{"id":1423,"date":"2011-04-18T17:52:38","date_gmt":"2011-04-18T17:52:38","guid":{"rendered":"http:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/?p=1423"},"modified":"2011-04-18T17:52:38","modified_gmt":"2011-04-18T17:52:38","slug":"rs-tarso-e-a-centralidade-de-sua-politica-observando-os-primeiros-100-dias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/?p=1423","title":{"rendered":"RS &#8211; Tarso e a centralidade de sua pol\u00edtica: observando os primeiros 100 dias"},"content":{"rendered":"<figure class=\"image-container image-post-defautl\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/tarso_pestana.jpg\" title=\"Tarso Genro sempre que pode, empodera ainda mais o homem forte de seu governo, o chefe da Casa Civil, Carlos Pestana. Suas vit\u00f3rias j\u00e1 se acumulam, como a opera\u00e7\u00e3o abafa acordada com a oposi\u00e7\u00e3o cautelosa e o pr\u00e9-acordo de aumento paulatino dos sal\u00e1rios de servidores, tentando liberar a rua dos trabalhadores enfurecidos e que tendem a votar no advogado natural de S\u00e3o Borja. - Foto:Caco Argemi\" alt=\"Tarso Genro sempre que pode, empodera ainda mais o homem forte de seu governo, o chefe da Casa Civil, Carlos Pestana. Suas vit\u00f3rias j\u00e1 se acumulam, como a opera\u00e7\u00e3o abafa acordada com a oposi\u00e7\u00e3o cautelosa e o pr\u00e9-acordo de aumento paulatino dos sal\u00e1rios de servidores, tentando liberar a rua dos trabalhadores enfurecidos e que tendem a votar no advogado natural de S\u00e3o Borja. - Foto:Caco Argemi\" class=\"image\"><figcaption class=\"fig-caption\">Tarso Genro sempre que pode, empodera ainda mais o homem forte de seu governo, o chefe da Casa Civil, Carlos Pestana. Suas vit\u00f3rias j\u00e1 se acumulam, como a opera\u00e7\u00e3o abafa acordada com a oposi\u00e7\u00e3o cautelosa e o pr\u00e9-acordo de aumento paulatino dos sal\u00e1rios de servidores, tentando liberar a rua dos trabalhadores enfurecidos e que tendem a votar no advogado natural de S\u00e3o Borja.<\/figcaption><small itemprop=\"copyrightHolder\" class=\"copyright\"> Foto:Caco Argemi<\/small><\/figure>\n<p>18 de abril de 2011 &ndash; da Vila Setembrina, <u>Bruno Lima Rocha &amp; Diego Costa<\/u> (<em>leia tamb&eacute;m a an&aacute;lise da pol&iacute;tica sindical do novo governo e o embate que n&atilde;o houve; postado logo acima<\/em>) <\/p>\n<p>Ap&oacute;s Tarso Genro (PT) assumir o governo do estado precedido por Yeda Crusius (PSDB) algumas tens&otilde;es vem sendo percebidas. Uma delas &eacute; o Piso Salarial Nacional dos Professores exigido pelo CPERS. Neste item, o sal&aacute;rio pago no RS (o piso, ou seja, a base a partir de onde se calculam adicionais e gratifica&ccedil;&otilde;es) tem defasagem de 60%. Este &iacute;ndice vergonhoso foi mantido ao longo da Era Tucana Menemista do Pago, onde o slogan &ldquo;D&eacute;ficit Zero&rdquo; da ex-governadora do PSDB (Yeda Rorato Crusius) teve aplica&ccedil;&atilde;o direta no arrocho dos investimentos em setores nevr&aacute;lgicos como educa&ccedil;&atilde;o, sa&uacute;de e o pagamento do funcionalismo.