{"id":1301,"date":"2010-09-19T22:21:52","date_gmt":"2010-09-19T22:21:52","guid":{"rendered":"http:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/?p=1301"},"modified":"2010-09-19T22:21:52","modified_gmt":"2010-09-19T22:21:52","slug":"operacao-mercari-quando-o-superfaturamento-da-publicidade-do-banrisul-de-economia-mista-proporciona-uma-incomoda-visao-sistemica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/?p=1301","title":{"rendered":"Opera\u00e7\u00e3o Mercari: quando o superfaturamento da publicidade do Banrisul de economia mista proporciona uma inc\u00f4moda vis\u00e3o sist\u00eamica"},"content":{"rendered":"<figure class=\"image-container image-post-defautl\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/19724-310x233-5.jpg\" title=\"A evid\u00eancia do dinheiro em esp\u00e9cie, sem origem e exposto sobre uma mesa gera um impacto fulminante. Qualquer semelhan\u00e7a com os efeitos da foto dos aloprados em 2006 e da Opera\u00e7\u00e3o Lunus em 2002 n\u00e3o \u00e9 nenhuma coincid\u00eancia  - Foto:ijuhy.com\" alt=\"A evid\u00eancia do dinheiro em esp\u00e9cie, sem origem e exposto sobre uma mesa gera um impacto fulminante. Qualquer semelhan\u00e7a com os efeitos da foto dos aloprados em 2006 e da Opera\u00e7\u00e3o Lunus em 2002 n\u00e3o \u00e9 nenhuma coincid\u00eancia  - Foto:ijuhy.com\" class=\"image\"><figcaption class=\"fig-caption\">A evid\u00eancia do dinheiro em esp\u00e9cie, sem origem e exposto sobre uma mesa gera um impacto fulminante. Qualquer semelhan\u00e7a com os efeitos da foto dos aloprados em 2006 e da Opera\u00e7\u00e3o Lunus em 2002 n\u00e3o \u00e9 nenhuma coincid\u00eancia <\/figcaption><small itemprop=\"copyrightHolder\" class=\"copyright\"> Foto:ijuhy.com<\/small><\/figure>\n<p>19 de setembro de 2010, da Vila de Setembrina dos Farrapos tra&iacute;dos por latifundi&aacute;rios e mentirosos midi&aacute;ticos a omitir a epop&eacute;ia missioneira e o federalismo artiguista, <em>Bruno Lima Rocha <\/em>&amp;<em> R da Costa<\/em>&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>O&nbsp;tema de fundo deste artigo vai al&eacute;m da Opera&ccedil;&atilde;o Mercari. Qual o limite da estimativa de custos da produ&ccedil;&atilde;o de um bem intang&iacute;vel? Existe possibilidade de conter a promiscuidade entre ag&ecirc;ncias de publicidade e o loteamento de contas de &oacute;rg&atilde;os estatais? &Eacute; fact&iacute;vel imaginar a m&iacute;dia comercial estadual sem receber verbas de publicidade do governo da Prov&iacute;ncia? Se isto vier a ocorrer, passar&aacute; o Executivo do estado a sofrer persegui&ccedil;&otilde;es sistem&aacute;ticas? Para aprofundar estas d&uacute;vidas e quest&otilde;es, preparamos uma s&iacute;ntese do factual j&aacute; ocorrido, seguido de uma ironia corporativa e inc&ocirc;modas linhas conclusivas.<\/p>\n<p><strong>Uma sinopse anal&iacute;tica dos fatos j&aacute; difundidos <\/p>\n<p><\/strong>No j&aacute; distante dia 2 de setembro de 2010, foi divulgada pela Pol&iacute;cia Federal (PF), a investiga&ccedil;&atilde;o que apura o suposto desvio de R$ 10 milh&otilde;es efetuado pelo setor de marketing do Banrisul nos &uacute;ltimos 18 meses. Entre os envolvidos, foram presos ap&oacute;s serem flagrados com R$ 3,4 milh&otilde;es sem origem identificada, o superintendente de Marketing do banco, Walney Fehlberg, e os representantes das ag&ecirc;ncias de publicidade SLM, Gilson Storke, e DCS, Armando D&rsquo;Elia Neto. Empresas estas, segundo a investiga&ccedil;&atilde;o da pol&iacute;cia judici&aacute;ria da Uni&atilde;o em acordo tipo for&ccedil;a-tarefa com o Minist&eacute;rio P&uacute;blico Estadual de Contas, que seriam respons&aacute;veis por terceirizar os servi&ccedil;os por pre&ccedil;os mais baixos e realizar o crime caracterizado como lavagem de dinheiro. <\/p>\n<p>A opera&ccedil;&atilde;o conhecida como &ldquo;Mercari&rdquo;, veio &agrave; tona devido den&uacute;ncia de uma das empresas subcontratadas pelas ag&ecirc;ncias de publicidade SLM e DCS. Vale observar que ambas s&atilde;o associadas (subsidi&aacute;rias) e pertencem &agrave; governan&ccedil;a corporativa controlada pelo Grupo WPP; sendo que a SLM, &eacute; associada ao Grupo Ogilvy, do qual o WPP tamb&eacute;m &eacute; dono. Este conglomerado corporativo, WPP tem origem na ind&uacute;stria pl&aacute;stica inglesa e, em 1987, comprou a antiga gigante de publicidade e propaganda e rela&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas, J. Walter Thompson Group (Thompson). Com sede em Londres &eacute; considerada a maior ag&ecirc;ncia publicit&aacute;ria do mundo, possuindo 2.400 escrit&oacute;rios espalhados em 107 pa&iacute;ses. <\/p>\n<p>Voltando ao pago, o denunciante teria sido motivado a faz&ecirc;-la ap&oacute;s levar um suposto calote, alegado por uma ag&ecirc;ncia ou pessoa f&iacute;sica que, ap&oacute;s n&atilde;o ter recebido o valor combinado (sendo este, segundo as autoridades policiais e MP, j&aacute; abaixo do valor real) pelo servi&ccedil;o prestado (terceirizado, tal e como o esquema apurado com a Opera&ccedil;&atilde;o Rodin). Como n&atilde;o recebera, o contratado decidiu levar a informa&ccedil;&atilde;o at&eacute; o Minist&eacute;rio P&uacute;blico Estadual de Contas. <\/p>\n<p>No dia 6 de setembro de 2010, um quarto suspeito foi preso. O empres&aacute;rio Davi Antunes de Oliveira, que segundo a PF, era o suposto operador das fraudes. Por&eacute;m, neste mesmo dia, os tr&ecirc;s suspeitos pegos em flagrante foram soltos mediante pedido de liberdade provis&oacute;ria do advogado, pois n&atilde;o possuem antecedentes criminais. Poucos dias ap&oacute;s, Davi Antunes tamb&eacute;m fora solto. <\/p>\n<p>N&atilde;o &eacute; dif&iacute;cil supor inten&ccedil;&otilde;es outras nesta a&ccedil;&atilde;o criminosa, para al&eacute;m do lucro a todo custo. No mundo em que vivemos, n&atilde;o &eacute; exagero imaginar destina&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica &ndash; ao aplicar os recursos nas campanhas que agora correm &ndash; para os recursos suspeitos. Levando em conta o per&iacute;odo em que a opera&ccedil;&atilde;o desviou este dinheiro, teremos no calend&aacute;rio os meses de pr&eacute;-campanha e campanha. A partir da&iacute;, diante da falta de provas materiais (uma vez que a imprensa comercial ga&uacute;cha n&atilde;o fu&ccedil;a quando o tem de fazer) o tipo de afirma&ccedil;&atilde;o de nossa parte j&aacute; implicaria um aborrecimento jur&iacute;dico. <\/p>\n<p>\n<strong>Seria uma ironia da matriz? Qual o limite dos recursos de linguagem para a amplia&ccedil;&atilde;o dos espa&ccedil;os de mercado na sociedade? <\/p>\n<p><\/strong>N&atilde;o &eacute; exagero afirmar estarmos vivendo no RS em particular (mas na pol&iacute;tica brasileira em geral), um per&iacute;odo de absoluto hiper-realismo, onde r&eacute;us s&atilde;o v&iacute;timas e as evid&ecirc;ncias s&atilde;o todas contestadas desde os seus procedimentos jur&iacute;dicos at&eacute; a produ&ccedil;&atilde;o do fato jornal&iacute;stico. Concordamos com esta id&eacute;ia central e queremos aprofund&aacute;-la. Buscando demonstrar a dimens&atilde;o do hiper-realismo em que vivemos, deixamos este libelo de governan&ccedil;a corporativa, encontrado no portal da WPP (matriz das ag&ecirc;ncias associadas ga&uacute;chas), onde constaria, pelos &ldquo;rigores&rdquo; do gerencialismo, a filosofia da empresa. Eis o texto p&uacute;blico e de difus&atilde;o mundial: <\/p>\n<p>Como n&oacute;s nos comportamos <br \/>\nA WPP e suas companhias operacionais t&ecirc;m como seus valores constitutivos a honestidade, integridade e respeito por pessoas. Estes valores essenciais determinam o modo n&oacute;s compreendemos o neg&oacute;cio e eles definem os princ&iacute;pios nos quais n&oacute;s