;o capilar do narcotr&aacute;fico na conforma&ccedil;&atilde;o de classes e nas estruturas societ&aacute;rias colombianas De t&atilde;o atravessado pela ind&uacute;stria do refino da coca, o pa&iacute;s v&ecirc; em suas elites dirigentes, militares e econ&ocirc;micas os verdadeiros representantes do com&eacute;rcio ilegal de subst&acirc;ncias psicotr&oacute;picas ilegalizadas no momento. A alternativa proposta pelos governos em geral e com maior &ecirc;nfase no governo Uribe, foi o aumento da monocultura &ndash; para al&eacute;m da coca, a palma africana (para o biocombust&iacute;vel extra&iacute;do do dend&ecirc;) e as zonas bananeiras &ndash; e o financiamento do Estado atrav&eacute;s do Plano Col&ocirc;mbia. O absurdo final foi conceder o direito inalien&aacute;vel da pr&oacute;pria soberania aceitando a presen&ccedil;a de tropas terrestres do Imp&eacute;rio no solo da Col&ocirc;mbia. <\/p>\n<p>J&aacute; o terceiro lide &eacute; a culpabiliza&ccedil;&atilde;o do outro. A analogia &eacute; responsabilizar ao vizinho que mora ao lado h&aacute; pouco tempo pelas mazelas que ocorrem no seu lar. Ora &#8211; como diz um grande amigo com leitura di&aacute;ria da imprensa internacional &ndash; como um Estado que convive com a guerrilha h&aacute; mais de 40 anos atribui ao pa&iacute;s vizinho a responsabilidade por n&atilde;o solucionar o pr&oacute;prio conflito?! <\/p>\n<p><strong>O legado pol&iacute;tico de Uribe e a conclus&atilde;o que a m&iacute;dia deles n&atilde;o consegue enxergar <br \/>\n<\/strong><br \/>\nEntendo que a medida do presidente Uribe V&eacute;lez foi tentar emparedar o ex-ministro de Com&eacute;rcio Exterior de Cesar Gaviria e seu ex-ministro da Defesa, o pol&iacute;tico de trajet&oacute;ria liberal Juan Manuel Santos Calder&oacute;n. Santos tamb&eacute;m &eacute; um dos fundadores e seu correligion&aacute;rio do Partido de La U (Partido Social de Unidade Nacional, criado em 2005, e tido como legenda pr&oacute;-Uribe). Mesmo sendo visto pelo eleitorado como seu herdeiro pol&iacute;tico, o presidente eleito aponta para uma maior flexibilidade na pol&iacute;tica externa em geral e na rela&ccedil;&atilde;o com a Venezuela em particular, podendo ir al&eacute;m do belicismo midi&aacute;tico. A ess&ecirc;ncia das propostas de Santos e Uribe &eacute; a mesma, mas a op&ccedil;&atilde;o t&aacute;tica no curt&iacute;ssimo prazo pode apontar para a busca de uma solu&ccedil;&atilde;o negociada &ndash; ou ao menos a protela&ccedil;&atilde;o de um conflito iminente. O novo gabinete tem em conta a possibilidade que os ataques verbais resultem em algo factual, haja vista a opera&ccedil;&atilde;o conjunta com o Imp&eacute;rio, que resultara no ataque ao territ&oacute;rio equatoriano, em mar&ccedil;o de 2008. <\/p>\n<p>Neste sentido, Uribe conseguiu proclamar publicamente sua lealdade aos EUA, para com a pol&iacute;tica externa do governo Clinton-Obama. Com isso se catapultou a operador-chave das a&ccedil;&otilde;es pr&oacute;-imperialistas na Am&eacute;rica Latina, j&aacute; sendo desde agora uma alternativa reacion&aacute;ria de retorno para a presid&ecirc;ncia de seu pa&iacute;s. Santos &eacute; um neoliberal com forma&ccedil;&atilde;o de economista, e talvez seja um pouco mais pragm&aacute;tico e menos belicista que o antecessor. Se isto vier a ocorrer, enfraquece as posi&ccedil;&otilde;es a favor do Plano Col&ocirc;mbia e da solu&ccedil;&atilde;o b&eacute;lica para a conflito interno. E, apenas em cogitar esta possibilidade j&aacute; deixa apavorado todo um modo de domina&ccedil;&atilde;o que necessita do estado de guerra para seguir funcionando e tendo o aporte de recursos bilion&aacute;rios do Imp&eacute;rio. <\/p>\n<p>Por fim, se por acaso chegar a haver um conflito direto de tropas colombianas com for&ccedil;as regulares venezuelanas e esta escalada leve &agrave; interven&ccedil;&atilde;o dos militares profissionais ou mercen&aacute;rios pr&oacute;-EUA estacionados em Col&ocirc;mbia, est&aacute; dada a situa&ccedil;&atilde;o limite onde se encontra a &uacute;nica chance de vit&oacute;ria da pr&oacute;pria guerrilha Fariana e Elena. J&aacute; a derrubada do governo Ch&aacute;vez pela for&ccedil;a militar n&atilde;o-golpista, ou seja, atrav&eacute;s de ocupa&ccedil;&atilde;o externa, &eacute; simplesmente quase imposs&iacute;vel. Este &eacute; um tema &agrave; parte, mas o m&iacute;nimo que se pode dizer &eacute; que Caracas e sua Regi&atilde;o Metropolitana s&atilde;o incontrol&aacute;veis em um estado de guerra de liberta&ccedil;&atilde;o. Portanto, mesmo que o Imp&eacute;rio deseje um confronto direto, e tudo leva a crer que esta &eacute; a meta da administra&ccedil;&atilde;o Clinton-Obama, elevar este hipot&eacute;tico conflito para al&eacute;m de escaramu&ccedil;as de fronteira &eacute; apostar em uma escalada incontrol&aacute;vel, acirrando os &acirc;nimos pol&iacute;ticos latino-americanos. Isto pode vir a radicalizar n&atilde;o apenas a guerra civil na Col&ocirc;mbia, mas tamb&eacute;m aprofundar o processo de c&acirc;mbio bolivariano na Venezuela. <\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.ihu.unisinos.br\/index.php?option=com_noticias&amp;Itemid=18&amp;task=detalhe&amp;id=34957\">Este artigo foi originalmente publicado no portal do Instituto Humanitas Unisinos (IHU) <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uribe e a pr\u00f3-consulesa do Imp\u00e9rio para a Am\u00e9rica Latina, Hillary Diane Rodham Whitewater Clinton, est\u00e3o em sintonia no intuito de executar o Big Stick no s\u00e9culo XXI Foto:El Tiempo 04 de agosto de 2010, da Vila Setembrina, Bruno Lima Rocha, colabora, direto da Terra dos Papa-m&eacute;is, Rafael Cavalcanti Apresenta&ccedil;&atilde;o Neste artigo, desenvolvo a id&eacute;ia [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-1274","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"jetpack_publicize_connections":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1274","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=1274"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1274\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=1274"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=1274"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=1274"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}