{"id":1631,"date":"2012-05-31T22:59:02","date_gmt":"2012-05-31T22:59:02","guid":{"rendered":"http:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/?p=1631"},"modified":"2012-05-31T22:59:02","modified_gmt":"2012-05-31T22:59:02","slug":"uma-guerra-que-se-arrasta-na-justica-futebol","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/?p=1631","title":{"rendered":"Uma guerra que se arrasta na justi\u00e7a&#8230; Futebol?"},"content":{"rendered":"<figure class=\"image-container image-post-defautl\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/Tribunal_560.jpg\" title=\"Futebol brasileiro, literalmente, sendo decidido \"al\u00e9m das quatro linhas\" - Foto:blogs.diariodepernambuco.com.br\" alt=\"Futebol brasileiro, literalmente, sendo decidido \"al\u00e9m das quatro linhas\" - Foto:blogs.diariodepernambuco.com.br\" class=\"image\"><figcaption class=\"fig-caption\">Futebol brasileiro, literalmente, sendo decidido &#8220;al\u00e9m das quatro linhas&#8221;<\/figcaption><small itemprop=\"copyrightHolder\" class=\"copyright\"> Foto:blogs.diariodepernambuco.com.br<\/small><\/figure>\n<p><em>31 de maio, Anderson Santos (editor) &amp; Dijair Brilhantes<\/em><\/p>\n<p>A esta altura do ano j&aacute; &eacute;ramos para ter as quatro divis&otilde;es do Campeonato Brasileiro em andamento. Como ocorre desde a reformula&ccedil;&atilde;o da S&eacute;rie C, com a cria&ccedil;&atilde;o da S&eacute;rie D, as tr&ecirc;s primeiras divis&otilde;es come&ccedil;avam um pouco antes: a A e a B, em maio; a C, em julho ou, nos &uacute;ltimos anos, tamb&eacute;m a partir de maio; e, por fim, a D, que at&eacute; o ano passado iniciava no segundo semestre e que neste iniciaria em maio.<\/p>\n<p>Por&eacute;m, uma verdadeira guerra de proibi&ccedil;&otilde;es e libera&ccedil;&otilde;es judiciais, em termos desportivos ou n&atilde;o, varreu o pa&iacute;s a ponto de a CBF poder ser multada tanto se colocar quanto se retirar um mesmo time da S&eacute;rie C. Resultado: o STJD cancelou o in&iacute;cio das S&eacute;ries C e D at&eacute; uma melhor resolu&ccedil;&atilde;o dos problemas.<\/p>\n<p><strong>O est&aacute;dio estadual e a interpreta&ccedil;&atilde;o<\/strong><\/p>\n<p>As confus&otilde;es em torno da S&eacute;rie C come&ccedil;aram no ano passado. Com problemas na Arena da Floresta, est&aacute;dio gerido pelo Governo do Estado do Acre, o Rio Branco teria que jogar em outro local suas partidas da S&eacute;rie C. O mesmo valeria para o representante acreano na S&eacute;rie D, o Pl&aacute;cido de Castro.<\/p>\n<p>A Promotoria de Justi&ccedil;a de Defesa do Consumidor moveu um processo contra a presen&ccedil;a de p&uacute;blico no est&aacute;dio, inaugurado h&aacute; cerca de seis anos. O problema &eacute; que a obra n&atilde;o possui o Habite-se, que &eacute; outorgado pelo Poder P&uacute;blico municipal autorizando a utiliza&ccedil;&atilde;o do im&oacute;vel.<br \/>\nDentre os problemas levantados no ano passado, o laudo de engenharia apontou algumas anormalidades na constru&ccedil;&atilde;o, caso de vigas de ferro &agrave; mostra. O laudo de vigil&acirc;ncia sanit&aacute;ria tamb&eacute;m apontaria diversas inadequa&ccedil;&otilde;es sanit&aacute;rias.<\/p>\n<p>Como propriet&aacute;rio do est&aacute;dio, o Governo do Estado entrou com a&ccedil;&atilde;o na Justi&ccedil;a Comum para que a Arena da Floresta pudesse ser utilizada, no entendimento que era uma quest&atilde;o estatal e n&atilde;o do esporte. Como isso n&atilde;o foi o entendimento do Superior Tribunal de Justi&ccedil;a Desportiva, mesmo fazendo a melhor campanha em seu grupo na primeira fase da S&eacute;rie C, o Rio Branco foi eliminado do torneio durante a segunda fase, passadas duas rodadas.