esperamos que nosso pessoal atue na conduta de nosso neg&oacute;cio. <\/p>\n<p>(original em ingl&ecirc;s, direto <a href=\"http:\/\/www.wpp.com\/wpp\/about\/howwebehave\/\">deste hiperlink<\/a>: <em><u>How we behave<\/u> <br \/>\nWPP and its operating companies have as their core values honesty, integrity and respect for people. These core values determine the way we approach business and they define the principles in which we expect our people to behave in the conduct of our business<\/em>.) <\/p>\n<p>J&aacute; a Ogilvy, subsidi&aacute;ria com grau de independ&ecirc;ncia e apresentada como outra marca corporativa, &eacute; um conglomerado em escala mundial detentor de contas de PP e de RP. Podemos destacar que esta empresa tem o m&eacute;rito de obter a conta da BP (British Petroleum), a companhia petrol&iacute;fera respons&aacute;vel pelo maior desastre ambiental da hist&oacute;ria das Am&eacute;ricas. Al&eacute;m disso, seu fundador, David Ogilvy, &eacute; um dos referentes vivos da moderna publicidade. <\/p>\n<p>Assim, se a Opera&ccedil;&atilde;o Mercari n&atilde;o tivesse ocorrido em Porto Alegre, poderia tranquilamente ser parte de um enredo de thriller de espionagem em busca de mais alguma (porque sempre tem outra e mais outra) trama e conspira&ccedil;&atilde;o de conglomerados corporativos transnacionais. Realmente a forma mercadoria expande-se em per&iacute;odo p&oacute;s-queda do Muro de Berlim em escala absurda. A incid&ecirc;ncia destas empresas &eacute; tamanha que chega ao pago, operando com duas associadas sob grave acusa&ccedil;&atilde;o da PF e do MP de contas. <\/p>\n<p>\n<strong>Apontando conclus&otilde;es <br \/>\n<\/strong><br \/>\nInfelizmente, n&atilde;o ser&aacute; a primeira e nem a &uacute;ltima ocasi&atilde;o em que leremos estarrecidos informa&ccedil;&otilde;es e abordagens jur&iacute;dico-policiais transformados em fatos pol&iacute;ticos atrav&eacute;s de difus&atilde;o midi&aacute;tica. E esta abordagem, a leitura acusat&oacute;ria atrav&eacute;s de reportagens, sempre ser&aacute; branda e omitindo informa&ccedil;&otilde;es de tipo fontes abertas. Com dez minutos de pesquisa descobre-se que, dentre os clientes da DCS (tendo a p&aacute;gina da ag&ecirc;ncia como fonte), al&eacute;m do pr&oacute;prio Banrisul, est&atilde;o a RBSTV e a TVCOM, ambas as empresas subsidi&aacute;rias do chamado Grupo RBS (<a href=\"http:\/\/www.dcsnet.com.br\/sitedcs\/site.html\">ver o link do dom&iacute;nio da ag&ecirc;ncia, clicando em clientes<\/a>). Pedimos que os hipot&eacute;ticos leitores e cr&iacute;ticos notem que aqui n&atilde;o fazemos ila&ccedil;&atilde;o &ldquo;irrespons&aacute;vel&rdquo; alguma, apenas constatamos algo que a maioria dos mortais rio-grandenses ignoram. Um sub-lide poderia ser: &ldquo;&#8230;uma das ag&ecirc;ncias envolvidas tem as contas de pot&ecirc;ncias da economia e da m&iacute;dia ga&uacute;cha, tais como as seguintes televis&otilde;es&#8230;.&rdquo;. Este texto n&atilde;o foi escrito e possivelmente n&atilde;o ser&aacute; e nem nada parecido ir&aacute; ser publicado enquanto n&atilde;o mudar a correla&ccedil;&atilde;o de for&ccedil;as, na balan&ccedil;a que hoje pende (e muito) para a m&iacute;dia capitalista. <\/p>\n<p>Mesmo com esta constata&ccedil;&atilde;o, at&eacute; a&iacute; nenhuma novidade diante da participa&ccedil;&atilde;o cruzada de capitais, de acertos de tipo empresarial corporativo e a eterna presen&ccedil;a do financiamento do Estado (como detentor dos bens e riquezas da res publica) na hist&oacute;ria. Afinal, as campanhas de marketing, publicidade e rela&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas do Banco do Estado do Rio Grande do Sul tinham como benefici&aacute;rios indiretos os canais privados que recebem polpudas verbas publicit&aacute;rias, chegando a financiar telejornais em rede estadual. Na lista de benefici&aacute;rios