{"id":1644,"date":"2012-07-05T17:59:24","date_gmt":"2012-07-05T17:59:24","guid":{"rendered":"http:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/?p=1644"},"modified":"2012-07-05T17:59:24","modified_gmt":"2012-07-05T17:59:24","slug":"o-campeao-dos-campeoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/?p=1644","title":{"rendered":"O campe\u00e3o dos campe\u00f5es"},"content":{"rendered":"<figure class=\"image-container image-post-defautl\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/estrategiaeanalise.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2013\/05\/2416634-5658-rec.JPG\" title=\"Depois de anos de zoa\u00e7\u00e3o, Corinthians finalmente levanta o torneio t\u00e3o cobi\u00e7ado - Foto:L\u00e9o Pinheiro\/Terra\" alt=\"Depois de anos de zoa\u00e7\u00e3o, Corinthians finalmente levanta o torneio t\u00e3o cobi\u00e7ado - Foto:L\u00e9o Pinheiro\/Terra\" class=\"image\"><figcaption class=\"fig-caption\">Depois de anos de zoa\u00e7\u00e3o, Corinthians finalmente levanta o torneio t\u00e3o cobi\u00e7ado<\/figcaption><small itemprop=\"copyrightHolder\" class=\"copyright\"> Foto:L\u00e9o Pinheiro\/Terra<\/small><\/figure>\n<p><em>05 de julho, Anderson Santos (editor) &amp; Bruno Lima Rocha<\/em><\/p>\n<p>J&aacute; tratamos dele em meio a muitas pol&ecirc;micas, mas sempre com sua sinceridade rotineira. O Corinthians ergue o trof&eacute;u mais aguardado da sua hist&oacute;ria de 102 anos e n&atilde;o poder&iacute;amos esquecer de dizer que Andr&eacute;s Navarro S&aacute;nchez tem muito a ver com isso. Se Tite montou um time taticamente muito bom, a ponto de ganhar a Copa Santander (!!!) Libertadores de forma invicta, foi por ter sido garantido na trag&eacute;dia do ano passado, contra o Tolima.<\/p>\n<p>O triunvirato formado por Andr&eacute;s, Luiz Paulo Rosemberg (ex-diretor de marketing e atual vice de futebol) e M&aacute;rio Gobbi (atual presidente) modificou o marketing futebol&iacute;stico do pa&iacute;s e acrescentou, e muito, &agrave; hist&oacute;ria do Sport Clube Corinthians Paulista.<\/p>\n<p><strong>Primeira parada, Porto Alegre<\/strong><\/p>\n<p>Em meio ao Campeonato Brasileiro de 2007, Alberto Dualib foi deposto (e esta &eacute; a palavra) do cargo de presidente do Corinthians, ap&oacute;s todas as confus&otilde;es de sua gest&atilde;o, marcada por t&iacute;tulos importantes e pelo imbr&oacute;glio, que ainda deve correr na justi&ccedil;a, com a MSI &#8211; causa esta at&eacute; hoje n&atilde;o fechada&#8230;<\/p>\n<p>Ex-aliado da maldi&ccedil;&atilde;o de Dualib, S&aacute;nchez assumiu o clube numa situa&ccedil;&atilde;o complicada, muito pr&oacute;ximo do rebaixamento, que acabou se confirmando no dia 02 de dezembro de 2007. Mal sabiam os corintianos que a queda seria proporcional &agrave; alegria, no primeiro ano ap&oacute;s a gest&atilde;o deste ser humano sempre &ldquo;super-sincero&rdquo;, como gostamos de dizer nesta coluna.<\/p>\n<p>Num Brasileiro da S&eacute;rie B impec&aacute;vel, o Corinthians foi campe&atilde;o incontest&aacute;vel, voltando para o lugar que sua apaixonada torcida merece, entre os melhores do pa&iacute;s. No mesmo ano, ainda houve a frustra&ccedil;&atilde;o da perda do t&iacute;tulo da Copa do Brasil para o Sport, mas aquele time comandado por Mano Menezes, com o eixo no meio-campo formado por Christian, Elias e Douglas, principalmente a dupla de volantes, daria a base para os times dos anos seguintes.