{"id":1419,"date":"2011-04-11T18:21:30","date_gmt":"2011-04-11T18:21:30","guid":{"rendered":"http:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/?p=1419"},"modified":"2011-04-11T18:21:30","modified_gmt":"2011-04-11T18:21:30","slug":"o-unico-caso-de-guantanamo-que-sera-julgado-em-nova-york","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/?p=1419","title":{"rendered":"O \u00fanico caso de Guantanamo que ser\u00e1 julgado em Nova York"},"content":{"rendered":"<figure class=\"image-container image-post-defautl\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/americangulag_guantanamo.jpg\" title=\"Bem apelidada de Gulag Americano, a pris\u00e3o de Guantanamo caracteriza o horror em defesa da Globaliza\u00e7\u00e3o Transnacional Capitalista. Ao abrir precedente de condenar sem julgamento (primeiro) e agora o de julgar sem corte civil e apenas atrav\u00e9s de comiss\u00e3o militar, o pa\u00eds de Barack Obama refor\u00e7a o papel de viola\u00e7\u00e3o dos direitos humanos.  - Foto:stanford.edu \" alt=\"Bem apelidada de Gulag Americano, a pris\u00e3o de Guantanamo caracteriza o horror em defesa da Globaliza\u00e7\u00e3o Transnacional Capitalista. Ao abrir precedente de condenar sem julgamento (primeiro) e agora o de julgar sem corte civil e apenas atrav\u00e9s de comiss\u00e3o militar, o pa\u00eds de Barack Obama refor\u00e7a o papel de viola\u00e7\u00e3o dos direitos humanos.  - Foto:stanford.edu \" class=\"image\"><figcaption class=\"fig-caption\">Bem apelidada de Gulag Americano, a pris\u00e3o de Guantanamo caracteriza o horror em defesa da Globaliza\u00e7\u00e3o Transnacional Capitalista. Ao abrir precedente de condenar sem julgamento (primeiro) e agora o de julgar sem corte civil e apenas atrav\u00e9s de comiss\u00e3o militar, o pa\u00eds de Barack Obama refor\u00e7a o papel de viola\u00e7\u00e3o dos direitos humanos. <\/figcaption><small itemprop=\"copyrightHolder\" class=\"copyright\"> Foto:stanford.edu <\/small><\/figure>\n<p>11 de abril de 2011, de Nova York, <em>Amy Goodman <\/p>\n<p><\/em>No mesmo dia em que o Presidente Obama lan&ccedil;ou oficialmente sua campanha para reelei&ccedil;&atilde;o, o procurador-geral de seu governo, Eric Holder, anunciou que o julgamento dos principais suspeitos dos ataques de 11 de setembro de 2001 n&atilde;o ser&aacute; realizado em tribunais federais, mas sim diante de pol&ecirc;micas comiss&otilde;es militares na pris&atilde;o de Guant&aacute;namo, em Cuba. Holder culpou os membros do Congresso, os quais, segundo afirmou, &ldquo;intervieram e impuseram limita&ccedil;&otilde;es que impedem ao governo levar a julgamento, nos Estados Unidos, qualquer prisioneiro de Guant&aacute;namo.&rdquo; No entanto, um caso de Guant&aacute;namo ser&aacute; julgado em Nova York. N&atilde;o, n&atilde;o se trata do julgamento de Khalid Sheikh Mohammed, nem de nenhum de seus supostos c&uacute;mplices. Nesta semana, ser&atilde;o expostos &agrave; Suprema Corte do estado de Nova York os argumentos contra John Leso, um psic&oacute;logo acusado de participar de procedimentos de tortura na pris&atilde;o de Guant&aacute;namo, que Obama prometeu fechar, mas n&atilde;o cumpriu.