<\/p>\n<p>Desde ent&atilde;o, o Rio Branco tenta reaver a sua vaga na S&eacute;rie C. A Procuradoria Geral do Estado continua com suas tentativas na Justi&ccedil;a Comum para que a Arena seja utilizada; frente a um Minist&eacute;rio P&uacute;blico que pensa o contr&aacute;rio. Enquanto isso, o clube foi prejudicado.<\/p>\n<p>Essa d&uacute;vida quanto ao rebaixamento do Rio Branco criou um imbr&oacute;glio de quem deveria ser o substituto. Um acordo realizado entre o clube e a CBF recolocou os acreanos na S&eacute;rie C deste ano. Entretanto, Aragua&iacute;na-TO, rebaixado do grupo na S&eacute;rie C, e Treze-PB, quinto colocado da S&eacute;rie D, sentiram-se prejudicados e disputam a vaga na justi&ccedil;a.<\/p>\n<p>O Treze acionou o Tribunal de Justi&ccedil;a da Para&iacute;ba, conseguindo uma liminar nesta esfera jur&iacute;dica. Caso a CBF n&atilde;o inclu&iacute;a o time paraibano no torneio, dever&aacute; pagar multa estipulada em R$ 50 mil di&aacute;rios, com limite de R$ 2,4 milh&otilde;es.<\/p>\n<p>Para piorar a situa&ccedil;&atilde;o, outra decis&atilde;o no n&iacute;vel de Justi&ccedil;a Comum, desta vez de Tocantins, exige que a CBF inclua o Aragua&iacute;na na S&eacute;rie C, com multa di&aacute;ria tamb&eacute;m em R$ 50 mil, s&oacute; que com limite de R$ 500 mil.<\/p>\n<p>Como as decis&otilde;es s&atilde;o numa mesma esfera jur&iacute;dica, elas t&ecirc;m o mesmo valor e, ao menos, o advogado que representa o Treze promete levar a quest&atilde;o para o Superior Tribunal de Justi&ccedil;a, &uacute;nico local capaz de resolver a situa&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p><strong>A falta de aviso gerou a segunda a&ccedil;&atilde;o<\/strong><\/p>\n<p>O Gr&ecirc;mio Esportivo Brasil de Pelotas-RS foi punido com a perda de seis pontos no Campeonato Brasileiro da Terceira Divis&atilde;o do ano passado, devido &agrave; escala&ccedil;&atilde;o irregular do lateral-direito Cl&aacute;udio. O caso ocorreu ainda quando o jogador atuava pela pelo Ituiutaba-MG (atual Boa Esporte Clube),  na S&eacute;rie C de 2010.<\/p>\n<p>Na partida final contra o ABC-RN, Cl&aacute;udio foi expulso, como n&atilde;o atuou mais pelo antigo clube e n&atilde;o disputou nenhuma competi&ccedil;&atilde;o nacional, deveria ter cumprido a suspens&atilde;o na primeira partida do Brasil de Pelotas pelo Brasileiro seguinte. O lateral-direito entrou em campo na primeira partida, a vit&oacute;ria de 3 a 2 sobre o Santo Andr&eacute;, em S&atilde;o Paulo.<\/p>\n<p>Os xavantes terminaram a primeira fase empatados com oito pontos com Santo Andr&eacute;-SP e Caxias-RS, mas o time paulista seria rebaixado por conta do menor saldo de gols. Por&eacute;m, os seis pontos a menos acabaram rebaixando o rubro-negro.<\/p>\n<p>A batalha jur&iacute;dica do Brasil come&ccedil;ou logo ap&oacute;s a decis&atilde;o do STJD. De in&iacute;cio, a justificativa do clube ga&uacute;cho era que n&atilde;o tinha sido informado sobre a puni&ccedil;&atilde;o ao atleta &ndash; o que seria um ato &ldquo;amador&rdquo; da diretoria &ndash;, perdendo as primeiras decis&otilde;es sobre o assunto. A seguir, o pr&oacute;prio atleta teria comunicado que o seu antigo clube n&atilde;o o informou sobre o assunto, argumento o qual os dirigentes xavantes se apegam para evitar a perda dos seis pontos.