{"id":1606,"date":"2012-04-04T23:31:15","date_gmt":"2012-04-04T23:31:15","guid":{"rendered":"http:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/?p=1606"},"modified":"2012-04-04T23:31:15","modified_gmt":"2012-04-04T23:31:15","slug":"propostas-de-mudancas-no-futebol-brasileiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/?p=1606","title":{"rendered":"Propostas de mudan\u00e7as no futebol brasileiro"},"content":{"rendered":"<figure class=\"image-container image-post-defautl\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/Charge-CBF_LANIMA20120320_0147_25.jpg\" title=\"Teixeira saiu e propostas para mudar a ger\u00eancia do futebol no Brasil apareceram. A do Lance! \u00e9 a mais completa - Foto:lancenet.com.br\" alt=\"Teixeira saiu e propostas para mudar a ger\u00eancia do futebol no Brasil apareceram. A do Lance! \u00e9 a mais completa - Foto:lancenet.com.br\" class=\"image\"><figcaption class=\"fig-caption\">Teixeira saiu e propostas para mudar a ger\u00eancia do futebol no Brasil apareceram. A do Lance! \u00e9 a mais completa<\/figcaption><small itemprop=\"copyrightHolder\" class=\"copyright\"> Foto:lancenet.com.br<\/small><\/figure>\n<p><em>04 de abril de 2012 &ndash; Anderson Santos (editor) &amp; Dijair Brilhantes<\/em><\/p>\n<p>Com a ren&uacute;ncia de Ricardo Teixeira do comando da CBF, muito se espera do futebol brasileiro no que diz respeito a mudan&ccedil;as. Estas ainda n&atilde;o ocorreram e parecem longe de acontecer.<\/p>\n<p>Desde a sa&iacute;da do dirigente, e sua substitui&ccedil;&atilde;o pelo &ldquo;malufismo&rdquo; de Marin, algumas pessoas envolvidas com o futebol passaram a propor mais coisas, avan&ccedil;ar de uma simples cr&iacute;tica para coment&aacute;rios que ajudem a modificar a situa&ccedil;&atilde;o atual. Dentre as principais, est&aacute; a do portal esportivo Lancenet!, que  sugeriu nove mudan&ccedil;as importantes.<\/p>\n<p>Primeiro foi Ra&iacute;, que &ldquo;herdando&rdquo; &#8211; da sua maneira &#8211; a criticidade do irm&atilde;o S&oacute;crates, prop&ocirc;s que ex-jogadores de futebol se unissem para pressionar por mudan&ccedil;as reais na CBF. A primeira proposta &eacute; exigir que Jos&eacute; Maria Mar&iacute;n pro&iacute;ba a reelei&ccedil;&atilde;o no cargo de presidente da entidade para, no m&iacute;nimo, gerar um rod&iacute;zio em termos de nomes.<\/p>\n<p>No m&iacute;nimo porque n&atilde;o necessariamente h&aacute; pluralidade no campo de atua&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica e para o esporte. Como j&aacute; muito colocado, temos 27 federa&ccedil;&otilde;es estaduais e, provavelmente, uma ou outra se &ldquo;salve&rdquo;, muitas acostumadas a ficar a merc&ecirc; da CBF e de seu principal l&iacute;der. Algo parecido se reflete em alguns grandes clubes do pa&iacute;s, elei&ccedil;&atilde;o ap&oacute;s elei&ccedil;&atilde;o, onde at&eacute; as alternativas podem se render aos velhos pol&iacute;ticos do futebol&ecirc;s.<\/p>\n<p>O nome que Ra&iacute; queria ver j&aacute; na entidade &eacute; do seu companheiro da &eacute;poca de S&atilde;o Paulo, de Sele&ccedil;&atilde;o e do Projeto Gol de Letra: Leonardo. Atualmente dirigente do novo rico Paris Saint-Germain, teria a experi&ecirc;ncia adequada para gerenciar a CBF do jeito que se devia &ndash; ao menos na opini&atilde;o de Ra&iacute;.