{"id":1465,"date":"2011-06-23T23:53:48","date_gmt":"2011-06-23T23:53:48","guid":{"rendered":"http:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/?p=1465"},"modified":"2011-06-23T23:53:48","modified_gmt":"2011-06-23T23:53:48","slug":"coluna-alem-das-quatro-linhas-semana-de-20-junho-de-2011-especial-libertadores","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/?p=1465","title":{"rendered":"Coluna Al\u00e9m das Quatro linhas \u2013 Semana de 20 junho de 2011 (Especial Libertadores)"},"content":{"rendered":"<figure class=\"image-container image-post-defautl\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/neymar_ganso.jpg\" title=\"Ganso e Neymar lideram uma gera\u00e7\u00e3o santista vencedora. O Santos que chegou a ser um time em decad\u00eancia nos anos \u201980 e \u201990, d\u00e1 a volta por cima ap\u00f3s o vice-campeonato no Brasileiro de 1995 e ruma para a gal\u00e1xia, desde e quando espantem os abutres de terno e gravata que rondam os  CTs da Baixada Santista.   - Foto:lanceactivo \" alt=\"Ganso e Neymar lideram uma gera\u00e7\u00e3o santista vencedora. O Santos que chegou a ser um time em decad\u00eancia nos anos \u201980 e \u201990, d\u00e1 a volta por cima ap\u00f3s o vice-campeonato no Brasileiro de 1995 e ruma para a gal\u00e1xia, desde e quando espantem os abutres de terno e gravata que rondam os  CTs da Baixada Santista.   - Foto:lanceactivo \" class=\"image\"><figcaption class=\"fig-caption\">Ganso e Neymar lideram uma gera\u00e7\u00e3o santista vencedora. O Santos que chegou a ser um time em decad\u00eancia nos anos \u201980 e \u201990, d\u00e1 a volta por cima ap\u00f3s o vice-campeonato no Brasileiro de 1995 e ruma para a gal\u00e1xia, desde e quando espantem os abutres de terno e gravata que rondam os  CTs da Baixada Santista.  <\/figcaption><small itemprop=\"copyrightHolder\" class=\"copyright\"> Foto:lanceactivo <\/small><\/figure>\n<p><em>Anderson Santos, Dijair Brilhantes e Bruno Lima Rocha <\/p>\n<p><\/em><strong>Termina mais uma edi&ccedil;&atilde;o da Copa &ldquo;Santander&rdquo; Libertadores <\/strong><\/p>\n<p>Na noite desta quarta-feira terminou a 51&ordf; edi&ccedil;&atilde;o da Ta&ccedil;a Libertadores da Am&eacute;rica (chamada de Copa pelo banco espanhol que patrocina at&eacute; o palet&oacute; do terno do Pel)&eacute;, que pela 16&ordf; vez ficou com um time brasileiro. Ao final da partida, &Eacute;dson Arantes do Nascimento teve o seu dia de Pel&eacute; ao buscar o t&eacute;cnico santista Muricy Ramalho e levar at&eacute; o meio de campo para ser ovacionado pela torcida do Peixe. Mas algu&eacute;m reparou que o &Eacute;dson estava com um terno vermelho conforme j&aacute; indicamos no par&ecirc;ntesis acima? <\/p>\n<p>O que representa a Ta&ccedil;a Libertadores da Am&eacute;rica para os times sul-americanos? Muito. Comecemos pelo nome, o tradicional, que tanto serve para metaforicamente designar as partidas desse torneio, que por mais que n&atilde;o tenha o hino ou todo o &ldquo;ritual&rdquo; da europ&eacute;ia Champions League, tem a ra&ccedil;a e a garra demonstradas dentro de campo. O detalhe &eacute; que temos um grau elevado de latino-americaniza&ccedil;&atilde;o dos clubes, com presen&ccedil;a de jogadores do Cone Sul em times de todo o Continente. O Brasil, por exemplo, torna-se um &ldquo;Eldorado&rdquo; poss&iacute;vel para los hermanos do sul do mundo.