<\/p>\n<p><em>Leia tamb&eacute;m o coment&aacute;rio da equipe do portal. <\/em><\/p>\n<p>A Uni&atilde;o pelas Liberdades Civis de Nova York e o Centro de Justi&ccedil;a e Responsabilidade (CJA, na sigla em ingl&ecirc;s) apresentaram o caso em nome de Steven Reisner, psic&oacute;logo de Nova York e assessor dos M&eacute;dicos pelos Direitos Humanos. Em torno de Reisner agrupa-se uma crescente quantidade de psic&oacute;logos que se manifestam contra a participa&ccedil;&atilde;o de colegas nos programas de interrogat&oacute;rios do governo dos Estados Unidos, os quais, em sua opini&atilde;o, equivalem &agrave; tortura. Ao contr&aacute;rio da Associa&ccedil;&atilde;o M&eacute;dica Estadunidense e da Associa&ccedil;&atilde;o Psiqui&aacute;trica Estadunidense, a Associa&ccedil;&atilde;o Estadunidense de Psicologia, maior associa&ccedil;&atilde;o de psic&oacute;logos do mundo, negou-se a implantar uma resolu&ccedil;&atilde;o aprovada por seus membros que os pro&iacute;be de participar de interrogat&oacute;rios em lugares onde se viola o direito internacional ou a Conven&ccedil;&atilde;o de Genebra. O Dr. Reisner &eacute; filho de sobreviventes do holocausto e concorre &agrave; presid&ecirc;ncia da Associa&ccedil;&atilde;o Estadunidense de Psicologia, em parte para obrigar o cumprimento desta resolu&ccedil;&atilde;o. <\/p>\n<p>O Dr. John Francis Leso &eacute; major do Ex&eacute;rcito dos Estados Unidos e ex-chefe do servi&ccedil;o de psicologia cl&iacute;nica do Centro M&eacute;dico Walter Reed de Washington D.C. Segundo o comit&ecirc; de Justi&ccedil;a e Responsabilidade, o Dr. Leso &ldquo;dirigiu a primeira Equipe de Assessoramento em Ci&ecirc;ncias do Comportamento (BSCT, na sua sigla em ingl&ecirc;s) em Guant&aacute;namo, entre junho de 2002 e janeiro de 2003.&rdquo; Ali foi &ldquo;co-autor de um memorando de pol&iacute;ticas de interrogat&oacute;rio que incorporavam t&eacute;cnicas ilegais adaptadas a partir de m&eacute;todos utilizados pelos governos da China e Cor&eacute;ia do Norte contra os prisioneiros de guerra dos Estados Unidos&rdquo;. <\/p>\n<p>Reisner arquivou uma queixa na ag&ecirc;ncia estatal de Nova York, o Escrit&oacute;rio de Disciplina Profissional de Nova York (OPD, na sua sigla em ingl&ecirc;s), respons&aacute;vel por outorgar a habilita&ccedil;&atilde;o aos psic&oacute;logos, na qual solicita uma investiga&ccedil;&atilde;o e a&ccedil;&atilde;o disciplinar apropriadas. Reisner explicou por que optou por este caminho: &ldquo;Os profissionais da sa&uacute;de est&atilde;o sujeitos a valores morais superiores a interrogat&oacute;rios ou a homens e mulheres do ex&eacute;rcito. Est&atilde;o sujeitos a um c&oacute;digo de &eacute;tica e este c&oacute;digo de &eacute;tica surge do fato de que as pessoas s&atilde;o mais vulner&aacute;veis ante os profissionais da sa&uacute;de porque eles t&ecirc;m acesso a informa&ccedil;&otilde;es privadas, debilidades, problemas psicol&oacute;gicos e f&iacute;sicos, e acessam tal informa&ccedil;&atilde;o porque juraram n&atilde;o abusar dela para causar dano. Portanto, quando profissionais da sa&uacute;de utilizam mal essa informa&ccedil;&atilde;o e seu conhecimento, n&oacute;s temos de submet&ecirc;-las a suas obriga&ccedil;&otilde;es &eacute;ticas e nos assegurarmos de que essas pessoas prestar&atilde;o contas de suas a&ccedil;&otilde;es, revogando-lhes sua licen&ccedil;a, se necess&aacute;rio.&rdquo; <\/p>\n<p>O Escrit&oacute;rio de Disciplina Profissional de Nova York negou-se a dar in&iacute;cio a uma investiga&ccedil;&atilde;o, e por esse motivo, Reisner tenta obter uma ordem judicial que obrigue o organismo a estudar o caso. <br \/>\nO oficial Leso recomendou tr&ecirc;s categorias de intensidade para os interrogat&oacute;rios em Guant&aacute;namo em fun&ccedil;&atilde;o da capacidade de resist&ecirc;ncia do prisioneiro. A &ldquo;Categoria III&rdquo; inclui &ldquo;20 horas de interrogat&oacute;rio di&aacute;rio, isolamento extremo sem direito a visitas de profissionais da sa&uacute;de ou profissionais do Comit&ecirc; Internacional da Cruz Vermelha, restri&ccedil;&otilde;es alimentares durante 24 horas uma vez na semana, palcos desenhados para convencer ao prisioneiro de que poderia passar por uma experi&ecirc;ncia dolorosa ou fatal, conseq&uuml;&ecirc;ncias f&iacute;sicas n&atilde;o consideradas les&otilde;es, remo&ccedil;&atilde;o das roupas e exposi&ccedil;&atilde;o ao frio ou &agrave; &aacute;gua fria at&eacute; o momento em que o prisioneiro comece a tremer.