<\/p>\n<p>Mas quem se apresentou como candidato foi o capit&atilde;o da Sele&ccedil;&atilde;o de 1970, Carlos Alberto Torres, de 67 anos. Torres pediu o apoio de, pelo menos, oito federa&ccedil;&otilde;es e cinco clubes, que se faz necess&aacute;rio para uma poss&iacute;vel candidatura. Al&eacute;m de garantir apoiadores internacionais, o lema j&aacute; at&eacute; parece criado: &ldquo;querem estar do lado s&eacute;rio? Vem comigo&rdquo;.<\/p>\n<p>N&atilde;o s&atilde;o nomes isolados que &ldquo;salvar&atilde;o&rdquo; o dia, portanto, mais do que se apresentar enquanto alternativa, precisa-se mostrar que se segue por um caminho alternativo na pr&aacute;tica. A pol&iacute;tica cotidiana brasileira mostrou isso com clareza desde a abertura, no futebol n&atilde;o seria diferente.<\/p>\n<p><strong>Propostas do Lancenet!<\/strong><\/p>\n<p>O grupo Lance!, atrav&eacute;s do Lancenet!, resolveu lan&ccedil;ar oficialmente nove propostas que deveriam ser implementadas para uma &ldquo;moraliza&ccedil;&atilde;o&rdquo; e organiza&ccedil;&atilde;o transparente do futebol nacional. O ponto de partida seria &ldquo;seguir o futebol europeu&rdquo;, numa vis&atilde;o que desde j&aacute; mereceria algumas cr&iacute;ticas. Enfim, analisemos cada uma das propostas:<\/p>\n<p><em>1- Uma nova gest&atilde;o<\/em><\/p>\n<p><em>Mudan&ccedil;a estatut&aacute;ria criando o Conselho de Administra&ccedil;&atilde;o (CA), abaixo do qual se situaria a diretoria executiva, profissional, respons&aacute;vel pela gest&atilde;o cotidiana. Abolindo a elei&ccedil;&atilde;o para presidente da CBF com candidato &uacute;nico, o primeiro CA teria car&aacute;ter &ldquo;constituinte&rdquo;, para mudar o estatuto da entidade. Os clubes que disputam qualquer uma das quatro divis&otilde;es do Campeonato Brasileiro, n&atilde;o s&oacute; a primeira como atualmente, teriam direito a voto e indica&ccedil;&atilde;o &agrave; composi&ccedil;&atilde;o das chapas.<\/em><\/p>\n<p>A proposta do Lance! Trata do CA como um &oacute;rg&atilde;o formado por &ldquo;brasileiros de alta reputa&ccedil;&atilde;o e compaix&atilde;o pelo futebol&rdquo;, e que n&atilde;o ter&atilde;o remunera&ccedil;&atilde;o. De primeira fica a pergunta: quem definir&aacute; a reputa&ccedil;&atilde;o de algu&eacute;m? Pergunte-se a Andr&eacute;s Sanchez, Ronaldo e cia. e eles dir&atilde;o que Teixeira se encaixaria nessa defini&ccedil;&atilde;o &ndash; j&aacute; Mar&iacute;n, s&oacute; o Del Nero mesmo&#8230;<\/p>\n<p>Outra preocupa&ccedil;&atilde;o apresentada &eacute; quanto &agrave; escolha dos membros dessa diretoria tendo em conta que h&aacute; v&aacute;rios pol&iacute;ticos interessados no futebol, das mais distintas estirpes. Seria interessante ou n&atilde;o propor quem n&atilde;o poderia ser candidato? &ndash; apesar de isso s&oacute; poder ocorrer com a mudan&ccedil;a no estatuto pelo CA constituinte.<\/p>\n<p>Complicado responder, pois envolve a liberdade que as entidades privadas ou paraestatais t&ecirc;m garantidas na Constitui&ccedil;&atilde;o. Al&eacute;m disso, trata-se das liberdades individuais &ndash; por mais que esse tipo de coisa s&oacute; apare&ccedil;a para quem &ldquo;importa&rdquo;. Mas evitar que personagens &ldquo;escusos&rdquo; entrem na entidade, e mesmo com um conselho, tentem &ldquo;imperar&rdquo;, seria interessante, por mais dif&iacute;cil que seja.<\/p>\n<p><em>2- O Uso de receitas <\/em><\/p>\n<p><em>50% da receita bruta da CBF passaria a ser direcionada, sem passar pelos cofres da entidade, indo a um Fundo de Fomento ao Futebol, que financiaria os clubes e as competi&ccedil;&otilde;es entre clubes promovidas pela CBF. Parte dos recursos do fundo seria empregado no pagamento integral das despesas de passagens, hospedagens e arbitragem da terceira e quarta divis&otilde;es do Campeonato Brasileiro, tentando aumentar a competitividade das divis&otilde;es de acesso.