<\/p>\n<p>Cabe aqui um coment&aacute;rio sobre esta estrutura discursiva. N&atilde;o &eacute; de hoje que escrevemos a respeito de farsas fiscais e or&ccedil;ament&aacute;rias. O tema de n&atilde;o pagar o devido &eacute; uma motiva&ccedil;&atilde;o de fundo para retirar responsabilidade do Estado &ndash; no caso do governo rio-grandense &ndash; assim repassando recursos e prerrogativas para a iniciativa privada. E, caso os &ldquo;arrojados&rdquo; empreendedores sejam de grande porte e entrem em rota de fal&ecirc;ncia, a&iacute; aparece o pagador de &uacute;ltima inst&acirc;ncia, ou seja, o mesmo Estado supostamente incapaz de atuar para al&eacute;m de indutor do crescimento econ&ocirc;mico, mas sendo considerado perfeitamente capaz de salvar empresas falidas ou roubadas por seus CEOs e controladores. <\/p>\n<p>Voltando ao pago, a negocia&ccedil;&atilde;o com o CPERS come&ccedil;ou no dia 16 de Mar&ccedil;o. O Pal&aacute;cio Piratini ofereceu reajuste de 8,5% aos professores, o que significa na pr&aacute;tica um aumento real de R$ 30,31 e passaria dos atuais R$ 356,62 para R$ 386,93 por regime de 20 horas semanais. Junto com este &ldquo;aumento&rdquo; sobre o b&aacute;sico, o governo prop&ocirc;s um abono de R$ 207,05 para os n&iacute;veis 1 e 2. Segundo o CPERS, as propostas s&oacute; ser&atilde;o discutidas se incidirem sobre o vencimento b&aacute;sico, pois assim contempla toda a categoria. O chefe da Casa Civil tangenciou o n&uacute;cleo duro da id&eacute;ia, e reiterou que a proposta teria um impacto de R$ 150 milh&otilde;es aos cofres do Estado. O CPERS obviamente rejeitou a proposta. <\/p>\n<p>Para sorte da categoria dos trabalhadores em educa&ccedil;&atilde;o, ainda que branda e em boa condi&ccedil;&atilde;o de di&aacute;logo (entre correligion&aacute;rios ou quase), neste primeiro pr&eacute;-embate, a dire&ccedil;&atilde;o eleita deste sindicato estadual portou-se de forma correta &ndash; ao menos neste momento &ndash; n&atilde;o subordinando a pauta da entidade sindical para a lealdade pol&iacute;tico partid&aacute;ria. &Eacute; para marcar e ver at&eacute; quando isso dura. Caso perdure, abre-se um novo e belo precedente no sindicalismo por estas bandas praticado. <\/p>\n<p>Dando seq&uuml;&ecirc;ncia ao imbr&oacute;glio, na manh&atilde; do dia 24 de mar&ccedil;o, em nova reuni&atilde;o onde participaram os secret&aacute;rios de Educa&ccedil;&atilde;o, Jos&eacute; Cl&oacute;vis de Azevedo, da Casa Civil, Carlos Pestana e a de Administra&ccedil;&atilde;o, Stela Farias, o estado ofereceu o reajuste de 10,91% ao sal&aacute;rio b&aacute;sico dos professores. Segundo informa&ccedil;&otilde;es de Carlos Pestana, este percentual representaria um ganho real em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; infla&ccedil;&atilde;o de 2010 de 4,7% (IPCA) e de 4,2% (INPC) e incorporando R$ 42,90 ao b&aacute;sico do Magist&eacute;rio. <\/p>\n<p>O CPERS a princ&iacute;pio diz que rejeita, pois o valor ainda fica 50% defasado em rela&ccedil;&atilde;o ao Piso Nacional, sem contar que segundo a presidente do sindicato, Rejane de Oliveira, o governo n&atilde;o d&aacute; garantias de aumentos adicionais nos pr&oacute;ximos anos, contemplando ou aproximando o valor do Piso. Rejane afirmou que sua entidade diz que s&oacute; dar&aacute; uma posi&ccedil;&atilde;o oficial ap&oacute;s o dia 8 de Abril, quando haver&aacute; uma primeira Assembl&eacute;ia Geral da categoria. E, caso esta pr&aacute;tica se torne corrente, s&oacute; tomar posi&ccedil;&atilde;o ap&oacute;s assembl&eacute;ia, o que significa n&atilde;o fazer