{"id":1602,"date":"2012-03-28T01:11:51","date_gmt":"2012-03-28T01:11:51","guid":{"rendered":"http:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/?p=1602"},"modified":"2012-03-28T01:11:51","modified_gmt":"2012-03-28T01:11:51","slug":"violencia-futebol","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/?p=1602","title":{"rendered":"Viol\u00eancia &#8800; futebol"},"content":{"rendered":"<figure class=\"image-container image-post-defautl\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/wilmarx-charge-violenciafc.jpg\" title=\"A briga entre torcidas tira o foco de temas relevantes sobre o futebol - Foto:Wilmarx\" alt=\"A briga entre torcidas tira o foco de temas relevantes sobre o futebol - Foto:Wilmarx\" class=\"image\"><figcaption class=\"fig-caption\">A briga entre torcidas tira o foco de temas relevantes sobre o futebol<\/figcaption><small itemprop=\"copyrightHolder\" class=\"copyright\"> Foto:Wilmarx<\/small><\/figure>\n<p>28 de mar&ccedil;o de 2012 &ndash; Anderson Santos (editor) &amp; Bruno Lima Rocha<\/p>\n<p>Mais uma vez a pauta pensada para a coluna era outra, no caso, a pauta derrubada abordava propostas de mudan&ccedil;as na ger&ecirc;ncia do futebol brasileiro. O assunto mudou, mas n&atilde;o tanto, j&aacute; que o assunto aqui tratado tamb&eacute;m deve entrar no bolo de propostas de altera&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p>A viol&ecirc;ncia ganhou as manchetes dos jornais esportivos do Brasil e mudou a rota das not&iacute;cias sobre a rodada do final de semana para as p&aacute;ginas policiais. Viol&ecirc;ncia, mortes e agress&otilde;es das for&ccedil;as da &ldquo;ordem&rdquo;. Esta coluna se dedica a entender o porqu&ecirc; h&aacute; tantos que tentam igualar futebol a estas pr&aacute;ticas nefastas.<\/p>\n<p><strong>(Mais) Duas mortes&#8230;<\/strong><\/p>\n<p>Tarde de domingo. A rodada do Paulist&atilde;o colocava frente a frente o melhor ataque e a melhor defesa do campeonato. O l&iacute;der contra o terceiro colocado. Um cl&aacute;ssico que h&aacute; anos n&atilde;o tinha os rivais em boa fase ao mesmo tempo. O Corinthians venceu o Palmeiras em campo por 2 a 1, mas, no dia seguinte, n&atilde;o foi a virada em tr&ecirc;s minutos que tirou a invencibilidade de 22 jogos do rival a manchete nos meios de comunica&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>Antes da partida, um confronto entre 500 &ldquo;torcedores&rdquo; das duas principais organizadas dos clubes ocorreu na Avenida Inajar de Souza, na zona norte paulistana, passou por cima da escolta policial e, at&eacute; o momento, deixou dois mortos, jovens de 19 e 21 anos. A saber, Gavi&otilde;es da Fiel e Mancha (Alvi)Verde promoveram o confronto. S&atilde;o &ldquo;torcidas-empresa&rdquo;, com escolas de samba, uma legi&atilde;o de afiliados e muita for&ccedil;a na interna de seus clubes.<\/p>\n<p>A Federa&ccedil;&atilde;o Paulista de Futebol &ndash; dando resposta para o &oacute;bito e para os &quot;gringos&quot; que vir&atilde;o para a Copa &#8211; proibiu as torcidas de entrarem em campo no decorrer do Paulist&atilde;o. J&aacute; a Pol&iacute;cia Militar, surpreendida com a a&ccedil;&atilde;o dos &ldquo;torcedores&rdquo; corintianos frente &agrave; guarni&ccedil;&atilde;o de duas viaturas para &ldquo;proteger&rdquo; &ldquo;torcedores&rdquo; palmeirenses, fez apreens&atilde;o de computadores nas sedes das organizadas e prendeu cinco diretores da Mancha.