<\/p>\n<p><strong>Uma parada fenomenal<\/strong><\/p>\n<p>No dia 12 de dezembro de 2008, Ronaldo Fen&ocirc;meno anuncia a parceria, afinal foi mais que uma contrata&ccedil;&atilde;o, com o Corinthians. As d&uacute;vidas sobre o atacante, ainda maior artilheiro da hist&oacute;ria das Copas, explodiram. Seria mais uma jogada de marketing ou a maior contrata&ccedil;&atilde;o da hist&oacute;ria do clube? Os dois.<\/p>\n<p>Ronaldo jogou muita bola, mesmo acima do peso, e deu ao Corinthians, junto com os seus companheiros, os t&iacute;tulos da Copa do Brasil e do Campeonato Paulista de 2009. Fora de campo, o Tim&atilde;o recebia proje&ccedil;&atilde;o mundial e via no seu &ldquo;uniforme&rdquo; (um outdoor ambulante) a ajuda empresarial do Fen&ocirc;meno, com o maior valor de patroc&iacute;nio do Brasil.<\/p>\n<p>2009 foi o ano que o Corinthians mostrou que estava entre os grandes do Brasil, mas o olho mesmo se situava al&eacute;m do horizonte.<\/p>\n<p>No ano seguinte, ainda com Mano Menezes como t&eacute;cnico, o time foi eliminado nas oitavas de final para o Flamengo, numa partida em que abriu dois a zero, num primeiro tempo muito bom, mas cedendo o gol da elimina&ccedil;&atilde;o numa das poucas jogadas do rival na segunda etapa. Roberto Carlos foi a grande contrata&ccedil;&atilde;o do ano.<\/p>\n<p>Mano Menezes foi treinar a Sele&ccedil;&atilde;o p&oacute;s-Dunga e Copa do Mundo FIFA, e o Corinthians tinha dificuldades em encontrar um treinador que se encaixasse. A disputa pelo t&iacute;tulo no Brasileiro, que foi at&eacute; a &uacute;ltima rodada, acabou rendendo apenas uma vaga na Pr&eacute;-Libertadores, gra&ccedil;as a um empate no derradeiro jogo. O que pesou.<\/p>\n<p><strong>A parada mais dif&iacute;cil, Ibagu&eacute; e o &ldquo;Toliminado&rdquo;<\/strong><\/p>\n<p>Mesmo ap&oacute;s o empate em casa, ningu&eacute;m imaginaria, nem os torcedores advers&aacute;rios, o que ocorreria no dia 02 de fevereiro de 2011. Ronaldo bem que tentou, mas o Corinthians tornou-se o primeiro time brasileiro a ser eliminado na fase preliminar da Copa Libertadores, ainda mais para o Tolima.<\/p>\n<p>Tite, que assumira o time ainda em outubro de 2010, balan&ccedil;ou no cargo. Al&eacute;m da Libertadores &ldquo;ser obriga&ccedil;&atilde;o&rdquo; por conta da chacota dos rivais, perder do jeito que foi doeu aos corintianos. Ronaldo resolveu se aposentar, enquanto que Roberto Carlos &ldquo;fugiu&rdquo; &agrave; R&uacute;ssia &#8211; largou da massa da Fiel para ser alvo de racismo nos confins das terras de cossacos.<\/p>\n<p>Mesmo sob forte press&atilde;o de alguns diretores e conselheiros, Andr&eacute;s resolveu manter Adenor Leonardo Bacchi no comando t&eacute;cnico da equipe. Segundo o ex-presidente corintiano, havia chegado a hora de os dirigentes brasileiros aprenderem a n&atilde;o acabarem com uma programa&ccedil;&atilde;o por conta de um resultado ruim. E como ele estava certo!<\/p>\n<p>Com tempo para treinar para o Brasileiro, ap&oacute;s a elimina&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m no Paulista, o Corinthians come&ccedil;ou &ldquo;voando&rdquo;, abrindo boa dist&acirc;ncia para os rivais, gordura que serviu no final do torneio, em meio &agrave; disputa ponto a ponto contra o Vasco. Por dois de vantagem, Tite e o Corinthians, ainda com Adriano, foram campe&otilde;es brasileiros.<\/p>\n<p>A dupla de destaque j&aacute; estava definida. Ap&oacute;s algumas forma&ccedil;&otilde;es, inclusive com Jucilei, Ralf e Paulinho tomaram conta do meio-campo e passaram a constituir a melhor dupla de volantes do Brasil.