pr&eacute;-costuras e debates j&aacute; dados como definidos, como ocorrera no &uacute;ltimo congresso da categoria, como j&aacute; afirmamos acima, est&aacute; aberta a possibilidade de novos referentes na pr&aacute;tica sindical. Do lado de l&aacute; do balc&atilde;o a situa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; amena. Tarso Genro j&aacute; adianta que esta &eacute; a proposta final do Executivo e de que se o reajuste n&atilde;o for de acordo do Magist&eacute;rio, imediatamente retirar&aacute; a proposta. Quem diria, o mundo gira: &ldquo;n&atilde;o h&aacute; alternativa diria Margaret Thatcher nesta situa&ccedil;&atilde;o!&rdquo; <\/p>\n<p>Conforme tamb&eacute;m j&aacute; afirmamos nesta publica&ccedil;&atilde;o, o capital pol&iacute;tico de um governo de centro-&ldquo;esquerda&rdquo;, muitas vezes se queima ou esgota ao definir a lealdade de agenda. Tarso pode vir a ganhar um voto de confian&ccedil;a do empresariado da Prov&iacute;ncia se exercer a m&atilde;o dura sobre a espinha dorsal do movimento sindical organizado do RS. Se o Executivo fechar posi&ccedil;&atilde;o, &eacute; hora do CPERS dar uma lan&ccedil;ada &eacute; testar o humor da pr&oacute;pria base para tentear uma greve de in&iacute;cio de mandato. Caso isso ocorra, ter&iacute;amos certa continuidade do mesmo cen&aacute;rio deixado por Yeda Crusius, com o impasse ainda sem solu&ccedil;&atilde;o. <\/p>\n<p>Adentrando nas finan&ccedil;as do estado, a l&oacute;gica da heran&ccedil;a maldita come&ccedil;ou a ser exorcizada publicamente no dia 14 de Janeiro, quando o secret&aacute;rio da Fazenda Odir Tonollier, veio a p&uacute;blico em entrevista coletiva para alertar sobre a falsifica&ccedil;&atilde;o cont&aacute;bil do slogan do &ldquo;D&eacute;ficit Zero&rdquo; onde as d&iacute;vidas do RS estariam zeradas. Segundo Tonollier, o Rio Grande enfrenta um caixa negativo de R$ 4,6 bilh&otilde;es, al&eacute;m de um d&eacute;ficit de R$ 150 milh&otilde;es. Yeda Crusius ao final de seu Governo disse que deixava um caixa R$ 3,6 bilh&otilde;es. As informa&ccedil;&otilde;es d&atilde;o conta de que este caixa deixado, n&atilde;o seria para uso imediato, e sim o pagamento de um dos fundos de investimentos estaduais, usado em situa&ccedil;&atilde;o de emerg&ecirc;ncia, como se fosse um Cheque Especial. &Eacute; uma l&oacute;gica cont&aacute;bil semelhante ao fundo garantidor &ndash; exig&ecirc;ncia dos capitais privados ao investirem nas Parcerias P&uacute;blico Privadas, onde haveria uma garantia, diminuindo os riscos do investimento capitalista &ndash; onde o caixa deixado seria utilizado apenas para sanar uma parcela deste Cheque Especial (mesma l&oacute;gica de outra fic&ccedil;&atilde;o cont&aacute;bil, o super&aacute;vit prim&aacute;rio), deixando o governo mais ou menos livre para realizar novos endividamentos. <\/p>\n<p>Caberia um estudo de profundidade, indo al&eacute;m das den&uacute;ncias ou irrita&ccedil;&otilde;es anal&iacute;ticas (como esta aqui apresentada). Temos convic&ccedil;&atilde;o formada a respeito da manipula&ccedil;&atilde;o de n&uacute;meros e perspectivas de fatos cont&aacute;beis, criando uma blindagem pseudo-t&eacute;cnica nas pe&ccedil;as or&ccedil;ament&aacute;rias e escondendo de forma discreta (e por vezes nem isso, como quando ocorrem fus&otilde;es de grandes capitais bancadas