&rdquo; <\/p>\n<p>Acredita-se que Leso teria participado do interrogat&oacute;rio de Mohammed Al-Qahtani, um jovem detento do Afeganist&atilde;o a quem chamam de &ldquo;20&ordm; seq&uuml;estrado&rdquo;. O interrogat&oacute;rio de Al-Qahtani foi t&atilde;o severo que logo depois suas acusa&ccedil;&otilde;es foram retiradas. Ele &eacute; representado pelo Centro de Direitos Constitucionais, o qual, em resposta ao an&uacute;ncio do procurador-geral Holder, afirmou: &ldquo;O governo de Obama admitiu uma falha pol&iacute;tica hoje ao anunciar que julgar&aacute; os acusados dos ataques do 11 de setembro mediante o profundamente viciado sistema de comiss&otilde;es militares ao inv&eacute;s de faz&ecirc;-lo em tribunais civis segundo o Artigo III da Constitui&ccedil;&atilde;o, como se tinha previsto inicialmente. Ao mesmo tempo que os Estados Unidos excitam a aplica&ccedil;&atilde;o do Estado de Direito no Oriente M&eacute;dio, subverte-o em sua pr&oacute;pria casa.&rdquo; <br \/>\n&Eacute; longa a lista de nomes de servidores p&uacute;blicos estadunidenses envolvidos com tortura, no entanto, nenhum deles enfrentou qualquer acusa&ccedil;&atilde;o: George W. Bush, Donald Rumsfeld, John Yoo, Alberto Gonzales e os psic&oacute;logos, coronel Larry James e major John Leso, entre outros. Ao mesmo tempo em que todo o mundo celebra a &ldquo;primavera &aacute;rabe&rdquo;, n&oacute;s, dos Estados Unidos, dever&iacute;amos virar a p&aacute;gina e celebrar tamb&eacute;m uma &ldquo;primavera estadunidense&rdquo;, que recuse a tortura e n&atilde;o tenha medo de fazer uso de seu sistema judicial para julgar terroristas ou torturadores. <\/p>\n<p>&mdash;&mdash;&mdash;&mdash;&mdash;&mdash;&mdash;&mdash;&ndash;- <\/p>\n<p>Denis Moynihan colaborou na produ&ccedil;&atilde;o jornal&iacute;stica desta coluna. <br \/>\n@2010 Amy Goodman <\/p>\n<p>Texto en ingl&ecirc;s traduzido por Fernanda Gerpe y Democracy Now! en espa&ntilde;ol, spanish@democracynow.org <\/p>\n<p>Esta vers&atilde;o &eacute; exclusiva de <a href=\"http:\/\/www.estrategiaeanalise.com.br\">Estrat&eacute;gia &amp; An&aacute;lise<\/a>&nbsp;para o portugu&ecirc;s. O texto em espanhol traduzido para o portugu&ecirc;s por <a href=\"mailto:rafael.estrategiaeanalise@gmail.com\">Rafael Cavalcanti Barreto<\/a>, e revisado por <a href=\"mailto:bruno.estrategiaeanalise@gmail.com\">Bruno Lima Rocha<\/a>. As opini&otilde;es adjuntas ao texto s&atilde;o de exclusiva responsabilidade dos editores de Estrat&eacute;gia &amp; An&aacute;lise. <\/p>\n<p>Amy Goodman &eacute; &acirc;ncora do Democracy Now!, um notici&aacute;rio internacional que emite conte&uacute;do di&aacute;rio para mais de 650 emissoras de r&aacute;dio e televis&atilde;o em ingl&ecirc;s, e mais de 250 em espanhol. &Eacute; co-autora do livro &ldquo;Os que lutam contra o sistema: Her&oacute;is ordin&aacute;rios em tempos extraordin&aacute;rios nos Estados Unidos&rdquo;, editado pelo Le Monde Diplomatique do Cone Sul.