<\/p>\n<p><strong>&Uacute;ltima parada: o grito que faltava!<\/strong><\/p>\n<p>04, para 05, de julho de 2012. Esta data ficar&aacute; marcada na &ldquo;alma&rdquo; do corintiano. Por mais que M&aacute;rio Gobbi sempre que p&ocirc;de tenha desdenhado da Copa Santander Libertadores (eita como esse nome d&oacute;i, os Libertadores da Am&eacute;rica com apelido de um banco ligado ao Estado Espanhol) &ndash; com algumas coloca&ccedil;&otilde;es boas, caso da premia&ccedil;&atilde;o de valor baix&iacute;ssimo paga pela Conmebol &ndash;, todo o torcedor de futebol, corintiano ou n&atilde;o, sabia da import&acirc;ncia desse t&iacute;tulo para o time de Parque S&atilde;o Jorge.<\/p>\n<p>Se em 2011 o Corinthians foi um fiasco, 2012 foi marcado por um campeonato praticamente sem falhas. Um torneio ganho de forma invicta, algo que n&atilde;o ocorria desde 1978!<\/p>\n<p>O time, a grande for&ccedil;a deste Corinthians, foi se firmando ao longo da competi&ccedil;&atilde;o. Adriano (peso morto) foi mandado embora ap&oacute;s v&aacute;rias chances dadas, Chic&atilde;o voltou a ser titular ap&oacute;s um 2010 de brigas e discuss&otilde;es com Tite e o time se encaixou voltado &agrave; marca&ccedil;&atilde;o &ndash; o que rendeu a reclama&ccedil;&atilde;o de um &ldquo;futebol feio&rdquo; (feio &eacute; n&atilde;o ganhar jogo) &ndash; e que no final da Libertadores &quot;seguiu&quot; o Barcelona e jogou sem centroavante.<\/p>\n<p>Nas oitavas de final, o &uacute;nico momento em que a press&atilde;o parece ter pesado. O confronto de ida contra o Emelec, que eliminou de forma &ldquo;sensacional&rdquo; o Flamengo, foi marcado por um time nervoso, que vivia reclamando da arbitragem. Na volta, um passeio, 3 a 0 e vaga garantida.<\/p>\n<p>Nas quartas de final, o &ldquo;grande confronto&rdquo;. Ap&oacute;s um Brasileiro disputado palmo a palmo, Corinthians e Vasco fizeram dois jogos emocionantes, definidos no &ldquo;detalhe&rdquo;, como gostam os &ldquo;especialistas&rdquo;. Na ida, 1 a 1 com campo encharcado.<\/p>\n<p>Na volta, C&aacute;ssio assumiu o gol corintiano ap&oacute;s as falhas de J&uacute;lio C&eacute;sar, que causaram a elimina&ccedil;&atilde;o no Paulista, e tamb&eacute;m assumiu a &ldquo;bronca&rdquo;. Numa imagem repetida milhares de vezes, Diego Souza partiu sozinho num contra-ataque e parou na ponta dos dedos do ex-goleiro do Gr&ecirc;mio. Aos 43 do segundo tempo, Paulinho acerta a cabe&ccedil;ada e marca o gol da vit&oacute;ria.<\/p>\n<p>Num momento espetacular, Tite comemora em meio &agrave; torcida, j&aacute; que tinha sido expulso, e Paulinho abra&ccedil;ou um torcedor no alambrado. Muitos, inclusive estes articulistas, come&ccedil;avam a cravar, ainda que a contragosto, o Corinthians como campe&atilde;o da Libertadores. Foi inevit&aacute;vel reconhecer que o coring&atilde;o ia subir de n&iacute;vel, pois a conquista internacional a&eacute; ent&atilde;o era o Torneio Eurico Miranda (aquele de 2000 em cima do Vasc&atilde;o do deputado federal pela UDN fluminense).<\/p>\n<p>A seguir, o campe&atilde;o do ano anterior. Teoricamente, o Santos tinha o estilo de jogo oposto ao corintiano, mesmo passando na &ldquo;ra&ccedil;a&rdquo; pelos argentinos do V&eacute;lez Sarsfield. Neymar foi parado e Ganso, mais uma vez, nem precisou que algu&eacute;m fizesse isso. 1 a 0 com gola&ccedil;o de Emerson, que seria expulso depois; e 1 a 1, com empate logo no in&iacute;cio do segundo tempo, de forma a ningu&eacute;m se desestabilizar.