{"id":1281,"date":"2010-08-19T14:23:59","date_gmt":"2010-08-19T14:23:59","guid":{"rendered":"http:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/?p=1281"},"modified":"2010-08-19T14:23:59","modified_gmt":"2010-08-19T14:23:59","slug":"coluna-alem-das-4-linhas-edicao-da-semana-de-16-de-agosto-de-2010-concomitante-a-final-da-libertadores-em-porto-alegre","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/?p=1281","title":{"rendered":"Coluna Al\u00e9m das 4 linhas &#8211;  edi\u00e7\u00e3o da semana de 16 de agosto de 2010, concomitante a final da Libertadores em Porto Alegre"},"content":{"rendered":"<figure class=\"image-container image-post-defautl\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/leandro damiao gol redentor_final Libertadores 2010.jpg\" title=\"Leandro Dami\u00e3o estr\u00e9ia na Libertadores e faz o gol da tranq\u00fcilidade; uma arrancada de 51 metros a la Escurinho. Na foto, vemos a alegria do jovem centro-avante e ao fundo a onipresen\u00e7a da marca do Banco Santander, patrocinador do torneio organizado pela Conmebol - Foto:Internacional.com.br\" alt=\"Leandro Dami\u00e3o estr\u00e9ia na Libertadores e faz o gol da tranq\u00fcilidade; uma arrancada de 51 metros a la Escurinho. Na foto, vemos a alegria do jovem centro-avante e ao fundo a onipresen\u00e7a da marca do Banco Santander, patrocinador do torneio organizado pela Conmebol - Foto:Internacional.com.br\" class=\"image\"><figcaption class=\"fig-caption\">Leandro Dami\u00e3o estr\u00e9ia na Libertadores e faz o gol da tranq\u00fcilidade; uma arrancada de 51 metros a la Escurinho. Na foto, vemos a alegria do jovem centro-avante e ao fundo a onipresen\u00e7a da marca do Banco Santander, patrocinador do torneio organizado pela Conmebol<\/figcaption><small itemprop=\"copyrightHolder\" class=\"copyright\"> Foto:Internacional.com.br<\/small><\/figure>\n<p><em>Dijair Brilhantes<\/em> &amp; <em>Bruno Lima Rocha<\/em> <\/p>\n<p>\n<u>A Am&eacute;rica do Sul tem um novo Bi-campe&atilde;o <\/p>\n<p><\/u>Na madrugada de quarta 18 para a quinta feira 19 de agosto, o Internacional de Porto Alegre sagrou-se pela segunda vez, campe&atilde;o da Copa Libertadores da Am&eacute;rica. Na final de dois jogos ambos vencidos pelo time do redimido Celso Roth (este que j&aacute; foi escorra&ccedil;ado pela torcida e por dirigentes da dupla Gre-nal, em um passado recente) o colorado conquistou o bicampeonato contra o Chivas do M&eacute;xico, igualando-se ao maior rival Gr&ecirc;mio no numero de conquistas dessa competi&ccedil;&atilde;o. O time ga&uacute;cho engrenou ap&oacute;s a parada para Copa do Mundo, n&atilde;o sem antes passar por momentos de turbul&ecirc;ncia, culminando com a demiss&atilde;o do ex- t&eacute;cnico, o uruguaio Jorge Fossati. <\/p>\n<p>O destaque positivo foi Giuliano que marcou seis gols na competi&ccedil;&atilde;o, alguns deles salvadores. Tal foi o caso do gol da classifica&ccedil;&atilde;o para a fase de semi-finais contra o Estudiantes de La Plata (los pinchas de Argentina) aos 43 minutos do segundo tempo. Com toque de bola, o est&aacute;dio lotado, o futebol ganho na bola e sem mutreta, consagram a dire&ccedil;&atilde;o atual e o ressurgido das cinzas Ceslo Roth. Parab&eacute;ns aos colorados campe&atilde;o da copa Libertadores de 2010.