<\/p>\n<p>A CBF tentou estabelecer acordo parecido com o que fez com o Rio Branco, &ldquo;oferecendo&rdquo; a entrada do clube na S&eacute;rie C do ano que vem, mas os xavantes n&atilde;o aceitaram. O Brasil de Pelotas conseguiu uma liminar na Justi&ccedil;a Comum uma semana antes da estreia na S&eacute;rie C, substituindo o Santo Andr&eacute;.<\/p>\n<p>Em meio a tantos processos e decis&otilde;es que at&eacute; mesmo se contrap&otilde;em, o presidente do STJD, Rubens Aprobato, resolveu impedir por tempo indeterminado o in&iacute;cio das S&eacute;ries C e D.<\/p>\n<p><strong>O problema vai al&eacute;m<\/strong><\/p>\n<p>O par&aacute;grafo primeiro do artigo 217 da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal afirma que:<br \/>\n&ldquo;&sect; 1o O Poder Judici&aacute;rio s&oacute; admitir&aacute; a&ccedil;&otilde;es relativas &agrave; disciplina e &agrave;s competi&ccedil;&otilde;es desportivas ap&oacute;s esgotarem-se as inst&acirc;ncias da justi&ccedil;a desportiva, regulada em lei&rdquo;.<\/p>\n<p>Al&eacute;m disso, por ter constitucionalmente garantida a independ&ecirc;ncia de atua&ccedil;&atilde;o e gerenciamento, os clubes e associa&ccedil;&otilde;es de futebol n&atilde;o poderiam ter uma &ldquo;interfer&ecirc;ncia&rdquo; de qualquer Poder antes da justi&ccedil;a desportiva. Algo que a FIFA tamb&eacute;m n&atilde;o aceita &ndash; n&atilde;o &eacute; &agrave; toa que seus presidentes j&aacute; &ldquo;paqueraram&rdquo; grandes ditadores&#8230; &ndash; o que gera exclus&atilde;o quase que autom&aacute;tica dos clubes e das sele&ccedil;&otilde;es em que isso ocorreu.<\/p>\n<p>Os times que entraram na justi&ccedil;a para ocupar a vaga do Rio Branco levantam o argumento que foi decis&atilde;o do STJD excluir o clube acreano da S&eacute;rie C, o que n&atilde;o estaria sendo cumprido devido &agrave; decis&atilde;o na justi&ccedil;a comum que possibilitou o acordo do clube com a CBF.<\/p>\n<p>Um boato vindo do &uacute;ltimo Congresso da FIFA, realizado na semana passada &ndash; e que demonstrou que as promessas de transpar&ecirc;ncia n&atilde;o passar&atilde;o t&atilde;o cedo &agrave; pr&aacute;tica da entidade &ndash; dava conta de que os times que entraram na Justi&ccedil;a Comum, at&eacute; ent&atilde;o Brasil e Treze, estariam suspensos de qualquer campeonato de &ldquo;football association&rdquo;.<\/p>\n<p>Isso foi desmentido a seguir, mas nesta semana, a Confedera&ccedil;&atilde;o Sul-americana de Futebol (Conmebol) teria exigido que os clubes que entraram na Justi&ccedil;a Comum fossem exclu&iacute;dos de torneios oficiais&#8230; Muita &aacute;gua vai rolar ainda sobre o assunto, que n&atilde;o &eacute; velho.<\/p>\n<p><strong>Dois exemplos<\/strong><\/p>\n<p>Em 1999, por conta de uma legisla&ccedil;&atilde;o que punia o clube com jogador &ldquo;dopado&rdquo; com a perda de pontos, com uma d&uacute;vida sobre se os pontos da partida iam para o outro time &ndash; em caso de empate ou derrota &ndash;, Gama e Botafogo duelaram no STJD e na Justi&ccedil;a Comum para n&atilde;o serem rebaixados.<\/p>\n<p>Com uma a&ccedil;&atilde;o na justi&ccedil;a comum em favor do clube brasiliense, a CBF estava amea&ccedil;ada de ser exclu&iacute;da de competi&ccedil;&otilde;es oficiais, e todos os seus clubes, por dois anos. Para &ldquo;enganar&rdquo; a FIFA, os clubes organizaram um torneio nacional por &ldquo;conta pr&oacute;pria&rdquo;, a Copa Jo&atilde;o Havelange e os seus tr&ecirc;s m&oacute;dulos, que possibilitaram, por exemplo, que o vice-campe&atilde;o da Segunda Divis&atilde;o disputasse a final do Brasileiro no mesmo ano, o S&atilde;o Caetano.