<\/em><\/p>\n<p>Boa e interessante proposta, j&aacute; que poderia diminuir a diferen&ccedil;a entre a rica entidade nacional e os endividados afiliados, garantindo uma fatia para os times que mais precisam, das divis&otilde;es inferiores. Al&eacute;m de permitir que regionais &ldquo;descapitalizados&rdquo; pudessem seguir existindo. Apesar de a proposta diminuir os regionais &ndash; o que se ver&aacute; a seguir &ndash;, h&aacute; Estados que mal conseguem realizar um torneio, quanto mais enviar representante para competi&ccedil;&atilde;o nacional&#8230;<\/p>\n<p><em>3- O Papel Social<\/em><\/p>\n<p><em>&Agrave;s atividades profissionais da CBF, priorit&aacute;rias, devem ser agregadas a uma forte atua&ccedil;&atilde;o social, usando o futebol como ferramenta de inclus&atilde;o, voltada para crian&ccedil;as e adolescentes, incentivado a pr&aacute;tica esportiva.<\/em><\/p>\n<p><em>4- A mudan&ccedil;a do calend&aacute;rio<\/em><\/p>\n<p><em>A t&atilde;o sonhada mudan&ccedil;a no calend&aacute;rio para adapt&aacute;-lo aos dos grandes eventos de clubes e sele&ccedil;&otilde;es e ao modelo praticado na maior parte do mundo, com pr&eacute;-temporada no mesmo per&iacute;odo dos clubes europeus, permitindo excurs&otilde;es mundo afora. Os estaduais seriam realizados no in&iacute;cio da temporada e n&atilde;o podendo exceder dez datas, para n&atilde;o extrapolar o n&uacute;mero de jogos razo&aacute;vel, evitando preju&iacute;zos econ&ocirc;micos.<\/em><\/p>\n<p>Vamos jogar contra, desta vez. &Eacute; &oacute;bvio que a tabela do futebol brasileiro fez com que v&aacute;rios clubes perdessem importantes jogadores ainda no in&iacute;cio do Campeonato Brasileiro, podendo tamb&eacute;m contratar no mesmo per&iacute;odo, mas o que atrapalha na forma&ccedil;&atilde;o da equipe.<\/p>\n<p>Tamb&eacute;m &eacute; claro que o per&iacute;odo atual de pr&eacute;-temporada &eacute; &iacute;nfimo, com uma ou duas semanas apenas de anteced&ecirc;ncia aos jogos, precisa-se readequar os principais estaduais do pa&iacute;s. De fato e de direito, n&atilde;o se deve alterar os dias de f&eacute;rias dos jogadores &ndash; por mais que eles joguem mais na folga que durante os dias de trabalho&#8230;<\/p>\n<p>Por&eacute;m, a quest&atilde;o dos estaduais &eacute; mais profunda. Vai ao encontro de uma amplia&ccedil;&atilde;o da proposta de n&uacute;mero dois. Estamos vivendo um momento, S&atilde;o Paulo que o diga, em que clubes tradicionais naufragam perante clubes-empresa. O modelo de gerenciamento e apoio financeiro tem de evoluir.<\/p>\n<p>Nas nossas cabe&ccedil;as n&atilde;o entra a ideia de exterminar estaduais de locais em que a disputa regional &eacute; fort&iacute;ssima e, geralmente, que garante os confrontos entre os principais clubes do Estado, casos de Alagoas, Sergipe, Para&iacute;ba,&#8230;<\/p>\n<p>A quest&atilde;o do d&eacute;ficit dos grandes clubes deve ser melhor analisada, partindo da an&aacute;lise do porqu&ecirc; disso ocorrer. O que mudou na estrutura que se tinha de prioridade aos Estaduais para o que acontece hoje? &Eacute; um problema que vai no &acirc;mago da estrutura futebolista nacional.<\/p>\n<p>Ano que vem, se tudo ocorrer nos conformes, o Nordeste voltar&aacute; a ter seu campeonato regional (de fato), modificando as f&oacute;rmulas dos Estaduais, fazendo com que mudem seu formato. Ser&aacute; um grande teste para novas f&oacute;rmulas. S&oacute; esperamos que a m&iacute;dia nacional olhe para isso com o devido merecimento &ndash; para evitar que se acabe com uma boa ideia, como em 2002, devido aos &ldquo;grandes centros&rdquo;.