{"id":1513,"date":"2011-09-11T14:12:06","date_gmt":"2011-09-11T14:12:06","guid":{"rendered":"http:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/?p=1513"},"modified":"2011-09-11T14:12:06","modified_gmt":"2011-09-11T14:12:06","slug":"11-de-setembro-reflexoes-apos-uma-decada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/?p=1513","title":{"rendered":"11 de setembro, reflex\u00f5es ap\u00f3s uma d\u00e9cada"},"content":{"rendered":"<figure class=\"image-container image-post-defautl\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/binladen_cia3.jpg\" title=\"O sheik Osama Bin Laden, membro da fam\u00edlia real de Ibn Saud, foi um dos homens fundamentais nas duas Guerras do Afeganist\u00e3o; na primeira, operou como homem de liga\u00e7\u00e3o entre as redes integristas e a CIA; na segunda, como inimigo direto do Imp\u00e9rio. - Foto:hankarralynd\" alt=\"O sheik Osama Bin Laden, membro da fam\u00edlia real de Ibn Saud, foi um dos homens fundamentais nas duas Guerras do Afeganist\u00e3o; na primeira, operou como homem de liga\u00e7\u00e3o entre as redes integristas e a CIA; na segunda, como inimigo direto do Imp\u00e9rio. - Foto:hankarralynd\" class=\"image\"><figcaption class=\"fig-caption\">O sheik Osama Bin Laden, membro da fam\u00edlia real de Ibn Saud, foi um dos homens fundamentais nas duas Guerras do Afeganist\u00e3o; na primeira, operou como homem de liga\u00e7\u00e3o entre as redes integristas e a CIA; na segunda, como inimigo direto do Imp\u00e9rio.<\/figcaption><small itemprop=\"copyrightHolder\" class=\"copyright\"> Foto:hankarralynd<\/small><\/figure>\n<p>11 de setembro de 2011, do Recife, <em>Bruno Lima Rocha <\/em><\/p>\n<p>Este &eacute; um artigo editorial do E&amp;A: uma reflex&atilde;o pol&iacute;tica para al&eacute;m da an&aacute;lise dos fatos e dados j&aacute; por demais observados. <\/p>\n<p>Escrevo estas palavras em pleno 11 de setembro de 2011, dez anos ap&oacute;s o chamado maior atentado terrorista da hist&oacute;ria da humanidade. &Eacute; dif&iacute;cil formular qualquer an&aacute;lise de tipo retrospectiva uma vez que quase tudo j&aacute; foi dito de duas maneiras. Os enunciados p&uacute;blicos, verdadeiras pe&ccedil;as propagand&iacute;sticas da guerra imperial contra o Afeganist&atilde;o e o Iraque, j&aacute; foram mil vezes reproduzidos pela chamada m&iacute;dia empresarial corporativa, &agrave; &eacute;poca muito insuflada por grupos econ&ocirc;micos como a News Corp, do hoje parcialmente desmascarado Rupert Murdoch. Os enunciados n&atilde;o p&uacute;blicos, tornaram-se miss&atilde;o anti-cruzadista daqueles que se op&otilde;em &agrave;s teses de guerras e choques de civiliza&ccedil;&atilde;o e se recusam a reproduzir o imperialismo ocidental sob a forma de &ldquo;democracia&rdquo;. Muito do jornalismo e das an&aacute;lises pol&iacute;ticas da internet em escala mundial tomam esse partido, onde o portal Estrat&eacute;gia &amp; An&aacute;lise modestamente se vincula, filia e aporta um gr&atilde;o de areia a mais.<\/p>\n<p>Todos os que vivemos a pronunciar publicamente an&aacute;lises, impress&otilde;es, opini&otilde;es e conflitos de opini&otilde;es j&aacute; falamos, e muito, ao longo dos &uacute;ltimos dez anos, a respeito da d&eacute;cada onde a Guerra contra o Terror, pautou o mundo em seu conflito sem limite de terreno e cen&aacute;rios de opera&ccedil;&otilde;es m&oacute;veis. Esta deve ser a nossa primeira reflex&atilde;o. Em uma escala de opera&ccedil;&otilde;es acima da m&eacute;dia, os Estados Unidos assumem sua voca&ccedil;&atilde;o imperial e promovem um conflito em escala planet&aacute;ria, para al&eacute;m dos cen&aacute;rios complexos do Iraque (um p&acirc;ntano sem sa&iacute;da alguma) e o cen&aacute;rio conjunto de Afeganist&atilde;o-Paquist&atilde;o. A &ldquo;Guerra contra o Terror&rdquo; &eacute; uma coordenada por um Estado-Maior conjunto, este de tipo combatente, chamado United Special Operations Command (Comando de Opera&ccedil;&otilde;es Especiais, equivalente a um Estado-Maior de Opera&ccedil;&otilde;es