{"id":1331,"date":"2010-11-04T16:34:55","date_gmt":"2010-11-04T16:34:55","guid":{"rendered":"http:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/?p=1331"},"modified":"2010-11-04T16:34:55","modified_gmt":"2010-11-04T16:34:55","slug":"coluna-alem-da-quatro-linhas-semana-de-01-de-novembro-de-2010","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/?p=1331","title":{"rendered":"Coluna Al\u00e9m da Quatro Linhas \u2013 semana de 01 de novembro de 2010"},"content":{"rendered":"<figure class=\"image-container image-post-defautl\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/CARECA~1.JPG\" title=\"Maradona, Alem\u00e3o e Careca. O volante roubava a bola, Don Diego fazia um lan\u00e7amento genial e o centro-avantes campineiro conclu\u00eda com a classe de sempre. O trio fant\u00e1stico, alegria dos tifosi napolitanos e um peda\u00e7o do Cone Sul encravado na regi\u00e3o da Camp\u00e2nia italiana. Na segunda metade dos anos \u201980, quem torcia para o futebol sul-americano, vibrava com estes craques.  - Foto: futebolarte \" alt=\"Maradona, Alem\u00e3o e Careca. O volante roubava a bola, Don Diego fazia um lan\u00e7amento genial e o centro-avantes campineiro conclu\u00eda com a classe de sempre. O trio fant\u00e1stico, alegria dos tifosi napolitanos e um peda\u00e7o do Cone Sul encravado na regi\u00e3o da Camp\u00e2nia italiana. Na segunda metade dos anos \u201980, quem torcia para o futebol sul-americano, vibrava com estes craques.  - Foto: futebolarte \" class=\"image\"><figcaption class=\"fig-caption\">Maradona, Alem\u00e3o e Careca. O volante roubava a bola, Don Diego fazia um lan\u00e7amento genial e o centro-avantes campineiro conclu\u00eda com a classe de sempre. O trio fant\u00e1stico, alegria dos tifosi napolitanos e um peda\u00e7o do Cone Sul encravado na regi\u00e3o da Camp\u00e2nia italiana. Na segunda metade dos anos \u201980, quem torcia para o futebol sul-americano, vibrava com estes craques. <\/figcaption><small itemprop=\"copyrightHolder\" class=\"copyright\"> Foto: futebolarte <\/small><\/figure>\n<p><em>Dijair Brilhantes &amp; Bruno Lima Rocha <\/p>\n<p><\/em><br \/>\n<strong>El pibe de oro <\/p>\n<p><\/strong>No &uacute;ltimo dia de 30 de outubro, um dos maiores g&ecirc;nios do futebol mundial completou meio s&eacute;culo de vida. Diego Armando Maradona, disparado o maior jogador argentino de todos os tempos, vivenciou na carreira de jogador profissional, momentos de alegrias como a Copa de 1986, e de tristeza como o doping na Copa de 1994.<\/p>\n<p>O menino nasceu pobre nascido na Villa Fiorito, periferia de Buenos Aires, filho de um oper&aacute;rio. Maradona come&ccedil;ou dar seus primeiros dribles aos 9 anos em um time varzeano do bairro. Aos 15 anos foi contratado pelo Argentino Juniors (clube de tradi&ccedil;&atilde;o fabril e originalmente vinculado ao movimento sindical dos hermanos). Era o que faltava para El pibe de oro (um dos apelidos de Maradona na Argentina) estourar na sua promissora carreira. Don Diego tamb&eacute;m atuou no Boca Juniors seu time de cora&ccedil;&atilde;o, Barcelona da Espanha, e Napoli da It&aacute;lia. Este clube da Camp&acirc;nia mudou de status ap&oacute;s o trio latino-americano vestir a camisa azul clara. Maradona comandara o time, tendo o volante Alem&atilde;o (ex-Botafogo) como fiel escudeiro e na frente, Careca (ex-S&atilde;o Paulo e Guarani) arrebentando. <\/p>\n<p>Na Copa de 1986, contra a Inglaterra, Maradona marcou dois gols. Um deles ficou conhecido como A M&atilde;o de Deus, e no outro o ex-craque driblou 8 ingleses antes de marcar uma verdadeira obra de arte. Ap&oacute;s o jogo, Maradona disse ter vingado as Malvinas (refer&ecirc;ncia a guerra das Malvinas). A Argentina sagrou-se campe&atilde; daquele mundial. <\/p>\n<p>Fora de campo, Diego Armando vive uma vida conturbada. Seu mau relacionamento com dirigentes do mundo do futebol prejudica sua carreira de treinador assim como afetou o tempo em que jogava. Por vezes, mesmo estando certo, perde a raz&atilde;o. Se ataca de portenho insuport&aacute;vel e fala o que deve e n&atilde;o deve para os merecedores do esculacho e para quem nada devia. N&atilde;o p&aacute;ra por a&iacute;. As duras cr&iacute;ticas que recebe por parte da imprensa mundial, pelo seu envolvimento com drogas, abalam sua imagem de esportista. Ningu&eacute;m deixa barato, nem a nave m&atilde;e, a V&ecirc;nus Platinada do Horto Florestal e do Projac. A Rede Globo de televis&atilde;o, que faz duras cr&iacute;ticas ao comportamento de Maradona, parece fechar os olhos para seus profissionais. Walter Casagrande J&uacute;nior, um de seus comentaristas de futebol tamb&eacute;m passou por um problema semelhante, a depend&ecirc;ncia qu&iacute;mica. F&aacute;bio