<\/p>\n<p><u>Cad&ecirc; o Protocolo? <br \/>\n<\/u><br \/>\nA copa Santander Libertadores tem um prest&iacute;gio que dispensa coment&aacute;rios, mas est&aacute; muito aqu&eacute;m de qualquer torneio realizado na Europa. Fatos lastim&aacute;veis como os que ocorreram ap&oacute;s o t&iacute;tulo conquistado pelo Internacional, lembram um torneio de v&aacute;rzea. Logo que o &aacute;rbitro colombiano Oscar Ruiz encerrou a partida, jogadores de Inter e Chivas trocaram socos e voadoras no gramado, demonstrando total falta de esportividade. Tamb&eacute;m durante a premia&ccedil;&atilde;o uma imensa quantidade de pessoas no campo, uma mistura de dirigentes, conselheiros e pessoas com influ&ecirc;ncias no clube da casa, atrasou a t&atilde;o esperada entrega da ta&ccedil;a ao capit&atilde;o Bol&iacute;var. <\/p>\n<p>O trof&eacute;u saiu das m&atilde;os de Pel&eacute; (este trajava um palet&oacute; na cor do banco espanhol maior patrocinador da competi&ccedil;&atilde;o) juntamente com o (eterno) presidente da Conmebol Nicol&aacute;s Leoz e ap&oacute;s longa espera a ta&ccedil;a foi erguida pelo zagueiro colorado. A Globo chiou atrav&eacute;s da voz de seu grilo falante Galv&atilde;o Bueno, reclamando do per&iacute;odo de mais de meia hora de transmiss&atilde;o sem ver o ritual final dos campe&otilde;es. &Egrave; duro de admitir, mas at&eacute; a V&ecirc;nus Prateada teve um pouco de raz&atilde;o. <\/p>\n<p>Em um evento do porte da Libertadores, tem de haver algum protocolo, e um r&iacute;gido controle da entrega de credenciais. Ali&aacute;s, esse &eacute; outro drama, pois se distribuem as permiss&otilde;es de acesso de forma indiscriminada e abundam pessoas sem credencial no campo de jogo. Estes dois fatores n&atilde;o poderiam ocorrer nem mesmo em campeonatos estaduais. Algu&eacute;m precisa lembrar aos membros da entidade que comanda o futebol na Am&eacute;rica do sul que a Copa do Mundo de 2014 ser&aacute; realizada neste continente. <\/p>\n<p>\n<u>A alegria voltou <br \/>\n<\/u><br \/>\nPodemos afirmar que a alegria do futebol voltou. N&atilde;o estamos falando apenas do futebol arte, moleque, entre outros adjetivos dados pela cr&ocirc;nica esportiva e torcedores. Mas do futebol talentoso e competitivo, menos falado e mais jogado. No primeiro amistoso p&oacute;s Dunga a renovada sele&ccedil;&atilde;o canarinho comandada por Mano Menezes aplicou 2&#215;0 nos EUA, com certa autoridade e sem sofrer riscos. O que de certa forma nos incomoda &eacute; vermos fazedores de m&iacute;dias oportunistas e rancorosas nos programas esportivos, nomeando Dunga como &uacute;nico culpado &uacute;nico do fracasso da sele&ccedil;&atilde;o brasileira na copa da &Aacute;frica. Vale perguntar: Dunga decidiu tudo sozinho? As pessoas que o contrataram n&atilde;o faziam cobran&ccedil;as ao treinador? Temos certeza que se o t&atilde;o sonhado Hexacampeonato viesse teriam v&aacute;rios &ldquo;culpados&rdquo;, ou &ldquo;respons&aacute;veis pela fa&ccedil;anha&rdquo;, tais como o padrinho do ex-capit&atilde;o do tetra, Em&iacute;dio Perondio, al&eacute;m do pr&oacute;prio Imperador Ricardo Teixeira que o contratou. J&aacute; a derrota &eacute; colocada na conta do elo mais fraco da corrente, nesse caso Carlos Caetano. <\/p>\n<p>Falando em Copa do Mundo, fracassos e aberra&ccedil;&otilde;es, s&oacute; podemos constatar que a CBF &eacute; mesmo uma piada de mau gosto. Na semana anterior saiu em diversos ve&iacute;culos de comunica&ccedil;&atilde;o o pedido de &ldquo;desculpas&rdquo; ao