Especiais, USSOCOM). Atrav&eacute;s desta articula&ccedil;&atilde;o de Grandes Unidades, e o bra&ccedil;o estendido do Joint Special Operations Command (JSOC), o Pent&aacute;gono inclui uma ideologia de tipo seguran&ccedil;a nacional por dentro do territ&oacute;rio dos 50 estados que comp&otilde;em o pa&iacute;s constru&iacute;do pelo pacto olig&aacute;rquico das 13 col&ocirc;nias origin&aacute;rias. Assim, a &ldquo;Guerra contra o Terror&rdquo; se aplica em cen&aacute;rios diversos, em escala planet&aacute;ria, incluindo o cen&aacute;rio dom&eacute;stico. <\/p>\n<p>Avaliar os efeitos p&oacute;s-11 de setembro para a democracia americana, quando a avan&ccedil;ada dos neo-conservadores e o est&iacute;mulo do combate ao terror integrista somam vontades e atropelam barreiras legais e pol&iacute;ticas, ser&aacute; objeto de pr&oacute;ximo artigo. O ponto obrigat&oacute;rio aqui &eacute; citar, apenas para demarcar sua relev&acirc;ncia, que a cria&ccedil;&atilde;o do Department of Homeland Security (DHS, equilavente ao Minist&eacute;rio do Interior) reorganiza uma s&eacute;rie de ag&ecirc;ncias federais dos EUA (como o Servi&ccedil;o Secreto, a Imigra&ccedil;&atilde;o, a Guarda Costeira, Patrulha de Fronteiras e Alf&acirc;ndegas, dentre outros) e estas assim como o FBI (DEA, ATF, e US Marshals, dentre outros), t&ecirc;m prerrogativas sobre as for&ccedil;as de seguran&ccedil;a de estados, condados e munic&iacute;pios. Isto implica, no m&iacute;nimo, uma tens&atilde;o permanente entre a dissid&ecirc;ncia interna, as oposi&ccedil;&otilde;es civis e de contesta&ccedil;&atilde;o, e os macro-des&iacute;gnios do complexo industrial-militar e do poderio dos lobbies, como o do petr&oacute;leo. <\/p>\n<p>Mas, como disse acima, a an&aacute;lise da pol&iacute;tica estadunidense p&oacute;s-11 de setembro, j&aacute; est&aacute; alocada para outro texto. O momento &eacute; de nos atermos para outro reflexo ap&oacute;s os atentados e as guerras de invas&atilde;o decorrentes destes. Em escala global, o mundo mudou, &eacute; poss&iacute;vel estarmos nos aproximando de um sistema descentrado &ndash; embora tenha o comando militar direto de um Imp&eacute;rio tipo super-pot&ecirc;ncia &ndash; e cujas oposi&ccedil;&otilde;es da Globaliza&ccedil;&atilde;o Transnacional Capitalista se viram abafadas, ofuscadas para al&eacute;m do Ocidente, em fun&ccedil;&atilde;o da presen&ccedil;a integrista de um lado (o correto seria afirmar dos integristas, dos jihadistas) e da avan&ccedil;ada da China e o novo bloco em forma&ccedil;&atilde;o (onde o Brasil se inclui e desponta), por outro. E, como uma pista interpretativa, essa pode ser uma das grandes modifica&ccedil;&otilde;es que vimos no planeta em termos de op&ccedil;&otilde;es e alternativas.  <\/p>\n<p>A tese do choque de civiliza&ccedil;&otilde;es e das vis&otilde;es totalizantes do uso de recursos e formas de acumula&ccedil;&atilde;o na Terra n&atilde;o &eacute; algo exclusivo do momento em que vivemos. A exacerba&ccedil;&atilde;o desse embate, sim. George W. Bush assume um governo atrav&eacute;s de elei&ccedil;&otilde;es no m&iacute;nimo suspeitas (fraudulentas para alguns cr&iacute;ticos, onde me incluo) e aplica a vingan&ccedil;a como mote de seu governo, garantindo que a desastrosa administra&ccedil;&atilde;o fosse reeleita numa vit&oacute;ria arrasadora em 2004. J&aacute; na corrida eleitoral de 2008, dois projetos, um de tom levemente neo-keynesiano (o de Obama com Joe Biden e a b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o de Hillary e do lobby sionista da AIPAC), competindo com um belicista e her&oacute;i de guerra, John Mccain e sua impag&aacute;vel candidata a vice, Sarah Palin, apontara a necessidade de sa&iacute;da do modelo j&aacute; esgotado dos EUA. Faltou avisar essa fal&ecirc;ncia de projeto para os poderes f&aacute;ticos do Imp&eacute;rio, que fizeram do governo de Obama um inferno desastroso, e cujo grande m&eacute;rito na pol&iacute;tica internacional foi eliminar a Osama Bin Laden. <\/p>\n<p>RETROCEDENDO