<\/p>\n<p>Dois tipos de cr&iacute;tica foram realizadas sobre o assunto. O primeiro tipo &eacute; a tradicional execra&ccedil;&atilde;o das organizadas. De fato, por conta do &ldquo;c&oacute;digo de &eacute;tica&rdquo; das T.O.s, a corintiana resolveu se vingar de outros fatos no dia desse jogo. Num confronto no ano passado, a palmeirense teria ido para o confronto com armas de fogo. Na disputa pelo Carnaval de SP, em meio &agrave; confus&atilde;o de rasgar as c&eacute;dulas com as notas, um integrante da palmeirense teria dado um soco numa &ldquo;torcedora&rdquo; da organizada corintiana.<\/p>\n<p>Do outro lado, h&aacute; grande questionamento sobre a inevitabilidade desse fato ter ocorrido. Mensagens em redes sociais j&aacute; anteviam o confronto, dias antes do cl&aacute;ssico, e nada foi feito &ndash; e, nesse caso, n&atilde;o precisa de muito mesmo, &eacute; s&oacute; &ldquo;seguir&rdquo; membros de T.O.s&#8230; O c&oacute;digo da <em>vendetta<\/em> foi evocado, mas nos dias de hoje n&atilde;o precisa de motiva&ccedil;&atilde;o para a idiotice coletiva de promover a guerra entre a base da pir&acirc;mide social.<\/p>\n<p>Para se ter uma id&eacute;ia de como a PM que promovera &ldquo;a&ccedil;&otilde;es humanistas&rdquo; como a Chacina do Carandiru e a vingan&ccedil;a ap&oacute;s o Salve Geral de 2006 foi &ldquo;surpreendida&rdquo; pelo local do confronto, o Minist&eacute;rio P&uacute;blico de S&atilde;o Paulo solicitou &agrave;s organizadas de Palmeiras e S&atilde;o Paulo no ano passado a indica&ccedil;&atilde;o de locais mais perigosos no caminho ao Pacaembu ou ao Morumbi. Um deles era a Av. Inajar de Souza. Ainda assim, um torcedor morreu ap&oacute;s confrontos entre as torcidas.<\/p>\n<p>Na ter&ccedil;a-feira (27 de mar&ccedil;o), a edi&ccedil;&atilde;o paulista do di&aacute;rio Lance! afirma: &ldquo;Muita gente sabia e ningu&eacute;m fez nada para evitar, nem a pol&iacute;cia&rdquo;. A capa traz tamb&eacute;m o editorial &ldquo;Basta querer!&rdquo;, reproduzido em outros estados. Quando todos sabem e as autoridades nada fazem, s&atilde;o no m&iacute;nimo c&uacute;mplices por omiss&atilde;o.<\/p>\n<p>Afinal, o que adianta proibir torcidas organizadas, camisas, tambores, bandeiras com mastros, bal&otilde;es,&#8230; de entrarem em campo? Enquanto a in&eacute;rcia judicial que varre o pa&iacute;s nos mais diversos flancos imperar, nada muda. Quando os respons&aacute;veis por atos assim ter&atilde;o um julgamento e uma puni&ccedil;&atilde;o s&eacute;ria? Ser&aacute; que s&oacute; quando os bandidos de colarinho branco tamb&eacute;m o tiverem, inclusive os que dirigem clubes e a Na&ccedil;&atilde;o?<\/p>\n<p><strong>&ldquo;Pol&iacute;cia! para quem precisa&rdquo;<\/strong><\/p>\n<p>J&aacute; tratamos aqui do quanto a pol&iacute;cia &eacute; preparada para tratar com os torcedores. Na maior parte dos casos, primeiro se bate para depois saber quem estava envolvido no caso.<\/p>\n<p>Em Alagoas, um v&iacute;deo gravado antes de CSA X ASA, no &uacute;ltimo domingo (25\/03), foi parar em sites de not&iacute;cia. Policiais mandavam ver os cassetetes em torcedores do CSA do lado oposto ao da principal organizada do clube. Detalhe: como as torcidas dos clubes s&atilde;o &ldquo;parceiras&rdquo;, n&atilde;o h&aacute; problema algum nesse confronto &ndash; com exce&ccedil;&atilde;o das emboscadas da torcida do CRB, rival de ambos, que pode ocorrer. Assim, a igualmente &ldquo;bem apreciada&rdquo; Pol&iacute;cia Militar alagoana baixou o sarrafo em um jogo onde n&atilde;o havia risco algum. E para qu&ecirc;? Para exercitar o sadismo da tropa rasa?<\/p>\n<p>Esse n&atilde;o &eacute; um caso isolado. Quantas vezes n&atilde;o vemos imagens de c&acirc;meras encontrarem policiais baixando o cacete no meio de uma torcida, geralmente por conta de uma discuss&atilde;o mais &aacute;spera? Crian&ccedil;as, mulheres e senhores de idade n&atilde;o s&atilde;o diferenciados na hora da pancada. Foi o que ocorreu no Beira-Rio em 2005, num domingo imperdo&aacute;vel para a Brigada Militar (a PM do RS, nascida para auxiliar o Ex&eacute;rcito Caramuru na luta contra os Farrapos).