<\/p>\n<p>Na final, &ldquo;s&oacute;&rdquo; o Boca Juniors, time velho, ruim, mas que chegou com o peso da camisa e de um craque que deu um pouco dos seus melhores momentos: Juan Rom&aacute;n Riquelme. Este Boca n&atilde;o se compara com o do in&iacute;cio dos anos 2000 e com aquele de 2007 e o vareio que deram em cima da alucina&ccedil;&atilde;o coletiva que tomara conta de Porto Alegre antes do jogo da volta da final&#8230; No final, nem as rezas de Odone e cia adiantaram. Agora, no Pacaembu, foi diferente.<\/p>\n<p>No primeiro jogo, outra &ldquo;dica&rdquo; de que a tal &ldquo;sorte de campe&atilde;o&rdquo; estava do lado &#8211; s&oacute; que com muita compet&ecirc;ncia, como diria Tite. Gol do Boca ap&oacute;s tremendo bate e rebate. Romarinho, que n&atilde;o &eacute; filho do Rom&aacute;rio, entra, recebe passe de Emerson, d&aacute; um toque na bola e empata o jogo. No final, o Boca mete uma bola na trave e Cvitanich perde sozinho o rebote, de frente ao gol.<\/p>\n<p>Nesta quarta-feira, os corintianos estavam ansiosos. &ldquo;O Boca &eacute; perigoso&rdquo;, &ldquo;o Riquelme joga muito em momento decisivo&rdquo;, &ldquo;argentino &eacute; catimbeiro&rdquo;. Nada disso importava. A torcida do Corinthians estava ali para a partida da vida! E ela foi!<\/p>\n<p><strong>EMERSON, O Sheik corintiano<\/strong><\/p>\n<p>Ap&oacute;s um primeiro tempo pegado, logo na primeira metade do segundo, falta de Riquelme na defesa. Justo ele, que pouco marca num time com tr&ecirc;s volantes. Tite discute com o craque argentino e diz que ele &ldquo;fala muito&rdquo; &ndash; &eacute; Felip&atilde;o, n&atilde;o &eacute; s&oacute; com voc&ecirc;&#8230;<\/p>\n<p>Falta batida, a bola vai e volta por cima, at&eacute; chegar em Danilo, de costas para o gol. At&eacute; ent&atilde;o &ldquo;invis&iacute;vel&rdquo; na partida, ele toca de calcanhar para Emerson ajeitar e colocar no fundo do gol. Vibra&ccedil;&atilde;o de todo o time do Corinthians, de toda a torcida no Pacaembu e em qualquer canto do mundo. A felicidade de 30 milh&otilde;es, e desgra&ccedil;a de todo o resto, estava ficando mais perto.<\/p>\n<p>Para come&ccedil;ar a abrir as cervejas em todos os bares, foi a vez do outro veterano do grupo bostero, Schiavi, errar numa sa&iacute;da de bola. Emerson fez uma arrancada fulminante que s&oacute; foi parar ap&oacute;s pular a placar publicit&aacute;ria para comemorar o segundo com a torcida. Emerson ainda iria provocar um zagueiro argentino, para del&iacute;rio de qualquer torcedor do mundo.<\/p>\n<p>Sport Club Corinthians Paulista campe&atilde;o da Libertadores de Am&eacute;rica (com o apelido do Banco Santander, que nojo!!!).<\/p>\n<p>A imagem descrita de Andr&eacute;s e Rosemberg abra&ccedil;ados antes do jogo, sem dizerem uma palavra sequer, representa o que &eacute; esse t&iacute;tulo. N&atilde;o a melhor, mas a mais fascinante torcida do Brasil n&atilde;o ir&aacute; se cansar de gritar: &Eacute; campe&atilde;o! As piadas acabaram&#8230;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Depois de anos de zoa\u00e7\u00e3o, Corinthians finalmente levanta o torneio t\u00e3o cobi\u00e7ado Foto:L\u00e9o Pinheiro\/Terra 05 de julho, Anderson Santos (editor) &amp; Bruno Lima Rocha J&aacute; tratamos dele em meio a muitas pol&ecirc;micas, mas sempre com sua sinceridade rotineira. 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