NO TEMPO DA LUTA ANTI-GLOBALIZA&Ccedil;&Atilde;O CAPITALISTA PARA COMPREENDER O PROBLEMA DE PROJETO POL&Iacute;TICO ALTERNATIVO  <\/p>\n<p>Em 11 de setembro de 2001, quando dos ataques contra as Torres G&ecirc;meas, o ocidente voltava a respirar atrav&eacute;s de uma nova esquerda que ressuscitava com discursos renovados ou rememorados (como o fortalecimento de id&eacute;ias-for&ccedil;a libert&aacute;rias), buscando solu&ccedil;&otilde;es para o neoliberalismo arrasador. A China era j&aacute; uma pot&ecirc;ncia, mas n&atilde;o tinha a proje&ccedil;&atilde;o de hoje, embora j&aacute; operasse como Chim&eacute;rica, sendo um dos maiores compradores de t&iacute;tulos da d&iacute;vida estadunidense. Naquele ano, ao menos em termos de ide&aacute;rio, se forjavam um conjunto de id&eacute;ias de modo a superar a democracia realmente existente, e se cicatrizavam as feridas dos poucos ainda restantes saudosistas do horror societ&aacute;rio (distributivista sim, mas totalit&aacute;rio), que fora o &ldquo;socialismo&rdquo; real. At&eacute; a invas&atilde;o dos EUA ao Afeganist&atilde;o, iniciada em outubro de 2001, este pa&iacute;s era governado &ndash; ao menos seus centros de poder &ndash; pela fac&ccedil;&atilde;o vitoriosa da guerra civil p&oacute;s-derrota e retirada da antiga Uni&atilde;o Sovi&eacute;tica, em 1989 (ent&atilde;o com longos dez anos de pen&uacute;ria nas montanhas des&eacute;rticas naquele Estado fict&iacute;cio, sendo de fato um territ&oacute;rio ainda tribal), por um partido de estudantes (Talib&atilde;), cujos l&iacute;deres foram educados em escolas religiosas (madrastas), com o apoio financeiro das mesmas redes comandadas por sauditas wahabitas (como o Sheik Osama Bin Laden), apoiadas pela CIA durante os anos &rsquo;80 do s&eacute;culo XX. <\/p>\n<p>O debate pol&iacute;tico no mundo se torna, de novo, simplificado, pois de um lado estaria o conjunto de valores ocidentais, concomitante a apologia demente ao fundamentalismo de mercado e ao Estado gendarme. De outro, a igualmente bestial afirma&ccedil;&atilde;o da Umma e da Avan&ccedil;ada Verde, dessa vez sob a interpreta&ccedil;&atilde;o integristas da luta justa em escala global. Hoje, em termos de projetos globais, temos tr&ecirc;s op&ccedil;&otilde;es falhas e muitas vezes n&atilde;o concorrentes, e sim complementares. O fundamentalismo de mercado, cujo pior dos exemplos &eacute; a fraude com nome de crise a partir da opera&ccedil;&atilde;o da bolha imobili&aacute;ria dos EUA; esse neo-bismarckismo (incompleto, &eacute; verdade), onde o Estado promove empresas campe&atilde;s nacionais e recebe capitais transnacionais (desde que gerem emprego direto) e financia o crescimento &agrave; base de venda de produtos prim&aacute;rios, super-explora&ccedil;&atilde;o de m&atilde;o de obra ou o conjunto destas (como &eacute; a base transversal dos BRICs); ou ent&atilde;o a proposta ainda beligerante e com certa ascend&ecirc;ncia em alguns territ&oacute;rios (como na Som&aacute;lia, outra derrota estadunidense mais), de uma interpreta&ccedil;&atilde;o mais ou menos fechada do integrismo (a&iacute; se localiza uma disputa entre Ar&aacute;bia Saudita e Ir&atilde;, e a tentativa de influ&ecirc;ncia destes Estados sobre as redes jihadistas), em que tampouco se leva em conta as liberdades individuais e os direitos coletivos n&atilde;o hegem&ocirc;nicos. <\/p>\n<p>Nesse &iacute;nterim do &uacute;ltimo dec&ecirc;nio, vimos experi&ecirc;ncias muito interessantes, como a de Oaxaca (M&eacute;xico 2006), e o sopro de esperan&ccedil;a com a Primavera &Aacute;rabe (revolu&ccedil;&atilde;o dos jasmins &eacute; um belo neologismo tamb&eacute;m aplic&aacute;vel), onde se desmascara a falsa oposi&ccedil;&atilde;o entre governos ditatoriais e o Ocidente em guerra contra o terror integrista. A guerra clandestina, al&eacute;m de seq&uuml;estrar (potencialmente qualquer um e qualquer parte do planeta), prender sem nenhuma legalidade (como em Guant&aacute;namo, uma aberra&ccedil;&atilde;o jur&iacute;dica, um enclave imperial