<\/p>\n<p>Outro caso se deu ap&oacute;s o encerramento do pol&ecirc;mico Brasileir&atilde;o de 2005, em que a &ldquo;M&aacute;fia do Apito&rdquo; gerou o cancelamento de doze partidas do campeonato, modificando os rumos do mesmo &#8211; mesmo naquelas que n&atilde;o houve interfer&ecirc;ncia sobre o resultado .<\/p>\n<p>Um torcedor do Internacional entrou com uma a&ccedil;&atilde;o na justi&ccedil;a por se sentir prejudicado pelo STJD, que anulou as partidas porque o ex-&aacute;rbitro Edilson Pereira de Carvalho estava envolvido numa fraude com jogos de apostas internacionais &ndash; afinal, por onde anda o homem que por um tempo era sin&ocirc;nimo de juiz ladr&atilde;o nas torcidas Brasil afora?<\/p>\n<p>Sob a amea&ccedil;a de ser suspenso de competi&ccedil;&otilde;es oficiais pela FIFA, a dire&ccedil;&atilde;o colorada conseguiu convencer o torcedor retirar a a&ccedil;&atilde;o. O presidente do Corinthians na &eacute;poca, Alberto Dualib, chegou a afirmar em telefonemas captados pela Pol&iacute;cia &ndash; por conta da rela&ccedil;&atilde;o com Kia Joorabchian e Boris Berezovski e Pini Zahafi num suposto esquema de lavagem de dinheiro &ndash; que o t&iacute;tulo de 2005 deveria ser do Inter&#8230;<\/p>\n<p><strong>Nada atinge a poderosa FIFA<\/strong><\/p>\n<p>Independente do m&eacute;rito, sab&iacute;amos que isso n&atilde;o iria acabar bem. Quando saiu a not&iacute;cia que o Brasil de Pelotas e o Treze ganharam a vaga numa inst&acirc;ncia da Justi&ccedil;a Comum era previsto que a toda poderosa n&atilde;o aceitaria a decis&atilde;o &ndash; ainda mais se levarmos em conta o &ldquo;tamanho&rdquo; desses clubes.<\/p>\n<p>A entidade m&aacute;xima do futebol mundial tem suas pr&oacute;prias leis e consegue achar brechas para se impor quando necess&aacute;rio. Basta vermos a Lei Geral da Copa, em que alguns itens impostos pela FIFA ferem as leis vigentes no pa&iacute;s. O exemplo mais claro ser&aacute; a venda de bebidas alco&oacute;licas dentro dos est&aacute;dios durante a Copa do Mundo FIFA, o que antes e depois do evento ser&aacute; proibido.<\/p>\n<p>&Oacute;bvio que os clubes t&ecirc;m que lembrar das suas rela&ccedil;&otilde;es de for&ccedil;a e se abastecer de uma forte prote&ccedil;&atilde;o jur&iacute;dica antes de entrar com a&ccedil;&atilde;o na Justi&ccedil;a Comum, n&atilde;o podendo cometer erros de &ldquo;n&atilde;o saber que o jogador estava suspenso&rdquo; ou coisas do tipo, mas quando a defini&ccedil;&atilde;o vai para os tribunais e n&atilde;o dentro de campo, os grandes prejudicados s&atilde;o os torcedores.<\/p>\n<p>As S&eacute;ries C e D seguem paradas e os outros clubes que nada t&ecirc;m a ver com isso tamb&eacute;m acabaram no preju&iacute;zo, sem poder entrar em campo e gerar receita.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Futebol brasileiro, literalmente, sendo decidido &#8220;al\u00e9m das quatro linhas&#8221; Foto:blogs.diariodepernambuco.com.br 31 de maio, Anderson Santos (editor) &amp; Dijair Brilhantes A esta altura do ano j&aacute; &eacute;ramos para ter as quatro divis&otilde;es do Campeonato Brasileiro em andamento. 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