<\/p>\n<p><strong>Um pouco de hist&oacute;ria <br \/>\n<\/strong>Comecemos por onde todo livro de Hist&oacute;ria Geral pode contar. Em 1492 o genov&ecirc;s Crist&oacute;v&atilde;o Colombo aportou na ilha que veio a ser denominada de San Salvador, onde hoje se localizam as Bahamas. O navegador que p&ocirc;s o ovo em p&eacute;, aportou em terras estranhas tomando-as depois em nome dos Reis Cat&oacute;licos da Pen&iacute;nsula Ib&eacute;rica, s&uacute;dito que era de Isabel de Castela. Anos mais tarde, seria a vez de Pedro &Aacute;lvares Cabral, sob patroc&iacute;nio do reino portugu&ecirc;s, fazer o mesmo no atual territ&oacute;rio brasileiro. <\/p>\n<p>Enquanto os Estados Unidos eram colonizados por brit&acirc;nicos, o Brasil era colonizado por Portugal &ndash; com alguma presen&ccedil;a da Fran&ccedil;a e da Holanda -, as demais regi&otilde;es da Am&eacute;rica, com povos ind&iacute;genas de desenvolvimento cultural superior, eram colonizadas por espanh&oacute;is. Mas o que isso tem a ver com a Libertadores? <\/p>\n<p>Pois bem, o nome do torneio &eacute; uma homenagem &agrave;s pessoas que lutaram contra a opress&atilde;o espanhola no territ&oacute;rio, caso de Simon Bol&iacute;var, Jos&eacute; Artigas, Jos&eacute; de San Mart&iacute;n, Francisco de Miranda, Abreu e Lima, Antonio Jos&eacute; de Sucre e tantos outros pr&oacute;ceres (para aprofundar no tema, ver a se&ccedil;&atilde;o Cl&aacute;ssicos deste portal) que percorreram as Am&eacute;ricas para libertar os seus moradores da opress&atilde;o de Espanha atrav&eacute;s dos agentes dos Vice-Reinados. Ah, para variar, o Brasil ficou de fora desta epop&eacute;ia, uma vez que aqui a solu&ccedil;&atilde;o foi um pacto de elites, transacionando a unidade territorial pela manuten&ccedil;&atilde;o do escravagismo. <\/p>\n<p><strong>A hist&oacute;ria em campo e fora dele <br \/>\n<\/strong>51 edi&ccedil;&otilde;es depois a hist&oacute;ria, desta vez do futebol, reaparece no Est&aacute;dio Paulo Machado de Carvalho, o Pacaembu, em S&atilde;o Paulo &ndash; o mesmo est&aacute;dio que foi &ldquo;exclu&iacute;do&rdquo; da Copa de 1950 porque a torcida vaiou a sele&ccedil;&atilde;o brasileira ap&oacute;s empate contra a Su&iacute;&ccedil;a em 2 a 2 na segunda fase daquele mundial. De um lado o Santos, marcado pela &ldquo;era Pel&eacute;&rdquo;, com dois t&iacute;tulos da Libertadores e mundiais em 1962 e 1963. Do outro, o Pe&ntilde;arol, o clube com mais participa&ccedil;&otilde;es e primeiro campe&atilde;o do torneio, e que repetiria o feito em outras quatro edi&ccedil;&otilde;es, a &uacute;ltima em 1987. <\/p>\n<p>Os dois times se enfrentaram na decis&atilde;o de 1962 que, como a m&iacute;dia tanto repetiu nos &uacute;ltimos dias, necessitou de tr&ecirc;s partidas para encerrar gra&ccedil;as a uma garrafa jogada no &aacute;rbitro da segunda partida, na Vila Belmiro, quando o Pe&ntilde;arol vencia por 3 a 2. O Santos empataria o jogo, o que lhe daria o t&iacute;tulo, j&aacute; que venceu o primeiro jogo no Centen&aacute;rio por 2 a 1. Por&eacute;m, s&oacute; dias depois a Conmebol anularia o resultado e marcava a terceira partida para a Argentina, quando o Santos, com Pel&eacute; no time, venceria por 4 a 0. <\/p>\n<p>A diferen&ccedil;a primordial daquela partida, al&eacute;m dos jogadores, estrutura, transmiss&atilde;o televisiva, pode ser reparada tamb&eacute;m de forma metaf&oacute;rica com a altera&ccedil;&atilde;o no nome do torneio: Copa Santander