<\/p>\n<p>A hist&oacute;ria e a trag&eacute;dia se repetem. Tudo isso para tratar do que ocorreu no Rio Grande do Sul na rodada do Gauch&atilde;o do final de semana. No s&aacute;bado, Caxias e Novo Hamburgo refizeram o confronto da final do primeiro turno. O resultado final foi vit&oacute;ria do N&oacute;ia por 1 a 0. Mas o que marcou o jogo foi a mordida que o cachorro (rottweiler) da BM deu no atacante Vanderlei, do Caxias.<\/p>\n<p>Segundo o comandante da Brigada, a fun&ccedil;&atilde;o do cachorro n&atilde;o &eacute; ser aproximado em meio a uma confus&atilde;o &ndash; como foi o caso, reclama&ccedil;&atilde;o com o auxiliar de arbitragem. Inclusive porque o animal tende a reagir quando v&ecirc; algo de errado, uma bagun&ccedil;a, o que aconteceu.<\/p>\n<p>Para piorar, no mesmo Est&aacute;dio do Vale, no domingo, Gr&ecirc;mio e Cruzeiro-POA empatavam em 1 a 1 at&eacute; os 49 minutos do segundo tempo. Vuaden, &aacute;rbitro FIFA (vai entender o crit&eacute;rio para essa indica&ccedil;&atilde;o!), s&oacute; marcou o toque da m&atilde;o na bola do jogador cruzeirense por conta do auxiliar. Nova confus&atilde;o, com muitas reclama&ccedil;&otilde;es do futuro time de Cachoeirinha. A resposta do Choque da BM foi jogar spray de pimenta no rosto de um dos jogadores. O Cruzeiro que j&aacute; fora prejudicado ao perder pontos na primeira fase, agora sofre a marca&ccedil;&atilde;o de um p&ecirc;nalti existente, mas perde ao ter os descontos do jogo e ainda leva para casa a vergonha de ter um jogador profissional ferido pela Brigada com arma n&atilde;o letal.<\/p>\n<p>Mais uma vez o descaso com o procedimento padr&atilde;o. A regra &eacute; que isso s&oacute; seja feito em caso de agress&atilde;o, o que ainda n&atilde;o ocorrera. Ainda assim, com uma dist&acirc;ncia m&iacute;nima de 1 metro. Jamais esvaziar o spray no rosto de uma s&oacute; pessoa. Pelo menos dessa vez as emissoras grandes (no tamanho e n&atilde;o em sua grandeza) deram o caso e apertaram razoavelmente o capit&atilde;o do BOE (opera&ccedil;&otilde;es especiais do RS) presente no est&aacute;dio.<\/p>\n<p>Tamb&eacute;m em Alagoas, um cl&aacute;ssico entre CSA e CRB foi interrompido, pelo Alagoano de 2008, porque os policiais militares jogaram spray de pimenta em jogadores azulinos. Se ainda o fizessem em uma sess&atilde;o plen&aacute;ria da Assembl&eacute;ia Legislativa (mui nobre e ilibada por sinal), at&eacute; seriam perdoados, mas em jogadores profissionais &ndash; que necessitam do corpo para trabalhar &ndash; a&iacute; &eacute; demais!<\/p>\n<p>Para ambos os casos, a promessa da BM ga&uacute;cha &eacute; que o relat&oacute;rio seja apresentado num per&iacute;odo de 20 a 30 dias. Um m&ecirc;s para relatar o que foi filmado e gravado por TVs de sinal aberto! Depois falam em efici&ecirc;ncia, PGPQ e outras sanhas neoliberais. Quanta bobagem&#8230;<\/p>\n<p>Vale salientar que, no geral, os militares estaduais n&atilde;o recebem nenhum extra por trabalharem para institui&ccedil;&otilde;es privadas (clubes e federa&ccedil;&otilde;es), por mais que o Estatuto do Torcedor exija que os respons&aacute;veis pelo evento definam como ser&aacute; a seguran&ccedil;a na partida. Assim, quem paga a conta da barbaridade &eacute; o arig&oacute; que paga imposto embutido em tudo e, ao levar o filho para a cancha no fim de semana, ainda se arrisca de levar paulada das for&ccedil;as da &ldquo;ordem&rdquo; ou ver-se no meio da confus&atilde;o promovida por torcedores profissionais atrav&eacute;s de imbecilizados com roupa parecida.