<\/p>\n<p><em>5- A forma&ccedil;&atilde;o de ligas<\/em><\/p>\n<p><em>A cria&ccedil;&atilde;o da t&atilde;o sonhada Liga Nacional de Clubes, um dos projetos engavetados pelo Clube dos 13. Seria uma tentativa de arrecadar mais nas negocia&ccedil;&otilde;es pelas cotas de TV e deixar os campeonatos mais atrativos, usando como exemplo o milion&aacute;rio futebol europeu.<\/em><\/p>\n<p>Os clubes brasileiros tiveram a chance de serem pioneiros quanto a isso em 1987, com a Copa Uni&atilde;o, mas rapidamente foram abafados da ideia, com o colapso recente do Clube dos Treze mostrando a que interesses o futebol brasileiro est&aacute; realmente conectado. Para mudar agora, criando uma nova Liga, precisa-se primeiro mudar a estrutura do futebol, a partir dos clubes.<\/p>\n<p>Sobre o &ldquo;milion&aacute;rio futebol europeu&rdquo;, &eacute; fato que os valores aumentaram de forma estrondosa da d&eacute;cada de 1990 pra c&aacute;. Mas tamb&eacute;m se deve ter um cuidado especial ao us&aacute;-lo como exemplo no atual per&iacute;odo. As greves dos jogadores na Espanha e na It&aacute;lia mostram que o &ldquo;para&iacute;so&rdquo; n&atilde;o &eacute; t&atilde;o perfeito assim&#8230;<\/p>\n<p><em>6- Seguran&ccedil;a nos est&aacute;dios<\/em><\/p>\n<p><em>A falta de seguran&ccedil;a nos est&aacute;dios &eacute; um dos itens mais preocupantes. A CBF deve ser a articuladora e cobradora da implementa&ccedil;&atilde;o das novas pol&iacute;ticas de seguran&ccedil;a para o torcedor. Cobrando o judici&aacute;rio o bom funcionamento dos tribunais. Assim atraindo um maior p&uacute;blico e gerando um verdadeiro espet&aacute;culo de entretenimento.<\/em><\/p>\n<p>Tratamos deste assunto na coluna passada. O Estatuto do Torcedor foi um grande avan&ccedil;o, mas, como muitas outras leis no pa&iacute;s, precisa ser aplicado e fiscalizado &ndash; como o Lance! o faz, deixando um Servi&ccedil;o de Atendimento ao Torcedor para que se reclame de irregularidades vividas (sat.lancenet.com.br).<\/p>\n<p>Falta uma maior dissemina&ccedil;&atilde;o dos nossos direitos enquanto torcedores. N&atilde;o adianta tratar do Estatuto s&oacute; quando h&aacute; baderna de &ldquo;torcedores&rdquo; organizados. O &ldquo;espet&aacute;culo de entretenimento&rdquo; precisa levar em conta o melhor tratamento para quem deveria ser a parte mais importante dele. Afinal, quem ser&aacute; o s&oacute;cio, comprar&aacute; as coisas do marketing e pagar&aacute; o ingresso para apoiar o clube?<\/p>\n<p>A cobran&ccedil;a por mais seguran&ccedil;a tem de ser amplificada para todas as &aacute;reas sociais. A viol&ecirc;ncia entre &ldquo;torcedores&rdquo; organizados &eacute; algo do futebol ou &eacute; reflexo do que vivemos no nosso cotidiano? Como dizer a um desses que devem que se preocupar com julgamento se v&aacute;rios e v&aacute;rios nomes &ldquo;importantes&rdquo; sequer t&ecirc;m procedimento de investiga&ccedil;&atilde;o conclu&iacute;do? O caso de quem saiu da CBF &eacute; um deles.<\/p>\n<p><em>7- Nova arbitragem<\/em><\/p>\n<p><em>Profissionalizar a arbitragem. Todos que trabalham no meio do futebol s&atilde;o profissionais, menos os &aacute;rbitros. Garantir a plena independ&ecirc;ncia da comiss&atilde;o de arbitragem da entidade &eacute; impedir as formas de press&atilde;o.