das verbas da Superintend&ecirc;ncia de Marketing subordinada a Diretoria de Gest&atilde;o da Informa&ccedil;&atilde;o e Marketing, incluem-se dezenas de blogs e publica&ccedil;&otilde;es eletr&ocirc;nicas, al&eacute;m das revistas empresariais peleando entre si para ver quem consegue estar ainda mais &agrave; direita do que as m&iacute;dias integradas controladas pela fam&iacute;lia Sirostky, afiliada do conglomerado da fam&iacute;lia Marinho. <\/p>\n<p>O que enlouquece qualquer um com um m&iacute;nimo de sagacidade &eacute; ver que o modelo de loteamento do Estado atrav&eacute;s da contrata&ccedil;&atilde;o de produtores de bens simb&oacute;licos na forma publicit&aacute;ria vai continuar independente de quem assuma o Piratini (ao menos entre os tr&ecirc;s favoritos). O Banrisul, que por sinal &eacute; uma empresa de economia mista (tal e qual a Petrobr&aacute;s), deveria preocupar-se em financiar a produ&ccedil;&atilde;o ga&uacute;cha (como a agricultura camponesa e familiar), cortar a mamata eterna de tipo Fundopem e, de forma org&acirc;nica e vinculada aos sindicatos banc&aacute;rios, for&ccedil;ar a Famurs e as demais entidades municipalistas a n&atilde;o mais permitir que nenhum munic&iacute;pio do RS tenha a desfa&ccedil;atez de vender a sua folha de pagamento! <\/p>\n<p>Entrando nesta seara, algu&eacute;m j&aacute; notou que este tema &eacute; proibido na campanha? E por que ser&aacute;? Por ter alcance universal talvez, uma vez que todos os coligados dos tr&ecirc;s primeiros colocados em pesquisas eleitorais (Tarso, Yeda e Foga&ccedil;a), atuam em administra&ccedil;&otilde;es municipais obedecendo as mais estapaf&uacute;rdias alian&ccedil;as de governo (refor&ccedil;ando a linha conceitual tal e como afirmamos em artigo anterior com o t&iacute;tulo &ldquo;A agonia do subsistema pol&iacute;tico ga&uacute;cho e a disputa pelo segundo lugar.&rdquo;). Ao ignorar este tema, estaremos diante do sil&ecirc;ncio da id&eacute;ia pr&eacute;-pronta, como diz magistralmente o libert&aacute;rio Noam Chomsky?|! Acreditamos que sim, sendo este o mesmo sil&ecirc;ncio c&uacute;mplice no item empr&eacute;stimo junto ao Banco Mundial e, conseq&uuml;entemente, o mais que draconiano contrato assinado pelos neoliberais por agora ainda no Centro Administrativo e no Piratini. <\/p>\n<p>Voltando &agrave;s invers&otilde;es de prioridades e os gastos com PP e eventos do Banrisul, &eacute; preciso p&ocirc;r muita, mas muita aten&ccedil;&atilde;o nos munic&iacute;pios. A &uacute;ltima fronteira do sindicalismo p&uacute;blico (na organiza&ccedil;&atilde;o de municip&aacute;rios) &eacute; tamb&eacute;m uma fonte enorme de possibilidades para os administradores de fundos de pens&atilde;o privados e para os bancos comerciais. Diante disso, a atual diretoria (incluindo seu ex-presidente por quase dois governos, Fernando Lemos) pouco ou nada fala, menos ainda o Executivo do estado. Se falassem, at&eacute; poderiam alegar estar entre a cruz e a espada. Caso n&atilde;o sejam liberadas verbas de publicidade, v&atilde;o apanhar da m&iacute;dia estadual. J&aacute; estas campanhas, sob vigil&acirc;ncia da PF e den&uacute;ncias midi&aacute;ticas do quase ex-vice-governador Paulo Afonso Feij&oacute; (DEM, ex-presidente da Federasul), estar&atilde;o a partir de agora e por um largo tempo, sob suspeita de superfaturamento. <\/p>\n<p>Que belo exemplo de transpar&ecirc;ncia e governan&ccedil;a corporativa! <\/p>\n<p>\n<a href=\"http:\/\/www.ihu.unisinos.br\/index.php?option=com_noticias&amp;Itemid=18&amp;task=detalhe&amp;id=36442\">Este artigo foi originalmente publicado no portal do Instituto Humanitas Unisinos (IHU) <\/p>\n<p><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A evid\u00eancia do dinheiro em esp\u00e9cie, sem origem e exposto sobre uma mesa gera um impacto fulminante. 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