<\/p>\n<p><strong>ORGANIZA&Ccedil;&Atilde;O<\/strong><\/p>\n<p>Tamb&eacute;m j&aacute; falamos das torcidas organizadas antes, inclusive as elogiando quando foi pertinente &ndash; campanha &ldquo;Fora Ricardo Teixeira&rdquo; na rodada final do primeiro turno do Brasileir&atilde;o do ano passado &ndash; e as olhamos para al&eacute;m do preconceito rotineiro, no caso da agress&atilde;o com o jogador palmeirense Jo&atilde;o Vitor.<\/p>\n<p>N&atilde;o defendemos p&uacute;blico de &ldquo;orquestra&rdquo; para jogos de futebol, que s&oacute; aplaude quando &eacute; solicitado; por&eacute;m, tampouco, n&oacute;s, apaixonados por um clube de futebol, queremos ser afastados dos est&aacute;dios por aqueles que colocam a organizada como prioridade, acima at&eacute; mesmo dos times.<\/p>\n<p>Um claro exemplo do potencial dessas torcidas est&aacute; nos protestos ocorridos no Egito por mudan&ccedil;as pol&iacute;ticas. Duas torcidas rivais se juntaram para participar das manifesta&ccedil;&otilde;es. Esse, inclusive, pode ter sido o motivo para a pol&iacute;cia eg&iacute;pcia ter permitido o massacre de Port Said, com a morte de dezenas de torcedores do Al Ahly &ndash; esta semana, torcedores do Masry protestaram contra a suspens&atilde;o do clube por 2 anos e uma crian&ccedil;a, de treze anos, teria morrido.<\/p>\n<p>Futebol &eacute; jogado dentro de campo, discutido nas arquibancadas, ambientes de lazer e de trabalho &ndash; que os chefes n&atilde;o nos leiam! A zombaria, cornetagem ou &ldquo;flauta&rdquo;, como dizem aqui no Sul, tamb&eacute;m faz parte, com o limite que cada um d&aacute; e permite receber. Viol&ecirc;ncia entre torcedores, n&atilde;o.<\/p>\n<p>A pancadaria prometida antes da partida de futebol, inclusive, apaga todos os problemas de seguran&ccedil;a que vivemos em v&aacute;rias partes do pa&iacute;s &ndash; quer dizer, aqueles que n&atilde;o podem pagar por carro blindado ou seguran&ccedil;a particular. Se a pol&iacute;cia n&atilde;o est&aacute; preparada para casos &ldquo;marcados&rdquo;, como estar&aacute; para o nosso dia a dia?<\/p>\n<p>Como diz o slogan da Ultras Resist&ecirc;ncia Coral, torcida do cearense Ferrovi&aacute;rio, a ideia defendida por estes colunistas &eacute; r&aacute;pida e objetiva: <strong>&ldquo;Nem guerra entre as torcidas, nem paz entre as classes&rdquo;<\/strong>.<\/p>\n<p>(Para quem quiser nos ajudar respondendo algumas das perguntas feitas aqui, ou criticar e\/ou sugerir assuntos, entre em contato atrav&eacute;s dos e-mails andderson.santos@gmail.com e dijairalemdasquatrolinhas@gmail.com)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A briga entre torcidas tira o foco de temas relevantes sobre o futebol Foto:Wilmarx 28 de mar&ccedil;o de 2012 &ndash; Anderson Santos (editor) &amp; Bruno Lima Rocha Mais uma vez a pauta pensada para a coluna era outra, no caso, a pauta derrubada abordava propostas de mudan&ccedil;as na ger&ecirc;ncia do futebol brasileiro. O assunto mudou, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-1602","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"jetpack_publicize_connections":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1602","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=1602"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1602\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=1602"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=1602"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=1602"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}