em Cuba), e por vezes soltar sem julgar, antes entregava prisioneiros para serem torturados e seviciados em masmorras &aacute;rabes, como em pa&iacute;ses como a L&iacute;bia de Khadafi, a S&iacute;ria de Assad e o Egito de Mubarak. Neste intervalo de tempo o capitalismo desenvolveu uma solu&ccedil;&atilde;o essencial para as perspectivas neoliberais, quando o problema da acumula&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica &eacute; muito superior ao problema da liberdade pol&iacute;tica. Neste sentido, a China aponta para os herdeiros da Sociedade Mont-P&egrave;lerin e entusiastas do pacto neo-conservador (como o Tea Party dos EUA, insuflado pela Fox News de Murdoch e cia.), como uma sa&iacute;da pinochetista em escala mil vezes superior. <\/p>\n<p>A heran&ccedil;a do 11 de setembro est&aacute;, para o Ocidente que se op&otilde;e a Globaliza&ccedil;&atilde;o Transnacional Capitalista, posta como um problema para ser superado. N&atilde;o h&aacute; como negar o horror integrista; nem tampouco o terror de Estado da a&ccedil;&atilde;o imperial no Oriente M&eacute;dio, no Magreb e na &Aacute;sia Central; nem tampouco a op&ccedil;&atilde;o de desenvolvimento capitalista a todo custo, exaurindo os recursos naturais e aprofundando as fus&otilde;es e concentra&ccedil;&otilde;es de capital (como os projetos do Plano IIRSA na Am&eacute;rica Latina e a a&ccedil;&atilde;o da China na &Aacute;frica). Demarcar um campo de trabalho para al&eacute;m destas op&ccedil;&otilde;es totalizantes (sendo tamb&eacute;m, sob alguns &acirc;ngulos, totalit&aacute;rias), &eacute; um obst&aacute;culo da pol&iacute;tica internacional dos movimentos populares e da contesta&ccedil;&atilde;o contra a Globaliza&ccedil;&atilde;o Capitalista (hegemonizada pela Mundializa&ccedil;&atilde;o Financeira). O afirmar tal projeto pol&iacute;tico, que se incluiria a base da Justi&ccedil;a Social e das Liberdades Pol&iacute;ticas e Direitos Individuais e Coletivos, tendo como base do desenvolvimento o respeito pelas culturas origin&aacute;rias e o equil&iacute;brio no uso dos recursos naturais, est&aacute; presente em todos os discursos mais ou menos leg&iacute;timos e, ao mesmo tempo, ausente do horizonte de possibilidades de curto prazo. <\/p>\n<p>O 11 de setembro e a Guerra contra o Terror, como que deram carta branca para o pior das for&ccedil;as do capitalismo hegemonizar a j&aacute; pobre cultura pol&iacute;tica dos EUA. Isto sobre-dimensiona as for&ccedil;as de fundamentalismo de mercado que partem para o vale tudo e a inconseq&uuml;&ecirc;ncia total de seus atos. Um exemplo desta dem&ecirc;ncia foi ocorrer, gerando do centro do sistema, a maior fraude financeira (e fiscal, e societ&aacute;ria, e talvez pol&iacute;tica) da humanidade. Um dia como o de hoje, al&eacute;m de respeitar a mem&oacute;ria das v&iacute;timas do ataque desumano e absurdo (n&atilde;o h&aacute; causa que justifique o ataque contra inocentes!), deveria servir para superar a manipula&ccedil;&atilde;o midi&aacute;tica e a pobreza dos argumentos de liberais est&eacute;reis, defensores do vale tudo de mercado e das institui&ccedil;&otilde;es de democracia representativa (delegativa e superficiais) realmente existentes. Este desenho de poder f&aacute;tico e produ&ccedil;&atilde;o de sentido n&atilde;o gera nada al&eacute;m de um consenso fabricado em ind&uacute;strias de bens simb&oacute;licos, e desarmam assim o melhor do esp&iacute;rito rebelde do Ocidente. Nestes dez anos ap&oacute;s os ataques promovidos pelo ex-aliado dos EUA, j&aacute; se faz hora de superarmos esta mentira sist&ecirc;mica alimentada pela desinforma&ccedil;&atilde;o estrutural.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O sheik Osama Bin Laden, membro da fam\u00edlia real de Ibn Saud, foi um dos homens fundamentais nas duas Guerras do Afeganist\u00e3o; na primeira, operou como homem de liga\u00e7\u00e3o entre as redes integristas e a CIA; na segunda, como inimigo direto do Imp\u00e9rio. 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