com verbas da Uni&atilde;o) o tesouro em quest&atilde;o. <\/p>\n<p>Tamb&eacute;m h&aacute; que ser justo na cr&iacute;tica ao constatar que as empresas jornal&iacute;sticas da Prov&iacute;ncia de S&atilde;o Pedro &ndash; incluindo seus ap&ecirc;ndices mais ou menos individuais &ndash; compraram e repassaram a vers&atilde;o da fal&aacute;cia, embandeirando-se a m&iacute;dia capitalista local na vers&atilde;o de bombachas dos del&iacute;rios tipo Domingo Cavallo e Carlos Sa&uacute;l Menem. <\/p>\n<p>Para a imagem de Tarso perante o eleitorado e at&eacute; mesmo as alas mais desorganizadas do servi&ccedil;o p&uacute;blico &eacute; fundamental desconstruir a id&eacute;ia b&aacute;sica constru&iacute;da ao redor da imagem de Yeda. A de que era uma boa gestora apesar de ter pouca ou nenhuma habilidade pol&iacute;tica. Embora a segunda afirma&ccedil;&atilde;o seja verdadeira, a primeira implica em certa fantasia tamb&eacute;m, reverberando mais os bord&otilde;es da Sra. Crusius do que efetivamente algumas medidas de maior impacto para as finan&ccedil;as p&uacute;blicas, a n&atilde;o ser a abertura de capital das j&oacute;ias da coroa na Prov&iacute;ncia, ou seja, o Banrisul. Para ela, Aod Cunha, Bordini e cia. gerir bem &eacute; alienar patrim&ocirc;nio p&uacute;blico e induzir o crescimento do capital privado com recursos e prerrogativas de poderes constitu&iacute;dos com alguma legitimidade. <\/p>\n<p>Se h&aacute; uma poss&iacute;vel fonte permanente de problemas para Tarso, fora a &oacute;bvia tens&atilde;o entre as bandeiras dos sindicatos de traballhadores do servi&ccedil;o p&uacute;blico e a op&ccedil;&atilde;o pela conting&ecirc;ncia e o financiamento do Estado atrav&eacute;s do endividamento de curto prazo, esta fonte &eacute; a Assembl&eacute;ia Legislativa, auto-denominada Parlamento Ga&uacute;cho. O t&atilde;o propalado governo de coaliz&atilde;o (mimetizando o ac&oacute;rd&atilde;o espanhol em La Moncloa) teve como moeda pol&iacute;tica de retorno a forma&ccedil;&atilde;o de uma t&ecirc;nue maioria no Legislativo estadual. Nos primeiros meses, dos 17 projetos encaminhados &agrave; Assembl&eacute;ia Legislativa, 15 tiveram aprova&ccedil;&atilde;o m&aacute;xima. A primeira pend&ecirc;ncia &eacute; a celeuma em torno da CPI do DAER, onde a base direta do PT faz estripulias argumentativas para n&atilde;o abrir uma Comiss&atilde;o de Inqu&eacute;rito oriunda dos parlamentares. Obviamente ningu&eacute;m quer tragar do pr&oacute;prio amargo rem&eacute;dio &ndash; e a res publica que espere o vendaval passar! <\/p>\n<p>Como o Rio Grande est&aacute; no garr&atilde;o da p&aacute;tria, mas segue sendo brasileir&iacute;ssimo, o capital pol&iacute;tico angariado pelo Executivo e materializado na maioria (t&ecirc;nue, fr&aacute;gil como uma folha ao vento) faz-se notar pela urg&ecirc;ncia na aprova&ccedil;&atilde;o destes 15 projetos, dentre os quais constava o projeto que cria 237 novos cargos, entre eles, 101 CCs. Desde que chegou ao Pal&aacute;cio Piratini, e somando com os CCs aprovados neste pacot&atilde;o, Tarso Genro j&aacute; possui 515 cargos de confian&ccedil;a. Para a oposi&ccedil;&atilde;o do pago (por sinal o mesmo partido do vice-presidente da rep&uacute;blica), capitaneada pelo l&iacute;der do PMDB, Giovani Feltes, h&aacute; uma grande contradi&ccedil;&atilde;o em