Libertadores e n&atilde;o mais a boa e velha pauleira da Ta&ccedil;a Libertadores da Am&eacute;rica. <\/p>\n<p>O principal torneio de futebol sul-americano, que homenageava os coirm&atilde;os que libertaram a Am&eacute;rica do julgo espanhol, tem na sua nomenclatura um dos maiores bancos do mundo, com sede na Espanha! Os libertadores s&atilde;o agora &ldquo;lembrados&rdquo; ao lado de um s&iacute;mbolo financeiro importante dos seus antigos colonizadores contra quem tanto lutaram. Ah, detalhe, sugiro que os leitores porcurem ssaber quem &eacute; Alfredo Saenz, conselheiro-delegado (alta hierarquia da holding do Grupo Santander, na posi&ccedil;&atilde;o de segundo vice-presidente) da administra&ccedil;&atilde;o do Banco e sua condena&ccedil;&atilde;o no Tribunal Supremo de Espanha por mau uso de fundos e gest&atilde;o perigosa quando estava &agrave; frente de outro banco, o Banesto. <\/p>\n<p>J&aacute; n&atilde;o &eacute; de hoje que citamos esse fato &ndash; o do nome de &ldquo;batismo&rdquo; &ndash; repetindo a ladainha em outros textos da &ldquo;Al&eacute;m das Quatro Linhas&rdquo;, motivados pela ironia mercadol&oacute;gica dessa mudan&ccedil;a. Mas no futebol midiatizado e com altas quantias de recursos financeiros em jogo, n&atilde;o &eacute; nenhuma novidade que o principal patrocinador do torneio passe a ter a sua marca colocada entre o nome do pr&oacute;prio. &Eacute; assim que nasce mais um beb&ecirc; de Rosemary. Neg&oacute;cios s&atilde;o neg&oacute;cios, e o futebol h&aacute; muito tempo passou a ser um. <\/p>\n<p>A pr&oacute;pria Libertadores j&aacute; foi Copa Toyota Libertadores (ui!), h&aacute; a Copa Kia do Brasil (ai!), o Campeonato Brasileiro Petrobras (d&oacute;i igual)&#8230; E para n&atilde;o ficar muito longe, o Gauch&atilde;o Coca-Cola (uahhhh, essa &eacute; de lascar o couro do guasca, faz o taura virar pinto molhado em dia chuva em meados de julho!). <\/p>\n<p><strong>Santos &ldquo;tricampe&atilde;o&rdquo; da Libertadores &ndash; u&eacute;, quando &eacute;ramos crian&ccedil;as (parte de n&oacute;s ao menos, ser tri era ganhar tr&ecirc;s campeonatos seguidos, correto?) <br \/>\n<\/strong>Na noite de 22 de junho, o confronto come&ccedil;ou pegado, como todo bom jogo da Ta&ccedil;a Libertadores da Am&eacute;rica, ainda mais em caso de decis&atilde;o. Ap&oacute;s 90 minutos de zero a zero no Uruguai, os primeiros 45 de S&atilde;o Paulo terminaram da mesma forma. O Santos dominava a posse de bola, quase 70% do tempo, mas pouco criou de efetivo. J&aacute; o Pe&ntilde;arol mostrou que se arriscaria nos contra-ataques, mas depois da metade da etapa pouco mostrou. <\/p>\n<p>Logo no in&iacute;cio do segundo tempo, o volante Arouca, que tanto errara passes no primeiro tempo, fez uma excelente jogada, desestabilizando totalmente a marca&ccedil;&atilde;o uruguaia. Ap&oacute;s tabela com Paulo Henrique Ganso, tocou para Neymar &ndash; que s&oacute; havia aparecido no primeiro tempo para tirar com uma solada Gonz&aacute;lez, seu marcador, da partida &ndash; tocar no canto de Sebasti&aacute;n Sosa para marcar o seu sexto gol da competi&ccedil;&atilde;o. <\/p>\n<p>A partir da&iacute; o Pe&ntilde;arol partiu para o ataque e abriu muitos espa&ccedil;os na defesa para contra-ataques santistas. O ritmo do jogo mudou de lado. Quando o segundo tempo estava pela metade, o lateral-direito Danilo, que mal subira ao ataque para ajudar na