<\/p>\n<p><strong>Coment&aacute;rio da equipe do portal <\/p>\n<p><\/strong>N&atilde;o surpreende o estado de exce&ccedil;&atilde;o dos EUA no que diz respeito &agrave; pris&atilde;o de Guantanamo e o tratamento dedicado aos detentos l&aacute; encarcerados. Esta base militar opera como aut&ecirc;ntico campo de concentra&ccedil;&atilde;o, onde o Imp&eacute;rio abusa da condi&ccedil;&atilde;o de &uacute;nica superpot&ecirc;ncia do mundo contempor&acirc;neo. Os prisioneiros l&aacute; encarcerados s&atilde;o fruto da Guerra contra o Terror. <\/p>\n<p>Desde sempre o n&iacute;vel de opera&ccedil;&otilde;es das for&ccedil;as especiais e dos servi&ccedil;os de intelig&ecirc;ncia &eacute; de tempo completo. No per&iacute;odo da Guerra Fria, ambas as partes das for&ccedil;as armadas dos EUA e aliados, assim como dos concorrentes do Bloco Sovi&eacute;tico, operaram todo o tempo at&eacute; a derrocada da chamada Cortina de Ferro. Ap&oacute;s o 11 de setembro, ficou escancarada uma guerra sem tr&eacute;gua, nem terreno ou teatro de opera&ccedil;&otilde;es. Esta &eacute; a guerra contra as redes integristas, criaturas h&iacute;bridas da &uacute;ltima etapa da Bipolaridade, fortalecidas com as resist&ecirc;ncias no Iraque e Afeganist&atilde;o (com mais peso para a &uacute;ltima guerra de ocupa&ccedil;&atilde;o). <\/p>\n<p>&Eacute; da regra do Jogo Real da Pol&iacute;tica compreender que uma institui&ccedil;&atilde;o n&atilde;o foge &agrave; sua natureza mesma. Assim, uma for&ccedil;a armada em guerra, p&uacute;blica ou velada, &eacute; uma fonte inesgot&aacute;vel de ilegalidade diante das pr&oacute;prias leis de um pa&iacute;s. Uma situa&ccedil;&atilde;o de p&acirc;nico e choque, como o atentado contra as Torres G&ecirc;meas aponta para a anomalia institucional como base de realidade. Importa pouco o que o Pent&aacute;gono declara e sim o que os burocratas em armas do Imp&eacute;rio fazem ou escondem. Neste caso vale tudo, at&eacute; repetir o esquema onde se aplica o horror em escala interna (e reduzida) para elev&aacute;-lo ao m&aacute;ximo contra o outro, contra o inimigo. <\/p>\n<p>O major John Leso e o coronel Larry James, psic&oacute;logos militares, s&atilde;o dois a mais na multid&atilde;o de operadores da ci&ecirc;ncia aplicada a servi&ccedil;o da domina&ccedil;&atilde;o e do exerc&iacute;cio da crueldade como forma de aniquilar o inimigo. A &ldquo;revolu&ccedil;&atilde;o behaviourista&rdquo; assim como outras &ldquo;revolu&ccedil;&otilde;es&rdquo; cient&iacute;ficas foi c&eacute;lebre em recrutar arrivistas e mercen&aacute;rios para todos os fins e meios com o intuito de ganhar pontos tanto dentro de uma institui&ccedil;&atilde;o indefens&aacute;vel e na carreira da vida. Um Imp&eacute;rio necessita de gente assim, seja natural ou naturalizada, recrutada de vida inteira ou &ldquo;virada&rdquo; no jogo de espionagem. Se a escravid&atilde;o marcara a forma&ccedil;&atilde;o da sociedade estadunidense, o Projeto Manhattan aumenta a vala comum da abertura de precedentes esp&uacute;rios para o advento da tecnoci&ecirc;ncia com fins militares (primeiro) e comerciais depois. <\/p>\n<p>Passados os anos, os modelos se sofisticaram, tornando-se ainda mais complexos. Guant&aacute;namo &eacute; uma aberra&ccedil;&atilde;o, &eacute; algo t&atilde;o absurdo quanto imaginarmos uma masmorra p&oacute;s-moderna. Seus operadores s&atilde;o criminosos de guerra, ainda mais criminosos do que os suicidas que matam inocentes para defender a Umma sob a lei da Sharia e governado por Fatwas. Se a fam&iacute;lia real saudita &eacute; a vergonha dos &aacute;rabes, Guant&aacute;namo &eacute; a excresc&ecirc;ncia o Ocidente.<\/p>\n<p><em>E &amp; A<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Bem apelidada de Gulag Americano, a pris\u00e3o de Guantanamo caracteriza o horror em defesa da Globaliza\u00e7\u00e3o Transnacional Capitalista. Ao abrir precedente de condenar sem julgamento (primeiro) e agora o de julgar sem corte civil e apenas atrav\u00e9s de comiss\u00e3o militar, o pa\u00eds de Barack Obama refor\u00e7a o papel de viola\u00e7\u00e3o dos direitos humanos. 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