apontar s&eacute;rios problemas financeiros, conseq&uuml;entemente gerando cortes e, ao mesmo tempo, aprovar a cria&ccedil;&atilde;o deste grande n&uacute;mero de CCs que impactam em R$ 30 milh&otilde;es aos cofres do estado. <\/p>\n<p>A experi&ecirc;ncia pol&iacute;tica n&atilde;o nos deixa enganar. Tanto o esfor&ccedil;o da bancada do governo em tentar impedir a cria&ccedil;&atilde;o da chamada CPI do DAER, assim como a chiadeira geral da oposi&ccedil;&atilde;o estadual quanto ao ritmo alucinante de aprova&ccedil;&atilde;o de CCs s&atilde;o discursos de efeito ret&oacute;rico e sem a coer&ecirc;ncia interna que ultrapasse os limites da sobreviv&ecirc;ncia no jogo pol&iacute;tico de curt&iacute;ssimo prazo. As medidas que hoje o PT executa foram praticadas por todas as legendas a ocupar o Piratini, assim como o inverso tamb&eacute;m &eacute; verdadeiro. Agora a tens&atilde;o come&ccedil;a e esta se d&aacute; por disputas de espa&ccedil;os de poder e n&atilde;o projetos de poder distintos. <\/p>\n<p>O governo de coaliz&atilde;o &eacute; a busca incessante e insensata do centro da pol&iacute;tica liberal, ou seja, se manifesta hoje na centralidade do discurso na direita financeira ainda que com preocupa&ccedil;&otilde;es residuais do tipo reformista e social-democrata. Diante da pouca press&atilde;o das ruas e da imposi&ccedil;&atilde;o da Agenda 2020 do empresariado a operar no pago, o debate est&aacute; concentrado nos problemas de contingenciamento de verbas e guerra de posi&ccedil;&otilde;es entre correntes petistas com vernizes mais &agrave; esquerda como a Democracia Socialista do RS (DS) e os aliados de toda uma vida, a exemplo do PSB. Hoje o Rio Grande sob a batuta de Tarso est&aacute; a caminhar pelo fio da navalha da inexorabilidade dos financistas (basta escutar os reiterados elogios do ex-ministro de Lula ao colega de governo Henrique Meirelles), da rolagem da d&iacute;vida junto ao socorro do Banco Mundial e de planos de metas e inova&ccedil;&otilde;es para alimentar as cadeias produtivas j&aacute; constitu&iacute;das. O que resta da esquerda social ga&uacute;cha com um m&iacute;nimo de envergadura ou se manifesta por agora, ou ficar&aacute; para um segundo plano (a exemplo da Era Lula) nos pr&oacute;ximos anos. <\/p>\n<p>artigo originalmente publicado no portal do Instituto Humanitas Unisinos (IHU)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tarso Genro sempre que pode, empodera ainda mais o homem forte de seu governo, o chefe da Casa Civil, Carlos Pestana. Suas vit\u00f3rias j\u00e1 se acumulam, como a opera\u00e7\u00e3o abafa acordada com a oposi\u00e7\u00e3o cautelosa e o pr\u00e9-acordo de aumento paulatino dos sal\u00e1rios de servidores, tentando liberar a rua dos trabalhadores enfurecidos e que tendem [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-1423","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"jetpack_publicize_connections":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1423","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=1423"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1423\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=1423"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=1423"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=1423"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}