marca&ccedil;&atilde;o, fez uma bela jogada na ponta-direita e chutou rasteiro. Santos 2 a 0, t&iacute;tulo garantido&#8230; <\/p>\n<p>&#8230;n&atilde;o num jogo da Ta&ccedil;a Libertadores da Am&eacute;rica. Aos 35 minutos, numa jogada sem qualquer perigo, o zagueiro Durval foi tentar interceptar cruzamento e a bola acabou entrando no gol. O Pe&ntilde;arol tentava, mas a marca&ccedil;&atilde;o montada por Muricy Ramalho, seu grande trunfo no comando desse time do Santos, afastava qualquer perigo. Muito mais chances teve o time santista para aumentar o placar que o time uruguaio para empatar o jogo. At&eacute; que acabou &ndash; uma hora sempre acaba, a n&atilde;o ser quando algu&eacute;m mela o campeonato&#8230;n&atilde;o dessa vez, a zona come&ccedil;ou depois. <\/p>\n<p>Fim de jogo e final de fardo. Pel&eacute; (de vermelho, assim como no ano passado no Beira Rio!) voltou a campo para &ldquo;apresentar&rdquo; Muricy &agrave; torcida. Acabava o &ldquo;fardo&rdquo; da &ldquo;era Pel&eacute;&rdquo;. O Santos 48 anos depois de sua gera&ccedil;&atilde;o, finalmente conseguia conquistar outro t&iacute;tulo sul-americano. Mas se at&eacute; a Libertadores ganhou um codinome espanhol, o terno do Rei do Futebol indicava que ele tamb&eacute;m era patrocinado pelo banco. Poder&iacute;amos cham&aacute;-lo de &Eacute;dson Santander Arantes? <\/p>\n<p><strong>Filho de Delegado invade campo e provoca confus&atilde;o &ndash; ou a hist&oacute;ria de sempre, quando apenas um moleque metido a galo para imaginar que uma equipe charrua n&atilde;o iria descontar a raiva na derrota dando chutes voadores, vingando na trava da chuteira a derrota na bola&#8230;. <br \/>\n<\/strong>A festa da vit&oacute;ria santista acabou sendo manchada. Uma briga generalizada tomou conta do gramado, jogadores e comiss&atilde;o t&eacute;cnica de ambas equipes entraram em confronto ap&oacute;s o apito final do &aacute;rbitro da partida. O piv&ocirc; da briga foi o torcedor santista Eric Del Delbosque, 18 anos, filho do Delegado Osvaldo Nico Gon&ccedil;alves, titular da Delegacia Especializada em Atendimento ao Turista. <\/p>\n<p>Ap&oacute;s serem provocados, os uruguaios partiram para cima do torcedor, o que causou revolta nos boleiros da baixada santista. Alguns jogadores do alvinegro praiano chegaram a declarar que time do Pe&ntilde;arol n&atilde;o sabia perder. Mas o filho do Delegado parece que n&atilde;o sabe ganhar. Ao inv&eacute;s de comemorar o t&iacute;tulo da Libertadores (de prefer&ecirc;ncia fora de campo) fato que n&atilde;o ocorria a 49 anos, o &ldquo;torcedor&rdquo; resolveu provocar. Chama a aten&ccedil;&atilde;o &agrave; demora da Pol&iacute;cia Militar, para entrar em campo e tentar controlar a situa&ccedil;&atilde;o. Ou ser&aacute; que a &ldquo;briosa&rdquo; PM de S&atilde;o Paulo &ndash; onde o mesmo Choque que policia os est&aacute;dios operou na repress&atilde;o da rebeli&atilde;o do Carandiru em 2 de outubro de 1992 &ndash; se recordou do embate Brigada Militar X Pe&ntilde;arol, durante a Supercopa de 1993, quando o elenco Manya Aurinegro peitou os brigadianos de chuteira em riste?! <\/p>\n<p>As perguntas que ficam: Quem autorizou a entrada do filho do Delegado? Que puni&ccedil;&atilde;o o mesmo sofrer&aacute;?<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ganso e Neymar lideram uma gera\u00e7\u00e3o santista vencedora. 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