<\/em><\/p>\n<p>&Eacute; grande a concord&acirc;ncia sobre esse ponto. A quest&atilde;o &eacute; garantir os direitos trabalhistas para os &aacute;rbitros, com sal&aacute;rios adequados aos milh&otilde;es envolvidos no jogo ou n&atilde;o? Precisa-se, tamb&eacute;m, garantir formas de an&aacute;lise de rendimento mais adequadas a eles, independente at&eacute; de profissionaliza&ccedil;&atilde;o. As comiss&otilde;es de arbitragem precisam deixar de ser nicho de fulano ou sicrano &ndash; como tanto reclamam alguns t&eacute;cnicos e dirigentes de clubes.<\/p>\n<p><em>8- A justi&ccedil;a desportiva <\/em><\/p>\n<p><em>A Justi&ccedil;a Desportiva deve ser um bra&ccedil;o do Judici&aacute;rio Federal, remunerada em or&ccedil;amento, e autonomia em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s Federa&ccedil;&otilde;es e Confedera&ccedil;&otilde;es.<\/em><\/p>\n<p><em>9- Combate &agrave; pirataria<\/em><\/p>\n<p><em>A CBF deve ter o compromisso priorit&aacute;rio de combater a pirataria dos produtos oficiais dos clubes, por meio de gest&atilde;o pol&iacute;tica para se estabelecer conv&ecirc;nios com a secretaria da Receita Federal e com a Confaz, visando o aumento da arrecada&ccedil;&atilde;o dos Estados e da Uni&atilde;o. Poderia se estabelecer um percentual de contribui&ccedil;&atilde;o dos clubes\/fabricantes para programas sociais, assim gerando um incentivo a mais para a compra de produtos oficiais.<\/em><\/p>\n<p>N&atilde;o podemos ser contra a venda de produtos n&atilde;o licenciados enquanto os clubes continuarem cobrando por camisas oficiais a bagatela em torno de R$ 180,00 &ndash; no caso da Sele&ccedil;&atilde;o, mais de R$ 200,00. Os torcedores de classes menos privilegiada tamb&eacute;m t&ecirc;m o direito de demonstrar o amor pelo seu clube com produtos alternativos (n&atilde;o oficiais).<\/p>\n<p>Antes de se criticar a pirataria por &ldquo;tirar dinheiro dos clubes&rdquo; &eacute; necess&aacute;rio lembrar que uma nova camisa oficial retiraria quase 1\/3 do sal&aacute;rio (bem) m&iacute;nimo de algu&eacute;m. Uma nova pol&iacute;tica de pre&ccedil;os ajudaria e muito para reduzir a pirataria em qualquer setor industrial.<\/p>\n<p>Por exemplo, o que importa para o torcedor se a camisa &eacute; &ldquo;Dry-Fit&rdquo;, se ele s&oacute; a usaria para ir ao jogo? Sendo que essa &ldquo;tecnologia&rdquo; aumenta o valor do material a ser vendido para ele?<\/p>\n<p><strong>Sugest&otilde;es <\/strong><\/p>\n<p>As an&aacute;lises sobre as propostas s&atilde;o pessimistas, &eacute; verdade, mas procuramos com elas dar uma contribui&ccedil;&atilde;o cr&iacute;tica a quem as prop&otilde;e, inclusive por sabermos que s&atilde;o as melhores inten&ccedil;&otilde;es envolvidas nisso. O interesse, por n&oacute;s tamb&eacute;m dividido, &eacute; de que o futebol brasileiro melhore e, para isso, a discuss&atilde;o sobre ele deve ocorrer de forma s&eacute;ria e em maior quantidade de espa&ccedil;os poss&iacute;vel.<\/p>\n<p>(Para quem quiser nos ajudar criticando e\/ou sugerindo novas propostas e assuntos, entre em contato atrav&eacute;s dos e-mails andderson.santos@gmail.com e dijairalemdasquatrolinhas@gmail.com)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Teixeira saiu e propostas para mudar a ger\u00eancia do futebol no Brasil apareceram. A do Lance! \u00e9 a mais completa Foto:lancenet.com.br 04 de abril de 2012 &ndash; Anderson Santos (editor) &amp; Dijair Brilhantes Com a ren&uacute;ncia de Ricardo Teixeira do comando da CBF, muito se espera do futebol brasileiro no que diz respeito a mudan&ccedil;as. 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