rep&oacute;rter da TV Globo, Alex Escobar. Sob pedidos do Imperador Teixeira foi mandada confeccionar uma camisa amarelinha com o n&uacute;mero 10 e o nome Escobar nas costas. Depois de demitir Dunga pela internet, a CBF resolveu dar raz&atilde;o ao rep&oacute;rter global, mesmo que o pedido de desculpas tenha vindo com um m&ecirc;s de atraso. Ficou n&iacute;tido que a alian&ccedil;a entre a V&ecirc;nus Prateada da TV brasileira e a entidade sob comando da famiglia Havelange-Teixeira continua e parece voltar mais fortalecida. <\/p>\n<p>\n<u>Copa Sul-americana, pr&ecirc;mios e patroc&iacute;nio <br \/>\n<\/u><br \/>\nEste ano est&aacute; sendo realizada a nona edi&ccedil;&atilde;o da Copa &ldquo;Nissan&rdquo; Sul-americana. A competi&ccedil;&atilde;o j&aacute; teve sete campe&otilde;es, entre eles o desconhecido Cienciano do Peru e o mexicano (de novo eles) Pachuca. O torneio entra na agenda como uma esp&eacute;cie de pr&ecirc;mio de consola&ccedil;&atilde;o, j&aacute; que somente os clubes que n&atilde;o adquirem vaga na copa Santander Libertadores passam a disput&aacute;-la. Esse crit&eacute;rio, inspirado na Recopa Europ&eacute;ia e substituindo a antiga Copa Conmebol (j&aacute; extinta), opera como incentivo aos clubes brasileiros que terminam a f&oacute;rmula de pontos corridos na metade da tabela. Vale ressaltar que at&eacute; o momento, no Brasil, apenas o Internacional figura entre os campe&otilde;es da mesma. <\/p>\n<p>Por vezes a complica&ccedil;&atilde;o est&aacute; no (des)-equil&iacute;brio na equa&ccedil;&atilde;o entre elenco, prioridades, contus&otilde;es e prioridades de agenda futebol&iacute;stica. O fato da competi&ccedil;&atilde;o estar sendo disputada no segundo semestre, concomitante a entrada dos clubes do Brasil na reta decisiva do campeonato nacional (uns disputando o t&iacute;tulo e outros a perman&ecirc;ncia na s&eacute;rie A), esta boa id&eacute;ia acaba por ficar em segundo plano. Um fato curioso ocorreu em 2009, quando o Fluminense foi finalista na sul-america e escapou do rebaixamento para s&eacute;rie B do nacional na &uacute;ltima rodada. <\/p>\n<p>Al&eacute;m da proje&ccedil;&atilde;o, a Conmebol sempre ado&ccedil;a a boca com recheio dos cofres. Este ano o campe&atilde;o ir&aacute; faturar cerca de R$ 2,8 milh&otilde;es, al&eacute;m de uma vaga na Copa Libertadores do pr&oacute;ximo ano. Este belo pr&ecirc;mio &ndash; a vaga no campeonato latino-americano de clubes &ndash; estava quase invi&aacute;vel at&eacute; 2007, nos permitam a ila&ccedil;&atilde;o, pois a ent&atilde;o principal patrocinadora do maior torneio da Am&eacute;rica do Sul era a montadora Toyota concorrente direta da Nissan. Agora que estamos contentes em ver um banco espanhol patrocinar uma competi&ccedil;&atilde;o chamada de LIBERTADORES DE AM&Eacute;RICA, justamente por terem os pr&oacute;ceres das p&aacute;trias continentinas peleado contra a Coroa de Espanha, podemos sentir-nos aliviador ao saber que apenas uma zaibatsu japonesa patrocina a conta regida pela mui nobre, leal e valorosa comand&acirc;ncia da Conmebol!!!