Assun&ccedil;&atilde;o, gal&atilde; e ator global, foi outro. Por que n&atilde;o receberam as mesmas farpas? Casa de ferreiro e espeto de pau. <\/p>\n<p>Assim como Pel&eacute;, Don Diego em campo foi genial, fora dele prejudicou somente a si mesmo. Mas, tem uma diferen&ccedil;a. Para o bem ou para o mal, o craque argentino ama sua p&aacute;tria e n&atilde;o renega suas origens. Diego Armando &eacute; MARADONA, venerado nas canchas e est&aacute;dios, e cheio de conflitos como qualquer mortal. Ainda bem. <\/p>\n<p>\n<strong>Democracia? <\/p>\n<p><\/strong>Em meios as elei&ccedil;&otilde;es, a palavra democracia &eacute; umas das mais usadas por eleitores, candidatos, m&iacute;dias, etc. Mas na &uacute;ltima rodada, atacante Kleber do Palmeiras respondeu a uma pergunta com a frase &ldquo;por que, n&atilde;o vivemos uma democracia?&rdquo; O atacante referia-se a arbitragem entre Palmeiras x Goi&aacute;s do Sr. Djalma Beltrami. Kleber esqueceu-se que no futebol tupiniquim, os &aacute;rbitros s&atilde;o seres acima do bem e do mal. Jamais se pode criticar a arbitragem, mesmo que estes cometam erros absurdos. Na &uacute;ltima rodada Heber Roberto Lopes e Beltrami foram acusados de &ldquo;xingar&rdquo; os jogadores em campo. At&eacute; quando tais fatos v&atilde;o passar despercebidos pela comiss&atilde;o de arbitragem? N&atilde;o nos causar&aacute; nenhuma estranheza se o atacante palmeirense for denunciado no STJD. Enquanto o &ldquo;imperador&rdquo; Teixeira estiver no comando do futebol brasileiro, a democracia que vai existir &eacute; a dele pr&oacute;prio. Ah, no domingo eleitoral, o ex-Imperador do Mundo Jo&atilde;o Havelange afirmou a mudan&ccedil;a de comando na CBF para 2014. &Eacute; que no ano da Copa no Brasil, Teixeira subir&aacute; de posto, indo assumir a FIFA! Havelange j&aacute; mandou a letra, os europeus que se cuidem. <\/p>\n<p>\n<strong>Presidente eleito, rodada extensiva e o Brasileir&atilde;o pega fogo na 4&ordf;, dia 03 de novembro <\/p>\n<p><\/strong>Devido &agrave;s elei&ccedil;&otilde;es do &uacute;ltimo domingo, dia 31, quando se elegeu o novo presidente do Brasil, a 32&ordf; rodada do brasileir&atilde;o foi a mais longa da hist&oacute;ria deste campeonato A rodada come&ccedil;ou na &uacute;ltima quarta de outubro com o empate entre Flamengo 1&#215;1 Corinthians. O gol corintiano foi marcado pelo atacante Ronaldo &ldquo;fen&ocirc;meno&rdquo;, que voltou a marcar no dia 03 de novembro, dessa vez contra o Ava&iacute;. O Fluminense venceu o Gr&ecirc;mio por 2&#215;0 e segue na lideran&ccedil;a, ao lado do Cruzeiro que venceu o virtualmente rebaixado Gr&ecirc;mio prudente. No meio de semana, o tricolor arrancou um empate com o colorado jogando no sul e o Cruzeiro se deu mal, perdendo para o S&atilde;o Paulo, com direito a um p&ecirc;nalti inventado pelo &aacute;rbitro e ajudado pela cumplicidade covarde do bandeira, o qual tudo viu e nada fez. Em Minas Gerais, El Loco Abreu comandou a vit&oacute;ria do Botafogo sobre o Atl&eacute;tico-Mg, a derrota colocou o galo mineiro de volta na zona de rebaixamento. J&aacute; na 4&ordf; dia 03, o alvinegro aprontou mais uma para os card&iacute;acos, disparando com 3x 0 em cima do Atl&eacute;tico GO e na finaleira, deixando os goianos quase empatarem uma fatura j&aacute; vencida. O Botafogo n&atilde;o tem jeito, mesmo quando joga bem d&aacute; susto na torcida. J&aacute; o Inter, al&eacute;m do empate com o Flu no dia 03, amargou um empate com o Santos jogando em casa. Al&eacute;m da &ldquo;lamban&ccedil;a&rdquo; da arbitragem, o colorado ga&uacute;cho e o alvinegro praiano paulista fizeram o melhor jogo da rodada, mas ficaram no 1&#215;1. O campeonato segue indefinido, tanto na briga pelo t&iacute;tulo quanto na fuga do rebaixamento. <\/p>\n<p>\nObs: Na semana do dia 04 de novembro, esta coluna homenageia um brasileiro que caiu de p&eacute;, lutando contra a ditadura. Para sua sorte, n&atilde;o teve o desgosto de ver pessoalmente os arenistas assumindo o poder como democratas. At&eacute; sempre Carlos Marighella! <\/p>\n<p><a href=\"mailto:dijairalemdasquatrolinhas@gmail.com\">Dijair Brilhantes<\/a>&nbsp;&eacute; estudante de jornalismo &amp; <a href=\"mailto:bruno.estrategiaeanalise@gmail.com\">Bruno Lima Rocha<\/a> &eacute; editor do portal Estrat&eacute;gia &amp; An&aacute;lise<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Maradona, Alem\u00e3o e Careca. O volante roubava a bola, Don Diego fazia um lan\u00e7amento genial e o centro-avantes campineiro conclu\u00eda com a classe de sempre. O trio fant\u00e1stico, alegria dos tifosi napolitanos e um peda\u00e7o do Cone Sul encravado na regi\u00e3o da Camp\u00e2nia italiana. 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