<\/p>\n<p><u>Abuso de poder <\/p>\n<p><\/u>Apostamos que todos que est&atilde;o lendo esta coluna em algum momento j&aacute; se sentiram injusti&ccedil;ados pelas leis brasileiras, ou pelo (inexistente) estatuto do torcedor. Quantos de n&oacute;s, em uma tarde de domingo ou noite de meio de semana, numa fila para entrar em um est&aacute;dio de futebol, n&atilde;o fomos mal tratados por um policial militar? Quem j&aacute; n&atilde;o foi revistado de forma grosseira? Quantos torcedores, ao levarem seus filhos para o est&aacute;dio, j&aacute; n&atilde;o tiveram de sair correndo ao ver as PMs avan&ccedil;arem de modo indiscriminado para cima da torcida? Indo al&eacute;m, quem, mesmo pagando em dia impostos e vivendo de sal&aacute;rio (e por tanto, de pagar d&iacute;vidas), j&aacute; n&atilde;o foi tratado como &ldquo;vagabundo&rdquo; pelos operadores da &ldquo;ordem&rdquo; que envergam uma farda se postam na frente das entradas de est&aacute;dios? <\/p>\n<p>&Eacute; totalmente discut&iacute;vel se estes homens e mulheres treinados como tropa de ocupa&ccedil;&atilde;o interna e anti-dist&uacute;rbios devem fazer a &ldquo;seguran&ccedil;a&rdquo; em jogos de futebol. Todas as vezes que os mesmos s&atilde;o chamados para resolver alguma confus&atilde;o dentro ou ao redor dos est&aacute;dios a desordem aumenta de propor&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o estamos aqui de maneira nenhuma defendendo atos de vandalismos, mas todos t&ecirc;m que ser tratados com o devido respeito. Nenhum cidad&atilde;o pode ser xingado pela &ldquo;autoridade&rdquo; policial. Um trabalhador, pai de fam&iacute;lia n&atilde;o pode ser chamado de vagabundo por um cidad&atilde;o que por usar uma farda, julga ser superior a um civil. Este mesmo funcion&aacute;rio p&uacute;blico chama de doutor um malandro de terno e gravata, s&oacute; porque o elemento faz parte da curriola da cartolagem que domina nossos clubes e quase sempre fatura uma comiss&atilde;ozinha quando vende, compra ou indica para negocia&ccedil;&otilde;es a um boleiro. Afinal, quem j&aacute; viu cartola apanhando da cavalaria na volta das canchas? <\/p>\n<p>Conforme diz a Constitui&ccedil;&atilde;o Federal, temos o direito de ir e vir, pagamos pela seguran&ccedil;a p&uacute;blica e exigimos respeito da dita &ldquo;autoridade&rdquo; policial. Se tiver baderna nos est&aacute;dios, temos a certeza absoluta que o desmando e a impunidade atravessam as diretorias dos clubes, que ado&ccedil;am a boca com bafo de cana dos &ldquo;l&iacute;deres&rdquo; de torcida, distribuindo ingressos, empregando os &ldquo;apaixonados&rdquo; como cabos eleitorais e manipulando a massa de adolescentes que queima energia e caloria pulando sem parar os 90 minutos. <\/p>\n<p>Um dos autores desta coluna recentemente foi ultrajado em um est&aacute;dio de futebol profissional do Rio Grande do Sul. Aqui ningu&eacute;m deixa barato o abuso de poder e estamos mais que dispostos a lutar pela liberdade de express&atilde;o e o direito do torcedor em se divertir atrav&eacute;s do futebol, sem ter de ser humilhado por gente paga pelo nosso sal&aacute;rio e impostos. Estamos de olho e atentos, porque n&atilde;o t&aacute; morto quem peleia! <\/p>\n<p><a href=\"mailto:dijairalemdasquatrolinhas@gmail.com\">Dijair Brilhantes<\/a> &eacute; estudante de jornalismo; <a href=\"mailto:blimarocha@gmail.com\">Bruno Lima Rocha<\/a> &eacute; editor do portal Estrat&eacute;gia &amp; An&aacute;lise <\/p>\n<p>\n&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Leandro Dami\u00e3o estr\u00e9ia na Libertadores e faz o gol da tranq\u00fcilidade; uma arrancada de 51 metros a la Escurinho. 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